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Autor Tópico: O autocaravanista não é um campista, é um viajante  (Lida 632 vezes)
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Decas
Visitante
« Responder #10 em: 21 Jan 2008, 22:55 »

Só para desanuviar veja neste <a href="http://ocudomundo.blogspot.com/2007/09/campista.html
"> blog [/url] esta definição de campismo .


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Decarvalho
Visitante
« Responder #9 em: 20 Jan 2008, 23:29 »

cariismo amigo e castor audaz....

audaz mas não tanto...
estacionar como os outros veiculos ligeiros das mesmas dimensoes que uma autocaravana...Ok.

Para mim o esencial é mesmo haver lugares de estacionamento grandes, para o gabarit de uma autocravana, e parques com entradas ampals para as manobras das ditas etc...e se for a pagar , Ok, pois essas adaptaçoes tambem custam dinheiro, e nao se pode ser egoista ao ponto de querer ocupar o espaço de dois ligeiros com uma autocaravana...

se formos maximalistas ninguem nos dara razao!

Registado
Castor Audaz
Visitante
« Responder #8 em: 20 Jan 2008, 22:55 »

Boa noite companheiros (as)!
Vi os sites indicados, e, concluo que os espanhois se debatem com os mesmos problemas que nós...
Como disse noutro local deste forum, (movimento associativo) é preciso que seja aceite sem ambiguidades o nosso direito a estacionar em igualdade com os outros ligeiros.
Mas, fundamental, é o nosso exemplo de comportamento!...
Boas pernoitas!
Registado
Decarvalho
Visitante
« Responder #7 em: 18 Jan 2008, 23:47 »

Viva Decas....e mais leitores e autores,

pois já vi o link, e já me deu (mais) uma ideia....acrescentar a minha lista de tipos de animais com que se identificam os autocaravanistas no blog,....o CANGURU...
« Última modificação: 18 Jan 2008, 23:50 por Decarvalho » Registado
Decas
Visitante
« Responder #6 em: 18 Jan 2008, 23:36 »

Boa Noite DeCarvalho,

E eu acrescento-lhe este, pensando que ambos se completam:

http://www.lasprovincias.es/valencia/20080105/deportes/motor/casas-rodantes-20080105.html"
Registado
Decarvalho
Visitante
« Responder #5 em: 18 Jan 2008, 22:49 »

Ola a todos

Aqui vai para colocar mais uma vez a questao do autocaravanismo e das pernoitas na frente da reflexão.

Ora sigam este blog espanhol e digam de vossa justiça

http://arseniogutierrez.blogspot.com/2008/01/el-estacionamiento-habitado-en-una.html
Registado
Raul Lopes
Visitante
« Responder #4 em: 27 Ago 2006, 20:10 »

Interessante depoiamento companheiro Carlos.

Concordo absolutamente consigo: enquanto alguns donos de AC se comportarem de forma inadequada, todos seremos prejudicados. É preciso chamar-lhes a atenção para isso!

P.S.
Tomei a liberdade de editar a sua mensagem, introduzindo-lhe alguns coloridos. Estou certo que o compreenderá.
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Carlos Nuno
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Mensagens: 49

: Jun, 2006


« Responder #3 em: 25 Ago 2006, 21:44 »

O PROBLEMA DO ESTACIONAMENTO: QUE SOLUÇÃO?



