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Autor Tópico: CASTRO MARIM e o AUTOCARAVANISMO "Bem-me-quer ou Mal-me-quer ???  (Lida 3027 vezes)
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pincos
Visitante
« Responder #2 em: 07 Fev 2014, 15:07 »


Companheiros julgo ser meu dever publicar aqui na íntegra o texto divulgado pelo “DiariOnline” rs Algarve sobre tema:

                           CASTRO MARIM: AUTOCARAVANISMO NO CONCELHO
                                 Discutido em ”ALTURA” (junta freguesia)

    A câmara municipal de Castro Marim promoveu no passado sábado, no centro escolar de Altura, um amplo debate sobre a temática do autocaravanismo no concelho, que contou com a participação de duas centenas de pessoas.
    Residentes, autocaravanistas e agentes económicos juntaram-se para “discutir” o autocaravanismo enquanto atividade económica relevante para o concelho, desde a falta de parques até á necessidade de encontrar um modelo de gestão deste tipo de turismo.
    Este foi o terceiro evento de um conjunto de grandes debates sobre o futuro do concelho, realizados pela autarquia.
    Depois da abordagem inicial do autarca Francisco Amaral, seguiu-se a apresentação de um estudo a cerca da estratégia para o acolhimento dos autocaravanistas na região, da responsabilidade dois técnicos da comissão de coordenação e desenvolvimento regional do Algarve, Alexandre Domingues e Alice Pisco.
    O documento traça o perfil do autocaravanista e o enquadramento desta atividade no Algarve.
    A desadequação dos espaços do autocaravanismo, os problemas de segurança a eles associados, o autocaravanismo enquanto elemento de qualificação e valorização turística da região e o seu efeito positivo no fenómeno de sazonalidade são alguns dos aspetos observados no estudo.
    Outra das questões abordadas neste trabalho da CCDR/Algarve é a criação de estruturas de apoio ao autocaravanismo e a importância da legislação em vigor desde 2008, tendo já permitido, nos últimos seis anos, a construção de 12 áreas de acolhimento a autocareavanistas na região, entre elas as de Alcaria, de Odeleite e Castro Marim.
    Por seu turno, a vice-presidente da câmara municipal, Filomena Sintra, apresentou um inquérito realizado pela empresa municipal novBaesuris aos autocaravanistas estacionados em “Altura” e Castro Marim destinado avaliar o impacto desta atividade no concelho, mas também a medir a permanência, os anseios e as espectativas dos autocaravanistas que nos visitam.
    Ao longo de três horas de debate vivo, foram aventados um naipe de sugestões e opiniões, tendo em vista “um autocaravanismo de qualidade, capaz de gerar mais-valias para economia do concelho, mas também para notoriedade e afirmação turística de Castro Marim no exterior”
    A criação de uma rede regional de acolhimento aos autocaravanistas e de um roteiro do autocaravanismo no concelho, tal como a construção de um parque de acolhimento em “Altura”, com intraestruturas que permitam o abastecimento de agua e a descarga de esgotos e o ordenamento da área urbana, para combater eventuais situações de parqueamento selvagem que em nada contribuem para uma convivência sã entre a comunidade residente e os autocaravanistas, foram algumas das conclusões do debate, que encheu por completo o refeitório do Centro Escolar de Altura.
(fonte diáriOnline RS Algarve


    Pelo exposto e pelos comentários de algumas pessoas que lá estiveram, não se deslumbra um futuro promissor para todas as partes envolvidas, nomeadamente para autarquia, populações, comércio, turismo, e para o autocaravanismo praticante do turismo itinerante e responsável

    A montanha pariu um rato, como é possível, acreditando nos relatos, que exista tanto prevaricador, utilizador de autocaravanas, (não autocaravanista responsável), que faça tanto mal ao ambiente, desrespeitem o código da estrada, sinalização e regras, faça parqueamento selvagem, estrague a imagem ambiental, prejudique a população e o turismo e não haja uma entidade fiscalizadora que intervenha e ponha cobro a tanta maldade, colocando sinalização legal e faça cumprir os sinais e regras do código da estrada. Chego a pensar que alguém tem interesse para que a bagunça continue e aumente, para intervirem cegamente e aplicar regulamentos, (como os da Quarteira), possivelmente feridos de ilegalidade.
 
