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Autor Tópico: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA  (Lida 44719 vezes)
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PAPA LÉGUAS PORTUGAL
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« Responder #101 em: 25 Jan 2010, 02:10 »

Peço desculpa pela inopinada pergunta:

Alguém sabe se ele tomou os comprimidos?

Não vale a pena responderem. Em qualquer circunstância agradeço.

Já constatei que ele continua sem tomar os comprimidos
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ULISSES
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« Responder #100 em: 25 Jan 2010, 00:32 »

O Companheiro DeCarvalho,
A quem interessar,

Disse: Os debates sobre Autocaravanismo
O autocaravanismo, os autocaravanistas e as autocaravanas,

No blogue: Autocaravanismo Newsletter, de DeCarvalho, que nos remete para o CCP.

No seu blogue interroga-se sobre: “O Autocaravanismo, estaria… em discussão e em debate… se não fosse as eleições do CPA”… e seguem-se considerações muito pertinentes e faz conselhos para que o tema tratado no outro blogue seja acompanhado. O que tratei de fazer.
Ali diz:
o autocaravanista típico, como sinónimo de automobilista em autocaravana a praticar turismo ou lazer itinerante, ou seja o touring dos manuais de turismo tanto pode:

- utilizar parques de campismo
como
- utilizar parques adequados ao uso de autocaravanas, com ou sem serviços de apoio, mas com acessos e dimensões adequados ao gabarito dos seus veículos, e localizados, quer no interior dos centros urbanos, quer em zonas rurais, costeiras, de montanha, etc. etc.

Afirmando ainda:
A questão está na liberdade da opção da escolha, o que pressupõe que exista oferta por onde escolher, parques de campismo adequados ao seu uso por autocaravanas, e parques e estacionamentos adequados a autocaravanas.

Fiquei com a sensação de que naquele texto falta o mais importante. Porque, há mais razões a defender para o autocaravanismo itinerante. Autocaravanista itinerante é aquele que, cioso da sua liberdade – responsavelmente – estaciona onde lhe aprouver, com escrupuloso respeito pelos demais cidadãos; portanto, sem ocupar mais espaço do que o do gabarito do seu veículo, e em local que não interfira com a vida dos demais; sem usar grelhadores, mesas e cadeiras, sem estender roupa ao sol, etc., etc.

Porquê não defende este ponto de vista na sua tão minuciosa e qualificada prosa? Tenho ideia de ler nas suas crónicas a prática do estacionamento de conveniência e não a vejo ali defendida.
E tenho a vaga ideia - porque nunca me inteirei deste assunto antes de entrar nestas lides -, que os diplomas que andam para aí, a ser falados com a FCMP, e outras entidades, estão a passar por cima desta realidade. Começo a questionar-me sobre o desinteresse que mantive pelo associativismo, até aqui, que me deixou fora de um assunto tão importante. Será isso?
Quererá pronunciar-se? Este assunto é da maior importância. Mais do que a eleição, que essa terá de ser feita em conformidade com a convocatória.

               ----o----

Acabo de ler na intervenção do candidato adiado, às 22,21, e não à meia-noite, referências a uma citação de Errante que me deixa abnóxio. Primeiro a citação, e depois o despropósito do candidato adiado de trazer para este tópico assunto todo gabarolas e exibicionista tipo: olha-pr’a-mim que sou muito interessado pelo CPA. Com inclusão de intervenções no fórum pessoal, portanto, fora do CPA… Mais um nonsense.
Espero me dê elementos para orientação.

Armindo Santos
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« Responder #99 em: 24 Jan 2010, 23:21 »

Sobre a independência e autonomia do CPA

Citando errante:

(…)

A recente auto-proclamada declaração da Amieira, corrobora de fio a pavio todas as asneiras e atentados que o famigerado Projecto Lei Decarvalho anuncia para o autocaravanismo nacional. Mantém-se viva e só espreita uma nova oportunidade política da direita conservadora mandar neste país, para voltar ao parlamento.

(…)

Amenese e Ulisses estão naturalmente e na minha modesta opinião muito bem, como sócios dos mais antigos deste clube, a fazer a salvaguarda da independência e autonomia do CPA.


Fonte: «Responder #59 em: 17 Jan 2010, 18:07» em http://cpa-autocaravanas.com/forum/index.php/topic,1614.25.html
 

A consideração, direi mesmo, simpatia, que nutro pelo Companheiro Autocaravanista Errante, não é prejudicada pela afirmação das convicções que certamente continuará a defender e, quero crer, com reciprocidade.

Assim e no que se refere ao que denomina “Projecto-lei Decarvalho” quero aqui e publicamente reafirmar o meu apoio a existência de uma Lei que defina o que é Estacionar/Pernoitar e Acampar.

Permito-me recordar que, por duas vezes, num período que chamo de pré-Lei, estiveram na Assembleia da República, primeiro no dia 13 de Janeiro de 2009, num almoço de trabalho com o Presidente da Subcomissão Parlamentar do Turismo, representantes do Cab – Círculo de Autocaravanistas da Blogo-esfera, do MIDAP – Movimento para Desenvolvimento do Autocaravanismo, do CPA – Clube Português de Autocaravanas e do Observatório Não Governamental do Autocaravanismo (em formação) e sete dias depois, a 20 de Janeiro de 2009, foram recebidos pela Subcomissão Parlamentar do Turismo as seguintes entidades:

MIDAP, Filipe Seco dos Santos
CAB, Circulo de Autocaravanistas da Blogo-esfera, Rui Narciso
CPA, Clube Português de Autocaravanas, Ruy Figueiredo
CCL – secção de autocaravanismo, Jorge Carvalho dos Santos
Fórum do Projecto Camping Car Portugal, Luís de Almeida
Observatório Não Governamental do Ac, Nandin de Carvalho

A Lei, que foi proposta posteriormente pelos deputados do PPD/PSD, não mereceu integralmente, nem a minha aprovação nem a do CAB. O CAB por razões de pormenor tendo proposto alterações que melhoraram, na minha opinião de forma positiva para os autocaravanistas a Lei, e eu, porque considerei por razões de fundo, que o número 2 do artigo 5º era discriminatório. Mão tendo sido acompanhado, neste ponto, pela restante Coordenação do CAB (MIDAP e NEWSLETTER) enviei, em nome pessoal, as minhas justificadas propostas de alteração que foram referidas na acta do Parlamento.

