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Autor Tópico: A Cartilha do Autocaravanista em discussão  (Lida 955 vezes)
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Raul Lopes
Visitante
« Responder #20 em: 13 Abr 2006, 18:10 »

Companheiro Matias,

Bem vindo ao Fórum Autocaravanismo!

Sobre a Cartilha, é bom saber que há mais pessoas a pensar como nós. Obrigado pelo testemunho.
Registado
Matias
Visitante
« Responder #19 em: 13 Abr 2006, 17:44 »

Era bom que todos os autocaravanistas respeitassem a cartilha, no entanto, como já colaborei numa empresa que negoceia autocaravanas, deu-me para perceber que no inicio da pratica do autocaravanismo falta humildade às pessoas para respeitarem todas as regras.
Portanto, nunca é demais ler a cartilha, vezes sem conta até as pessoas a perceberem bem para depois poderem respeitar com a maxima humildade o que está definido na cartilha.

Cumprimentos,

Matias
Registado
Raul Lopes
Visitante
« Responder #18 em: 11 Mar 2006, 18:51 »

Olá Companheiros,

Volta não volta há por aqui quem se queixe de não ser ouvido.
Neste caso o CPA, depois de ponderar as opiniões aqui expressas, decidiu adoptar como sua a Cartilha do Autocaravanista.

A Cartilha é o elemento central do folheto de apresentação do CPA que foi distribuido na Nauticampo.

Que acham disso?
Afinal, com a ansiedade de fazer mais e melhor, parece que por vezes nos esquecemos de reconhecer o que de positivo se vai fazendo. Não será?

Por mim sempre acrescentarei que temos hoje fundadas razões para pensar que graças a esse folheto o CPA tem actualmente mais uns tantos sócios ...
Registado
Decas
Visitante
« Responder #17 em: 17 Jan 2006, 20:43 »

Raul,

Foi pela mão do anterior proprietário, que já possuia autocaravana, trocou por outra, por isso eu digo que se pode ser mal ensinado, eu poderia ter sido Grin
Registado
Raul Lopes
Visitante
« Responder #16 em: 17 Jan 2006, 20:28 »

Decas,

Diz-me que é mentira que te enganaste a ler as instruções.
Isso está escrito, não é? Pela "mão" de um vendedor profissional ou de um privado?
É só por curiosidade.
Registado
Decas
Visitante
« Responder #15 em: 17 Jan 2006, 17:48 »

Olá companheiros,

Já li a Cartilha do autocaravanista que achava por bem ser passada a autocolante e colocada nas autocaravanas. Já que estamos numa de publicidade seria uma forma de a divulgarmos e mostrarmos aos demais que também nós nos preocupamos com o que nos rodeia.

Mas como sou optimista e não gosto de partir sempre pela negativa, gostaria de dizer que quando adquiri a minha VW, nas explicações do vendedor vinha a seguinte:

Depois quando o depósito das águas resíduais estiver cheio, abre a torneira na estrada em andamento.

Ora não fosse eu uma pessoa com alugumas preocupações ambientais e tê-lo-ia feito. Só que pensei logo que deveria haver outra maneira e tentei informar-me.

Quero com isto dizer que muitas vezes a falta de informação ou a má informação pode levar a situações desconcertantes, muitas vezes nem os próprios reparam.

Talvez se deixamos de salientar o mau e passassemos a dar enfase ao bom os resultados a colher surtiam mais efeitos. Quero pois dizer que não concordo muito com o publicitarmos o que está errado, pois damos razão a quem está contra ( que só irá ver isso) e chamamos a atenção para quem ainda não se lembrou de fazer.

Porque não contribuirmos com o ideal e o positivo e mostrarmos como se deve fazer em vês de o contrário. Se mil e tal associados publicitarem o que é positivo talvez a mensagem de uma forma pedagógica se vá alastrando e inibindo aqueles que por desconhecimento ou desrespeito o não fizeram tão bem.

