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Autor Tópico: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA  (Lida 44775 vezes)
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Ameneses
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« Responder #126 em: 19 Fev 2010, 00:35 »

Companheiro:

Decidiu, está decidido. Mas....

Ameneses

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ULISSES
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« Responder #125 em: 02 Fev 2010, 10:24 »

A quem interessar

Neste Fórum, e no tempo próprio, manifestei a minha posição, civilizadamente, por entender que estava a assistir a um embuste. Isso já pertence ao passado. Concomitantemente com a resolução da AG, em que foi encontrada uma solução para a continuidade, fiz um apelo às consciências e boas vontades, civilizadamente, desafiando a que alguém com disponibilidade e disposto a mudar o paradigma em que o Clube está enredado surgisse, a que daria o meu apoio e estava convencido que outros o fariam. Enganei-me.
A minha intervenção, portanto, terminou com a denúncia de que, para mim, foi a demissão da direcção em ligar os sócios que falhou rotundamente. É essa a razão por não haver sócios envolvidos nos problemas do Clube.
Posto isto não me disponibilizo para dar ou tirar notoriedade a quem quer que seja, pois já não é próprio. Vou hibernar até que apareça uma direcção que tenha por preocupação principal os sócios.
Até sempre

Armindo Santos
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« Responder #124 em: 02 Fev 2010, 09:25 »

Bom dia Companheiros,
Em especial,Companheiro ULISSES,

Será que vamos continuar numa luta destrutiva que não conduz a lugar nenhum?

Será que não é chegada a hora de aceitar debater "ideias" e não apenas "pessoas"?

Tanto quanto me foi dado a conhecer na Assembleia Geral, ninguém, em momento nenhum, colocou a questão de dividir o "Movimento" Autocaravanista em "campistas" e "não campistas"!

Não são essas as ideias que estão em cima da mesa. Não defendo A nem B porque estou fora de qualquer lista ou comissão. Defendo apenas o bom nome do Clube Português de Autocaravanas e creio que este tipo de "guerrilhas" não entribui em nada para a CAUSA em questão!

Quem não está de acordo com determinada orientação deve apenas, e democraticamente, formalizar listas ou candidaturas alternativas, com ideias e projectos de futuro para serem submetidos à votação.

Agora destruir apenas por destruir sem apresentar qualquer ideia ou projecto válido, acho que não! Acho que não é esse o Caminho a seguir!

Não volto a intervir sobre este "Tema" porque entendo que em nada dignifica o Clube Portugês de Autocaravanas!

Um abraço e até sempre,

José Gonçalves
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José Gonçalves
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« Responder #123 em: 02 Fev 2010, 01:41 »

É preciso ter paciência…


 (...) referendar a opção autocaravanista itinerante-autocaravanista campista é discriminatório; quem cá está está, não pode ser posto na rua.(...)

Na sessão da Assembleia Geral de 30 de Janeiro, em Fátima, pretendeu ensaiar-se a continuação de uma politica destrutiva, sem a apresentação de ideias concretas e na senda de uma propagação de publicidade enganosa que visa procurar apoios através da divisão do Clube em Campistas e não Campistas.

Neste vale tudo, em busca não sei de quê, pretende-se agora atribuir-me a intenção de expulsar do CPA os campistas, inclusive os que fundaram o Clube. Curiosamente fazem parte da “Comissão de Constituição de uma Lista Candidata”, pelo menos, 4 sócios fundadores do CPA num total de nove, nos quais me incluo por deliberação da Assembleia Geral.

Pelo facto de eu ter dito, repetidas vezes, que “Justifica-se uma consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma politica preferencial pelo autocaravanismo ou pelo campismo, após que se deve actuar em conformidade com a decisão maioritária” eu procuraria, de má fé, o ensejo de convencer sócios menos atentos a promover uma purga no seio do CPA.

A frase acima faz parte de um parágrafo que lido na totalidade diz o seguinte:

Vinte anos depois verifica-se estarmos perante uma associação que, não obstante esforçar-se por acompanhar uma politica autocaravanista, entendida como uma modalidade de turismo itinerante, está enquadrada por normas estatutárias que a ligam ao campismo. Justifica-se uma consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma politica preferencial pelo autocaravanismo ou pelo campismo, após que se deve actuar em conformidade com a decisão maioritária

A leitura destes dois períodos é indissociável para uma boa e consequente e única interpretação da ideia que divulguei. Só de má fé se pode fazer outro juízo.

Admito e respeito quem não concorde com as ideias que defendo para o CPA e que exponha as suas razões. Mas é inadmissível que para tentar destruir uma ideia se utilizem processos nada éticos.

Não fora a minha convicção que uma mentira múltiplas vezes repetida corre o risco de se tornar uma verdade e deixaria quem a propaga a falar sozinho.

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Decarvalho
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« Responder #122 em: 01 Fev 2010, 17:15 »

dos dicionários
 black out {substantivo} [viag.]  período de embargo {m.} 
ou
. (Communication Arts / Broadcasting) (tr, adverb) to stop (news, a television programme) from being released or broadcast
« Última modificação: 01 Fev 2010, 17:23 por Decarvalho » Registado
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« Responder #121 em: 01 Fev 2010, 17:03 »

Ovalhamedeus,....um BLACK-OUT! Grin Huh Roll Eyes
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« Responder #120 em: 01 Fev 2010, 10:40 »

Bons Dias

Como leitor do Forum agradeço a nota da InfoCPA que vem objectivamente fazer o ponto à situação da sequencia da AG de Fatima, do ponto de vista oficial.

Assim enquanto a direccção se mantem em funções, a revista,e espera-se também amoderação do Forum,  há que aguardar os trabalhos da qualificada comissão a quem a AG delegou poderes para preparar a nova reunião de 10 de Abril, e ultrapassar o impasse criado.

Trata-se de uma boa notícia agora confirmada por quem de direito, pois as crises são incontornáveis em todas as actividades associativas, mas por isso mesmo, depois de reconhecidas só há que as ultrapassar em serenidade e tranqulidade. Por esse motivo compreendo perfeitamente que se verifique neste forum um black out de informaçao interna ate dia 10 de Abril, e até, o encerramento deste tópico. Se assim acontecer, não havera motivo para no exterior do CPA haver comentários sobre a situação, se esta não for tornada publica, ao contrário do que aconteceu na preparaçao da AG.

Os melhores votos deste autocaravanista para o sucesso da Comissão!