Compreendo, perfeitamente, as reticências de alguns autocaravanistas que argumentam, com lógica, que não é necessário mais Leis. Basta cumprir o Código da Estrada.

Contudo, a realidade é outra. Bastaria, como foi feito em Espanha, que a Direcção Geral de Viação e Trânsito emitisse uma circular interpretativa acerca do direito inalienável das autocaravanas ao estacionamento, incluindo pernoita, na via pública, em igualdade de circunstâncias com todos os restantes veículos. Só que isso não sucede. E, mesmo em Espanha, os autocaravanistas estão em luta, liderados pelas suas respectivas associações.

Também, não entendo que as Leis, em si mesmo, sejam de direita ou de esquerda, como dá a entender. Algumas Leis, na Assembleia da República, são apresentadas pelo CDS/PP e votadas pelo PCP ou vice-versa. Porque as coisas não são pretas e brancas. Pelo meio há outras cores.

Vejamos, agora, a alusão que faz à salvaguarda da independência e autonomia do CPA pelos sócios mais antigos e que me surpreendeu. Surpreso, não por considerar errado defender essa independência e autonomia por, não só os sócios mais antigos, como por todos os sócios. E estou surpreso, porquê?

Surpreso porque o Companheiro Errante deu público conhecimento (http://espacoerrante.blogspot.com/2009/11/27-291109-iv-encontro-cab.html) de uma proposta que queria que fosse discutida no órgão máximo do CAB, o seu Encontro (equivalente à Assembleia Geral do CPA).

E que dizia a Proposta? Que o CAB iniciasse contactos com outros Cubes e Associações para constituir uma Comissão para elaborar um Programa e uma Lista Candidata às próximas eleições do CPA! Mas mais, que essa Comissão garantisse procedimentos democráticos na construção de decisões verdadeiramente representativas da vontade da maioria e abracem o desafio de conquistar o direito de audição e respeito junto dos sócios e da sociedade portuguesa.

Salvo melhor opinião o que o nosso Companheiro Autocaravanista Errante queria era que outros Clubes e Associações, independentes do CPA, se movimentassem para intervir e condicionar (positivamente segundo o nosso Companheiro) nas eleições do CPA.

Na altura o Companheiro Errante propôs que fosse o autor do Papa Léguas a ser o mandatário do CAB para a estratégia que propunha, talvez, digo eu, porque se reconhecia em muitas das ideias que sabia ter sobre o assunto.

Discordei frontalmente e publicamente (http://papaleguaspt.blogspot.com/2009/11/carta-aberta-ao-companheiro-errante.html) que, numa reunião oficial do CAB, se aprovassem em estratégias de interferência concreta noutra organização, nomeadamente para conquistar os respectivos órgãos directivos. Caricaturando, a situação seria, na minha opinião (obviamente!) idêntica a que se um clube de futebol aprovasse numa sua assembleia-geral uma linha de acção para eleger uma Direcção de um outro clube. Uma politica dessa natureza iria promover uma “guerra” entre instituições e entre autocaravanistas que em nada contribuiria para a credibilidade do CAB e, muito principalmente, para a unidade dos autocaravanistas em redor de objectivos comuns que impeçam o desenvolvimento do autocaravanismo enquanto modalidade de turismo itinerante.

Considero que a minha posição de então, que nem era sócio do CPA, contribuiu mais para a independência deste Clube do que muitas das incoerentes posições de muitos sócios, antigos ou novos.


********************

Texto extraído Blogue do Companheiro Errante

PROPOSTA

AOS PARTICIPANTES DO IV ENCONTRO DO CAB

Considerando que pela sua já longa história, pelo seu maior número de associados, o CPA será sempre pedra angular em qualquer diálogo com estruturas de decisão política municipal ou nacional.

Considerando que só com uma estrutura associativa forte, é possível assegurar a continuidade no tempo de uma acção coerente, esclarecida e democrática, em ordem ao desenvolvimento da modalidade, com mais esclarecimento e discussão interna.

Considerando que no início do próximo ano vão ocorrer eleições para os corpos dirigentes do CPA.

Propõe-se a esta assembleia que delibere sobre:

1. A oportunidade e pertinência da Comissão de Coordenação do CAB encetar um diálogo com os demais dirigentes de clubes e associações regionais e/ou nacionais de autocaravanismo, já existentes, com vista a eleger um grupo de trabalho que prepare um programa de acção para o próximo biénio e forme uma lista de proponentes à próxima direcção do CPA, que garantam procedimentos democráticos na construção de decisões verdadeiramente representativas da vontade da maioria e abracem o desafio de conquistar o direito de audição e respeito junto dos sócios e da sociedade portuguesa.

2. Que se convide e eleja para esse grupo de trabalho, como mandatário em representação do CAB o Companheiro Rui Narciso do blogue Papa-léguas.

Nazaré, 06 de Novembro de 2009-11-06

O Proponente

Cardoso da Silva, (Errante)


Fonte: http://espacoerrante.blogspot.com/2009/11/27-291109-iv-encontro-cab.html

********************

Texto extraído Blogue do Papa Léguas

Companheiro autocaravanista Errante,

Não direi que foi surpresa a proposta que o Errante tenciona apresentar aos aderentes do CAB, participantes do IV Encontro dessa mesma organização, porquanto já dela me tinha sido dado conhecimento. A surpresa foi, sim, a divulgação pública do seu conteúdo no Blogue TRAVEL VAN que pode ser lido em http://papaleguaspt.blogspot.com/2009/02/porque-ainda-nao-sou-socio-do-cpa.html

Não faria, também, qualquer comentário público à proposta se a mesma me não referisse especificamente. Permita-me que agradeça a confiança que deposita nas minhas capacidades ao propor-me como mandatário do CAB e, consequentemente, o pressuposto que a concepção de autocaravanismo que defendo é a que, na sua opinião, melhor defende os interesses dos nossos companheiros que entendem o autocaravanismo como uma modalidade de turismo itinerante.

