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Autor Tópico: As Montanhas Mágicas  (Lida 15880 vezes)
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« Responder #9 em: 06 Dez 2013, 01:04 »





(Ligue o som e “clique” na imagem)


AS MONTANHAS MÁGICAS


O CPA tem vindo progressivamente a desenvolver este tópico desde março de 2013 com informação destinada a identificar as Montanhas Mágicas como um destino amigável para o autocaravanismo, nomeadamente através da implementação, nos municípios inseridos neste projeto, de parques de estacionamento preferenciais com “estações de serviço”.

Recordamos que o Autocaravanismo nas Montanhas Mágicas é, neste contexto, uma mais-valia reconhecida pelos municípios promotores do Projeto e que o CPA é considerado parceiro neste âmbito o que muito o orgulha, sensibiliza e responsabiliza.

A RTP1, em 1 de dezembro de 2013, no Jornal da Tarde, fez uma extensa reportagem sobre esta matéria a que pode aceder “clicando” na imagem acima.

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« Responder #8 em: 01 Out 2013, 17:41 »



MONTANHAS MÁGICAS® CERTIFICADAS

Segundo a ADRIMAG (Associação de Desenvolvimento Rural Integrado das Serras do Montemuro, Arada e Gralheira) “É já no próximo dia 6 de novembro de 2013 que as Montanhas Mágicas®vão ser certificadas, pela Federação Europarc, como destino de turismo sustentável no âmbito da CETS - Carta Europeia de Turismo Sustentável. A assinatura e entrega do Certificado realizar-se-ão em Bruxelas numa cerimónia organizada pela Federação Europarc, na qual estarão presentes representantes da ADRIMAG - Associação de Desenvolvimento Rural Integrado das serras de Montemuro, Arada e Gralheira, entidade promotora da recém-aprovada candidatura do território àquele galardão europeu”.

Recordamos que em 8 de março de 2013 informámos que o Plano de Ação 2013-2017 da CETS (Carta Europeia de Turismo Sustentável) das Montanhas Mágicas na 4ª Reunião do Fórum referia a participação do CPA para contribuir para a identificação das Montanhas Mágicas como um destino amigável para o autocaravanismo, dotando os municípios de parques de estacionamento preferenciais co “estações de serviço” e, ainda, promovendo a adesão de entidades do território ao projeto “Portugal Tradicional”. (ver AQUI)

O desenvolvimento desta informação pode ser acedido AQUI e AQUI.

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« Responder #7 em: 22 Mar 2013, 01:16 »



CINFÃES N’AS MONTANHAS MÁGICAS


Cinfães situa-se no Distrito de Viseu, Região Norte e sub-região do Tâmega, com cerca de 3 300 habitantes.

É sede de um Município com 241,71 km² de área e 20 427 habitantes (2011), subdividido em 17 freguesias.

A origem do nome de Cinfães muito provavelmente terá sido “Cynfanes”. A vila de Cintiles procederá de nome pessoal, no genitivo Cintilanis ou seja “Cinfilanis Villa”.


HISTÓRIA

A história de Cinfães está ligada aos Cavaleiros Templários, que aqui possuíram fortalezas, como a Torre da Chã ou a torre dos Pintos; e também a história da infância de El-Rei D. Afonso Henriques e seu aio Egas Moniz

A história alti-medieval documentada reporta-se ao século X como ponto alto da cronologia de Cinfães, tendo como elemento mais importante Santiago de Piães. Foi nesta povoação de linhas medievais características que D. Afonso Henriques viveu parte da sua juventude, tendo recebido uma educação cuidada e estratégica pelo seu aio: D. Egas Moniz. Pela marca do território na sua vida, Afonso Henriques acaba por deixar parte dos seus bens à Herdade Real de Tarouquela – freguesia de Cinfães.


TURISMO

A Serra de Montemuro proporciona o acolhimento único das aldeias culturais e tipicamente serranas, como é o caso de Vale de Papas, Bustelo da Lage, Aveloso e Gralheira (entre outras). O Pico do Talegre - elevação rochosa com marco geodésico, assume-se como o ponto mais alto do concelho que, com 1382m, se reveste de paisagens naturais únicas. No Inverno, a chuva abre caminhos serra abaixo, formando cascatas e lagos que, quando a temperatura é negativa, se tornam espelhos de gelo. A neve é também um ponto forte que transforma a paisagem, que sofre assim mutações durante as quatro estações do ano.

O vale do Bestança, que acompanha o Rio com o mesmo nome, exala genuinidade que se revela numa conservação perfeita de património natural, biodiversidade, ruralidade e etnografia inalterados pelo tempo. Os socalcos de pasto e cultura agrícola habilmente moldados entre a paisagem, os moinhos de água empedrados, as pontes em madeira local e as casas de pedra com madeira sobreposta, são exemplares únicos da arquitetura popular e tradicional de Cinfães. Neste Vale, repleto de quedas de água e paisagens de inigualável beleza, existe também uma elevada quantidade de vestígios medievais e calçadas pré-romanas que delimitam as rotas e troços pedestres com vocação natural.

Cinfães oferece ainda fantásticas condições para prática náutica de recreio e competição, sobretudo pela perfeita disposição da Albufeira do Carrapatelo e respetivos pontos de acostagem e amarração: Porto Antigo e Escamarão.


MONUMENTOS

Museu Serpa Pinto (Cinfães), Igreja Românica de Escamarão (Souselo), Igreja Românica de Tarouquela (Tarouquela), Igreja de S. Cristóvão de Nogueira


EVENTOS

S. João
 
Os festejos, que são já uma referência na região, têm o ponto alto na noite de 22 para 23 de Junho, com o tradicional desfile das marchas populares que conta, normalmente, com a participação de cinco freguesias do Concelho, escolhidas aleatoriamente durante os anos que vão correndo. Cada uma delas, incorpora uma qualquer temática à sua escolha, desfilando uma coreografia para os abundantes espectadores.

