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Autor Tópico: Assembleia Geral do CPA de 26 de Março de 2011  (Lida 3226 vezes)
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RicSimoes
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« Responder #8 em: 03 Abr 2011, 19:43 »

Companheiro AMeneses,

o que se aprova é e sempre será por aprovação da maioria dos sócios presentes nas assembleias, se existem sócios que não queiram aprovar que se apresentem no devido local, denominada ASSEMBLEIA GERAL.
Mesa legal? Mesa da Assembleia ou da Direcção? Eu fui a Torres Novas e pareceu-me tudo LEGAL. 3 Pessoas na Mesa da Assembleia e 4 na Mesa da Direcção! Onde está a ILEGALIDADE?

O sentido do InfoCPA é em prol do autocaravanismo e vai de encontro com todoas as propostas feitas por esta direção e APROVADO em ASSEMBLEIA GERAL pela maioria dos sócios.

O que se tem feito ao longo dos anos com a FICM e que seja do interesse da maioria dos autocaravanistas sócios do CPA? Pode dizer-me?

A indignação quanto aos estatutos parece-me geral incluisivè por parte da DIRECÇÃO que segundo afirma está a trabalhar sobre o assunto (Roma e Pavia não se fizeram num dia).

um forte Abraço
RicSImoes
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Ameneses
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« Responder #7 em: 03 Abr 2011, 14:41 »

Boa Tarde.

Tudo o que li até colocar este post me deixa apreensivo.
Vejo o caminho a ficar muito incerto: Aprovam-se contas, aprovam-se "desfiliações" aprova-se isto, aprova-se aquilo...

O que não se prova é quantos estão presentes, se a Mesa é legal e, segundo os comentários anteriores tudo barbaridades.

O infoCpa através desta página intervem mas so num sentido. Será bom que comece a funcionar em TODOS os sentidos.

Poucos são os que já escrevem neste fórum e isso até se nota pelos que estiveram na AG de Torres Vedras e debitaram comentários.
Não dá para entender tão longa discussão para sair da FICM. Parece-me que quem dirige o CPA desconhece o que se tem feito ao longo dos anos em relação a este assunto.

Também não percebo o hino e a bandeira CPA andarem tão arreadas.
Dou voz á Detinha quando se indigna em relação a novos estatutos (se) alterados por esta Direcção tão pouco representativa.

Tudo isto para mostrar que continuo atento ao autocaravanista e ao autocaravanismo etinerante .


Saudações.

Ameneses

Autocaravanista "Etinerante" no seu casulo.
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Adérito Meneses
Aveiro
Boaventura
Visitante
« Responder #6 em: 29 Mar 2011, 14:35 »

Detinha já te disse e vou te repetir mais uma vez.
Podes obter a carta internacional pelo preço de 8(OITO) Euros.
É triste mas é a maneira de continuar mos todos numa BOA
Saudações autocaravanistas
Cãndido Boaventura
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Détinha
Visitante
« Responder #5 em: 29 Mar 2011, 13:01 »

 Teresa Paiva e companhia espero que tenham consciência da machadada que acabaram de dar ao C P A.

 Quem nunca foi a um encontro da F I C M, fala de cor pois não sabe o que é.
 Nestes encontros não é a Bandeira do C P A a mais importante mas sim a Nossa Bandeira Portuguesa
 e ela vai atravez do C P A.

 Em relação  ás cartas/ peso revelou-se o tipico portugues os outros que façam para eu usufruir.

 O C P A deu um grande passo atraz na sua vida, volta a estar limitado as suas quatro paredes.
 Assim nunca chega a ser um clube verdadeiramente autocaravanista.

 Quando me assuciei ao C P A este já era observador na F I C M foi isso que me fez ser sócia, uma vez que o C P A deixou de me servir, simplesmente me desligo do C P A, porque eu não preciso do C P A para ir para qualqur parte da Europa e não só.
Antes nunca senti nessecidade de ser socia de qualquer clube,ao longo dos anos que sou autocaravanista, sempre agi de consciencia nunca foi preciso um clube me vir dizer o que devo ou não fazer.

Sempre fui Autocaravanista nunca fui campista, mas não sou contra a Federação de campismo só que cada macaco no seu galho.

A F I C M nasceu bem antes do C P A  mas para algumas pessoas do C P A não é idonia, mas a F I C M dura á 35 anos então todos os assuciados que lá estao são todos estupidos, que credibilidade tem Teresa paiva para diz isso.

 Tambem foi usado o factor quota para convencer os sócios, pois é mentira sempre foi negociavel e continua ser o C P A é um Clube não uma Federação tem outro maneira de estar.

Mas os sócios dicediram está feito.

É como tudo na vida sai um entra outro.

Tambem a partir desta A G este  C P A deixou de ter idoneidade para rever os Estatutos não informou os sócios que a direcção está reduzida o seu Vice Presidente pediu a demição no final de Fevereiro nem porque nunca vimos nas A G o Vice Presidente da Mesa, deixo isso aos entendidos em leis.