Deixo aqui a sugestão
Registado
Raul Lopes
Visitante
« Responder #14 em: 10 Jan 2006, 19:38 »

Paulo,
concordo contigo no sentido de imitar os bons exemplos do exterior. Mas não me parece que seja o caso. Estamos em condições de fazer um texto melhor do que o da PACA e, obviamente, só pudemos ter uma cartilha e não duas: uma sintética e outra desenvolvida.

Sinceramente (e creio que não é por ser o autor do primeiro texto) acho que a tua sugestão representa um retrocesso. Por duas razões:
-- por abandonar a parte dos Direitos dos autocaravanistas. O que me parece errado, seja na comunicação com as entidades seja com os autocaravanistas. Estes têm que perceber que se cumprirem as interdições isso lhes confere direitos perante as autoridades. E estas também precisam de perceber que somos pessoas responsáveis e não um bando reivindicativo.
-- em segundo lugar discordo do texto que sugeres porque quanto ao conteúdo ele é mais pobre do que o outro e, sobretudo, porque em vários pontos carece de interpretação. Esse é o equivoco dos legisladores em Portugal, depois o sistema de justiça está no estado em que está. A cartilha tem que ter normas claras, que não estejam sujeitas a interpretação para que não possam ser entendidas de forma diferente por pessoas diferentes.

Em resumo, depois de o texto inicial ter recolhido grande consenso pensei que o que te propunhas fazer era dar-lhe um tratamento jornalistico para o tornar mais imediatamente apreensível.
Foi o que tentei com os realces a azul, mas concordo que é preciso melhorar este aspecto. A melhor forma de o fazer parece-me ser através da introdução de títulos como cabeçalho de cada norma. Algo do tipo (pegando apenas nas obrigações):
1- Estacionar sem transgredir nem perturbar
2- Distinguir acampar de estacionar ou pernoitar
3- Só acampar em Parques de Campismo
4- Despejar a sanita apenas no WC-quimico
5- Despejar as águas sabonetadas nas AS, nunca na estrada
6- colocar o lixo no lixo
7- Não incomodar com o ruído
8- Não deixar que os animais perturbem ou sujem
9-ser cordial com as pessoas e com os outros condutores
(juntando aqui a norma 9 e 10)
10- Chamar a atenção de quem não respeite estas regras.

Certamente que uma maior reflexão ajudará a melhorar estes destaques-resumo, mas parece-me que é por este caminho de aperfeiçoamento que devemos seguir e não por começar de novo.

Venham daí outras leituras!
Registado
Paulo Rosa
Visitante
« Responder #13 em: 10 Jan 2006, 18:07 »

Para estas situações, penso que poderemos assumir sem grande risco as melhores práticas. Para este resumo utilizei a brochura de apresentação da P.A.C.A. (Espanha). Penso que nesta matéria a globalização tem vantagens, pois a lingua pode mudar um pouco, mas o sentido mantém-se.

1.A utilização da autocaravana pressupõe o respeito pelas normas de circulação rodoviária e as de boa vizinhança, durante o estacionamento.


2.Quando estacionada, evitar que a autocaravana cause dificuldades à circulação dos outros veículos e à vista de qualquer actividade comercial ou monumento, sobretudo nos centros históricos das cidades.


3.Evitar a utilização do espaço exterior da autocaravana com elementos de campismo ou objectos pessoais, quando não se utilizam parques de campismo.


4.O despejo de águas cinzentas deve efectuar-se sempre nos locais destinados a este efeito e ter o cuidado de não deixar a válvula de despejo aberta, quando o veículo está em marcha.


5.O despejo de águas negras (cassete do WC) só se deve efectuar em locais apropriados. Não utilizar os sumidouros de esgotos pluviais para este efeitos, dado que normalmente estes não têm tratamento.


6.Para pernoitar, utilizar, sempre que possível, as áreas destinada para este fim. Sempre que tal não seja viável, deverá ser respeitada a sinalização existente e as zonas protegidas.


7.Quando se circula com a autocaravana, evitar os agrupamentos compactos e facilitar as ultrapassagens dos outros veículos.


8.Garantir que os animais domésticos não incomodam quem está nas proximidades.