Feira de Artesanato, Gastronomia e Vinho Verde

As vertentes que mais se destacam e que mais enriquecem o cartão-de-visita de Cinfães são, sem dúvida, o artesanato e a gastronomia regional.

Na gastronomia, o cabrito assado no forno de lenha, os torresmos, o arroz de lampreia e a posta arouquesa, são algumas das inúmeras ofertas que se regam com o famoso vinho verde de Cinfães.

Já na doçaria tradicional, é obrigatório provar os doces de manteiga (matulos), a sopa seca, os formigos, e as falachas de castanha pilada.

No artesanato, destaque para a cestaria, os correeiros e tamancos em cabedal ou madeira, e referência também para a latoaria, a tecelagem e a chapelaria, entre outros de semelhante valor.

Tudo isto pode ser apreciado e aproveitado ao longo do ano, especialmente no Verão, aquando da Feira de Artesanato, Gastronomia e Vinho Verde.

Um evento gastronómico e de mostra artesanal, com infindáveis valências de restauração e animação, e onde qualquer grupo ou família pode experimentar os mais diversos pratos locais – a cargo de três restaurantes de excelência, e degustar o vinho verde da região - pela orientação de nove produtores locais.

Fontes:
Wikipedia – A Enciclopédia Livre
C. M. Cinfães

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« Responder #6 em: 20 Mar 2013, 01:18 »




SÃO PEDRO DO SUL N’AS MONTANHAS MÁGICAS


HISTÓRIA E GEOGRAFIA

São Pedro do Sul fica no Distrito de Viseu, região Centro e sub-região do Dão-Lafões, com cerca de 3 600 habitantes.

É sede de um município com 348,68 km² de área e 16 851 habitantes (2011), subdividido em 19 freguesias.

O concelho foi criado em 1836 pela divisão do antigo concelho de Lafões, do qual era uma das duas sedes, juntamente com Vouzela.

Foi Senhor desta localidade nas terras do souto de Lourosa e da Quinta do Amaral, D. Afonso Ermigues do Amaral, nascido em 1245, como ficou provado nas inquirições do rei D. Afonso III.

Foi elevada a cidade em 12 de Junho de 2009.

S. Pedro do Sul é uma cidade beirã que se situa em pleno vale de Lafões, emoldurada pelos maciços das serras da Arada, Gralheira e S. Macário. Do alto da serra do S. Macário o raiar do sol é mais bonito, as cores fortes que se deslumbram, nas paisagens são um regalo para as vistas, todos dizem serem de criação divina.


TERMAS

A nascente de água termal de S. Pedro do Sul é explorada desde o séc. I da nossa era. São mais de 2 000 anos a comprovar as propriedades curativas destas águas mineromedicinais.

Nestas termas os Romanos construíram um Balneum (o que dele resta é hoje Monumento Nacional), sobre cujas ruínas mandou D. Afonso Henriques edificar o balneário e, bem mais tarde (em 1894) foram criadas, a seu lado, novas instalações termais, frequentadas pela ilustre D. Amélia.

Usufruindo de uma água sulfúrea que brota a 68,7ºC, a estância termal de S. Pedro do Sul dispõe de excelentes recursos técnicos e humanos e magníficas instalações, equipadas com tecnologia de ponta na área da balneoterapia, sendo hoje consideradas das mais modernas da Europa e onde se continuam a curar muitos males.


PARQUES DE CAMPISMO

Retiro da Fraguinha - Parque de Campismo Rural
Parque de Campismo BioParque São Pedro do Sul


ÁREA DE SERVIÇO DE AUTOCARAVANAS

Localizada junto às Termas S. Pedro do Sul num local muito calmo e aprazível. (GPS: N 40°44'26'' W 08°05'11'')


PERCURSOS PEDESTRES

Os Percursos Pedestres de S. Pedro do Sul são registados e homologados pela Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal e pela Federation Européenne de la Randonnée Pedestre

São os seguintes os percursos disponíveis: Rota de Manhouce, Rota das Bétulas, Rota da Cárcoda, Rota dos Castro do Banho e Rota de S. João de Jerusalém.

Mais informações estão disponíveis na página oficial da Câmara Municipal


PASSEIOS TURÍSTICOS ORGANIZADOS

Partidas e chegadas: Termas de S. Pedro do Sul.

Os Circuitos Turísticos realizam-se de Segunda-feira a Sábado em autocarro de Abril a Outubro e as inscrições podem ser efetuadas no Posto de Turismo, no Centro Termal e no Balneário Rainha Dª. Amélia nas Termas de São Pedro do Sul.


ARTESANATO

A antiga Estação de comboios de S. Pedro do Sul adquirida pela Câmara Municipal foi convertida através do Projeto de Luta contra a Pobreza – Serra Nostra -, em Estação de Artes e Saberes da Região. Funcionam, neste local, sob coordenação da Associação de Artesãos de S. Pedro do Sul, uma oficina de tecelagem, com quatro tecelãs a trabalhar diariamente e a empresa de Doçaria Regional que confeciona doces tradicionais como o Pão-de-ló do Sul, os Bolos de Noz, Mel, Laranja e Maça e Cenoura, além das queijadas de leite, folares, compotas e licores.

A Estação de Artes e Sabores é também o principal ponto de exposição e vendas das tapeçarias e doces produzidos no local e de vários produtos artesanais como azulejos pintados, cerâmicas e trabalhos feitos com raízes, madeira e cortiça.