Decarvalho,
simplesmente.
« Última modificação: 01 Fev 2010, 10:42 por Decarvalho » Registado
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« Responder #119 em: 01 Fev 2010, 02:56 »

Companheiros

Decorreu a AG tendo a não existência de candidatos levado à constituição de uma comissão encarregue de concentrar esforços para a formação de uma lista que esperamos se apresente a votação na próxima Assembleia a realizar no mês de Abril e que será a continuação da realizada em 30 de Janeiro interrompida no ponto 4 da sua ordem de trabalhos.

Até lá todos os Corpos Gerentes do Clube se manterão em exercício bem como a Direcção do Boletim.

Pela importância do CPA e dos seus destinos, para o movimento autocaravanista, vários têm sido os blogues públicos que se têm debruçado sobre o momento que se vive no Clube. Razão para que a discussão no fórum não estivesse apenas acessível a sócios porque, a partir do momento que um assunto se torna público, é em nossa opinião mais equilibrado que as várias posições possam ser conhecidas, dando origem um melhor esclarecimento da opinião pública.

Esta Direcção considera que o CPA nada tem a esconder, apenas lamenta que alguns intervenientes no fórum nem sempre se pronunciem de forma respeitosa, mas essa é a outra face da moeda da liberdade de expressão que nem todos sabem utilizar e que não é, de maneira alguma, a forma de estar da maioria dos sócios do CPA como ficou bem demonstrado na AG do último Sábado. 

Saudações
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« Responder #118 em: 31 Jan 2010, 23:50 »

CPA: sem crise e com Corpos Sociais

Mais do que fazer o historial dos factos da Assembleia Geral do Clube Português de Autocaravanas (CPA) de 30 de Janeiro, importa fazer uma interpretação do acontecido, não só face às diversas intervenções que foram feitas por diversos oradores, como também às reacções da Assembleia Geral.

A não apresentação de uma Lista Candidata aos Corpos Gerentes e o firme propósito de os membros da Direcção em exercício se não candidatarem, não contribuiu, em nenhum momento, para que se sentisse estar em causa a continuidade da existência do Clube.

Após a intervenção de alguns sócios a Assembleia Geral terá eventualmente compreendido que a eleição de uma Lista Candidata deveria ter presente as linhas programáticas com que se apresentava e que a constituição de uma Comissão com o propósito formar uma Lista seria importante para que os novos Corpos Gerentes se conhecessem previamente e pudessem acordar o respectivo Programa de Acção.

Registe-se que já tinham sido entregues na Mesa da Assembleia-geral propostas no sentido do que acima se diz.

Não existe, pois, qualquer crise no CPA que, aliás, continua com os seus respectivos Corpos Gerentes em pleno exercício de funções.

Não só a suspensão do acto eleitoral permite no futuro a sustentação democrática da mudança, como o assumir de uma Candidatura com um Programa de Acção tornará a candidatura ainda mais responsável.


NOTA: Fotos no Blogue do Papa Léguas
« Última modificação: 01 Fev 2010, 00:04 por Papa Léguas. » Registado

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« Responder #117 em: 30 Jan 2010, 20:56 »

Ora vivam leitores deste Forum do CPA.

A AG de Fátima terminou sem a aparição de uma lista candidata aos corpos sociais do CPA. Por isso terá de em reunião de Abril verificar-se se há condições para ultrapassar o problema. Tal como em 2008 em Abrantes, em que o assunto só se resolveu depois em Lisboa.

Como apenas membro do forum, e actualmente não sócio do CPA, procurei evitar pronunciar-me sobre o momento eleitoral do clube e ate defendi com pouco apoio  dos socios, que o debate deste tópico devia ser exclusivamente reservado à leitura e colaboraçao dos socios, por se tratar de materia interna, e para isso existir o topico VIDA ASSOCIATIVA.

Na realidade apesar do meu nome ter sido a despropósito mencionado, e objecto de diatribes mal intencionadas, infundamentadas, e odiosas, não deixei de acompanhar o folhetim pré-eleitoral.

Perante a actual situação, que lamento e considero negativa para o Movimento Autocaravanista, e até atentória da represenatividade do CPA com os seus 700 sócios em situação social regular, tambem nao me pronuncio, nem tenho que me pronunciar sobre o futuro, senão para desejar uma reunião da assembleia geral conclusiva em Abril.

Mas não posso deixar de me interrogar se a Historia se repete? De facto, na altura (2008) como socio do CPA, e aqui neste forum e em multiplas mensagens pessoais para a direccção, desenvolvi o tema do post, que aqui fica reproduzido neste topico, com a interrogaçao:

- Se as sugestões feitas e se os apoios na altura disponibilizados ao CPA tivessem tido seguimento, se o forum dispuzesse de um moderador atento e activo, haveria hoje o impasse público de que todos são espectadores?

..................................................
Decarvalho
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      Sugestões à Direcção para 2008-2009
« em: 16 Fev 2008, 18:56 »   

--------------------------------------------------------------------------------

Vivam Acs e companheiros

Na assembleia geral eleitoral de dia 16 de Fevereiro, que renovou os corpos sociais do CPA, tive ocasião em escasso tempo de apresentar publicamente tres sugestoes a Direcção.

Repito-as aqui, e acrescento outras, na expectativa que abertura deste tópico concentre os animos e energias construtivas dos membros deste forum, e as canalize para quem vai ter a função dificil de gerir interesses colectivos de um sector emergente e pujante do turismo autotransportado e itinerante.

Ora as sugestoes apresentadas foram:

1) criação de um gabinete de estudos de apoio à direcção,
2) criação de um observatorio nao governamental do autocaravanismo, aberto a todas as entidades, interlocutores e autoridades de relevo para este sector,3) realizaçao de mesas redondas curtas (1h) por ocasiao das concentrações ou passeios do CPA
A estas sugestõe acrescentam-se ainda e agora:

4)  divulgaçao de um codigo de etiqueta para este forum, e do moderador,
5) mudança do logotipo do clube, para um mais moderno e institucional,
6) realizaçao de jornadas de portas abertas nas delegações regionais,
7) preparaçao e realizaçao do I Congresso Nacional do Autocaravanismo.

Ora agora, venham lá as primeiras pedras!
Atenção, convem explicar que está escrito pedras, e não pedradas. Isto quer dizer, que se espera que a  este meu caminho das pedras, se juntem outras, devidamente polidas, de modo a continuarmos todos a construir as fundaçoes e alicerces de um movimento autocaravanista, sério, responsável e respeitado.