Permita-me, ainda, que esclareça que defendo e defenderei, sempre, o direito inalienável de qualquer cidadão se pronunciar livremente (sem prejuízo da responsabilidade inerente a essa liberdade) sobre qualquer temática que entenda, mesmo que eu não concorde com a opinião emitida.

Por outro lado, independentemente das ideias da proposta ora divulgada e sobre as quais não deixará o Errante de estar presente no IV Encontro para as colocar na reunião de aderentes do CAB e as defender, que fique muito claro que, para mim, as relações pessoais serão sempre entendidas separada e diferentemente das questões ideológicas e programáticas autocaravanistas.

Sobre o ponto 1 da sua proposta discordo frontalmente que, numa reunião oficial do CAB, se aprovem estratégias de interferência concreta noutra organização, nomeadamente para conquistar os respectivos órgãos directivos. Caricaturando, a situação seria, na minha opinião (obviamente!) idêntica a que se um clube de futebol aprovasse numa sua assembleia geral uma linha de acção para eleger uma Direcção de um outro clube. Uma politica dessa natureza iria promover uma “guerra” entre instituições e entre autocaravanistas que em nada contribuiria para a credibilidade do CAB e, muito principalmente, para a unidade dos autocaravanistas em redor de objectivos comuns que impeçam o desenvolvimento do autocaravanismo enquanto modalidade de turismo itinerante.

Não me repugna, contudo, que nas reuniões do CAB (ou de qualquer outra organização) se analise e se proponha formas de actuação que pudessem vir a ser consideradas (na opinião do CAB) úteis por todas as organizações autocaravanistas e que, até, pudessem vir a ser o “motor” de reuniões informais entre as organizações e líderes de opinião com o objectivo de concertar acções comuns.

Assim, pelo que atrás digo, sem prejuízo de, repito, defender o direito que tem de apresentar e defender pessoalmente na reunião de Aderentes do CAB, integrada no IV Encontro, a proposta que divulga, não posso, em consciência, vir a assumir outra postura que não seja a de votar contra.

Admito, porém, que outra possa vir a ser a posição da maioria dos aderentes do CAB presentes na reunião, pelo que, se a proposta vier a ser democraticamente aprovada, coerentemente com o que exponho não aceitarei fazer parte de nenhum grupo de trabalho, inclusive por não ser sócio do Clube Português de Autocaravanas pelas razões que já tornei públicas e que podem ser lidas em http://papaleguaspt.blogspot.com/2009/02/porque-ainda-nao-sou-socio-do-cpa.html

Aceite, companheiro, a expressão da minha mais elevada simpatia que não é prejudicada pela afirmação das convicções que certamente continuará a defender no decorrer do IV Encontro do CAB.

Papa Léguas


Fonte: http://papaleguaspt.blogspot.com/2009/11/carta-aberta-ao-companheiro-errante.html
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« Responder #98 em: 24 Jan 2010, 22:58 »

Merchandising do CPA

Caro companheiro DeCarvalho, quero esquecer que não é sócio. Estava na expectativa de uma saída do estilo... melhorei o meu parco inglês.
Conforta-me constactar que mantém a ideia de que temos um logotipo antiquado.
Ainda bem que se vai mantendo interessado no que se passa por aqui. Às vezes dá para rir outras para chorar.
Deve ter reparado na inapropriada "boca foleira" do candidato adiado, bem reveladora do  nível do personagem, que mostra interesse em vir a ser Presidente do CPA.
Como é possível? O companheiro, que tanto sabe - ou outro capaz de responder -, não me ajuda a perceber?

Armindo Santos
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Decarvalho
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« Responder #97 em: 24 Jan 2010, 22:21 »

Meu caro Ulisses,

O disclaimer, que se pode traduzir prosaicamente por Nota ou mesmo "Observações" visava apenas, e de forma humoristica prevenir quaisquer comentarios e insinuações que poderiam surgir de forma incontinente, de sectores de opinião que escrevem no Forum...e que quisessem verberar a minha intervenção sobre algo que pode estar relacionado com o CPA, não sendo eu sócio.

Apenas acrescento que na parte do Forum reservada aos socios (VIDA ASSOCIATIVA) ha outros posts meus, do meu tempo de associado, e com sugestões similares, por exemplo sobre o logotipo ou emblema do clube que considero (continuo a considerar) obsoleto e assintomático do que deveria ser, e portanto de urgente substituição!

Quanto à cor (que nas frutas tem efeitos anti-oxidantes e por isso se recomenda) de facto é irrelevante, mas o design simples bem poderia ser utilizado com outra percepção em tee shirts, canecas, isqueiros, etc etc associado ao logotipo do CPA.

Mas prometo-lhe, e ao forum que vou continuar contido e sem intervenção directa mesmo meramente opinativa sobre momento eleitoral que o clube atravessa, e que o Forum espelha,e fora do tópico VIDA ASSOCIATIVA, portanto ao alcance da leitura de qualquer pessoa, sócio ou não sócio, de forma quase excluisva.

Bom fim de semana a todos!
Com um brinde à sáude!




« Última modificação: 24 Jan 2010, 22:50 por Decarvalho » Registado
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« Responder #96 em: 24 Jan 2010, 19:37 »

Peço desculpa pela inopinada pergunta:

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ULISSES
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« Responder #95 em: 24 Jan 2010, 19:15 »

Merchandising do CPA

Com algum atraso, venho solicitar ao companheiro DeCarvalho, a quem reconheço superior  inteligência, o que pretendeu dizer sobre a minha sugestão dos "gifts", com aquela do "DISCLAIMER" - o inglês não é o meu forte, safo-me com o de praia... Que significa? Quererá explicar?
Corações são corações, com ou sem autocaravana. A cor até gosto muito. O vermelho é fogo, é vida. O SLB aproveitou bem. Mas, eu cá sou do Salgueiros! Sou do Porto, confesso.