GASTRONOMIA

A Vitela Assada é o prato mais famoso, dada a qualidade da carne e a mestria dos temperos. Mas o Cabrito à Lafões, os Rojões à moda de S. Pedro, o Bacalhau com Broa e a Sopa de feijão com couve à Lafonense são pratos muito apreciados.

Os enchidos recomendam-se e … quanto a doces, a variedade é tanta que o difícil é mesmo escolher. Mesmo assim, vale a pena provar o delicioso Pão-de-ló de Sul, o Folar da zona, os Caladinhos e os Vouguinhas.

Os vinhos do Dão/Lafões acompanham bem qualquer refeição.


VISITAS RECOMENDADAS

Sugerem-se as seguintes visitas: Castro da Cárcoda, Castro da Sr.ª da Guia, Piscinas D. Afonso Henriques, Pedra Escrita em Serrazes, Convento Franciscano de São José, Capelas de S. Sebastião, Capelas de Stº António, Igreja Matriz de Carvalhais, Antigo Solar dos Viscondes de S. Pedro, Solares do Barão de Palme, Solares dos Condes da Lapa, Palácio do Marquês de Reriz, Aldeia Típica da Pena, Aldeia Típica do Fujaco, Aldeia Típica de Covas do Monte, Convento de São Cristóvão, Balneário Rainha Dª Amélia, Aqueduto das Águas Reais em S. Cristóvão de Lafões, Solar dos Malafaias em Serrazes e Capela de São Macário.


GESTO ECO SOLIDÁRIO

Por Iniciativa de um Grupo de Autocaravanistas nasceu um movimento de solidariedade há já 8 anos.

Para quem pretender saber mais e melhor acerca deste evento anual tem a oportunidade de ser informado no decorrer do VIII Gesto Eco solidário que este ano se irá realizar nos dias 13, 14 e 15 de abril (Programa a divulgar neste Fórum dentro de dias).

Também no decorrer deste próximo evento, em Manhouce, será feita a apresentação aos autocaravanistas do Projeto “Montanhas Mágicas”

Fontes:
Wikipedia – A Enciclopédia Livre
C. M. São Pedro do Sul


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« Responder #5 em: 18 Mar 2013, 01:05 »



SEVER DO VOUGA N’AS MONTANHAS MÁGICAS


LOCALIZAÇÃO

Sever do Vouga está situada no Distrito de Aveiro, região Centro e sub-região do Baixo Vouga, com cerca de 2 700 habitantes.

É sede de um pequeno município com 129,85 km² de área e 12 356 habitantes (2011), subdividido em 9 freguesias.


PERCURSOS PEDESTRES

Os Percursos Pedestres de Sever do Vouga são registados e homologados pela Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal e pela Federation Européenne de la Randonnée Pedestre

São os seguintes os percursos disponíveis: Minas do Braçal e Cabreia – 1, Cabreia e Minas do Braçal – 2, Caminhos de S. Tiago – 1, Caminhos de S. Tiago – 2, Rota das Laranjeiras – 1, Rota das Laranjeiras – 2, Rota do Megalítico – 1 e Rota do Megalítico – 2.

Mais informações estão disponíveis na página oficial da Câmara Municipal


O QUE VER

Miradouro de Santa Maria da Serra
Situado na freguesia de Talhadas, no lugar das Arcas onde se vislumbra a Costa Lagunar.

Miradouro da Nossa Senhora da Penha
Situado na freguesia de Silva Escura, no lugar do Espinheiro com vista para a Costa de Aveiro.

Miradouro do Poço de Santiago
Situado na freguesia de Pessegueiro do Vouga, com vista para o Rio Vouga.

Praia Fluvial da Quinta do Barco
Situada na freguesia de Paradela do Vouga, na margem esquerda do Rio Vouga e abrangendo a margem direita do mesmo, na freguesia de Pessegueiro do Vouga, junto a um dos mais vastos lençóis de água deste rio.
A praia fluvial está integrada num conjunto de equipamentos físicos de apoio e de valorizações várias dos espaços naturais, com zonas de lazer e desporto, parque infantil, mesas de merenda e zona de balneários. Para além do desfruto da atividade balnear, a praia fluvial destina-se à prática de canoagem e desportos radicais.

Cascata da Cabreia
Situada na freguesia de Silva Escura, onde abundam imensos cursos hídricos. A irregularidade do terreno, conjugado com enormes torrentes de água e com uma rica flora local, produziram espaços bucólicos, nos quais a poesia da natureza foi complementada pela vontade humana. Símbolo máximo do capricho da Natureza, surge a Cascata da Cabreia, onde as águas do Rio Mau ganham velocidade e força antes de se despenharem por uma rochosa encosta.
Indubitavelmente bela e relaxante, a Cascata da Cabreia consegue oferecer ao seu visitante de tudo um pouco: a frescura provocada pela queda de água na bacia fluvial, a vegetação densa e ordenada pela intervenção a que foi sujeita através de um projeto de recuperação, os recantos convidativos a sentimentos mais românticos, as mesas e bancos de apoio vindos ao encontro de quem quer associar ao descanso e gosto gastronómico


GASTRONOMIA

A gastronomia em Sever do Vouga é já marca de "imagem", através de alguns dos seus famosos pratos regionais - o destaque vai para a vitela assada à moda de Sever com arroz no forno, para a lampreia em arroz, para os rojões com grelos e para várias iguarias de peixe do rio em escabeche.

Até Maio de 1995 o Concelho não possuía um doce considerado regional, talvez pelo facto de não existir uma tradição conventual.