9.Tentar mostrar aos autocaravanistas com comportamentos menos recomendáveis, que a sua atitude apenas irá denegrir a imagem do colectivo.


10.Implementar uma convivência cordial com os habitantes das localidades visitadas, mostrando a visita do colectivo autocaravanista é um factor de desenvolvimento e de divulgação das localidades onde somos bem recebidos.

Concordo com o Raúl na apresentação da Cartilha, num sentido mais pormenorizado, mas para efeitos mais mediáticos penso que um resumo deste tipo será mais fácilmente assimilado.

Um abraço,
Registado
Paulo Rosa
Visitante
« Responder #12 em: 10 Jan 2006, 16:14 »

Boa tarde a todos!

É óbvio que apenas posso concordar com a Cartilha, pois a mesma tem um conteúdo consensual, ao qual nenhum ACaravanista deveria ficar alheio.

No entanto, para nós membros activos e de algum modo "interessados permanentes" por estas coisas, e que conhecemos as boas práticas praticadas pela Europa, o texto é fácil de memorizar. Para a população em geral e talvez menos ligada à temática do ACaravanismo, mas que tem autocaravana, defendo convictamente que os pontos devem ser dados de uma forma telegráfica. Assim, parece-me que deve haver um resumo dos "10 andamentos", para que os companheiros não se sintam cansados em ler os mesmos, isto é, que olhem para a lista e leiam de forma simples o que lá está escrito.

Irei apresentar a proposta para esse resumo.

Um abraço,
Registado
Laucorreia
Visitante
« Responder #11 em: 10 Jan 2006, 00:28 »

Pela minha parte concordo com a "Cartilha" e penso que, na generalidade, quem cala, consente.
Neste caso, a mesma será consensual e por isso gerou pouca polémica.
Cordialmente,
Laucorreia
Registado
Raul Lopes
Visitante
« Responder #10 em: 09 Jan 2006, 23:42 »

Companheiros,

há algo que não entendo: quando por aqui se comentam os maus exemplos dados por alguns proprietários de autocaravanas, logo surge controvérsia. Agora que vos convidei a debater um "código de conduta do autocaravanista", não sinto o calor da discussão.
O que devo concluir? que há crise de ideias quando se trata de definir algo pela positiva, ou que a proposta é tão consensual que não motiva a discussão?
Provavelmente a próxima Direcção do CPA virá a ter necessidade de adoptar como sua referência algo deste tipo. As críticas úteis são as que surgirem a tempo de serem consideradas pela Direcção, não as que vierem a lume depois da sua eventual decisão.
« Última modificação: 09 Jan 2006, 23:45 por Raul Lopes » Registado
AnaF
Visitante
« Responder #9 em: 06 Jan 2006, 12:55 »

 Bom dia Companheiros!


Mais uma achega à achega:

Na minha óptica uma Cartilha, um Decálogo de Boas Práticas ... são documentos necessariamente gerais e de senso comum.

Assim, parece-me que não deverá estar eivado de demasiadas "normas" e respectivas excepções, pelo que quando falei do degrau aberto estava obviamente a referir-me ao facto do mesmo ficar aberto em permanência, porque também convém, quando se usa o degrau para sair ou aceder à AC, abrir e fechar a porta...

Saudações.
Registado
fluis
Visitante
« Responder #8 em: 06 Jan 2006, 12:22 »

Bom dia,

Ricardo, concordo consigo em relação ao ponto 1, mas deixe-me que lhe diga, que nomeadamente os parques que eu conheço da Orbitur e do CCL, entre outros, dispõem de A.S. a sério. Assim que eu me lembre só conheço um parque que é o da Zambujeira do Mar, que dizia que tinha,  e depois de lá se estar, o buraco que fizeram no chão era tudo menos uma A.S.

Em relação ao ponto 2 também estou de acordo, e nesta altura já temos alguns parques a fazerem isso, nomeadamente os do CCL, o da Ericeira, e já li em qualquer lado um companheiro que se referia ao Mil-Fontes, como também, oferecendo os serviços só da A.S., por um preço X.