Armindo Santos
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« Responder #94 em: 24 Jan 2010, 19:03 »

A quem interessar

O, em boa hora, por mim designado candidato adiado, já que continua à espera de uma vaga de fundo – como alguns políticos da praça -, para avançar com a sua candidatura, continua a omitir o nome do personagem que lhe está a dar troco, contrariado - diga-se -, mas, definitivamente, decidido a desmascarar tanta impudícia, soberba, talvez, desonestidade intelectual.
Sem vergonha, inicia a sua exposição vitimizando-se – técnica de tristes… – com a afirmação de que “detractores da minha pessoa…, além de impropérios…, falsas afirmações que vão progressivamente mudando…”.
Provavelmente com razão, disseram, dizem e vão continuar a dizer outros dislates, enquanto o candidato adiado se mantiver na redoma de vidro em que se meteu e for espadeirando a torto e a direito sobre IDEIAS, sem as discutir, sem as contraditar.
Porque a paixão pelo autocaravanismo, diz ele, dá direito a qualquer de se imiscuir e fazer juízos sobre o CPA.
Para provar que sempre esteve interessado na temática do Autocaravanismo vem provar com um texto desastrado, descabelado, impróprio de conhecedores, o seu amor à causa.
Se lhe derem rédea lançará fogo sobre o CPA, ao propor discutir a dicotomia entre campismo de autocaravana e turismo itinerante de autocaravana!... O homem é mesmo perigoso e não sabe.
Não são precisas divisões no seio do CPA. Aqui exclusão NÃO!
O CPA é um clube de Autocaravanismo e outras actividades culturais, desportivas e afins.
Com este objectivo não se exclui ninguém que seja sócio actual nem se impede a que novos autocaravanistas se associem.
Deixo à apreciação dos companheiros as razões aduzidas pelos contendores.
Desta vez nem me alongo. Dá muito trabalho ler peças longas. Quero poupar-vos!

Armindo Santos
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« Responder #93 em: 24 Jan 2010, 16:27 »

Em DEMOCRACIA, MUDAR para DESENVOLVER


Têm vindo alguns detractores da minha pessoa, que sem me conhecerem de nenhum lado adiantam, além de impropérios, as mais falsas informações que vão progressivamente mudando ao sabor das considerações do momento.

Uma das ideias base (posteriormente deixada cair) relacionava-se com o direito ético (o estatutário não o impede) que um sócio acabado de se inscrever no CPA tem de se pronunciar sobre o Clube.

A estultícia desta interpretação assenta na ideia, errada, de que o conhecimento do CPA só se inicia a partir do momento em que formalmente nos fazemos associados. Esta concepção nega a existência de uma vida anterior ao CPA e faz dela, concepção, uma imagem fechada do Clube, porquanto é o mesmo que dizer que ninguém sabe de nada no que respeita ao CPA senão a partir do momento em que for sócio do mesmo.

Quando se gosta de turismo itinerante em autocaravana o conhecimento do que nos rodeia é importante para fazermos os nossos juízos.

Já desde 2007 que o autor do Papa Léguas se veio manifestando sobre as questões do autocaravanismo e, também, do CPA, em reuniões abertas e privadas, em conversas e em mensagens electrónicas trocadas, inclusive, com associados do Clube.

Há 5 meses, ainda não pensava vir a ser associado do CPA, e já se preocupava e analisava as problemáticas que se colocavam ao Clube

Pela importância que para o autor do Papa Léguas se reveste uma resposta dada em Agosto de 2009 a um sócio do CPA com responsabilidades, vou transcrevê-la, até numa demonstração de que os pensamentos actuais sobre o Clube são a continuação lógica do que já então reflectia e transmitia.

********************

Boa Tarde.
 
Em primeiro lugar o meu agradecimento por partilhar comigo as suas opiniões e, muito especialmente, as suas preocupações sobre o futuro do CPA enquanto estrutura mestra e de referência do Movimento Autocaravanista de Portugal.
 
Efectivamente não sou sócio do CPA pelas razões que publicamente divulguei e que podem ser lidas em http://papaleguaspt.blogspot.com/2009/02/porque-ainda-nao-sou-socio-do-cpa.html. Contudo, "Tenho esperança que este "ainda não sócio" possa mudar de estatuto para um "já sócio" (conforme afirmei publicamente) logo que no formulário de inscrição de novos sócios do CPA através da internet deixe de ser obrigatório a referência de um telefone. Tal obrigatoriedade é, no mínimo, espantosa, na medida em que só permite que sejam sócios os cidadãos com telefone "fixo". Se e quando esta obrigatoriedade for anulada não terei qualquer óbice em me candidatar a sócio do CPA e, dentro das minhas capacidades, procurar contribuir para a dinamização do mesmo.
 
Em meu entender o funcionamento do CPA peca por não assumir ATEMPADAMENTE posições sobre as questões que no momento se colocam e também por se não assumir de forma muito clara e transparente como defensor dos interesses do autocaravanismo entendido como uma forma de turismo itinerante. E aqui há que saber juntos dos sócios o que estes realmente querem como actividade autocaravanista primeira: Serem campistas de autocaravana ou serem turistas itinerantes de autocaravana. Não se trata de escolherem uma ou outra modalidade. Trata-se de escolherem a actividade que consideram mais importante. Só com esta definição clara dos associados o CPA poderá optar pelo rumo certo sempre que tiver que fazer opções.
 
Compreendo a angustia que muitos companheiros autocaravanistas sentem pela constituição de outras associações e movimentos, ao invés de se juntarem no CPA. Por enquanto esses Movimentos não têm expressão e não me parece que venham a ter. Quanto às associações (Clubes), especialmente as que forem sediadas fora do Distrito de Lisboa, poderão vir a ter algum incremento. Poderemos, futuramente, analisar esta opinião.
 
No que se refere ao encontro de autocaravanistas para "discutirem" ideias não vejo que inicialmente o caminho seja através da institucionalização. Reuniões informais de representantes de associações ou de movimentos autocaravanistas com alguma projecção e mesmo de autocaravanistas de reconhecido mérito poderão ser o caminho. Dessas reuniões, inicialmente, não resultaria qualquer deliberação nem divulgação de propostas ou ideias que não fossem assumidas por unanimidade. E só quando fosse assumida por unanimidade todos os presentes a divulgariam publicamente pelos meios ao seu (deles) alcance.
 