E foi esta a razão pela qual o Pelouro da Cultura e Turismo da Câmara Municipal de Sever do Vouga decidiu levar a efeito em Maio de 1995 um concurso para a criação do "Doce Regional do Concelho de Sever do Vouga", concurso que se processou em três eliminatórias e que teve como vencedor o doce "Beijinhos de Sever".

Este doce, com base numa receita familiar, já centenária, foi confecionado por uma severense, que o adaptou às exigências do concurso.

Para além do delicioso sabor, é um doce que, pela sua apresentação, pode ser aproveitado para decoração de mesas em dias festivos. Pela classificação que obtiveram, há também a referir outros dois doces: as Bateiras do Vouga e as Barquinhas do Vouga.


FESTAS E ROMARIAS

Na sua maioria, são festas religioso/profanas. Enchem-se de vida as aldeias, ganham graciosidade ruas e vielas, faustosas de decoração e verdes para honrar a passagem do seu Santo Padroeiro, durante a realização das Procissões.


ARTESANATO

O artesanato é então a expressão criadora e viva dos usos e costumes do povo.

Cestaria, tecelagem, cantaria, tanoaria e toda uma variedade de trabalhos de miniaturas ou em tamanho normal, construídos em madeira - uns representando cenas e alfaias da vida agrícola de então, outros, de carácter utilitário, como são as escudelas e que se usam na confeção do pão de milho, e as escadas de madeira, estas como auxílio no trabalho das vindimas.

A Casa do Artesão, situada na sede do Concelho, é o resultado do esforço conjunto dos vários artesãos do concelho, que se constituíram juridicamente, e da Câmara Municipal que, disponibilizando um espaço físico, proporcionou a divulgação/promoção e venda das artes e saberes populares, ainda bem presentes no quotidiano popular.

Fontes:[/b]
Wikipedia – A Enciclopédia Livre
C. M. Sever do Vouga

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« Responder #4 em: 16 Mar 2013, 01:02 »



Foto obtida no Portal de Castro Daire (http://www.portalcastrodaire.com/)


CASTRO DAIRE N’AS MONTANHAS MÁGICAS


Castro Daire (antigamente, também se verificava a grafia Castro D'Aire) fica no Distrito de Viseu, região Centro e sub-região do Dão-Lafões, com cerca de 4 600 habitantes.
É sede de um município com 376,25 km² de área e 15 339 habitantes (2011), subdividido em 22 freguesias.


ECONOMIA

Existe um grande sector primário (21,8% da população ativa em 2001), fruto da prevalência da agricultura de sobrevivência praticada pela população mais idosa. No sector secundário, destaque para a indústria da madeira e mobiliário (concentrada sobretudo na freguesia de Castro Daire), das extração de rochas ornamentais, sobretudo granito (concentrado na aldeia de Lamas da Freguesia de Mões) e de padarias (estas espalhadas por todo o território do concelho).


CULTURA

O Centro Municipal de Cultura de Castro Daire é composto por dois módulos, Biblioteca Municipal e Auditório Municipal e constitui um centro de dinamização do concelho.

O Museu Municipal tem para mostrar peças relacionadas com a etnografia (como o ciclo do linho, alfaias agrícolas, cestaria) e outras exposições mais esporádicas. Para além do Museu Municipal, existe ainda a Casa-Museu Maria da Fontinha.


PATRIMÓNIO

Igreja Matriz de Castro Daire, Casa-Museu Maria da Fontinha na freguesia Gafanhão, Pelourinhos de Mões, de Campo Benfeito, de Rossão e de Castro Daire, Inscrição do Penedo de Lamas, Ruínas da Muralha das Portas de Montemuro, Igreja Matriz de Parada de Ester, Capela do Calvário do Calvário, Capela das Carrancas, Capela de S. Sebastião, Casa da Cerca, Casa dos Aguilares, Solar dos Mendonça, Casas nobres de Mões e Igreja de Nossa Senhora da Conceição, Monumento Nacional na freguesia de Ermida.

A Igreja da Ermida, classificada como Monumento Nacional, desde 1916 (Decreto nº 2303, DG 60 de 29 de Março), localiza-se nas encostas do Rio Paiva, sendo a única estrutura pertencente ao antigo Mosteiro da ordem premonstratense de Santa Maria da Ermida de Riba Paiva, que resistiu incólume à passagem do tempo.
Esta igreja foi fundada no séc. XII por D. Roberto, monge francês, e era constituída pela igreja e um mosteiro anexo, do qual restam algumas ruínas dos seus claustros.
Também é conhecida por Templo das Siglas, devido aos numerosos símbolos gravados nas pedras que formam este monumento. Pensa-se que estes símbolos são as marcas dos canteiros que trabalharam na construção do templo, servindo como método para contabilização do trabalho de cada artífice.


PONTOS TURÍSTICOS

Praia fluvial de Folgosa, Termas do Carvalhal, Antigas minas de volfrâmio (Moimenta de Cabril) e
Cooperativas de artesanato (Campo Benfeito, Mezio, Picão e Relva)


ARTESANATO

Olaria, Tecelagem, Palhoça, Chapéu de palha, Tamancos, Campainhas e chocalhos, Ferreiros e Latoaria


PERCURSOS e MIRADOUROS

Trilho dos moinhos, Miradouro Carreirinhos, Miradouro de Castro Daire, Miradouro da Serra do Cimal, Miradouro de Santa Bárbara, Miradouro de Cetos, Miradouro da Serra do Montemuro, Miradouro de S. Lourenço, Conhecer Montemuro e Conhecer o Rio Paiva

NOTA: Proceda a uma consulta prévia junto do Turismo da região ou da Página oficial da Câmara Municipal.