    Se o estudo apresentado na sessão pública de 01 de Fevereiro de 14 de 20014 em “ALTURA” pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Regional do Algarve (CCDR-A) é o mesmo de FARO JULHO 2008, que entre muita negatividade ao longo 146 páginas e mais alguns anexos da década e do século passado, estamos conversados, no referido estudo, um dos objetivos referidos na página 128 no ponto 14, diz textualmente;

    Autonomizar a figura das autocaravanas dentro da classe de veículos ligeiros/pesados especiais uma vez que não se destinam unicamente ao transporte de passageiros e ou de mercadorias (Art.º 106 do CE).
    Desta forma permitir-se-á a proibição de estacionamento destes veículos específicos fora dos locais destinados para o efeito, o que atualmente não acontece uma vez que só é permitida a proibição em determinados locais (artigo 50f do CE); - “É proibido o estacionamento… nos locais reservados mediante sinalização ao estacionamento de determinados veículos” (Art.º 70 do código da estrada)
o sublinhado é meu

    Resumindo a CCCR-Algarve quer que a descriminação negativa das autocaravanas seja legislada.
 
    Aconselho a lerem os artigos 106, 50 f, 70 do código da estrada.

        Cumprimentos e vamos ter esperança de dias melhores .
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« Responder #1 em: 27 Jan 2014, 23:03 »

O sócio Eduardo Pinto da Costa vem chamar a atenção aos leitores deste fórum para o debate que a Câmara Municipal de Castro Marim vai promover com os seus munícipes sobre o estacionamento de autocaravanas no concelho.
A Associação Autocaravanista de Portugal - CPA está atenta a este tipo de iniciativas e, no passado dia 23, logo que a notícia foi divulgada, fez chegar à presidência da Câmara uma exposição onde é realçada a nossa Declaração de Princípios, que pode ser consultada no nosso portal.
Defendemos um autocaravanismo responsável, sem discriminações por parte das autoridades.
Desejamos que este nosso contributo seja útil aos que tem de decidir sobre um tema cuja atualidade é evidente.
Saibam os interessados estar atentos e unidos nesta nossa caminhada.
« Última modificação: 28 Jan 2014, 17:41 por infoCPA » Registado

Associação Autocaravanista de Portugal - CPA
Portugal
pincos
Visitante
« em: 27 Jan 2014, 20:26 »

Companheiros o “Diárionline “ do Algarve publicou que a câmara municipal de CASTRO MARIM vai realizar no dia 01 de Fevereiro, uma sessão pública subordinada ao tema “O AUTOCARAVANISMO” conforme o texto abaixo plasmado.



 O empenho da camara municipal procurar melhores soluções para o parqueamento de autocaravanas no concelho, é de louvar se objetivo for uma mais-valia para a comunidade autocaravanista e ordenamento de trânsito local
.
 Assim como os táxis, os carros da polícia, os deficientes, os autocarros de passageiros coletivos têm estacionamento prioritário e nada os impede de estacionar em outros locais livres de estacionamento geral, em minha opinião, se vier a ser criado um estacionamento dedicado para autocaravanas, não deve existir proibição em outros locais se for respeitado os sinais e as regras do código da estrada para os veículos da mesma classe e gabarito.
 
O parqueamento selvagem, seja de automóveis, autocaravanas, ou autocarros ou outros veículos, combate-se com a aplicação, de exigência e fiscalização rigorosa do cumprimento do código da estrada, multa e mais multa pesada e rigorosa, bloqueamento de rodas e posterior reboque da viatura para parque de controlo das autoridades fiscalizadoras.
 
Companheiros praticantes do “Autocaravanismo de turismo itinerante”, todos os que se assumem como tal, devem enviar para a câmara municipal de CASTRO MARIM  endereço e o texto que abaixo preponho.

www.cm-castromarim.pt

Sou Autocaravanista praticante do turismo itinerante, pratico turismo todo o ano, seja verão ou inverno, com meus familiares, amigos e conhecidos, de autocaravana, de caravana ou de carro.
Aprecio a paisagem, a cultura tradicional e popular, a etnografia, a arquitetura antiga e moderna, o património religioso e museológico, a gastronomia, o artesanato, faço compras no comércio tradicional, (considero-o mais humanizante), sou sempre cortês com as populações visitadas, divulgo junto dos meus familiares e amigos as localidades que visito e que nos recebem bem, por tudo isto, mereço consideração e simpatia das populações e autarquias locais.
Cumprimentos Pincos

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