Bem Hajam os que assim me entendem!
 
« Última modificação: 30 Jan 2010, 21:20 por Decarvalho » Registado
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« Responder #116 em: 29 Jan 2010, 18:20 »


Companheiros

Vamos à Assembleia!

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« Responder #115 em: 28 Jan 2010, 18:45 »

Olá a todos os Companheiros

Olá Companheiro errante

Bem haja Companheiro por me provar que ainda existem autocaravanistas que pensam pela sua cabeça e que se não deixam influenciar por falinhas mansas, propostas obscuras e melhor ainda, não se deixam influênciar nem tão pouco amedrontar por lobis de interesse que nos últimos anos se apoderaram dos destinos do CPA.
Prezo-lhe acima de tudo a corajem de ver o que está mal e o que poderia estar melhor.
Quanto ao enganar os sócios pelas opiniões favoráveis sobre determinadas figuras que por aqui apareceram, descanse que já são todos adultos e sabem julgar por si próprios. Tais figuras a mim nunca me enganaram tal como não me enganam estas soluções milagrosas que nos são apresentadas agora.
Prezo-o ainda por se lembrar dos nomes de homens que fizeram deste Clube aquilo que nós sonhavamos como foram os casos do Raul Lopes do Nuno do Lauro Correia e muitos outros que por aqui passaram.
Dai o meu desafio lançado á dias; Demonstrem o que foram capazes de fazer após a Assembleia Geral de Abrantes. Onde andaram os que deveriam assumir as rédeas do CPA para não o deixarem cair nas sombras de determinadas personagens que por aqui passaram.
Costuma-se dizer que..."quem não tem cão caça com gato". Pois não me sai da cabeça que toda esta estratégia do proposto mandante dos destinos do CPA não passa de uma forma diferente para atingir os objectivos a que alguns se propuseram à dois anos e que entretanto não conseguiram.

Sábado há Assembleia Geral. À semelhança do que aconteceu à dois anos, todos estão avisados e agora com conhecimento de causa para julgar os que se apresentam na corrida, direi assalto à Direcção do CPA.
Alguns já se começaram a vitimizar como mudança de estratégia uma vez que algumas vozes se levantaram contra o que lhes era serviço em bandeja de prata e desconfiaram.

Para terminar uma palavra ao Sr. Moderador.
É perfeitamente lamentável que assuntos do foro interno deste Clube estejam a ser debatidos aqui em forum aberto e na presença de quem quer.

Sr. Moderador. Os sócios do CPA merecem-lhe uma melhor consideração.

Obrigado e como dizia o saudoso Raul Solnado

"Façam o favor de serem felizes"

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Rui Cruz
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« Responder #114 em: 28 Jan 2010, 17:38 »

Boa Tarde.

Muito bem Companheiro errante. Concordo inteiramente com a sua análise.

Ameneses

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Adérito Meneses
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« Responder #113 em: 28 Jan 2010, 17:18 »

A Quem Interessar:

1.

Diz agora Rui Narciso, extremando argumentos que :

"E a vida continuará. Porque, para mim, há mais vida para além do CPA e o autocaravanismo, entendido

como uma modalidade de turismo itinerante, não se esgota neste Clube."


Isto no meu entender só agrava a credibilidade da sua propositura! Entrou ontem e sái amanhã, se as

coisas não forem feitas como quer!?

Disse eu, no meu primeiro post, sobre este tema , que me parecia que o grande problema que se lhe opunha,

seria o da credibilidade da sua postura e pensamento!

O companheiro parece não ter ainda entendido isto!

Seguramente a totalidade dos sócios, estarão de acordo, com  melhores formas de eleição dos corpos gerentes.Tudo isso, todos sabemos, é seguramente pacifico.

Os problemas com a sua propositura não são esses!Todos sabemos. Não adianta fugir ou disfarçar o problema.


2.

No penúltimo numero da revista do CPA, o Presidente Ruy Figueireido,enderessáva-nos mais uma mensagem ,

e quase em jeito de desabafo, deixou escapar...a haver uma Lei para o autocaravanismo, é preciso que os

autocaravanistas sejam ouvidos.


Ruy Figueiredo, expressava dessa forma, (num acto de humildade e quase contricção em relação ao que se

tinha passado), 
a sua consciência sobre o sucedido e a sua vontade de reconciliação com o Clube. Com essa expressão, devolveu a dignidade aos sócios e com isso a reconquistou como Presidente.

3.

Rui Narciso,também membro da delegação á Assembleia da República (em representação de quem,(?) até hoje

ainda não percebi) nesse período anunciava publicamente as suas reservas sobre o projecto-lei. Mas,em

boa verdade, as reservas que publicamente anunciou só serviram para ...dar a ideia de que havia uma

dinâmica de discussão democrática por detrás do Projecto-Lei.

Todos sabemos que não foi esse o caso.

Rui Narciso, acredito que sem consciência disso, deu cobertura a uma estratégia bem montada.

E é pena!

É pena que não tenha tido até hoje consciência disso.

Infelizmente, essa não consciência de Rui Narciso , de que me apercebi nestes últimos dias, faz dele, um não presidente, para os desafios dos tempos que se avizinham.

Dirá, Rui Narciso, em sua defesa, que as alegações dele, até foram atendidas, pela sub-comissão de
turismo e anexas ao processo....

Pergunto: Sabe o companheiro, o que são Reclamações de Estilo? Estão assim mesmo previstas em filosofia legislativa, como: Reclamações de Estilo!

Pois bem,  devem as reclamações de estilo, quando existam, acompanhar em anexo todos os processos de

criação legislativa, porque assim se prova que o sector foi ouvido.

Mas nunca uma reclamação de estilo é  atendida, isso seria pôr em causa o aturado trabalho feito pelo(s)

legislador, articulista(s) da Lei. Uma reclamação nesses fóruns só é  atendível, se, se fundamentar na

disciplina do direito e fôr subscrita por especialista(s).Tipo Parecer Juridico!


Não acha Rui Narciso, estranho que num universo (segundo estimativas do ACP) de 5000 autocaravanistas em

Portugal, só a sua reclamação  encontrou os canais certos e abertos para chegar ao processo?


Ainda bem que o projecto não foi votado favorávelmente! Porque, como sabemos um projecto-lei é votado na

AR na forma que regularmente se designa por votação na generalidade. Depois baixa à comissão da

especialidade que atende ou não às reclamações anexas.