GASTRONOMIA

Cabritinho do Montemuro, Vitela Arouquesa, Arroz de Feijão com Salpicão, Torresmada à Montemuro, Carolas com Feijão e Cabeça de Porco (Carnaval), Papas de Sarrabulho, Migas, Salpicão, Chouriça, Chouriço de Sangue, Presunto, Broa de Milho, Bolo Podre (Folar da Páscoa), Aletria, Sopas secas, Mel e Trutas de Escabeche do Rio Paiva


RECEITA DAS TRUTAS DE ESCABECHE DO RIO PAIVA

Ingredientes (4 pessoas)

8 Trutas com 150g cada
Sal
8 Cabeças de alho
8 dl de azeite virgem
4 dl de vinagre de vinho tinto
4 Folhas de loureiro
1 Raminho de salsa

Preparação

Limpam-se muito bem as trutas e polvilham-se com sal, ficando a marinar durante 12 horas. De seguida fritam-se em azeite em lume brando.
Na frigideira, onde fritou as trutas, coloca-se o alho esmagado com azeite e vinagre, folhas de loureiro, salsa e mexe-se durante 5 minutos. Retira-se do lume para arrefecer, depois de frio coloca-se por cima das trutas.

Nota: Aconselha-se que este prato seja consumido 4 dias ou mais após a sua confeção. Deve-se guardar em local seco e fresco sem necessitar de ir ao frio.


FESTAS E ROMARIAS

Informação muito completa na Página oficial da Câmara Municipal


CAMINHO DE SANTIAGO

O troço no Município de Castro Daire tem uma extensão de cerca de 40 Km, inicia junto à ribeira de Cabrum atravessando zonas florestais, agrícolas e rurais destacando-se a riqueza do património cultural e religioso ao longo do caminho, bem como, o património natural e paisagístico.
Mais informação sobre o Caminho de Santiago no seguinte endereço: http://cpisantiago.pt/

Fontes:
Wikipedia – A Enciclopédia Livre
C. M. Castro Daire

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« Responder #3 em: 14 Mar 2013, 01:04 »




CASTELO DE PAIVA N’AS MONTANHAS MÁGICAS


UM POUCO DE HISTÓRIA

Primitivamente o concelho era designado por " Paiva " e só há cem anos atrás passou a designar-se " Castelo de Paiva ", visto que, sendo a ata mais antiga – existente nos arquivos municipais - de 1850, é no dia 4 de Março que aparece o nome de " Castelo de Paiva " para designar o concelho.

O concelho é herdeiro da antiga honra de Sobrado (Payva de Riba Douro) e D. Manuel I concedeu-lhe o foral a 1 de Dezembro de 1513.


UM POUCO DE GEOGRAFIA

O município paivense é uma faixa de terra caprichosamente recortada entre as províncias da Beira e do Douro Litoral e, por isso, partilha das belezas desta encantadoras regiões.

O Concelho tem uma superfície de 109 quilómetros quadrados, uma população que ronda os 17 mil habitantes.


UM POUCO DE ECONOMIA

Tradicionalmente rural foi no passado marcado pela exploração carbonífera do Pejão. Em virtude de uma política municipal, orientada para a reconversão económica local, novas e modernas unidades fabris surgiram, em zonas industriais, devidamente infraestruturadas e construídas para o efeito, destacando-se os investimentos nas áreas do calçado, têxtil, madeiras e mobiliário, metalomecânica e construção de roulottes e autocaravanas, que trouxeram mais progresso e emprego para a região.


FESTAS E ROMARIAS

Castelo de Paiva sempre foi terra de grandes festas e romarias que, em muitos casos, fazem concentrar milhares de peregrinos em torno de bonitas igrejas e capelas situadas no alto de montes, como é o caso de festividades em honra de Santo Adrião, no final de Maio, e S. Domingos da Serra, a 4 de Agosto, não podendo ser esquecidas as de S. João, com as marchas populares e, em meados de Setembro, a grandiosa romaria de Stª Eufémia, uma das maiores festividades da região norte.

Mas convém não esquecer a Feira do Vinho Verde, Gastronomia e Artesanato, uma iniciativa municipal, que no primeiro fim-de-semana de Julho, arrasta milhares de visitantes à sede do concelho.

A romaria da Stª Eufémia tem data fixa, realizando-se a 14,15 e 16 de Setembro, sendo a mais importante festa profana / religiosa do concelho, arrastando àquele lugar milhares de forasteiros oriundos de várias regiões do país, atraídos pela devoção mas também pela famosa gastronomia local e pelo vinho novo.

A festividade integra, também, um certame dedicado ao gado bovino, com a participação dos melhores exemplares da raça arouquesa, que desfilam em concurso nacional


LOCAIS DE INTERESSE

Escolha difícil para o visitante optar apenas por alguns locais, contudo aqui ficam algumas sugestões: Ilha dos Amores – Fornos, Anjo de Portugal - Santa Maria de Sardoura, Igreja de Sardoura - Santa Maria de Sardoura, Igreja de São Martinho – Sardoura, Zona de Lazer de Sº Martinho - São Martinho de Sardoura, Igreja de Sobrado- Sobrado, Largo do Conde – Sobrado, Hotel de São Pedro – Sobrado, Praia Fluvial do Rio Douro – Pedorido, Igreja de Pedorido – Pedorido e Igreja de Real – Real.



