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Autor Tópico: É o CPA contra a FCMP?  (Lida 6473 vezes)
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Détinha
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« Responder #22 em: 20 Mar 2011, 21:37 »

Bem vamos lá ver se chegamos a um concesso.

Quem faz um Clube?  Os sócios.

Para que serve um Clube? Para servir os Sócios.

Então um clube È de todos os sócios. Todos terão que ser servidos.
Então para quê andar eu quero isto, outro quer aquilo. Se neste caso o clube pode servir todos os sócios.
Quanto maior for um clube melhor serve os sócios, e não me refiro ao numero de socios mas de serviços que dá aos socios.

Se eu quero  só o  cartão C C I, o clube está em condições de a passar atravez da F I C M

Se outro sócio quer a carta de desportista ou outra, o clube está em condições de as passar atravez de F C M P.
A quantidade de sócios não tem a maior importancia.

Um clube é grande quanto mais serviços dá e melhor a servir TODOS OS SÒCIOS.


Cordialmente
 Odete
« Última modificação: 23 Mar 2011, 12:02 por Détinha » Registado
teresa paiva
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« Responder #21 em: 20 Mar 2011, 15:27 »

Companheiro Ricardo

O sentido de humor não ofende.

E as crises de identidade resolvem-se no psiquiatra.

Coisa bem diferente é o direito à identidade que não nos obriga a virar o volante para o mesmo lado, sem que isso signifique divórcio. Trata-se apenas do respeito pela identidade do outro.

Aplicando-se a um casal, claro que a identidade de príncipios é fundamental, mas isso não pressupõe que sejamos obrigados a votar no mesmo partido nem ir á mesma missa. O mesmo se deveria passar em todos os colectivos não fazendo das pessoas que têm opiniões diferentes das nossas inimigos.

A declaração de impostos é uma declaração de bens comuns que não mexe com o que é fundamental: o direito ao pensamento, que esse não há "cabeça de casal" que consiga colectivizar.

Mas será que agora no CPA temos que encetar uma manifestação pelo direito das mulheres autocaravanistas? Tongue

É tão simples como isto: se às eleições do CPA se apresentassem duas listas, e tendo a sua mulher direito a voto obrigá-la-ia(se conseguisse...) a votar naquela que o Ricardo entendesse ou respeitaria a a opção dela? ´

Uma associação reune pessoas com interesses comuns e não coisas, por isso o facto de o Clube ser avaliado pelo número de autocaravanas retira todo o contexto ao sentido de associação. O que não quer dizer que o número de autocaravanas não possa ser conhecido, mas o que faz o Clube são as pessoas ou ainda nos arriscamos a ter uma autocaravana como Presidente Wink

Um bom dia de sol para todos.

Teresa Paiva
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« Responder #20 em: 20 Mar 2011, 13:56 »

 Wink Sem ofensa Smiley

Permitam-me um pouco de humor para aliviar a pressão
. Grin

Para quem tiver crises de identidade é sempre possível mandar instalar um segundo volante na autocaravana (assim como nos carros das escolas de condução).


Importante é não esquecer que terão de voltar os dois para o mesmo lado senão é o desastre   Embarrassed ou divórcio!

Como em muitas outras situações neste mundo, até na declaração de impostos Embarrassed ainda existe a figura do "cabeça de casal" Cool para responder pelo colectivo!
Isto não é um clube de ping pong (ás vezes até parece atendendo à troca de galhardetes).
Vamos aproveitar o lindo dia de sol e tenhamos calma!

Saudações autocaravanistas
Ricardo
« Última modificação: 20 Mar 2011, 14:11 por Ricardo » Registado
Détinha
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« Responder #19 em: 20 Mar 2011, 13:54 »

  Ricardo tem toda a razão em pedir ao moderador que abra um item exclusivo á discução dos estatutos.

  Os estatutos são a vida , o dorso do clube, não podem aparecer já feito como um pacote de Plano de Accção.
 
  Todos os socios tem que dar a sua opinião de item a item.
  Não se pode mudar uns estatutos, só porque se quer mudar, tudo tem que ser ponderado
 desmontado de item a item para se ver o que se muda, e se convem á vida do Clube.

 O moderador que abra um item Exclusivo ao debate não tenha medo.