O que acham que ia acontecer, meus amigos, se o projecto passásse na generalidade?

4.

Companheiros, eu não sou candidato a nada, não tenho tempo, não tenho interesses no

autocaravanismo,..vivo a 4 horas de viagem de Vila Real de St. António e a 4 horas de Valença,...para

mim, sinceramente, uma vez lá chegado, a melhor AS ainda é um parque de campismo
.Não faço touring em Portugal,se sentisse falta de AS´s e pudesse  lutar por elas, não seria certamente em portugal.


5.
Tenho acompanhado  e estado mais ou menos envolvido nesta polémica por dever de consciência.

Sim! Dever de consciência... e só! Eu explico.

Vão por aí dois anos, pensei comprar a minha AC, andava eu a espreitar o blogue da companheira Odete, o

"On The Road Again",quando recebo um email dela própria, num desabafo, que dizia mais ou menos, que o

Autocaravanismo estava definitivamente perdido ,...porque, imagine-se os homens tinham perdido a

vergonha e tinham virado Falcões!


Nessa altura fiz a minha primeira incursão de curiosidade no fórum do CPA, pouco dias depois o fórum,
estava a fechar!

Quando da reabertura, a minha curiosidade estava lá, há porta.

 Então dou-me conta de um senhor com um discurso lúcido e escorreito sobre o autocaravanismo, mas algo desprezado e algo mal-tratado por outros.

Apressei-me então, na ingenuidade tipica de um recém-chegado, a aplaudi-lo e a corroborar a maioria das

suas opiniões, estimulando e desafiando os demais sócios a fazerem o mesmo. O que sinceramente penso

teve alguma consequência no que se viria a passar depois.

Hoje penitencio-me disso!

Penintencio-me por ter contribuido e ter ajudado a enganar concidadãos meus, Portugueses! Ainda que
involuntáriamente,... devo essa reparação  há consciência.

Tenho estado por aqui por dever de consciência e só!

Acreditem , para mim, não tem sido sequer um problema de ser  autocaravanista,... de ser ou não ser

autocarvanista itinerante. Para mim tem sido um problema de ser, ou não ser Português.


Tantas vezes este povo se lamúria da sua classe política, dos seus desmandos, desgovernos e

corrupção,...que perante um caso concreto de autêntico Lobby de interesses coorporativos, tipico dos

muitos processos legislativos que infelizmente  têm pautado a vida politica nacional nos últimos anos,..digo eu, 

perante o desfilar de um caso concreto, como este, imaginem a profunda tristeza que não devem sentir, os

filhos deste povo
, homens que tentaram dar o seu melhor à comunidade, como o Doutor Raul Lopes, o Doutor Nuno Ribeiro, o Doutor Laurentino Correia, o Presidente Ruy Figueiredo e outros,... serão afinal estes
homens os ignorantes e estúpidos ?

Párem para pensar um bocadinho, em nome do vosso país e de ser português!!!

6.
E por dever de consciência digo aos sócios ,que sois livres de fazerdes as vossas escolhas mas se
escolherem  para dirigentes do CPA, uma lista de personagens de  marionete, também a minha contribuição
para o autocaravanismo nacional acaba e morre aqui.

Assumam as vossas responsabilidades!Sabemos que a nossa consciência sobre o mundo que nos rodeia, melhora a cada dia que passa e todos os sócios são necessários. Do pouco que conheço, quero acreditar que, individuos como Rui Narciso, são sócios, pelos quais vale a pena lutar e trazer para a luta.

Apesar das divergências é essa a opinião que sinceramnete tenho sobre o seu possível contributo. Acredito que também ele quer o melhor e o mais correcto para o autocaravanismo itinerante. Na minha opinião tem-lhe faltado uma clara consciência da gravidade da situação.

Se não houver sábado, uma direcção eleita, a actual terá que convocar nova assembleia geral para discutir os destinos do Clube.

E, nessa altura, concordo inteiramente que a actual Direcção em gestão, tenha como boa a proposta de regulamento eleitoral que Rui Narciso  propõe.

Já quanto ao referendo,partilho de algumas das reservas antes expressas por Armindo Santos! Antes de um referendo (ou em vez de ), é minha opinião, que deveria lançar-se por via postal um questionário  sobre esse e
outros assuntos a todos os sócios, e que em resultado permitiria orientar à reflexão e aos caminhos da nova
direcção.

E até lá, sinceramente espero que haja uma maior conscienlização de todos os autocaravanistas, da gravidade dos desafios que se pôem ao CPA e ao autocaravanismo em Portugal.

Nessa altura, Todos somos poucos, para em trabalho que será sempre associativo e gracioso, nos opôrmos à
investida continuada e séria de profissionais do lobby.

A bem do Clube
Cardoso da Silva
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« Responder #112 em: 28 Jan 2010, 16:15 »

Companheiros

Vamos à Assembleia


Intervim na questão da Assembleia Geral por achar que estava em causa a dignidade do CPA. Não tenho nenhum conhecimento dos interesses em jogo. Não conheço, sequer, nenhum dos sócios do CPA. Para mim são todos respeitáveis, desde que se portem dentro dos cânones civilizacionais.
Dou-me conta que pode resultar desta disputa um vazio de poder, o que me deixaria penalizado.

Incentivo a todos:
 
Vamos à Assembleia Geral, que todos queremos democrática - no cumprimento dos Estatutos -,  pelo bem do CPA.

Porque:

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Armindo Santos
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« Responder #111 em: 28 Jan 2010, 01:32 »

Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA


Programa de Acção

Esta é a última vez que me dirijo aos leitores deste Fórum e neste tópico (Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA) antes da Assembleia-geral de 30 de Janeiro próximo.

Anteriormente à criação deste tópico as referências à Assembleia-geral eram superficiais e resumiam-se essencialmente a apelos para que surgisse uma Lista de Candidatos aos Corpos Gerentes. O aparecimento de uma proposta global e concreta contribuiu para que alguns associados se sentissem motivados para a questão. Sentirem-se motivados para a substância do assunto que, eventualmente pela primeira vez, queria fazer depender a eleição de uma Lista Candidata, dos compromissos que publicamente assumiam.

Uma Candidatura com um Programa de Acção – Esta ideia produziu um impacto que fez tremer alguns “velhos do Restelo”.