Rumei à Praia da Consolação que se diz ser boa para doenças dos ossos e onde eu já não ia há alguns anos. Após uma volta de reconhecimento encontrei do lado direito, junto ao mercado, mais de 20 autocaravanas e, do lado Sul, na zona das arribas, quantidade semelhante. Era sexta-feira. Optei pelo lado Norte junto ao mercado, zona urbana e com melhores condições para estacionar. E agora enfrentamos o problema que se me afigura cada vez mais candente.
Eu fiquei estacionado ou acampado? E é essa destrinça que urge esclarecer junto das autoridades e de alguns autocaravanistas, não poucos, para que nem todos sejam prejudicados.
Disse-me um companheiro conhecido que, dias antes, tinha lá ido a Polícia Marítima de Peniche notificar os que ali estavam de que tinham que sair até à meia-noite e que só poderiam regressar após as 8 horas. Ameaçou-os com coimas caso não obedecessem. Disseram que as autocaravanas não podem permanecer ali durante a noite para protecção da Orla Marítima. São estes argumentos, à falta de outros, que revoltam. Mas então a O.M. só necessita de ser protegida durante a noite? E as outras viaturas e os prédios construídos mais próximo do areal do que o local reservado a estacionamento, devidamente asfaltado e enquadrado na zona urbana?
Mas que outros argumentos ou motivações se encontrarão na génese deste problema? Ali nem serve o de as autocaravanas fazerem concorrência aos parques de campismo mas há, de facto, alguns e sobre os quais é bom que haja alguma reflexão: um deles é o elevado número de casas que se vêem com anúncios para alugar; outro é que, concordo, não deve ser nada agradável para quem ali mora abrir a janela e dar de caras com um autêntico parque de campismo, porquanto até lá estavam caravanas desatreladas da viatura de reboque. Depois, e para mim mais constrangedor, é o ar de acampamento que é dado por alguns autocaravanistas. Toldos abertos, janelas levantadas, macacos arreados, rampas, mesas, cadeiras e fogareiros no exterior, roupa estendida. Até lá estava uma carrinha transformada com uma botija de gaz de 13KG presa no exterior traseiro com arames. Tudo isto ali, no parque de estacionamento. No lado Sul havia uma autocaravana com o toldo todo aberto e com uns laterais feitos de panos toscos com o apoio de canas, paus e cordéis. Deprimente.
Será que as autoridades não têm razão? E eu tenho alguma culpa por estes comportamentos? A grande diferença é que a minha presença passa o mais possível despercebida porque, inclusive, o degrau só é mexido para entrar e sair e logo recolhido. Aliás, vi bastantes autocaravanistas com procedimento igual ao meu, mas basta um ou dois dos “outros” para tudo se estragar. Será que os próprios vendedores de autocaravanas esclarecem as pessoas devidamente? Por um lado pretendem, naturalmente, vender e, por outro, se dizem às pessoas que podem estacionar em locais de estacionamento para viaturas ligeiras, também é verdade. Tem que haver uma solução porque a existência das autocaravanas é uma realidade irrefutável e a exigir que se tomem mediadas especiais, como especial é a própria viatura.
Inventar sinais de trânsito, proibir, ou não, conforme a vontade dos autarcas – caso de Coimbra, entre outros – ou simplesmente dizer não, porque não, é demasiado primário e insuficiente e, além de não resolver, provoca cada vez mais conflitos. Uma coisa tenho como certa: eu conduzo uma viatura ligeira para passear e necessito de estacionar em locais a isso destinados para fazer a vida que entender. Não se pode dormir lá dentro? E se eu resolver passar a noite toda sentado na cabine a ouvir música? E se eu for visitar um familiar ou um amigo utilizando a autocaravana? E se eu resolver ir dormir a um hotel? O argumento da O.Marítima não passa disso mesmo: argumento. E dele se servem para a discriminação porque se for uma viatura dita “ normal “ já as pessoas podem lá comer o farnel e passar a noite que ninguém lhes diz nada.
Mas as autoridades julgam que os autocaravanistas são burros e que basta ser, ou ter, autoridade para os fazer calar? Hão-de ser essas autoridades que agora nos escorraçam a terem que resolver o problema, aceitando quem se porta bem e punindo quem se porta mal. Limitar tempos de permanência, quantidade de unidades, locais próprios enfim, tudo menos proibir por proibir. Só pode ser assim.
A FPCM pouco mais pode fazer do que vender cartas de campismo, documento cada vez menos procurado ou considerado. Inclusive com a recente invenção de um tal seguro esquisito ainda veio contribuir mais para afastar as autocaravanas dos seus parques. Não posso aceitar que, tendo eu um seguro da unidade que utilizo para acampar, me obriguem a fazer mais um que, afinal, só serve para alijar as responsabilidades da entidade a quem pago para utilizar o espaço e que, como tal, tem obrigação de zelar pela minha segurança. É como eu entrar num qualquer espaço comercial e ter que fazer um seguro para prevenir que me caia um candeeiro em cima. E, segundo parece, a exigência só existe para portugueses, o que torna a situação mais caricata e hipócrita. Mas isto são contas de outro rosário, como diz o povo. Lá chegaremos.
O ACP tem mais com que se preocupar e não me parece que daí venha algum interesse pelo nosso problema. Curiosamente, ou talvez não, quem não se importa nada com a nossa presença são os comerciantes. É bom que as autarquias que nos sacodem reparem nisso.
Um abraço e até sempre.


Carlos Nuno
Sócio 205
« Última modificação: 27 Ago 2006, 20:05 por Raul Lopes » Registado

Carlos Nuno
Amadora
Raul Lopes
Visitante
« Responder #2 em: 25 Jun 2006, 16:18 »

Ainda sobre a forma de entender o autocaravanismo e o campismo, sugiro a leitura deste texto:
http://www.lapaca.org/documentos/documentos/otros/ponencia_paca.pdf
Registado
Raul Lopes
Visitante
« Responder #1 em: 25 Jun 2006, 16:03 »

Da página do Clube Basco de Campismo retive este texto que vos convido a ler:
http://www.vascodecamping.org/kp/kpc_nor.shtm
Registado
Raul Lopes
Visitante
« em: 24 Jun 2006, 23:20 »

La Nueva España acaba de publicar ( http://www.lne.es/secciones/noticia.jsp?pNumEjemplar=1313&pIdSeccion=36&pIdNoticia=417566 ) uma entrevista com o Presidente do recem formado clube Trasgu, associação autocaravanista das Astúrias, Carlos Rodríguez.

Retenho aqui algumas passagens da entrevista.

Citar
«El autocaravanista no es campista, es viajero»


-Las autocaravanas no sobrepasan los 3.500 kilos y, al no dedicarse
al transporte de mercancías y de viajeros, tienen las mismas
características que un turismo. Tendrían que dejarnos estacionar en
los mismos lugares que un turismo y no se cumple.


-¿Existe cultura de autocaravanismo en Asturias?
-Sí que existe, y además se encuentra en un momento de auge. Hay
cerca de 500 autocaravanas matriculadas y en el último año se ha
producido un incremento de las ventas del 30 por ciento,
especialmente significativo en la cuenca minera.

-¿Servicio pernocta?
-Espacios reservados para autocaravanas, acondicionados con una
balsa donde descargar las aguas grises y con una toma de agua para
poder cargar el depósito. El dinero que tendría que invertir un
Ayuntamiento para crear un área de estas características es tan sólo
de 2.000 euros.
-

¿Y los campings?
-Aceptamos todo lo que venga de los campings, pero siempre que nos
ofrezcan los servicios básicos que necesitamos. Además, estos
lugares no están abiertos todo el año y el autocaravanismo no es
algo estacional; viajamos todo el año. El autocaravanista no es
campista: es viajero.


-¿La mayor dificultad con la que se encuentran?
-Hay pequeños inconvenientes, ya que se trata de un mundo bastante
desconocido y con muchas lagunas legales, por lo que nos prohíben
pernoctar en muchos sitios.
Registado
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