MONUMENTOS

Marmoiral da Boavista - Monumento funerário localizado na freguesia de Sobrado, à entrada do Solar que foi residência do Conde de Castelo de Paiva, classificado como Monumento Nacional

Outros monumentos a merecerem uma visita podem ser: Casa da Quinta da Fisga ou Solar da Fisga, pátios e jardins – Bairros, Casa da Cardia – Fornos, Pelourinho de Raiva – Raiva, Igreja de Santa Marinha ou Igreja Paroquial de Real – Real, Anta do Vale da Rua – Sobrado, Penedo de Vegide com duas sepulturas escavadas – Sobrado, Capela da Quinta de Vegide – Sobrado, Edifício da Cadeia ou Edifício dos antigos Paços do Concelho – Sobrado, Fonte dos Jardins da Quinta da Boavista – Sobrado e Casa da Boavista e Quinta da Boavista integrando fonte – Sobrado


GASTRONOMIA

Castelo de Paiva tem uma gastronomia rica e diversificada, que alcançou fama ao longo dos tempos, destacando-se o arroz de lampreia e o sável na época devida, o cabrito assado com arroz de forno, a posta arouquesa, o cozido à lavrador, os bifes de cebolada, bife à Lapadas, as iscas de bacalhau e a tradicional vitela à posta, como os pratos mais solicitados nesta região e que fazem as delícias dos apreciadores.

As rabanadas à moda de Paiva, a sopa-seca, os doces e o pão-de-ló de Serradelo e de Sardoura, num dourado de aguçar o apetite, tornam-se iguarias irresistíveis, que devem ser acompanhados com o afamado vinho verde tinto de Paiva, um dos melhores da região demarcada e já várias vezes premiado a nível nacional.

Na vila e por todo o território municipal, encontrará, tanto em restaurantes, como nas barracas das festas e feiras, especialidades locais de fazer crescer "água na boca".


Fontes:
 Wikipedia – A Enciclopédia Livre
C. M. Castelo de Paiva

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« Responder #2 em: 12 Mar 2013, 01:17 »




VALE DE CAMBRA N’AS MONTANHAS MÁGICAS


Vale de Cambra é uma cidade situada no Distrito de Aveiro e pertence à Grande área Metropolitana do Porto, situada na sub-região de Entre Douro e Vouga com 3 912 habitantes.

É um município com 146,21 km² de área e 22 864 habitantes (2011), subdividido em 9 freguesias e com pelo menos 4 aldeias que merecem uma visita:

Aldeia de PARADUÇA

A estrada que serpenteia por entre o verde do arvoredo conduz-nos até Paraduça. Na aldeia contam-se 35 habitações e um sem número de campos, todos eles lavrados e cultivados pelos habitantes que ainda hoje levam da terra o sustento para o lar. Ali colhe-se de tudo e, claro está, o milho que, mais tarde ou mais cedo, vai ser esmagado nas pedras dos moinhos. A Associação de Desenvolvimento Cultural e Turístico de Paraduça promove anualmente, desde 2009, um evento que permite reviver e homenagear as tradições relembrando sempre que os moinhos desta aldeia são parte integrante da Rede Portuguesa de Moinhos. Trata-se da "Mostra da Broa e Produtos Tradicionais da Aldeia de Paraduça" em que as pessoas da aldeia juntam-se para moer o milho e de seguida amassar e cozer a massa no forno comunitário, que, em tempos, fez os repastos dos senhores.

Aldeia de TREBILHADOURO

Na freguesia de Rôge localiza-se um dos tesouros paisagísticos do Município: a aldeia de Trebilhadouro, desabitada há cerca de 15 anos.
Encaixada nos socalcos da Serra da Freita, Trebilhadouro torna-se apetecível pelas suas casas antigas em pedra, pelos seus arruamentos desenhados entre esquinas e campos de cultivo, espigueiros, celeiros, a Casa do Forno e uma eira banhada pela luz natural nos dias primaveris.

Aldeia de LOMBA

Também na freguesia de Arões, na direção dos lugares de Salgueira, Mouta Velha e Cabrum, pode encontrar a magnífica aldeia de Lomba.
Esta é uma aldeia típica em socalcos, situada aproximadamente a 10 km do centro da freguesia, com características celtas e casas em xisto envoltas numa paisagem bela e imponente.
Aqui ainda se produz o azeite à medida das necessidades, nos lagares de madeira.

Aldeia de FELGUEIRA

Terra de belos recantos, a aldeia da Felgueira, localizada na freguesia de Arões, encaixa entre a beleza verde da Serra da Freita e as águas límpidas e azuis do Rio Cabrum.
Quem chega pode passear por caminhos de pedras gastas e percursos antigos, onde casas rústicas contam a história de uma vida intensamente rural. A Felgueira faz parte do projeto "Aldeias de Portugal" estando já recuperados os moinhos da Sobrosa e aguardando recuperação a "Casa da Aldeia".


Percursos pedestres

Estão disponíveis para os amantes deste tipo de atividade pelo menos três percursos: Senhora da Saúde, Vereda do Pastor e Varandas da Felgueira.

Antes de iniciar qualquer percurso é aconselhável informar-se junto do Turismo ou da Câmara Municipal das condições que pode vir a encontrar


MOSTRA MUNICIPAL

Um dos atrativos do concelho passa pela “Mostra” que já vai na 10ª edição.

Este ano de 2013 terá lugar a 10.ª edição da Mostra Municipal de Gastronomia, Artesanato e Vinhos de Vale de Cambra, que já estando fortemente enraizada na tradição e na promoção turística dos vale-cambrenses, a "Mostra" decorre, este ano de 2013, entre os dias 18 e 26 de maio no centro da Cidade (Praça Comendador Álvaro Pinho da Costa Leite) e mostra o que de melhor se faz por Vale de Cambra


ATIVIDADES DE VERÃO

A Praia Fluvial de Burgães é uma das grandes atrações do concelho de Vale de Cambra, com especial incidência no Verão, mas também nas restantes estações do ano em que muitas pessoas procuram o local para passear, conviver ou fazer desporto.