Delegações Distritais

O conhecimento que se tem das presenças dos associados em anteriores Assembleias-gerais do CPA é elucidativo da falta de associativismo agora existente. Na realidade e segundo o relato de alguns sócios dos primórdios da existência do CPA, a velhinha sede da Rua dos Lagares ficava repleta sempre que os sócios eram convidados/convocados para reuniões. Existia, segundo essas testemunhas, um forte empenho, clubismo e amizade. Uma realidade diferente devido ao menor número de sócios que possibilitava que quase todos se conhecessem.

Recordo a tristeza com que alguns associados mais novos afirmaram não ter sentido a desejável inclusão no “grupo” quando pela primeira vez compareceram num evento do CPA e se sentiram, digo eu, marginalizados. Outras mágoas proliferam a vários níveis, não sendo nem o local, nem o momento, para os escalpelizar.

As alterações verificadas, relativamente aos primórdios do CPA, têm a ver com a expansão numérica do Clube. Os sócios estão dispersos. Já se não conhecem ente si e, até, muitos, nem conhecem os seus dirigentes. Voltar ao espírito inicial do CPA, à época em que a velhinha sede da Rua dos Lagares ficava repleta, é possível através da criação de Delegações, onde os sócios se conhecerão melhor uns aos outros, empenhando-se, mobilizando-se, fazendo renascer o clubismo e a amizade de então.

Criar Delegações Distritais como parte integrante do CPA – Esta concepção criou o terror em alguns adeptos da centralização do poder e não admitem que se delegue poderes para que os sócios mais afastados da sede possam ser melhores servidos.


Voto por correspondência

A eleição de uma Direcção, uma Coordenação, uma equipa, num universo de umas 200 pessoas que se conhecem, não justifica que o processo eleitoral obedeça a regras muito bem definidas, e o bom senso e uma boa concepção do que é a democracia, são suficientes.

Quando, porém, estamos a falar de um potencial de 1700 eleitores e, simultaneamente, candidatos, não podemos estar convencidos que se conheçam entre si ao ponto de dispensar regras claras e democráticas que definam a forma como se podem candidatar e votar. Para que os Candidatos, enquanto equipa, se dêem a conhecer, a divulgação de um Programa do que se propõem a fazer é imprescindível. Mas, também é imprescindível que todos os sócios tenham as mesmas oportunidades de votar.

De novo os sócios dos primórdios do CPA recordarão que nessa época a dispersão geográfica dos sócios era diminuta o que permitia que todos se pudessem deslocar à Assembleia de Voto. Nos tempos actuais existem sócios dispersos por todo o território nacional que não estão disponíveis para se deslocar a uma Mesa de Voto, inclusive pelos custos que consideram não justificar a deslocação. Ou por quaisquer outros motivos. Uma solução, actualmente impraticável, seria colocar Mesas de Voto em todos os Concelhos ou Distritos. A solução óbvia é criar condições para o exercício do voto por correspondência.

Voto por correspondência para a participação de todos os sócios – Uma medida que pôs em pânico alguns dos que pensam e querem controlar as Assembleias-gerais Eleitorais.


Regulamentação eleitoral

Reportando-me de novo às memórias dos associados verificou-se, pelo menos na última Assembleia Geral, que a não existência de Listas Candidatas até ao momento do acto eleitoral, não criou condições mínimas de dignidade para um acto do que se quer o mais nobre da vida de uma Associação como o CPA.

Não é digno para o CPA que seja eleita uma Direcção que não quis ser Direcção e só o foi porque… não havia mais ninguém. Não há dignidade num acto eleitoral destes. E, tenham calma, porque não estou a falar de pessoas. Estou a falar do sistema.

É absolutamente necessário haver regras claras e democráticas que dignifiquem o acto eleitoral e permitam que sejam desenvolvidos esforços para que pelo menos uma Lista seja Candidata. Esforços que se desenvolvam a montante do acto eleitoral.

Prazos e regras claras pré-definidas – Esta alteração do sistema eleitoral terá assustado os que fazem da indefinição uma forma de estar na vida e disso procuram tirar proveito.


Referendo

CPA surgiu em Janeiro de 1990 por iniciativa de um reduzido grupo de amantes do campismo a quem é justo agradecer. O CPA levou a efeito 8 acampamentos até ao ano de 2005 e em 2003 a vertente campista do CPA culminou com a responsabilidade de organizar o 23º Acampamento Nacional da FCMP (Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal).

Os autocaravanistas, entendidos como turistas itinerantes, não estão contra o direito de quem o desejar utilizar Parques de Campismo e querem que esse direito se mantenha. Não estou, coerentemente, a defender a exclusão de ninguém. O que quero é que o meu Clube se oponha, isso sim, à minha exclusão e que defenda o que é também um direito, o meu direito de não ser obrigado a pernoitar num Parque de Campismo.

Representantes da FCMP têm vindo a afirmar e a querer que os autocaravanistas sejam proibidos de pernoitar fora de Parques de Campismo. O CPA, por omissão, não se opõe. Os autocaravanistas, entendidos como turistas itinerantes, estão a ser acossados, nomeadamente pela FCMP e, os que são sócios do CPA, não vêem que o seu Clube os esteja a defender.

O aumento de sócios do CPA foi naturalmente criando contradições e dificuldades que impedem um assumir de posições claras pelo que se justifica, presentemente, uma consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma politica preferencial, para que se não continue a excluir o autocaravanismo, entendido como uma modalidade de turismo itinerante.

Os autocaravanistas, que são campistas, têm o dever ético de defender o direito de todos os Autocaravanistas não serem obrigados a pernoitar em Parques de Campismo, pois que o direito de pernoitar em Parques de Campismo, esse, já está assegurado.

Referendo para a não exclusão do Autocaravanismo, entendido como turismo itinerante – Um referendo, clarificador, que não é desejado pelos que não querem que o CPA impeça a exclusão dos autocaravanistas de não serem obrigados a dormir em Parques de Campismo.


Suspender o acto eleitoral

As medidas preconizadas que devem e podem ser progressivamente implementadas passam pela eleição de uma Direcção, num acto eleitoral digno, com a apresentação de um Programa de Acção e com a instituição do voto por correspondência, para permitir a todos os sócios votar.

A construção de uma casa inicia-se pelas fundações para se obter as melhores condições de habitabilidade para os seus ocupantes actuais e futuros. A construção de um projecto inicia-se pela definição dos seus objectivos para permitir as melhores vivências aos presentes e futuros destinatários. Os construtores desse projecto (a Direcção) têm que ter uma opção clara e pública e ser, assim, apoiados (eleitos) por aqueles a quem o projecto se destina (os sócios).