Apenas dei o alerta.

Tambem como os sócios sabem que as contas de 2010 estavam corretas se não foi revelado,o numero de sócios que pagaram quotas? Uma Direcção não sabe que isso deve ser dito aos sócios?
Afinal só age correctamente quando lhe convem.

Quanto as cartas C C I  sim elas são impotantes embora não lhes dem o devido uso, eu nunca deixo o meu bilhete de idetidade numa receção de um parque porque tenho o C C I é ele o meu bilhete de identifição perante um parque, nele está o meu numero de identidade, se pedido só terei que mostrar o meu bilhete de identidade para confimar que o cartão não é roubado, depois disso o meu bilhete de identidade volta para o meu bolso onde ele deve estar sempre.

Companheiros boas voltas, bons passeios, encontramo-nos por aí.
 Cordialmente
  Odete.


« Última modificação: 29 Mar 2011, 13:06 por Détinha » Registado
viajantes 2009
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« Responder #4 em: 28 Mar 2011, 22:52 »

Boa Noite Companheiros,

Não tenho por hábito entrar nos assuntos que se têm discutido no fórum, mas tenho seguido o que se tem dito sobre a relação do CPA com a (FICM).
Com todo o respeito ao companheiro Ricardo e ás causas que defende, parece-me que este assunto foi debatido e resolvido democraticamente no passado sábado na AG. Assim sendo, não me parace fazer sentido que o debate continue como se o assunto continuasse pendente.
Na minha perspectiva, manter o CPA filiado à FICM apenas pela consciência de dever cumprido é que me parece ser um valor demasiado elevado pois, conforme ficou esclarecido, não se tratava apenas do valor de duas bicas por ano, como se chegou a frisar. No preço das duas bicas, não estavam contabilizadas as despesas para deslocações e estadias na participação em reuniões no estrangeiro.
O tempo nos dirá se a maioria fez a melhor opção.

Saudações autocaravanistas,


« Última modificação: 28 Mar 2011, 22:53 por viajantes 2009 » Registado

Luis Ferreira
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RicSimoes
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« Responder #3 em: 27 Mar 2011, 20:10 »

Bom dia Companheiros,
no rescaldo da AG do CPA, concluo que, e de acordo com os dados apresentados na AG, não existe efectivamente nenhuma razão aparente para que o CPA permaneça na FICM.
Ficou provado que, as desvantagens são bem maiores que as vantagens (pelo menos para a maioria dos associados presentes).
Perdoe-me Companeiro Ricardo e com todo o respeito que me merece, arrisco-me a dizer que, ao sairmos da FICM "abrimos o peito" à Europa sem "voltarmos costas" a Portugal e ao CPA.
O CPA não precisa da FICM para promover cinergias além "Vilar Formoso", o CPA poderá regozijar-se de ter associados suficientes para com a sua voz se fazer ouvir bem longe.
Outro assunto repescado nesta AG foi a revisão Estatuária (o mais rápido possivel (peço eu e muitos dos associados!)), que para além de já não se adquarem aos tempos (CLUBE) de hoje não são claros em muitos dos seus pontos.
Como é sabido a ligação entre o CPA e a FCMP não é do agrado da grande maioria dos sócios mas não PODEMOS nem DEVEMOS esquecer a História da fundação deste clube. 21 anos são 21 anos e muita coisa mudou entretanto mas serão precisos mais alguns para que o CPA e a FCMP tenham somente uma ligação MEMORIAL.


Um forte abraço a todos esperando que tenham tido um bom regresso a casa.
RicSimoes
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Paulo Moz Barbosa
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Sócio 1882


« Responder #2 em: 27 Mar 2011, 01:22 »

Boa noite,
Sempre me ensinaram que em democracia se ganha e perde sem se perder a face. Mas o que não aprecio é que, após uma votação onde as abstenções somadas aos votos contra são menos que os votos favoráveis, se venha duvidar da vontade soberana dos sócios.
Também não gosto de ver neste fórum deturpações da verdade dos factos. O respeito que a todos deve merecer o Dr. Roque Laia, obriga-nos a respeitar o que sobre ele se disse: "Foi muito importante num tempo em que não vivíamos em democracia. Agora, há legislação democrática a que devemos recorrer para resolver os casos em que os estatutos são omissos".
Essa de “tudo ao molho e fé em Deus” vem a propósito de se querer que a AG não pudesse discutir em simultâneo duas propostas que versavam o mesmo ponto da OT. Em qualquer Regimento autárquico, quando este tema é tratado, é assim que se procede: lêem-se todas as propostas sobre um mesmo tema, submetem-se à admissão (excepto as que fundamentam o pedido do ponto da OT) discutem-se em simultâneo e só então se vota pela ordem de entrada na Mesa. Foi o que se fez, e muito bem, digo eu.
Quanto às conclusões que possam resultar do resultado final - saída do CPA da FICM - são lícitas as do sócio Ricardo. Como são as da maioria dos votantes na AG. É assim em democracia.
Por mim, ficou aberto caminho para uma revisão estatutária que vá de encontro ao que está estipulado no Programa de Ação da actual Direção, desfazendo possíveis equívocos sobre a actual dependência estatutária do CPA à FCMP. Isso mesmo ficou bem vincado na última intervenção do Presidente da Direção.
Um abraço,
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Paulo Moz Barbosa
(presidente da direção)

(viajo numa Hymer Camp 622 C)
RICARDO
Visitante
« Responder #1 em: 26 Mar 2011, 23:52 »

E agora, que futuro para o CPA?