MONUMENTOS

O belíssimo cruzeiro de Rôge e o portal da igreja de Arões consubstanciam a magnificência das formas do barroco e também outras igrejas, de aspeto exterior mais modesto, encerram retábulos de interessante labor artístico.
Casas solarengas ostentam a imponência de gente fidalga e pontes antigas fazem-nos viajar ao passado.

Visitas aconselhadas aos seguintes monumentos:

Capela e Pelourinho de Paraduça, Igreja de Arões, Igreja Matriz de São Pedro de Castelões, Capela de São Gonçalo em Coelhosa, Capela de N. Sr.ª das Necessidades em Cavião, Capela de Sr.ª da Piedade em Macinhata, Capela de São Tiago e Largo da Feira em São Tiago, Igreja Matriz, Pelourinho do séc. VI e Capela do Sr. do Calvário em Macieira de Cambra, Cruzeiro e Igreja Matriz de Rôge, Capela da Sr.ª das Dores em Lordelo, Parque de N. Sr.ª da Saúde da Serra em Gestoso, Ponte dos Coronados em Entre-Pontes, Ponte sobre o rio Caima no Pisão, Ponte do Castelo na Barragem Eng. Duarte Pacheco, Cruzeiro e Igreja em Vila Cova do Perrinho e a Capela de São Bartolomeu em Algeriz.


GASTRONOMIA

Conhecer a cultura de Vale de Cambra é também deliciar-se com a sua gastronomia. A vitela assada à serrana, a requerer o acompanhamento de um vinho verde sublime, o cozido à portuguesa, a broa de milho, os enchidos, o presunto e o queijo refletem toda esta envolvência serrana. Um leite-creme divinal coroa a refeição.

Vitela e cabrito assado no forno a lenha; Cabrito na brasa; Bacalhau à moda da casa; Bacalhau à serrano são opções a não perder

Fontes:
Wikipedia – A Enciclopédia Livre
C. M. Vale de Cambra

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« Responder #1 em: 10 Mar 2013, 01:26 »





AROUCA N’AS MONTANHAS MÁGICAS


Arouca é uma vila portuguesa com 3185 habitantes (2011) e localiza-se na sub-região do Entre Douro e Vouga, sede de um município com 327,99 km² de área e 22359 habitantes (2011), subdividido em 20 freguesias.


No município podemos encontrar Quintas e Casas Senhoriais (Casa da Alhavaite- Burgo, Casa de Pousada – Urrô, Casa de Cela – Urrô, Casa da Porta - Santa Eulália, Casa de Telarda – Rossas, Casa de Paços – Moldes, Quinta do Toural – Canelas, Quinta da Vila – Alvarenga, Quinta de Miudal – Alvarenga, Quinta da Chieira – Alvarenga e Quinta da Picota - Alvarenga), Museus (Museu Municipal de Arouca e Museu de Arte Sacra) e Locais de Interesse (Serra da Freita, Frecha da Mizarela, Rio Paiva, Rio Paivó, Rio Urtigosa e Rio de Frades).


São eventos importantes que animam o município a Feira das Colheitas - Vila de Arouca (nas últimas semanas de Setembro), as Festa da Rainha Santa Mafalda - Vila de Arouca (no dia 2 de Maio), a Festa de Nossa Senhora do Campo - freguesia de Rossas (no segundo Domingo de Agosto), a Festa da Nossa Senhora da Lage - Lugar Merujal, freguesia de Urrô (3 de Maio, 15 de Agosto e 8 de Setembro) e o Festival Internacional de Folclore - organizado pelo Conjunto Etnográfico de Moldes - vila de Arouca (em Agosto).


Numa perspetiva gastronómica realça-se a doçaria conventual e senhorial que é uma requintada doçaria monástica e senhorial, confecionada pelas casas senhoriais e pelas freiras e era considerada o ex-libris do convento tendo a sua continuidade sido preservada por transmissão familiar até aos presentes dias, utilizando os métodos ancestrais e o cariz e fórmulas primitivas.
Entre os ingredientes utilizados, encontram-se os ovos, açúcar e amêndoas. São exemplos, da doçaria conventual desta vila, as castanhas doces, as roscas de amêndoa, as barrigas de freira, o manjar de língua, o pão de S. Bernardo, as morcelas doces e os charutos.


Mas Arouca também é conhecida por ser um concelho onde se confecionam pratos de grande qualidade da carne de gado arouquês, raça bovina autóctone, nomeadamente a vitela assada no forno e os famosos bifes de Alvarenga.


Outros aspetos da cultura revelam-se:

Nas danças - Arouca viveu, durante alguns séculos, num comunitarismo agro-pastoril que lhe era imposto pela situação geográfica e por certo isolamento rural, entrecortado por contactos frequentes com o povo duriense e da beira-mar, geralmente por altura das grandes festas e romarias de então. Devido a esse facto, as danças autóctones/tradicionais mantiveram-se intactas até a um passado recente

Nos Corais polifónicos - Os corais polifónicos da região de Arouca não são fáceis de descrever e têm uma solenidade que ultrapassa qualquer singeleza lírica. São cantos antiquíssimos que foram guardados, sobretudo, entre as mulheres. É a voz feminina que povoa todas as palavras e faz, da mais simples quadra, uma declaração solene de uma beleza pouco explicável.


A preservação e promoção das danças e dos corais tradicionais deve-se essencialmente aos grupos etnográficos arouquenses como o Conjunto Etnográfico de Moldes de Danças e Corais Arouquenses e o Grupo Etnográfico de Danças e Cantares de Fermedo e Mato.