Não vejo, salvo melhor e fundamentada opinião, outra forma de promover democraticamente as mudanças que se justificam, senão, tendo como principio da mudança, a suspensão do processo eleitoral a que se refere o ponto 4 da Ordem de Trabalhos da Assembleia Geral para a mesma Assembleia Geral continuar em 17 de Abril de 2010.

Suspender o acto eleitoral – A suspensão do acto eleitoral para dignificação do mesmo e para permitir a participação de todos os sócios, é contestada, pelos que não querem que todos os sócios possam poder votar e apenas com uma argumentação pseudo legalista.


Uma candidatura responsável

Consultadas as estatísticas do Fórum do CPA constatei que desde que me registei já tive umas 16 horas de protagonismo e que os meus escritos foram visualizados mais de 2700 vezes, o que talvez me possa permitir afirmar que acederam diariamente a este tópico mais de 100 pessoas. Como não estamos em teleconferência e o meu rosto não é visível sou obrigado a referir que estas palavras são ditas com um sorriso irónico.

O meu passado associativo de mais de 40 anos, que não vou aqui descriminar, permitiu-me já exercer funções das mais diversas nas mais diversas organizações. É talvez por isso que, não sendo mais inteligente que o comum dos mortais e não tendo formação superior, tenho o conhecimento, também de experiência feito, que me permite “ver” para além do imediato. Permite-me “ver”, no caso do CPA, com as convicções e com as dúvidas de quem tem plena consciência de que não há verdades nem certezas absolutas.

Ao longo de 23 dias e desde o início, fui assediado por quem só tinha uma única preocupação: Será ele (eu) candidato numa Lista para os Corpos Gerentes do CPA? Esta estupidificante pergunta, face ao teor das propostas em apreço e perante uma pessoa que se não conhece, só podem ter uma interpretação racional. O medo irracional de que essa pessoa (eu) possa vir a ser Candidata e conseguir, se eleita, levar à prática com êxito as mudanças que se propõe.

Quais são as razões apresentadas por quem repudia propostas que só beneficiam o futuro do CPA? Para além das muitas incoerências, só próprias de quem não tem um projecto para o Clube, para além de uma argumentação recheada de impropérios e falsa, o que ou quem está por detrás desta animosidade? Que movimentos e interesses se escondem para manter a situação (status quo) em que o CPA está, impedindo as mudanças que a modernidade dos tempos justificam?

Assumir uma Candidatura com um Programa de Acção – Mudar o CPA, tornando-o moderno, eficiente, interventivo, aberto ao futuro passa pelo compromisso público de uma candidatura com um Programa de Acção, eleita por todos os sócios através, também, de voto secreto e directo e num processo eleitoral com regras claras e pré definidas.


A suspensão do acto eleitoral permitirá a sustentação democrática da mudança

Na Assembleia-geral de 30 de Janeiro os sócios, como é normal em democracia, terão a palavra final, se a Mesa da Assembleia-geral os não impedir alegando motivos anti-estatutários que não existem.

Se os sócios na Assembleia-geral se pronunciarem contra a suspensão da reunião e do acto eleitoral o autor do Papa Léguas submeter-se-á à deliberação soberana, o que não pode ser considerado uma concordância com a decisão.

E a vida continuará. Porque, para mim, há mais vida para além do CPA e o autocaravanismo, entendido como uma modalidade de turismo itinerante, não se esgota neste Clube.

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« Responder #110 em: 27 Jan 2010, 02:40 »

Só incoerência?

Os trechos abaixo foram escritos pela mesma pessoa, nas datas referidas, e abordam a mesma temática: consulta referendária e estrutura organizativa.

No primeiro trecho admite-se a “bondade destas questões” que parecem “pertinentes”.

No segundo trecho diz-se que são judiciosas as opiniões e que já se apoia “a implementação destas medidas” e quer-se que “Haja condições”.

No terceiro trecho afirma-se que as propostas não têm “ponta por onde se lhes pegue” e que as propostas a serem implementadas “implodiriam o Clube”.

Vale a pena comentar? Ora leiam:


Escrito em 05 de Janeiro de 2010

O sr. Papa Léguas não faz a coisa por menos: Há que assumir duas decisões, já: "consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma politica preferencial pelo autocaravanismo ou pelo campismo"; e, "Impõe-se, assim, a existência de uma estrutura organizativa em que a vontade dos associados, em todo o país, se faça ouvir e respeitar". Isto é dito no corpo da sua proposta, que, entretanto, o que faz é debitar um arrazoado sobre como deve ser e não deve ser o acto eleitoral.
A bondade destas questões parecem-me pertinentes, sendo postas à discussão no local apropriado, mas não são as que o sr. Papa Léguas quer que sejam discutidas.



Escrito em 19 de Janeiro de 2010

São judiciosas as opiniões de PapaLéguas em referendarmos os objectivos do Clube. Ponto. Também são judiciosas as opiniões relativas a uma organização estruturada no sentido de prestar melhor serviço ao AUTOCARAVANISMO. Ponto. Apoio a implementação destas medidas. Haja condições.

Precisamos de uma Direcção que seja constituida por sócios que queiram empenhar-se nestas tarefas e noutras que venham a ser por eles propostas



Escrito em 26 de Janeiro de 2010

As propostas que apresentou não têm ponto por onde se lhes pegue e estavam desajustadas da realidade:

1) “consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma política preferencial pelo autocaravanismo ou pelo campismo”.
2) “estrutura organizativa em que a vontade dos associados, em todo o país, se faça ouvir e respeitar”.

Propostas que, a serem implementadas, implodiriam o Clube, porque a realidade é que, no Clube, há sócios que se caracterizam por ser autocaravanistas itinerantes e sócios autocaravanistas campistas,  e não tem que se excluir ninguém.


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ULISSES
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« Responder #109 em: 26 Jan 2010, 22:34 »

Terminou o tempo dos argumentos. Vamos aos actos: vamos à Assembleia.

Com esta intervenção, fundamentada no que foi a prestação dos principais intervenientes de quem formei opinião, pela análise das alegações e intenções detectáveis, dou por encerrada a minha colaboração para o esclarecimento do colectivo, dos interesses conhecidos ou pressentidos em jogo, não como um justiceiro mas como interessado na causa.

Companheiros:

Este Clube é de gente! Gente que se sente, que se empenha se for preciso, de forma sensata, sem sujeição burocrática; porque é gente livre. O bom senso é nossa prática. O respeito mútuo o nosso modo de estar.