 Cordialmente

  Odete
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« Responder #18 em: 20 Mar 2011, 04:08 »

Companheiro Peter

Então explique-me o que é que eu sou.

Praticante de ...?

Ou apenas a mulherzinha que vai ao lado do Sr. autocaravanista?

Saudações

Teresa Paiva
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« Responder #17 em: 20 Mar 2011, 01:10 »

Companheiro Ricardo, estou absolutamente de acordo consigo. De que serve propagandear um clube com imensos sócios, quando a realidade nos diz que praticantes são muitos menos?
Faz lembrar alguém que se põe em bicos dos pés para parecer mais alto.



Respeitosos cumprimentos
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« Responder #16 em: 19 Mar 2011, 22:00 »

Caro "info CPA",

Recebi a mensagem que respeito.
Daí o meu pedido/sugestão que os assuntos quentes que se aproximam devessem estar mais concentrados e de preferência no quadro que apontei.
Este é o quadro onde o CPA poderia, sugiro, incluir os temas que vão ser objecto de troca de ideias, que pudessem ajudar a "governar o barco". Também aqueles (atempadamente) que se prevê venham a ser debatidos em AG.
Nos outros quadros estão sujeitos a muita dispersão, digo eu!
Talvez tivesse lugar no "movimento associativo" mas, como a Direcção (e bem) lança os temas nas "notícias CPA" é, em consequência, neste quadro que o debate avança.
Manda quem pode... mas fica a sugestão.
Cumprimentos,
Ricardo
« Última modificação: 19 Mar 2011, 23:46 por Ricardo » Registado
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« Responder #15 em: 19 Mar 2011, 21:54 »

Companheira Teresa,

Compreendo os seus argumentos embora não partilhe deles, mas isso é assunto que deverá merecer amplo debate quando se avançar para a revisão dos estatutos. Aí os sócios terão uma palavra final.
Aquilo que eu afirmei foi que, com uma revisão dos estautos à vista, em que o assunto "qualidade dos sócios" não será assunto pacífico, me parece que não deveria avolumar-se o presumível problema e deveríamos concentrar os nossos esforços a tentar trazer mais sócios/autocaravanas, dos muitos que por aí circulam ainda sem filiação, para o CPA. Mas e por enquanto, na base de um sócio/uma autocaravana (para não complicar)
Deixo-lher aqui para reflexão apenas um argumento dos muitos que poderia apontar: se avançar-mos para essa hipótese de "sócios sem autocaravana" poderíamos um dia, por hipótese, ter uma situação de ter muitos desses sócios sem autocaravana a votar (todos têm direito a ter opinião e nada garante que os familiares partilhem a mesma do "titular") e, em consequência, a decidir um assunto que até poderia ser importante, que afectasse negativamente sócios com autocaravana.

Julgo que este assunto terá de ser bem ponderado e, em meu entender, "engordar" o CPA á custa de sócios efectivos que deveriam ser simpatizantes, não será o melhor caminho.
O que será que se pratica em clubes similares? Muitos já resolveram essas questões. Mais uma razão para ter ligações á Europa!
A questão dos diversos utilizadores de uma mesma autocaravana poderia ser extrapolado até ao infinito mas poderia ser fácilmente resovido se o sócio efectivo pudesse passar procuração a um familiar (necessáriamente muito próximo) para o representar na AG. è tudo uma questão de estatutos!
Este assunto merece maior ponderação.

Até lá temos a questão das federações. Este sim é já para a próxima semana.

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Ricardo
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« Responder #14 em: 19 Mar 2011, 21:24 »

ESTATUTOS DO CPA

Tenho pena que não me seja possível (por imposição da gestão do forum) criar este tópico "Estatutos do CPA".

Companheiro Ricardo

Qualquer membro do Fórum pode abrir um novo tópico no quadro que achar que melhor se enquadra.

Apenas os tópicos da Direcção e do "notícias CPA" estão interditos a novos tópicos que não colocados por responsáveis do CPA.

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« Responder #13 em: 19 Mar 2011, 20:47 »

Companheiro Ricardo

Por vezes quando estamos com um assunto na cabeça tendemos a julgar tudo concertadamente com o mesmo.

O que consta do comunicado 2011/12, pelo menos para mim não tem o significado que o companheiro lhe está querer dar.