O Geopark Arouca, correspondendo à área administrativa do Concelho de Arouca, é reconhecido pelo excecional Património Geológico de relevância internacional, com particular destaque para as Pedras Parideiras da Castanheira, as Trilobites Gigantes de Canelas e os Icnofósseis do Vale do Paiva. O valioso e singular Património Geológico inventariado, cobrindo um total de 41 geossítios, constitui a base do projeto Geopark Arouca, aliados a uma estratégia de desenvolvimento territorial que assegurará a sua proteção, dinamização e uso. Em simultâneo e em complementaridade, associam-se outros importantes valores, como os arqueológicos, ecológicos, históricos, desportivos e/ou culturais e ainda a promoção da etnografia, artesanato e gastronomia da região, tendo em vista a atração de um turismo de elevada qualidade baseado nos valores da Natureza e da Cultura. Em Abril de 2009, o Geopark Arouca foi reconhecido pelas Redes Europeia e Global de Geoparks, sob os auspícios da UNESCO.


Espécies Autóctones

Os vales e as zonas de serra do concelho de Arouca têm diversas espécies autóctones (de matriz mediterrânica), domésticas e selvagens. As espécies domésticas são o podengo português médio (cão coelheiro / coelheiro / cão de caça aos coelhos, também comumente conhecido pela expressão 'cão de caça'), utilizado na caça aos coelhos e como cão de guarda nas antigas casas dos lavradores e proprietários rurais; o perdigueiro português (também comumente conhecido pela expressão 'cão de caça às perdizes'), cuja raça foi apurada, precisamente, nalgumas das casas senhoriais de Arouca. A raça bovina arouquesa, que fornece a deliciosa carne arouquesa : animais de pequeno porte, uma raça bovina endógena/autóctone, que não é proveniente de uma fusão de raças anteriores, com uma identidade bem definida, de corpulência mediana, esqueleto regular e musculado e com pelagem castanha clara.

Nos terrenos de monte, a partir do início da estação de Outono, os cogumelos comestíveis da espécie 'Macrolepiota procera, Scop. ex. Fr, Sing' são abundantes no concelho de Arouca. Chamados, pelos arouquenses, de ‘Târtulhos’, ‘Tortulhos’ ou 'Sarrôlhos', constituem uma das delícias da antiga gastronomia arouquense: cozinhados num refogado com bacalhau ou assados na brasa. É um bom exemplo de uma espécie autóctone do concelho a recuperar, a desenvolver e a promover em termos comerciais, mas que ainda não foi devidamente aproveitada. Seria uma mais-valia, para o concelho de Arouca, a produção deste tipo de cogumelos bem como a promoção das receitas gastronómicas a eles associados nos restaurantes locais.

Uma das espécies autóctones mais importantes é a truta fário, existente em abundância, sobretudo, no rio Urtigosa: nascido nas faldas da Serra da Freita e afluente do Arda, onde desagua na freguesia de Rossas, é talvez, um dos melhores exemplos de preservação dos rios em Arouca. Ordenamento, regulamentação, ações de limpeza regulares, sensibilização, ações de repovoamento com trutas fário, monitorização da qualidade da água e das espécies, fiscalização (é, talvez, o único rio do país onde existe um Polícia Florestal Auxiliar), Zonas de Proteção e de Abrigo, Concessão de Pesca Desportiva, e, sobretudo, a adesão dos pescadores que, mais do que pescar, ajudam a preservar, bem como a população em geral. É de realçar também o rio Paivó e o Rio de Frades, que desagua no primeiro nas proximidades de Bouceguedim - são sem receio de exagerar, os rios de águas mais puras e cristalinas de Arouca, com uma paisagem envolvente monumental, sobretudo à medida que se caminha para a nascente.


ACONSELHADO VISITAR

Serra da Freita, Frecha da Mizarela, Pedras Parideiras, Aldeias Tradicionais, Mosteiro de Arouca, Monte da Senhora da Mó, Igreja de Urrô, Carreira dos Moinhos, Ponte do Rio Paiva, Memorial de Santo António, Capela da Misericórdia, Pelourinho de Cabeçais, Trilobites, Pelourinho de Alvarenga e Calvário.


Fontes:
Wikipedia – A Enciclopédia Livre
C. M. Arouca – Página oficial do município

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« em: 08 Mar 2013, 02:30 »




Texto extraído da apresentação do Plano de Ação 2013-2017 da CETS das Montanhas Mágicas na 4ª Reunião do Fórum



AS MONTANHAS MÁGICAS


A Carta Europeia de Turismo Sustentável - CETS é uma iniciativa da Federação EUROPARC - Federação da Parques Naturais e Nacionais da Europa, que tem como objetivo global promover o desenvolvimento do turismo de uma forma sustentável nas Áreas Protegidas e Classificadas da Europa.

Arouca, Vale de Cambra, Castelo de Paiva, Castro Daire, Cinfães, S. Pedro do Sul e Sever do Vouga assinaram a Carta Europeia de Turismo Sustentável, candidatando-se à Federação Europeia de Parques, criando o Projeto “Montanhas Mágicas”, onde coabitam estes 7 municípios, cada um com as suas tradições.

Identificar as Montanhas Mágicas como um destino amigável para o autocaravanismo, dotando os municípios de parques de estacionamento preferenciais com “estações de serviço” e, ainda, promovendo a adesão de entidades do território ao projeto “Portugal Tradicional” (que o CPA apoia) será um objetivo a executar já em 2014.

O CPA está em condições de informar que o Autocaravanismo nas Montanhas Mágicas é, neste contexto, uma mais-valia reconhecida pelos municípios promotores do Projeto e que o CPA é considerado parceiro neste âmbito o que muito o orgulha, sensibiliza e responsabiliza.


O Comunicado as Montanhas Mágicas encontra-se disponível AQUI no Portal do CPA

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