Concordo com o Raul, em relação ao estacionamento nas proximidades dos parques de campismo, pelo facto de não precisarmos de comprar mais guerras, e estar a arranjar mais inimigos. Eles têm, de ser nossos parceiros nesta luta e perceber que a frequência é uma questão de gosto pessoal, e uns de nós hão-de sempre frequentar de livre vontade, outros por convicção não os usam, mas todos poderão recorrer aos seus serviços, nomeadamente no que se refere à utilização das A.S.

Em relação às concentrações para pernoita por razões de segurança, permita-me que lhe diga, que a segurança, será mais conforto psicológico, do que efectiva.
O importante é cada um saber escolher um lugar seguro, sossegado, e que não cause qualquer tipo de incomodo às outras pessoas.
Por que eu hei-de pensar que os outros autocaravanistas, sabem escolher melhor o local para dormir do que eu? Será que se alguém me quiser assaltar a ac durante a noite, os companheiros que estão a dormir ao lado nas outras acs, irão acordar e sair das suas acs, para me virem defender?
Posso dizer-lhe o caricato, que é ter a minha ac estacionada em frente à minha casa, e uma noite vejo que ao lado estacionou outra ac para pernoitar, levada possivelmente, pela motivação de não dormir sozinha.  Cheesy

Pelo meu lado vou continuar a evitar os locais onde vejo muitos ajuntamentos(e também os maus comportamentos, onde estiver acs com os pés em baixo, ou com calços,etc,, mesmo que  seja só uma ou duas eu aí é que não fico), e estou a lembrar-me nomeadamente num Fim-de-Semana de Setembro de 2003 em Porto-Covo, onde ia para estacionar junto à “praia dos Buizinhos” e fugi dali, para o outro extremo, pois aquele parecia um parque de campismo. E na Nazaré junto ao Porto de Abrigo, quando era ainda possível aí estacionar, que eu cheguei lá uma noite, e era acs, arrumadas de todas as maneiras e feitios, com mesas e cadeiras cá fora, e eu dei meia volta, e fui estacionar num enorme parque de estacionamento por cima do mercado, onde era a única ac, no entanto passei lá uma excelente noite, sem barulho, sem insegurança, e sem incomodar ninguém.
« Última modificação: 06 Jan 2006, 13:30 por fluis » Registado
RICARDO
Visitante
« Responder #7 em: 05 Jan 2006, 23:44 »

1º - Os parques de campismo deveriam ser "motivados" a construir estações de serviço (completas)  para autocaravanas e não apenas uns locais tipo "faz de conta".
2º - Os ditos parques deveriam ser "motivados" a ter uma taxa de serviço (por ex. um valor por cada hora ou fracção de permanência) para permitir a uma autocaravana entrar para despejos abastecimentos, utilização das suas facilidades de apoio (lavandaria, banhos, etc).
3º - 1000 metros parece-me excessivo. Por outro lado, este tipo de interdição e a sua possível relação com o "parque lotado" (situação difícil de controlar no tempo) dá abertura para o aparecimento de exageros e no limite contraria a liberdade (civilizada) de estacionamento em igualdade de direitos com os restantes ligeiros (como nós).
4º - Concordo com a recomendação de se evitarem grandes concentrações (mais frequentes no Algarve e não tanto por Companheiros nacionais). Por vezes a aproximação para a pernoita faz-se por razões de segurança.

Saudações
Ricardo


Ricardo
Registado
Raul Lopes
Visitante
« Responder #6 em: 05 Jan 2006, 20:00 »

A questão levantada pelo FLuis parece-me muito pertinente e sugere-me outra:
 O que acham vocês do estacionamento de AC nas imediações dos Parques de Campismo. Há mesmo quem estacione no parque de estacionamento automóvel exterior ao parque e depois use o WC, ... dos Parques.
Isto parece-vos correcto? Não se justificaria introduzir na Cartilha um alinea para isto, "interditanto" a estacionamento/pernoita a menos de 1000 metros de um Parque de Campismo (não lotado!)?
Registado
fluis
Visitante
« Responder #5 em: 05 Jan 2006, 17:41 »

Excelente ideia esta da cartilha. Alias se no final todos cumprirmos a nossa vida fica de certeza facilitada.

