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Autor Tópico: A visão do CPA da Assembleia Geral da FCMP  (Lida 1151 vezes)
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: Dez, 2008



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« em: 03 Abr 2012, 01:05 »


A NOSSA VISÃO DA ASSEMBLEIA GERAL DA FCMP


O CPA tem vindo a ter uma política de total transparência, rigor e verdade, como o patenteia a total informação que sempre disponibilizou aos associados (e não só) sobre todas as atividades e que constitui um exemplo que, infelizmente, alguns (pouquíssimos?) não perfilham.

Presente nas Assembleias Gerais extraordinária e ordinária da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal de 30 de Março de 2012 a posição do CPA foi a seguinte:

Na Assembleia Geral extraordinária

Foi aprovado sem qualquer intervenção dos presentes e por unanimidade o coeficiente de razoabilidade proposto pela Direção da FCMP que se manteve em 35%. O coeficiente de razoabilidade reporta ao cálculo das quotizações com que cada uma das associadas da FCMP tem de contribuir.

Na Assembleia Geral ordinária.

Antes do início da Ordem de Trabalhos constante da Convocatória foi proposto a inclusão de um novo ponto na Ordem de Trabalhos para que se pudesse votar a ratificação dos dados constantes de um caderno informativo onde constam as novas regras para a eleição dos delegados para efeitos eleitorais, tendo sido aprovado por unanimidade a inclusão deste ponto na Ordem de Trabalhos.

Após a votação o representante do CPA alertou o facto de a aprovação da inclusão de um novo ponto na Ordem de Trabalhos poder vir a ser impugnada por qualquer associada que não esteja presente na Assembleia Geral. O alerta não foi contestado.

O representante de uma das associadas da FCMP deu a conhecer um extenso requerimento que expressava discordância com as novas regras eleitorais e informou que iria impugnar os novos estatutos. Tendo sido negado pela Mesa da Assembleia Geral que o documento fosse anexado à ata da Assembleia Geral anterior.

O representante do CPA chamou a atenção da Mesa da Assembleia Geral para a circunstância de qualquer requerimento ter que ser posto à votação o que acabou por ser feito.

A pretensão de o requerimento ser anexo à ata da Assembleia Geral anterior não foi aceite por maioria, sendo a diferença com os votos a favor bastante diminuta. Assim, o documento ficará anexo à ata da presente Assembleia Geral.

No ponto da Ordem de Trabalhos sobre o Relatório e Contas, não obstante algumas críticas era percetível que uma maioria apoiava o Relatório e Contas.

O representante do CPA chamou a atenção para o facto de o Relatório apenas se referir ao Autocaravanismo em três linhas de texto e reportando-se à importância do autocaravanismo recordou que a Federação Internacional de Campismo e Caravanismo tinha alterado a designação oficial para Federação Internacional de Campismo, Caravanismo e Autocaravanismo. Foi, também, percetível, que estas duas questões não agradaram a muitos dos presentes que fossem evidenciadas.

Foi ainda questionada a Direção da FCMP, pelo representante do CPA, sobre a razão por que não tinha ainda sido nomeada a Comissão Autocaravanista e, após esta intervenção, de alguns setores da Assembleia Geral ouviram-se comentários pouco abonatórios para pretensão do CPA.

(Recordamos que a institucionalização de uma Comissão Autocaravanista no seio da FCMP resultou de conversações com o Presidente da Federação e que culminaram com uma reunião com a Direção da federação na sede da mesma. Desde o início destas conversações passaram-se cerca de 10 meses.)

Sobre esta matéria fomos violentamente “atacados” pelo representante de uma das associadas da FCMP que, inclusive, apelou a que a Federação interviesse junto das autoridades para que os autocaravanistas fossem “colocados” dentro dos Parques de Campismo.

O representante do CPA recordou, de forma pedagógica, que a FCMP já tinha tornado público o apoio às regras básicas que o CPA defendia sobre o autocaravanismo (Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade) e que um recente parecer do Gabinete Jurídico da Federação era conforme a posição da Federação e do CPA sobre a matéria.

O Relatório foi aprovado por uma maioria expressiva.

As Contas (às quais o Conselho Fiscal teceu algumas considerações alertando para a depreciação do património financeiro da FCMP) foram também aprovadas por maioria, embora menos expressiva do que o Relatório."

O representante do CPA recordou que as razões do voto contra o relatório estavam expressas na carta que a Direção do CPA tinha remetido à Assembleia Geral e ao Presidente da Mesa (que incrivelmente não tinha conhecimento da mesma) e que também tinha sido dado conhecimento da carta aos associados do CPA e às associações congéneres, encontrando-se transcrita no Fórum do CPA e na rede social “Facebook”.

No Ponto da Ordem de Trabalhos sobre informações o atual Presidente da FCMP em resposta ao representante de uma das associadas da Federação afirmou que se vai recandidatar ao cargo de Presidente da Federação, no que foi saudado por alguns dos presentes.

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Associação Autocaravanista de Portugal - CPA
Portugal
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