Perspectivo que este seja um longo caminho e considero que só o CPA tem os meios e a credibilidade suficientes para dar o pontapé de saída a estas reuniões que deverão, as primeiras, serem de âmbito reservado. Inicialmente as dúvidas serão muitas e, por isso, há que criar, nessas reuniões,  um dicionário autocaravanista que nos faça falar a mesma linguagem e definir que as reuniões se destinam exclusivamente aos que entendam o autocaravanismo como uma forma de turismo itinerante.
 
A construção desta convergência, na minha opinião (que vale o que vale) só será possível, repito-o,  com a participação do CPA.
 
Disponha.
 
Um Abraço

(
assinatura)
 
Papa Léguas

NOTA: Estas palavras alinhavadas ao correr da pena (do teclado) podem não expressar bem o que pretendo transmitir pelo que lhe peço que releve esta incapacidade.


Para bom entendedor...
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« Responder #92 em: 24 Jan 2010, 10:02 »

À intervenção de Teresa Paiva

Nesta altura o que não aceito mesmo, sem pedir, nem comprar, são lições serôdias, minha cara companheira.
O associativismo, como todas as "hortas" tem de ser adubado... E isso é mester de quem governa. E os governos do CPA, até aqui, foram o que foram.
Por isso volto a dizer: não me interessei por protagonismos, até aqui.
Deixe-me dizer, para finalizar: fazia-se tarde aparecer alguém responsável a intervir, ainda que numa coisa menor. E há tanta coisa substancial sobre que falar!...

Armindo Santos
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« Responder #91 em: 24 Jan 2010, 02:44 »

Eu sou sócio há cinco anos (um quarto de tempo do que vai ser festejado), e não me sinto no direito nem no dever de ali estar presente, porque não contribui, em nada, para os sucessos do CPA, porque não me foi pedido, e por não me interessar protagonismo, até aqui.


Armindo Santos

O seu pensamento é mesmo igual ao que escreveu? Sabe a diferença entre protagonismo e associativismo? Parece-me bem que não.

Teresa Paiva
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Teresa Paiva
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« Responder #90 em: 23 Jan 2010, 13:21 »

A quem interessar:

Não me escapa o motivo porque o candidato adiado mostra tanto empenho em estar presente num acto que é de confraternização, fundamentalmente, dos que contribuiram para o trabalho árduo de trazerem o CPA até aqui.
Eu sou sócio há cinco anos (um quarto de tempo do que vai ser festejado), e não me sinto no direito nem no dever de ali estar presente, porque não contribui, em nada, para os sucessos do CPA, porque não me foi pedido, e por não me interessar protagonismo, até aqui.

Mas, desde  já, cumprimento quem contribuiu para esta efeméride. Porém, advirto que as mudanças que se justificam só devem ser assumidas por uma nova direcção, empossada através de Eleições, e não numa confraternização com copos à mistura.

Armindo Santos
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« Responder #89 em: 23 Jan 2010, 01:01 »

Dialogar para MUDAR

A 25 de Janeiro de 1990 nasceu o Clube Português de Autocaravanas.

No próximo dia 25 de Janeiro de 2010 o autor do Blogue Papa Léguas e sócio do CPA estará, pela primeira vez, nas instalações onde funcionam os serviços do Clube, na Rua Luís Sttau Monteiro, lote C3, Loja C3 A (Bairro dos Alfinetes), em Lisboa.

Só ou acompanhado ali estará, desde as 17 horas e até ao encerramento, para confraternizar, conversar e brindar a todas as mudanças que, exactamente 20 anos depois da fundação do CPA, se justificam ser levadas a cabo.
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Decarvalho
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« Responder #88 em: 22 Jan 2010, 20:14 »

Ora viva Ulisses

Aqui vai uma resposta a sua sugestão dos gifts que o CAP poderia (à semelhança de outros clubes) comercializar para realizar algumas receitas!

DISCLAIMER
Não sou do SLB, nem de nenhuma agremiaçao de cor vermelha,nem estou directa nem indirectamente ligado ou dependente de produtores ou comerciantes de design, ou de objectos de merchandising até a 100º geração, nem esta sugestão tem em si implicita nenhuma imagem subliminar de sociedades secretissimas,nem pode ser interpretada como publicidade interrogativa ou afirmativa a leituras do Blog da assinatura.

« Última modificação: 22 Jan 2010, 20:44 por Decarvalho » Registado
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« Responder #87 em: 22 Jan 2010, 18:23 »

A quem interessar:

1)   “…consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma política preferencial pelo autocaravanismo ou pelo campismo”;

2)   “…estruturar para que as ligações entre associados e dirigentes sejam mais próximas”.
Armindo Santos


Viva,

Não podem os membros da actual Direcção dar-nos algumas luzes sobre estes caminhos?

Na sua (deles) qualidade de associados ( que não de directores) manterem-se à margem da discussão destas ideias parece-me pouco cordial! Pelo menos , aparentemente, faz-nos parecerem pouco interessados na continuação do Clube!

Não deviam, eles, também como sócios, mais conhecedores e preparados, dar (já não digo aturada reflexão, sobre o estado da arte) mas dicas e pistas, para fazermos o caminho colectivo ? Motivando os sócios!

Parece que quer fazer-nos crer que tudo se discute e decide na Assembleia! Sabemos que não é assim! A Assembleia é sobretudo um encontro de PESSOAS, que convergem para ideias já feitas! E se alguém as tem muito bem preparadas, para só lá as apresentar, é porque não as quer ver muito discutidas!

Nesse sentido aplaudo o exemplo inicial de Papa-Léguas e congratulo-me com os contributos de ULISSES à reflexão.

Parece-me que os restantes sócios, têm uma fé excessiva e na minha opinião errada na capacidade de análise e reflexão de uma assembleia. O que lá se passará, não irá além de uma subscrição e convergência sobre ideias feitas.