ACREDITO QUE É ASSIM!

Mas, vamos ao que aqui me trás, sem condescendências ou falsa comiseração.

ACUSO. Fomos perturbados por um arrivista, com muita bazófia e algumas letras, que julgou estar a tratar com distraídos ou ignorantes. Perpetrava um assalto ao poder.
As propostas que apresentou não têm ponto por onde se lhes pegue e estavam desajustadas da realidade:

1) “consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma política preferencial pelo autocaravanismo ou pelo campismo”.
2) “estrutura organizativa em que a vontade dos associados, em todo o país, se faça ouvir e respeitar”.

Propostas que, a serem implementadas, implodiriam o Clube, porque a realidade é que, no Clube, há sócios que se caracterizam por ser autocaravanistas itinerantes e sócios autocaravanistas campistas,  e não tem que se excluir ninguém.
 
Autocaravanismo é a utilização de autocaravana.

Querer diferenciar é querer dividir é querer reinar. Estas questões poderão ser discutidas, porque tudo pode ser discutido. Mas, no lugar próprio e depois de os sócios serem desafiados para cogitarem sobre o assunto. (A minha opinião já aí fica).
Felizmente estas propostas não podem ser, sequer, discutidas na Assembleia Geral, por não estarem contempladas na Ordem de Trabalhos.
Com base nestas ideias, que considero idiotas, atreveu-se a propor a anulação do ponto 4.º da Ordem de Trabalhos – a Eleição – para ter tempo de arranjar correligionários que corroborassem o seu desplante. (Apenas 3 sócios estiveram na confraternização dos 25 anos do Clube. Quererá isto dizer que está sozinho?).
Acresce que de substantivo, na “proposta”,  não aportou nada. Nem uma ideia. O que fez foi arengar sobre organização, regras, regulamentos; sobre “Regionalizar” o poder…

Nem uma ideia.

- Ficou demonstrado que é de baixíssimo nível quanto a personalidade: até desprezou discutir as ideias que foram aduzidas em contraponto à sua “proposta”, de forma ostensiva, indelicada e inqualificável!

- Ficou demonstrado que o  labéu de descentralizar para que os “sócios se façam ouvir e respeitar” não era mais do que uma treta para enganar tolos. Nem contraditou ninguém antes de ser presidente, o que iria fazer se chegasse a ser?

- Ficou demonstrado que a mentira é coisa que usa se lhe der jeito: na sua intervenção de 19/1/2010, às 2,18h, manipulou os textos dos Estatutos, infamemente. Não pode dizer que não os leu ou não sabe ler. Todos percebemos que sabe ler e sabe bem.

- Ficou demonstrado que não tem qualidades para dirigir o CPA.

Portanto, vamos à Assembleia.

Entre os mais de mil e quinhentos sócios há-de haver um que se disponha a sacrificar-se pelo relançamento do Clube. O CPA não pode deixar o campo aberto ao proliferar de grupos e grupinhos que foram surgindo a protagonizar o ideário do Autocaravanismo só porque o CPA deixou cair os braços, remetendo-se a uma vil e apagada existência. Pior não é possível.
Temo que já tenha conseguido os seus fins: implodir o Clube para aproveitar os restos, por culpa de todos nós.

Peço que se interroguem:

Este Clube é de gente. Gente que se sente. Não é?

Todos à Assembleia a eleger uma direcção.

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« Responder #108 em: 25 Jan 2010, 21:13 »

Caríssimos Companheiros

Infelizmente Teresas Paiva só há uma dentro do CPA.

Já é tempo de deixarmos de nos  "arranhar" uns aos outros - principalmente em público, como é o caso deste forum - e lutarmos por um CPA forte e coeso, pois a situação actual é grave

E aproveitem para dar uma olhadela ao Blogue da Bruxinha, para verem como lutam pelos seu direitos os nuestros hermanos autocaravanistas. Aprendamos com eles...

http://acdabruxinha.blogspot.com/2010/01/defender-o-direito-ao-autocaravanismo.html

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« Responder #107 em: 25 Jan 2010, 16:32 »

Companheiros

Congratulamo-nos que o companheiro Papa Léguas tenha retirado a mensagem anónima recebida.

Iria de qualquer forma ser retirada por nós por não querermos alimentar neste fórum a onda de ofensas, difamações e ameaças do mais baixo  nível.

Não se entende a quem serve este tipo de actuação que tem deixado feridas nas relações entre autocaravanistas, mas publicitá-las é servir os interesses de quem mais argumentos não tem que o insulto.

Qualquer  ocorrência deste tipo de actuação que tememos vá continuar será apagada sem aviso.

Têm também ultimamente algumas mensagens colocadas no fórum um tom mais ofensivo que pedimos seja refreado.

Saudações
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« Responder #106 em: 25 Jan 2010, 15:44 »

 Huh

é para "isto" que serve o Forum do CPA?
só recordo:
Mas manda quem pode...direccção do CPA, info CPA, moderador etc que assim consideram certamente representativo dos autocaravanistas e da sua desejada imagem junto da opinião pública em geral, o conteúdo deste tópico.
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« Responder #105 em: 25 Jan 2010, 14:43 »

Para que conste:

No Blogue do Papa Léguas um "qualquer coisa" anónimo que se intitula "Observador de Aves raras" escreveu nos comentários o que transcrevemos sem comentário:

A pedido de um sócio interveniente neste Fórum, considerando que as ofensas devem ficar com quem as comete, retiro a transcrição que aqui se encontrava.
« Última modificação: 25 Jan 2010, 16:04 por Papa Léguas. » Registado

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« Responder #104 em: 25 Jan 2010, 14:05 »

Companheiros

Como esclarecimento da mensagem 93 do companheiro Papa Léguas e para que não haja dúvidas quanto ao sócio do CPA com responsabilidades a quem foi dada a resposta transcrita, transcrevo a minha mensagem que deu origem á resposta, assim como a possibilidade de consulta do texto do blog que lhe deu origem.

É de forma aberta que estou no CPA e no relacionamento com quem também o faz da mesma forma.