 Já existia a isenção de quota para o conjuge o que também  desvirtua o conceito de uma autocaravana/um sócio.

E quanto a mim sempre a vi de uma outra forma bem diferente daquela que o companheiro agora equaciona.

Quando entrei para sócia do CPA (e não foi com isenção de jóia) fi-lo porque sou tão autocaravanista como o meu marido e sempre me senti no direito de ter opinião e poder emiti-la nas AGs, o que me estava vedado pelo facto de não ser sócia.
Pessoalmente já participei em algumas coisas do CPA sózinha sem o meu marido e estarei em Torres Novas sem ele.
Nesta perspectiva em que qualidade de sócio me encaixarão?

Também o meu filho mais novo desde os 2 anos é sócio e na altura apenas na perspectiva de ajudar a engrandecer um Clube que não era ainda o que é hoje. Entretanto o meu filho cresceu e é legitimo que possa usar a nossa autocaravana, e que queira ter a CCI ou a CD ou até participar de uma Ag ou mesmo entrar para uma Direcção(que não quer). Pela sua lógica o meu filho deveria filiar-se num outro clube ? E estas condições verificar-se-ão em muitas famílias autocaravanistas.

E se eu um dia deixar de ter autocaravana? já não posso ser sócia? Excluem-me?

Portanto companheiro Ricardo nem tudo na vida do CPA se resume à FICM.

E aumentar o número de sócios de um Clube é do mais legitimo que não pode ser condicionado por outras opções.

Saudações

Teresa Paiva
« Última modificação: 19 Mar 2011, 20:56 por teresa paiva » Registado

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« Responder #12 em: 19 Mar 2011, 18:17 »

ESTATUTOS DO CPA

Tenho pena que não me seja possível (por imposição da gestão do forum) criar este tópico "Estatutos do CPA".
É um tema que deverá estar em debate nos próximos tempos com vista à necessidade URGENTE de revisão dos estatutos.

A propósito,  e esta é a minha opinião, entre muitas necessidades de limpeza e clarificação que os actuais estatutos apresentam encontra-se a da qualidade dos sócios.
Os que já existem terão de ficar assim (que remédio!) isto se não quizerem aderir às "novas" qualidades se vierem a ser aprovadas como espero.

Vem isto a propósito da recente campanha de angariação do novos sócios, agora lançada pelo COMUNICADO 2011/12.

Se uma das hipóteses em aberto é a de qualificar os sócios é relacionar o sócio efectivo com uma autocaravana (na base de uma autocaravana - um sócio efectivo) repondo uma questão de verdade na representação que o CPA faz da modalidade a nível nacional e também da forma como o clube é cobrado junto das instituições internacionais (de que tenho esperança não venhamos a sair):

POR QUE RAZÃO estamos a contribuir para "enrrolar" ainda mais a situação e, num momento em que se avista a revisão dos estatudos, estamos a encentivar a entrada para sócios efectivos, os ASCENDENTES e DESCENDENTES do sócio efectivo que possui a autocaravana?

Não me parece boa ideia e com isto está a direcção a seguir uma política de facto consumado!
Confesso que não entendo!

Sugiro que a coordenação do forum crie o tópico na secção Info CPA e transfira esta mensagem para lá.
Já agora alargo a sugestão para a criação, na mesma secção, de um outro tópico tipo "federações" para manter e tornar mais amplo e abrangente o debate sobre a inscrição do CPA em federações nacionais e/ou internacionais

Cumprimentos autocaravanistas
Ricardo
« Última modificação: 19 Mar 2011, 20:32 por Ricardo » Registado
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« Responder #11 em: 19 Mar 2011, 11:44 »

Companheira Teresa,

Terei de lhe dar razão quanto ao fraco sentido associativo dos autocaravanistas.

Basta extrapolar o que acontece em Portugal onde o número de inscritos em clubes rondará (com boa vontade) cerca de um quarto dos autocaravanistas existentes.
Cá como lá fora parece existir uma certa fobia de estar associado e é certo que a união faz a força! .

Teremos de pedir mais militância dos associados para, nos encontros informais, nas conversas com os companheiros, trazerem mais sócios.

Outra situação relevante é a de que, estar incrito num clube polidesportivo remete, na maior parte dos casos, a modalidade autocaravanismo (habitualmnte minoritária) para uma posição subalterna.