As reuniões de trabalho, naturalmente preparam-se!

Que preparação fez a Direcção para esta próxima reunião? Enfim, muitas questões se poderiam pôr, mas seria preciso que não estivéssemos para aqui a falar sózinhos.

Aproveito esta oportunidade para manifestar o meu sincero apreço e agradecimento, por todo o  trabalho tão meritório quanto gracioso que a Direcção cessante ao longo destes dois anos realizou!

Muitas terão sido as tarefas  espinhosas,...atender ao longo destes dois anos às  "reclamações" dos sócios não  terá sido a menor delas.

Pela minha parte, como manifestação de apreço e agradecimnento por esse trabalho, lá estarei em Fátima a jantar convosco e para me despedir na expectativa de outros e melhores encontros, na estrada!

Autocaravanista, principiante.

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« Responder #86 em: 22 Jan 2010, 12:28 »

A quem interessar:

Esta guerra da manjerona… é que, apesar de o candidato adiado não ter arengado coisa nenhuma à meia-noite, como de costume, por a cassete ter acabado, a mim sobram-me razões.
Bem; resolvi voltar ao lugar do “crime”: o “programa”, despropositado, do ora candidato adiado.
E o que li no primeiro post, publicado pelo candidato adiado, nos idos do dia 5/1/2010 continua lá, como a sua grande contribuição para o autocaravanismo em geral e do CPA em particular:
1)   “…consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma política preferencial pelo autocaravanismo ou pelo campismo”;
2)   “…estruturar para que as ligações entre associados e dirigentes sejam mais próximas”.
3)   Regulamentar, regulamentar…
As duas grandes decisões da “proposta” obrigam a uma Assembleia Geral Extraordinária e não se vê que daí venham resultados imediatos para o Clube; eu apoio que venham a ser referendadas.
O candidato adiado sabia isso; portanto, começou foi por baralhar os dados: lançou uma discussão que, se tivesse revelado dimensão humana que o qualificasse para dirigir o CPA, nunca teria permitido, evitando a discussão, que só tomou o caminho que tomou porque o candidato adiado, petulante, senhor de si, ateu-se à colagem ao “If”, cujo sentido de leitura lhe escapa, não teve o bom senso de intervir a contraditar as interrogações que lhe apresentei e, por isso, em vez de “arregimentar” um aliado alimentou um “desconformado”. Tem este candidato adiado dimensão de líder?  A conversa da reestruturação sobre a aproximação entre sócios e Direcção é, evidentemente, de cassete. Na prática está interessado é em ser o detentor da coisa…Tem uma postura ditatorial, partidista, do tipo sindicalista de secretária, estalinizante. Tudo deve ser como quer. Enfim… Estou a ser condescendente, fiquem a saber.
Quem se disporá a subscrever a sua liderança? Melhor sorte nos calhe.
Nas múltiplas intervenções posteriores só debitou tretas sobre o mesmo tema, e sobre como tudo deve ser estruturado, organizado; regulamentação p’ra-trás-e-p’ra-frente. De substancial nada.
Será que impor uma burocracia estatizante no CPA é o que mais importa? Mais a “regionalização”?
Então não propõe nada como actuação para o CPA , no futuro, no sentido de, por exemplo: dobrar o joelho a essa má parceira de jornada, a FCMP? Não diz sobre como promover o CPA de modo a que este esteja nos eventos em que se trate do tema autocaravanismo e questões afins? (tipo as reuniões de Tavira e Lagos. Eu, sócio, estou aqui, e podia representar o Clube, se mandatado). Não disse o que acha que deve ser mantido e o que deve ser mudado no CPA, quanto às relações com os associados. A regionalização é uma fraude própria da política. (Sou sócio há um ror de anos e nunca fui contactado para coisa nenhuma, não fui chamado nem achado em participar no quer que seja). Estou pela primeira vez envolvido com um ente que me parece menor e desmerecedor do meu esforço pedagógico. E quanto à imagem do CPA, que tem um logotipo do tempo do Foz Côa, e que uns quantos acham bem e uns quantos de nós acham muito mal, mas que a lógica manda que seja renovado? E quanto à edição de material promocional? Por exemplo: autocolantes, sacos, cinzeiros, castiçais, louça, etc., etc., para que os sócios tenham a possibilidade de, comprando para si mesmo, e para oferecer aos amigos, divulgarem o CPA, e se orgulharem de se reverem nesses “gifts”? Para além das receitas expectáveis que daí poderão vir… Mais a acção pedagógica junto das entidades públicas, nos “medias”, onde mais se justificar. A pressão permanente sobre os órgãos de soberania para que o autocaravanismo entre na ordem do dia e se torne uma obrigação tratar, como todos desejamos. Sobred a constituição de comissões para tratar dos assuntos específicos que não temos. Sobre a criação do provedor do Fórum, não moderador que isso é coisa diferente, alguém que possa mediar entre litigantes.
Sobre estas questões e as muitas outras que outros companheiros e ex-companheiros apresentaram antes, nada.
Pois, onde está a liderança do candidato adiado? Não será deste tipo de oferta que a propaganda eleitoral, que começou logo na sua apresentação, deve subscrever?

Armindo Santos
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« Responder #85 em: 21 Jan 2010, 22:36 »

Boa noite,

Como o Clube Autocaravanista Saloio foi aqui citado, compete - me esclarecer o seguinte:
O companheiro Rui Narciso (Papa Léguas) não é sócio (porque não quer) e não faz parte dos aderentes do CAS, pois como poderão constatar nos Estatutos – Regulamentos Internos do clube, não existe essa categoria de associado.

Feito o esclarecimento, tomo a liberdade de citar o companheiro RCruz “façam favor de serem felizes” e já agora , contribuam com alguma coisinha nas ONG's, para as vítimas do Haiti.