No rescaldo da AG de 26 de Março, que reuniu em Torres Novas, aqui ficam alguns comentários:

Teve uma participação razoável, notei bastante interesse por parte dos sócios, também foi razoavelmente enriquecida com a intervenção de alguns sócios, alguns perdendo a paciência para além do que seria desejável e outros, felizmente poucos, que não tiveram mesmo paciência nenhuma e cortaram a palavra a quem, no seu direito, estava a fazer a sua intervenção, impedindo os restantes de serem informados e esclarecidos.

Paciência que isto de viver em democracia não depende da idade das pessoas – ou se tem jeito ou não se tem! Também se pode aprender mas dá algum trabalho.

Também descobri quem “re-matou” o já falecido Dr. Roque Laia e afirmou que as regras intituladas “guia de condução das assembleias-gerais”, compiladas por aquele ilustre Dr. - na ocasião apodado de triste figura (ou imagem pior mas semelhante) dos tempos da outra senhora – já não teriam aplicação nos dias de hoje e que a regra teria passado a ser - não haver regra nenhuma, uma espécie de “tudo ao molho e fé em Deus”, aceitando-se algumas variações consoante a lógica mais aplicável no momento.

As coisas que a gente descobre sem esperar! Verificamos com alguma tristeza que, em vez de termos queimado as pestanas a estudar estas e outras coisas, melhor seria te tivéssemos utilizado tão precioso tempo à frente de uma “b’jeca” e de um pratinho de tremoços.

Por falar em tristeza, confesso que fiquei triste pelo desfecho daquela (algo confusa) votação que aceito mas que não me convenceu. Questões como esta, que mexem com o projecto futuro do autocaravanismo nacional em que o CPA terá, necessariamente de estar envolvido, mereceriam, em meu entender, um debate mais calmo e mais aprofundado em que as diferentes ideias pudessem ser debatidas sem interrupções fora do contexto.

Pronto, já está! O que está feito está feito!

O que continuo a pensar e não consigo convencer-me do contrário é que não foi saudável termos “batido com a porta” e voltado costas à Europa. Não seria a melhor Europa mas era a que tínhamos. Vai ser muito difícil ao CPA voltar a entrar para esta instituição ou para outra semelhante.  Refiro-me a uma instituição internacional europeia onde se fale apenas a linguagem do auto-caravanismo, que é aquela em que nos entendemos. Isto depois de clarificado que autocaravanismo e campismo são coisas muito diferentes e que deve ser evitada e afastada qualquer confusão que só nos prejudica!

Com esta saída da FICM, os sócios do CPA, decidiram voltar-se para dentro, isto é, resolver por cá as dificuldades nacionais, embora não se escusando de beneficiar de alguma ajuda dada pelo trabalho executado, a seu tempo, pelas instituições autocaravanistas europeias já que as dificuldades se estendem para além fronteiras. Assim sairá mais barato mas a consciência do dever cumprido também tem o seu preço!

Para finalizar diria que com esta decisão o CPA prendeu mais uma amarra à FCMP que terá dificuldade de cortar. Trata-se da obtenção do CCI (este e outros cartões com utilidade duvidosa) que podia ser obtido mais barato e directamente da FICM e que deixou de ter alternativa sem ser a partir da FCMP.

Também fiquei convencido que ficou mais difícil um consenso à volta da prometida próxima revisão dos estatutos do CPA e que uma futura e necessária Federação de Autocaravanismo Portuguesa ficou mais distante. Lamento tudo isto.

O tempo continua a ser o grande juiz!

Saudações autocaravanistas
Ricardo
« Última modificação: 27 Mar 2011, 00:05 por Ricardo » Registado
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WWW
« em: 26 Mar 2011, 20:28 »


A Assembleia Geral do CPA reunida em 26 de Março de 2011 em Torres Novas aprovou por maioria o Relatório e Contas de 2010

Após prolongado debate a Assembleia Geral aprovou, igualmente por maioria, a Proposta da Direcção que se manifestava "contra a permanência do Clube Português de Autocaravanas na Federation Internationale des Clubs de Motorhomes (FICM)"

A Direcção irá comunicar esta deliberação à FICM.
« Última modificação: 26 Mar 2011, 20:29 por infoCPA » Registado

Associação Autocaravanista de Portugal - CPA
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