Veja-se o exemplo da FCMP onde o CPA praticamente não é ouvido (senão desprezado).

Também na Europa a oferta de filiação em Federações Internacionais ultrapassa o universo da FICM mas creio que esta é a única federação internacional que representa,  na Europa, exclusivamente o autocaravanismo. De facto tem feito quase nenhum trabalho, terá de se profissionalizar ou de encontrar maneira de se dinamizar. Talvez com uma participação mais empenhada dos seus associados

Saudações
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Ricardo
« Última modificação: 19 Mar 2011, 11:46 por Ricardo » Registado
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« Responder #10 em: 19 Mar 2011, 00:34 »

Companheira Odete

Tens razão e peço desculpa de não ter lido devidamente o que escreveste.

A ultima revisão de estatutos da FCMP data de 2009. Não sei, como será óbvio, se foi feita nessa altura alguma alteração ao artº 15 ou se já tinha esta redacção anteriormente.

Companheiro Ricardo

Longe de mim considerar tolo quem está filiado na FICM.
Noutro tópico foi adiantado o número de 9800 associados na FICM. Este número não é referente ao número de associadas mas sim ao total de sócios de cada associada.

No universo autocaravanista europeu não lhe parece que anda aí muito tolo que ainda não aderiu á FICM? Este número, neste contexto, é quase irrelevante.

Saudações

Teresa Paiva

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« Responder #9 em: 18 Mar 2011, 23:17 »

Boa Noite
Teresa quando falei nos estatutos eram os estatutos da Federação de Campismo, não dos estatutos do C P A.
 Quanto ao atirar pedras, não estou a atirar pedras a ninguem estou apenas a descordar daquilo que querem fazer ao clube.
Mas se lhes quizerem chamar pedras, eu e toda a Direção anterior tambem levamos com muitas e não morremos.
Quanto ao colóquio em 2009 eu não concordei, mas uma vez que ele foi efectuado, tentei acompanhar,
E nessa altura foi dito pelo advogado da Federação tudo o que agora veio a ser posto no papel.
Quanto a divergencias eu estou é exactamente preocupada com o C P A.
Sim sei que Direcções passam e o C P A fica, mas como, em que situação,desprestigiado?
 Cordealmente
 Odete
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« Responder #8 em: 18 Mar 2011, 23:07 »

Companheira Teresa,

Os actuais Estatutos foram aprovados na Assembleia Geral Extraordinária de 24 de Janeiro de 2004. Não terão a antiguidade que sugere na sua mensagem e parece querer justificar aquilo que denunciei.

De qualquer modo, o que está feito esta feito e será sempre um ponto de partida para avançar para o futuro do CPA.

Deste modo penso que deveremos avançar rápidamente para a revisão dos estatutos e, na minha opinião, enquanto o não fazemos, não deveríamos perder a ligação à Europa. Seja através da FICM enquanto não for encontrada outra alternativa melhor. Sempre é uma federação que trata exclusivamente de autocaravanas e, as restantes federações e clubes (excepto o inglês que parece estar mais por razões comerciais do que por amor à modalidade) que a integram não devem ser tolos!

Afinal a filiação na FICM custa a cada associado APENAS DUAS BICAS por ano. É irrelevante.
Tanto mais que acredito que a nossa filiação na FCMP está irremediavelmente condenada. Nós não gostamos nem precisamos dela e ela não gosta nem precisa de nós!
Até a CCI já pode ser obtida sem o seu intermédio!

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« Responder #7 em: 18 Mar 2011, 21:39 »

Olá Odete

.
 E acho que não me engano que quando a F C M P mudou os estatutos já o C P A era filiado na F I CM.

 

Ninguém melhor que tu saberá que foi em 2008 que o CPA fez a adesão como membro efectivo da FICM pois foste tu que representaste o CPA nessa altura. Até aí o CPA estava na FICM apenas com o estatuto de observador o que é muito diferente de ser filiado.
Foi aprovada a mudança dos estatutos do CPA em 2004.

  A minha convicção é que esta Direcção tanto quis agradar á F C M P que eles se lembraram de os por entre a espada e a parede, (como se diz na giria) pois até tiveram de acordo que fosse uma federeração campista a implantar o dia do Autocaravanista.