Grato pela atenção,


Fernandes de Matos
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« Responder #84 em: 21 Jan 2010, 20:35 »

A quem interessar:

Evidentemente que é muito reconfortante registar opiniões que têm similitudes com a nossa, como é o caso da posição do companheiro RCruz, que ainda por cima, avança informações sobre a personalidade e percurso do candidato adiado, que desconhecia e registo. No entanto, o que mais aguardo, e julgo que é preciso, é mais participação. Estou a chegar à dolorosa conclusão de que não há autocaravanistas interessados nos destinos do CPA. Não haverá? Ou há jogo escondido? Como é possível que esteja a imperar a lei da rolha? São gente livre os sócios deste Clube?

Armindo Santos
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« Responder #83 em: 21 Jan 2010, 19:54 »

Caros Companheiros(as)

Estando à muito afastado deste forum por razões que em tempos tive ocasião de manifestar e que se prendem com a forma como decorreu a assembleia eleitoral realizada em Abrantes e acima de tudo, com a forma como foram tratados vários Companheiros que muito deram a este Clube como foram os casos do Raul Lopes e do Nuno mais, com as posições assumidas (ou não assumidas) em defesa destes Companheiros o que me deu a sensação de se querer reescrever as história deste Clube tentando ignorar um período em que o CPA cresceu, mostrou vitalidade e acima de tudo, impôs-se como referência nacional no que ao autocaravanismo diz respeito.
Volto hoje à vossa companhia porque, apesar de afastado nunca deixei de acompanhar o que por aqui se ia dizendo, e sinceramente já estou cansado do debitar de prosa e mais prosa por parte de um personagem que por aqui apareceu de espada em riste e bandeira desfraldada ao vento qual salvador deste Clube e que se auto intitula "Papa Léguas".
Este senhor que conhecemos pelo nome de Rui Narciso, que segundo parece faz parte dos aderentes do Clube Autocaravanista Saloio, já cá anda à muito tempo...
Bom falante e melhor escrevedor, a prova está na quantidade de prosa debitada neste forum, parece-me no entanto ser um mau estratega.
E julgo isto porquê? Sabendo este senhor que no ano de 2010 haveria eleições para o CPA deveria, em primeiro lugar ter-se filiado com maior antecedência no nosso Clube e evitava entrar da forma que entrou fazendo o alarido que fez por ter sido aceite como sócio. Em segundo lugar, se está tão empenhado no assalto à Direcção do CPA, o tempo que em 14/12/2009 andou a enviar cartas ao XVIII Congresso da Associação Nacional de Municipios Portugueses chamando a atenção para a diferença entre o "Acampar" e o Estacionar" deveria reunir um determinado grupo de seguidores, amigos, discipulos ou lá o que lhe queira chamar, constituir uma lista às eleições do CPA, apresentar as suas ideias a todos os associados e então se fosse eleito tinha o aval dos sócios para levar a cabo as alterações que se propõe fazer.
Feito isto, enviava então missiva à Associação de Municipio e a todas as autarquias, como o fez posteriormente mas com a chancela do único e maior Clube Portugues de Autocaravanismo, o CPA acompanhado de um memorandum onde poderia informar da eleição de nova Direcção do Clube bem como dos seus projectos e anseios e não em nome do Clube Autocaravanista Saloio conforme o fez porque, com todo o respeito que me merece este Clube Autocaravanista Saloio e todos os outros existentes, não se pode comparar à dimensão e representativadade do Clube Portugues de Autocaravanas.

Assim a situação para mim é muito clara e óbvia:
A Assembleia está marcada para o dia 30 de Janeiro
A hora está definida como sendo as 14h30m
O local é em Fátima
Posto isto, basta reler a Ordem de Trabalhos:

1. Leitura e aprovação da acta anterior (que deveria ser dispensada pela Assembleia)
2. Discussão e votação do Relatório e Contas da Direcção referentes ao ano de 2009.
3. Discussão e votação do Orçamento para o ano de 2010.
4. Eleição dos Corpos Gerentes para o biénio 2010/2011.
5. Período de 60 minutos para apresentação de assuntos de interesse para o Clube.

Assim sendo, a discussão das propostas de esse senhor pensa submeter à Assembleia, se o Presidente da Mesa de Assembleia assim o entender, só poderão ser feitas no ponto 5 destinado a apresentação de assuntos de interesse para o Clube altura em que a próxima Direcção já estará eleita e, caso seja feita proposta para que os documentos sejam discutidos antes da eleição, compete ao Presidente da Mesa submeter a sua aceitação à Assembleia e nesse caso a decisão está do lado dos sócios presentes e desde já vos digo que o meu voto será contra.
Resumindo o sr. Rui Narciso vulgo "Papa Léguas" que adie o seu assalto à Direção do CPA por mais dois anos, aproveite este período para mostrar que é merecedor da nossa confiança ajudando no que há para fazer e é muito, colocando a sua sabedoria e conhecimento em favor das causas que nos afectam e... poderá ser que daqui a dois anos nos convença.

Sobre este assunto mais não digo. Por aqui me fico e até qualquer dia

Um abraço fraterno para todos(as) os(as) Companheiros(as)

E façam favor de serem felizes

Rcruz
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Rui Cruz
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« Responder #82 em: 21 Jan 2010, 13:18 »

A quem interessar:

Quantos sapos vivos somos obrigados a engolir!
O putativo candidato vem, na última aparição da meia-noite e um minuto, dizer que, afinal, a proposta alternativa que Teresa Paiva lhe tinha aconselhado, ou sugerido, já não é proposta!
Parece que diz, sem dizer: Como acabou o recreio, vamos ao trabalho que é o momento de decidir.
Volta ao primeiro estádio, ou seja, à primeira proposta causadora deste desaguisado, propondo a suspensão do ponto 4 da Ordem de Trabalhos da AG de 30/1: pela democraticidade, pela maior participação, pelos compromissos, pelos debates; portanto, muda-se a Eleição para 17/4/2010.
Insiste, arenga razões fora de propósito. Quanto perceberá que para haver uma eleição é só necessário haver candidato? O que me parece é que passou a ser candidato adiado, só que ainda não interiorizou isso.