Caro companheiro
 
É cada vez com mais concordância que leio os seus comentários e hoje não posso concordar ainda mais consigo. Principalmente no TODOS. Mas a esta altura de protagonismos já quase não acredito que seja possível.
Não nos conhecemos pessoalmente, por isso tenho que o advertir que as minhas considerações podem estar inquinadas pelo facto de eu se uma mulher CPA cujo percurso acompanho de perto há muitos anos.
Mas que o meu desejo é exactamente igual ao seu, tendo no entanto hoje perdido alguma parte do meu coração aberto e lamentavelmente já ponho em causa muitos porquês.
Sem tirar a legitimidade de cada um se organizar e agrupar da forma como entende, a proliferação de movimentos e novos pequenos clubes não veio ajudar em nada a luta pelo autocaravanismo, pois anda cada um pelo seu lado a levar a cabo acções duplicadas que só vem mesmo, perante as autoridades, tirar credibilidade ao movimento.
Penso que não é sócio do CPA (sei que houve uma tentativa falhada), mas penso ser o CPA o verdadeiro legitimo representante dos autocaravanistas portugueses. Dir-me-á que não o está a fazer, tem toda a razão. Mas poderia se quem optou por enveredar por caminhos solitários tivesse aproveitado a estrutura já montada e compreendendo que a quantidade de sócios inscritos no Clube lhes daria outra autoridade para falar em nome do autocaravanismo. A oportunidade estava lá, pois nem havia direcção e a que está foi tirada a ferros.
Mas eu compreendo que é muito mais fácil fazer-se as coisas com um pequeno grupo de amigos do que dar satisfação a 1700 sócios. E então se temos alguma ascendencia intelectual e de conhecimentos é muito mais fácil.
Aqui entra o associativismo que está, quanto a mim a morrer, porque quando alguma coisa se faz não é o nosso nome que aparece mas o de um todo. E nos dias de hoje o individualismo impera.
Por isso para mim que gosto de trabalhar para um todo, começo a perder as forças, até porque sou uma autocaravanista de meia tigela, neste momento. Faço autocaravanismo há 30 anos, numa altura em que nem sequer tinha que me preocupar onde ficar, pois éramos tão poucos que não incomodávamos ninguém. Hoje devido aos afazeres profissionais do meu marido, saio pouco, a maior parte das vezes em encontros do CPA e do grupo a que pertenço e as minhas férias faço-as calmamente num parque de campismo pois a minha autocaravana com 29 anos (hoje elegantemente uma vintage) não me dá grande confiança para o "touring". Para viajar hoje á mais hotel.
 
Mas o meu "amor" ao CPA é incontornável e é com muita apreensão que vejo novas eleições a aproximarem-se e não vislumbrar nada de novo e poder mesmo o CPA acabar.
O que para mim será uma grande perda para o movimento pois a estrutura está lá só precisa de ser reorganizada de outra forma.
Eu tenho a minha ideia de como o CPA devia estar organizado, a começar pela assessoria jurídica, e pela envolvência de sócios com saberes especificos em cada área mas vivo no Porto e o clube deve ser dirigido de Lisboa.
 
Mais lá para diante irei começar a intervir no fórum de forma a sensibilizar os sócios para a continuidade do Clube que não pode de forma alguma continuar a funcionar como está.
 
Mas derivei do assunto do TODOS. Quem conseguiria aglutinar este TODO? Neste momento e apesar de não estar na sua melhor forma, a meu ver só o CPA. E a seguir ou FCMP ganha juízo ou pode-se seguir para uma plataforma sectorial, mas que não pode, a meu ver ser dirigida por movimentos que nem sequer entidade jurídica têm.
 
Um abraço
 
Teresa Paiva
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« Responder #103 em: 25 Jan 2010, 12:44 »

Clarificação
Sobre a independência e autonomia do CPA

Citando-me:

Também, não entendo que as Leis, em si mesmo, sejam de direita ou de esquerda, como dá a entender. Algumas Leis, na Assembleia da República, são apresentadas pelo CDS/PP e votadas pelo PCP ou vice-versa. Porque as coisas não são pretas e brancas. Pelo meio há outras cores.


Tendo relido a frase acima constatei que a mesma não exprime de forma clara o meu pensamento, podendo prestar-se a dúvidas.

O que pretendo transmitir é que as Leis, pelo facto de serem propostas por deputados de Partidos políticos considerados de esquerda ou de direita, não são, por isso, de direita ou de esquerda. É o seu respectivo conteúdo que as pode assim clarificar.

Concluindo: Há Leis consideradas de direita ou de esquerda, não em função de quem as apresenta, mas em função do seu conteúdo.
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« Responder #102 em: 25 Jan 2010, 10:17 »

Meu caro Ulisses,

Bem gostaria de não fazer parte deste filme relativo a AG do CPA, que em meu entendimento deveria estar (apenas) no tópico interior e fechado a quem não é sócio, ou seja na VIDA ASSOCIATIVA.

Mas manda quem pode...direccção do CPA, info CPA, moderador etc que assim consideram certamente representativo dos autocaravanistas e da sua desejada imagem junto da opinião pública em geral, o conteúdo deste tópico.

Permita pois que desta vez responda o mais sucintamente que me é possivel e como não sócio do CPA, exercendo o dever de resposta por ter sido interpelado.

Escrevi sem pretensões de cátedra:

o autocaravanista típico, como sinónimo de automobilista em autocaravana a praticar turismo ou lazer itinerante, ou seja o touring dos manuais de turismo . Com isto queria sublinhar  a ideia, que eu defendo, que o autocaravanista é acima de tudo um automobilista, e como este sujeito ao Código da Estrada e demais regulamentos sobre velocidade, equipamentos tecnicos, regras de condução, licenças de habilitaçao para condução, impostos etc etc. Para além disto, tal como qualquer outro automobilista de outro tipo de viaturas...deverá ter o seu estatuto especifico, dentro e fora do código das estrada....por exemplo quem usa uma "camionete" de entregas...está sujeito a  regras especificas de velocidade...de acondicionamente de carga...de lotação do veículo...de restrições de circulaçao a certas horas, enfim,...ate de horarios espcificos de cargas e descargas...e de obediencia a locais proprios de estacionamento.

Com as devidas adaptações, assim deveria também ser o autocaravanismo: sujeição ao Códogo da Estrada,e mais legislação, regulamentação, estatutos (que ainda não existem) obviamente, para em condições de iguldade e proprocionalidade, não ser discriminado, ou seja, ver-se tratado desigualmente por ( discriminação activa e positiva).

O que inclui aquilo que chamou de estacionamento de conveniência.

Mas isto esta fora do âmbito deste tópico, quiçá deste forum, quiçá ainda das motivações do CPA.

Ora boas voltas e reviravoltas!
« Última modificação: 25 Jan 2010, 10:24 por Decarvalho » Registado
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