 

Atirar pedras é fácil como também é fácil esquecermo-nos que um dia já  fizemos parte de uma Direcção.
Permite que te recorde:

A convite da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal vai o Clube Português de Autocaravanas organizar um colóquio no dia 13 de Fevereiro de 2009, pelas 15 horas, no pavilhão 3 da Nauticampo, sobre os seguintes temas:

Autocaravanismo na Europa

O novo regime jurídico dos parques de campismo privativos associativos com especial incidência no regime jurídico do autocaravanismo

A importância do representante oficial de marca na distribuição de caravanas e autocaravanas

Os Clubes e o Autocaravanismo em Portugal



Acho que pertencias a esta Direcção, ou não?

Afinal o que é que criticas agora que não criticaste na altura?

Sejamos honestos e não nos deixemos levar por divergências quando o que importa é o CPA. As direcções passam as instituições ficam.

 um abraço

Teresa
« Última modificação: 18 Mar 2011, 21:45 por teresa paiva » Registado

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« Responder #6 em: 18 Mar 2011, 21:04 »

Companheiro Ricardo

Os fundadores do CPA tiveram uma visão extraordinária ao criarem um Clube de Autocaravanismo quando o autocaravanismo era apenas do conhecimento de muito poucos.

Há 21 anos atrás não existia sequer em Portugal mercado de autocaravanas e o autocaravanismo que então surgia não era mais do que a vontade de alguns campistas de criarem condições mais autonomas de poder viajar.

É portanto fácilmente compreensível que os estatutos tenham sido feitos (ou copiados) de um qualquer Clube campista. Não considero portanto uma questão de má fé mas dos tempos.

Quando diz que estes estatutos já deveriam ter sido alterados há muito, ambos teremos que nos culpar  por nunca o termos sequer sugerido em uma qualquer Assembleia Geral.

Bem sei que habitualmente nem nos debruçamos sobre estas coisas mas agora que está em agenda desta Direcção a modificação dos estatutos, contribuições como as que deixa aqui são uma mais valia.

Estou plenamente convencida que a obrigatoriedade de filiação na FCMP deixará de constar nos próximos estatutos, esperando que, quando a questão se puser, apareçam as boas vontades necessárias para a constituição de uma comissão com fim á elaboração de uns estatutos que sirvam a instituição CPA.

Saudações



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« Responder #5 em: 18 Mar 2011, 15:36 »

Companheiros,

Ainda reflectindo sobre a "obrigação estatutária" de pertencer à FCMP:

Em meu entender os estatutos de uma organização devem ser lidos com atenção.
Quero com isto dizer que a essência do seu conteúdo se encontra logo no início dos mesmos, no artigo que define os FINS da instituição.
O restante articulado não deve contrariar aquilo que se define como fim.
Diria que se poderá considerar como que existindo uma hierarquia que escalonará o articulado dos estatutos que deveria impedir que um artigo secundário obrigue, por contrariar, um artigo primário.

Toda esta conversa para denunciar a forma enviesada como os estatutos do CPA estão construídos. Diria que, na sua escrituração, existiu uma presumível má fé, exercida no sentido de tentar “amarrar o CPA à FCMP.
Senão vejamos:

1. Na alínea a) do Art.º 2 admite-se a possibilidade de inscrição na FCMP ou noutras federações nacionais ou estrangeiras e associações de interesse associativo. (até aqui o CPA é livre para decidir o seu futuro)

2. Para logo, na alínea b) do Art.º 6 se estabelecer como direito dos sócios o requerer a Carta Campista Nacional, a Carta Juvenil, a Carta de Montanheiro e o Carnet Camping Internacional, nas condições estatutárias da FCMP. (Destas, apenas o CCI poderá ter interesse para um autocaravanista enquanto não aparecer uma carta específica com idênticas regalias. Note-se que, por razões que escapam à minha compreensão, se obriga a ter a CCN para obter o CCI.)