 

Quero só dar uma sugestão em relação ao ponto do estacionamento. Eu penso que nas povoações, dentro do possível devemos evitar, estacionar onde já estejam algumas autocaravanas. 1, 2, 3 ou 4 podem passar despercebidas, se começarem a ser 10, para quem vê começa a dar ideia de campismo fora de parque. Se um parque de estacionamento estiver cheio, mas houver ACS, bem estacionadas e dispersas, somos olhados como qualquer outra viatura (ao fim e ao cabo o que nós pretendemos), pelo contrário, se o parque estiver cheio e numa zona do mesmo estão 15 ou 20 ACS juntas a imagem que fica, entre a população local, é: não conseguimos estacionar porque as acs estão ali acampadas.

 

Registado
RICARDO
Visitante
« Responder #4 em: 04 Jan 2006, 22:50 »

Mais achegas:

II - 2  »»» se for incluído o degrau deveria exepcionar-se a extensão temporária para permitir a entrada e saída dos passageiros.

II - 7 »»» ..."ruído audível no exterior" ... parece-me excessivo. Deveria ser: utilização de forma a não incomodar...

III - 4 ... WC- químico (falta o "o")

No geral parece-me uma boa proposta.

Penso que os sócios do CPA ou possuem autocaravana e seriam de pleno direito ou não a possuem e seriam simpatizantes, sem direito de voto nas assembleias, mas partilhando outras regalias.Quanto à exclusividade, também penso que a solução passa por ter dois tipos de sócios, com direitos diferentes. Repare-se no absurdo que seria ter um grupo de associados, não praticantes da modalidade, a decidir em assembleia geral em que, ocasionalmente, fosse maioritário, matéria que limitasse o exercício àqueles que realmente a praticam. É uma hipótese escolar mas ainda assim é possível.

« Última modificação: 04 Jan 2006, 22:52 por RICARDO » Registado
AnaF
Visitante
« Responder #3 em: 04 Jan 2006, 20:15 »

Olá Companheiros!

Só uma achega para a Cartilha:

Nos exemplos dados no ponto 2 da Secção II, em minha opinião, será de incluir o degrau aberto.

Saudações.
Registado
nunor
Visitante
« Responder #2 em: 04 Jan 2006, 10:19 »

Muito interessante a tua proposta Raul. Concordo com ela em tudo.

Quanto à questão que o time_out refere sobre a necessidade de ter uma autocaravana para ser sócio efectivo, a minha opinião é que o CPA não deve ser apenas exclusivo aos autocaravanistas, abrindo-se aos campistas em geral. Mas isto é uma opinião muito "verde", de quem só agora vai entrando em contacto com este movimento.
Registado
time_out
Visitante
« Responder #1 em: 04 Jan 2006, 00:22 »

Apagado por solicitação do autor
« Última modificação: 21 Mar 2006, 14:34 por NunoR » Registado
Raul Lopes
Visitante
« em: 03 Jan 2006, 20:51 »

Companheiros,

Há alturas em que sentimos que chega de má-língua e que é preciso para além de criticar, propor alternativas. Foi o que me aconteceu. Creio que já não basta andarmos para aqui a discutir se devemos ou não devemos admitir que há entre os proprietários de autocaravanas quem não se saiba comportar à altura do que a nossa reputação colectiva exige.
É preciso avançar na discussão e centrá-la na definição daquilo que deve  balizar os nossos comportamentos. É esse o sentido da proposta de Cartilha que acabo de colocar aqui ao lado.

Isto não é nenhuma tábua sagrada, é simplesmente a expressão daquilo que eu gostava que fossem os autocaravanistas. Estou certo de que as críticas me irão cair em cima a pretextos múltiplos (foi para isso criei este tópico!).
É a vida ... quem anda à chuva molha-se.  Mas prefiro arcar com as críticas do que não fazer nada para alterar o actual estado das coisas. E você?
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