3. Ainda nos Art.º 7 c) a obrigação de cumprir os estatutos da FCMP ou de outras federações…. (só aplicável se se pertencer à FCMP)

4. Também no Art.º 8 f) proposta à FCMP da sua irradiação do movimento campista. (sem importância para um autocaravanista)

5. E no Art.º 11 e) nomeação de um representante do CPA para …. Na FCMP ou outras quando solicitado por estas. (julgo saber que, no passado, foi a FCMP que IMPÔS ao CPA um nome, aliás, segundo consta pouco amigo do CPA)

6. E, o que é brilhante, no Art.º 16 nomear a FCMP herdeira dos bens campistas do CPA (sem comentários)

7. Finalmente remeter no Art.º 17 os casos omissos para a doutrina da FCMP.(afinal de quem são os estatutos?!)

Estes estatutos já deveriam ter sido alterados há muito.
É inacreditável com foi possível o CPA, leia-se a Assembleia Geral dos sócios, ter aceitado esta verdadeira armadilha que, apesar de tudo e se bem analisado o texto se desarma sem grande dificuldade.
De facto, de todas as ligações à FCMP acima referidas, apenas a tratada em 2  poderá “obrigar” a filiação na FCMP se a CCI não puder ser obtida de outra forma (ao que parece pode ser obtida através da FICM) sendo discutível se o CPA deverá disponibilizar o acesso às outras cartas.
Em meu entender, obtido o CCI através de outra instituição que não a FCMP, todas as restantes “ligações” estatutárias à FCMP são irrelevantes e, em boa verdade, não "amarram" o CPA à FCMP.

Porque não aproveitar a assessoria jurídica existente no CPA para ajudar nesta análise e ajudar a quebrar estas "amarras"?
Saudações autocaravanistas
Ricardo

« Última modificação: 18 Mar 2011, 15:49 por Ricardo » Registado
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« Responder #4 em: 17 Mar 2011, 22:24 »

 Boaventura, espero que não seja preciso (migrar) para fora de portugal para nos sentirmos verdadeiros Autocaravanistas.

 De todo o coração desejo que na proxima Assembleia impére o bom senso e que os sócios digam a esta Direcção o rumo do Clube, independentemente desta Direcção ameaçar se demetir se os sócios não votarem favoravel á sua vontade. ( aqui não há guerra politica)

Eu continou a pensar que nos podemos manter nas duas Federações será mais do agrado de todos.
Mas se tál não for possivel, pois que fiquemos pela F I C M e que nasça rapidamente a Federação
 Portuguesa de Autocaravanismo, para que não seja preciso então nós os amantes do verdadeiro autocaravanismo migrarmos até aos países visinhos e amigos.
 Cordialmente
 Odete.
 
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Boaventura
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« Responder #3 em: 17 Mar 2011, 17:24 »

Odete, Ricardo e outros interessados na questão.
Já conhecem a minha posição.
Em primeiro lugar representar Portugal no estrangeiro, mas sempre como autocaravanista, respeitando as outras modalidades.
Com muita pena minha de Portugal possivelmente deixar de ser representado no autocaravanismo no outro lado da fronteira. Poucas alternativas teremos os que quizerem continuar filiados nima FEDERAÇÃO DE AUTOCARAVANISMO INTERNACIONAL.
Eu pessoalmenet já me antecipei a me federer na FICM ,atravez da Federeção de Autocaravanismo Francesa.
Fico á disposição para colaborar com os que optem pela opção  AUTOCARAVANISTA.

Pelo Autocaravanismo
Candido Boaventura
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« Responder #2 em: 17 Mar 2011, 01:42 »

 Companheiro Ricardo.
 Estou completamente de acordo consigo.
 E acho que não me engano que quando a F C M P mudou os estatutos já o C P A era filiado na F I CM.

  A minha convicção é que esta Direcção tanto quis agradar á F C M P que eles se lembraram de os por entre a espada e a parede, (como se diz na giria) pois até tiveram de acordo que fosse uma federeração campista a implantar o dia do Autocaravanista.

 Como já é sabido, eu não estou de acordo que deixemos de estar filiados na F I C M.
 Se anda por ai alguma coisa escondida, pois deixemos a F C M P, que a isso ela nos obriga.

 Porque as contradições que esta Direcção apresenta dá que pensar,quer se aproximar dos clubes de outros Países, mas dá a entender que quer sair da Federação Internacional onde estão filiadados quase todos os países de forte gosto pelo autocaravanismo.

 Ou será que quer se aproximar dos clubes para se aproveitar de tudo o que lá se faz e estar por aqui de braço dado com a Federação Campismo.

 Cordialmente
 Odete
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« Responder #1 em: 16 Mar 2011, 16:11 »

Pedido de esclarecimento:

Com vista a uma mais proveitosa participação na próxima Assembleia Geral solicito os seguintes esclarecimentos que reputo de essenciais para uma deliberação consciente pela minha parte e, acredito, também dos restantes associados:

1. sem efeito
2. O Art.º 2º dos estatutos do CPA estabelece: “… podendo, em consequência: ( e na alínea a) deste art.º 2º ) “… Filiar-se na FCMP ou noutras federações nacionais ou estrangeiras e associações de interesse associativo”. Pergunta: o termo PODENDO usado nos estatutos do CPA constitui uma obrigação ou apenas uma possibilidade sempre dependente da vontade dos associados reunidos em Assembleia Geral? Esta possibilidade abrange a possível inscrição em outras federações nacionais ou internacionais em igualdade de circunstâncias com a FCMP?

3. Pergunta: Onde é que nos estatutos do CPA se determina a obrigação de consulta à Assembleia Geral para a inscrição tornada possível na alínea a) do Art.º 2º acima citado?

4. Pergunta: Em que Assembleia Geral do CPA foi deliberada a inscrição na FCMP?

5. Pergunta: No entender da Direcção do CPA o Art.º 15 dos estatutos da FCMP, que se transcreve na parte relevante, impede o CPA de continuar filiado na FICM ?

"...3 – É interdita a filiação na FCMP, de qualquer associação ou pessoa singular que seja filiada noutra federação que prossiga as mesmas modalidades, incluindo as suas várias disciplinas, ou o conjunto de modalidades afins ou associadas.
   4 – Perde a qualidade de filiado, por imperativo legal, o clube, praticante, técnico e árbitro que se encontre inscrito noutra Federação que prossiga os fins da FCMP, que após notificado para se desvincular o não faça no prazo de vinte dias úteis.
   5 – A notificação referida no número anterior é feita por qualquer dos órgãos executivos da FCMP e a perda de qualidade de filiado opera-se imediatamente decor¬rido que seja o prazo acima referido e sem que haja oposição do notificado...."


6. Pergunta: Foi o CPA notificado pela FPCM, nos termos dos estatutos daquela Federação, para abandonar a FICM? Em caso afirmativo, não pensa a Direcção que os estatutos da FCMP são um inaceitável atentado à liberdade de associação patente nos estatutos do CPA?

7. Pergunta: Sabe o CPA que a CCI - Carta de campista internacional pode ser obtida directamente através da FICM sem obrigatoriedade de previamente adquirir a CCN – Carta de campista nacional, como é exigido pela FCMP e, segumdo julgo saber, com custos muito inferiores para os associados que nela estejam interessados? Esta realidade, em meu entender, só por si não justifica qulquer necessidade de continual filiado na FCMP para garantir aos associados interessados a obtenção da CCI!

Saudações autocaravanistas
Ricardo
« Última modificação: 16 Mar 2011, 20:21 por Ricardo » Registado
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« em: 14 Mar 2011, 22:18 »


São atribuídas ao Clube Português de Autocaravanas afirmações e intenções, só possíveis de serem feitas, por desconhecimento ou por má fé.

Para que a verdade seja reposta e desmentidas todas as mensagens erróneas que tentem passar sobre o Clube, vamos, periodicamente, responder às questões que mais se colocam.

Também todos os sócios beneficiarão de um maior conhecimento das linhas orientadoras do seu Clube.

Acusação recorrente: O CPA é favorável à saída da FCMP.


Resposta (aprovada em Assembleia Geral de 27 de Novembro de 2010):

 “O CPA é, por deliberação estatutária, federado na Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (FCMP). A maioria dos sócios do CPA, não se pronunciou directamente sobre se concordavam ou não com esta cláusula estatutária. Contudo, em teoria, concordam, considerando que ao inscreverem-se como associados se comprometem a cumprir os estatutos em vigor.

Não obstante programarmos alterar os estatutos para que nele, entre outras, deixe de constar quaisquer referências a qualquer especifica Federação, não iremos propor a saída da FCMP.

Continuaremos a desenvolver e aprofundar as nossas relações com a FCMP na base da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade subscrita por ambos em 31 de Maio de 2010.”

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Associação Autocaravanista de Portugal - CPA
Portugal
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