Armindo Santos
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« Responder #81 em: 21 Jan 2010, 01:01 »

O PERÍODO DE DISCUSSÃO TERMINOU – É O MOMENTO DE DECIDIR

Ao longo de 15 dias partilhei publicamente as minhas ideias no que se refere ao Clube Português de Autocaravanas, nomeadamente sobre o acto eleitoral convocado para 30 de Janeiro de 2010.

Ao longo de 15 dias fui ofendido, apoiado e defendido no inalienável direito de livremente me expressar.

Ao longo de 15 dias recebi mensagens privadas de sócios e não sócios, já manifestando oposição, já com criticas construtivas, já com apoios às ideias desenvolvidas.

Ao longo de 15 dias a todos procurei responder, nunca me afastando do assunto, procurando não personalizar os temas e não trazer à coacção questões colaterais.

Ao longo de 15 dias constatei que, o tópico “Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA” no Fórum do CPA, teve mais de 1800 visualizações, no único debate sobre eleições, ao que sei, sem que nenhum associado do CPA tivesse apresentado qualquer proposta, sugestão ou alternativa.

Ao longo de 15 dias, com os contributos de todos, mesmo dos que usaram expressões ofensivas, fui renovando os conceitos e enquadrando as ideias de forma pragmática.

Estes 15 dias de reflexão permitem-me estar em condições de, ainda mais conscientemente, reformular as Propostas que consubstanciam as minhas ideias.

As Propostas que vou apresentar na Assembleia-geral (A.G.) de 30 de Janeiro de 2010, que já não considero em discussão neste Fórum, fruto desta análise de 15 dias, são as seguintes:

*************************

Proposta de Suspensão do Ponto 4 da Ordem de Trabalhos da A.G. de 30-01-2010

Considerando:

1.   Que se justifica uma ainda maior democraticidade do processo eleitoral, com prazos e regras claras e pré-definidas;

2.   Que é necessário uma maior participação dos associados no processo eleitoral, o que pode ser conseguido com o uso do voto por correspondência, que permitirá a todos os sócios escolher os Corpos Gerentes do CPA;


3.   Que uma aposta clara nas pessoas, nos candidatos, através de compromissos públicos assumidos por cada Lista Candidata, com a apresentação de um Programa de Acção, permite um voto mais consciente;

4.   Que devem ser promovidos debates descentralizados sobre “Eleger para definir e desenvolver”;

5.   Que não existe nenhuma disposição estatutária que o impeça,

PROPONHO:

Que seja suspenso o Ponto 4 da Ordem de Trabalhos da Convocatória desta Assembleia-geral a continuar numa outra reunião da mesma Assembleia-geral a convocar para o dia 17 de Abril de 2010.

Fátima, 30 de Janeiro de 2010

*************************

Proposta de Metodologia dos Actos Eleitorais

Considerando:

1.   Que se justifica uma ainda maior democraticidade do processo eleitoral, com prazos e regras claras e pré-definidas;

2.   Que é necessário uma maior participação dos associados no processo eleitoral, o que pode ser conseguido com o uso do voto por correspondência, que permitirá a todos os sócios escolher os Corpos Gerentes do CPA;

3.   Que uma aposta clara nas pessoas, nos candidatos, através de compromissos públicos assumidos por cada Lista Candidata, com a apresentação de um Programa de Acção, permite um voto mais consciente;

4.   Que não existe nenhuma Regulamentação em vigor sobre Eleições e sobre o uso do Voto por Correspondência;

5.   Que não existe nenhuma disposição estatutária que o impeça, antes pelo contrário,

PROPONHO:

a)   Que seja aprovado o “Regulamento e Calendário Eleitoral” em anexo e que entre em vigor à data de 30 de Janeiro de 2010;

(ver documento em http://papaleguas.site90.net/CPA%20-%20Regulamento%20e%20Calendario%20Eleitoral.pdf)

b)   Que seja aprovado o “Regulamento do Direito de Votar” em anexo e que entre em vigor à data de 30 de Janeiro de 2010.

(ver documento em http://papaleguas.site90.net/CPA%20-%20Regulamentacao%20do%20Direito%20de%20Votar.pdf)

Fátima, 30 de Janeiro de 2010

*************************


Proposta de Constituição de uma Comissão de Candidatura

Considerando:

1.   Que a dispersão geográfica dos sócios do CPA pode impedir contactos profícuos para a constituição de Listas Candidatas aos Corpos Gerentes;

2.   Que a eventual não apresentação de uma Lista Candidata pode ser susceptível de criar um vazio directivo,

PROPONHO:

Que o Presidente da Mesa da Assembleia Geral, à data da Convocação de uma Assembleia Geral Eleitoral, promova e coordene uma Comissão de Candidatura, constituída por um mínimo de 3 e um máximo de 14 sócios, com o objectivo de propor uma Lista Candidata aos Corpos Gerentes do CPA, sem prejuízo de outras se poderem constituir e apresentar

Fátima, 30 de Janeiro de 2010

*************************

Proposta Estratégica para o Mandato 2010/2012

Considerando:

1.   Que os associados votaram contra a suspensão do Ponto 4 da Ordem de Trabalhos da Convocatória desta Assembleia-geral a continuar numa outra reunião da mesma Assembleia-geral a convocar para o dia 17 de Abril de 2010;

2.   Que consideram, no entanto, que se justifica uma ainda maior democraticidade do processo eleitoral, com prazos e regras claras e pré-definidas;

3.   Que é necessário uma maior participação dos associados no processo eleitoral, o que pode ser conseguido com o uso do voto por correspondência, que permitirá a todos os sócios escolher os Corpos Gerentes do CPA;

4.   Que uma aposta clara nas pessoas, nos candidatos, através de compromissos públicos assumidos por cada Lista Candidata, com a apresentação de um Programa de Acção, permite um voto mais consciente;

5.   Que não há contradição entre o que se propõe e os estatutos do CPA;

6.   Que não existe nenhuma Regulamentação em vigor sobre Eleições e sobre o uso do Voto por Correspondência,

PROPONHO:

Que os Corpos Gerentes que vierem a ser eleitos nesta reunião da Assembleia-geral, no âmbito das respectivas competências, desenvolva as seguintes iniciativas:

a)   Promover eleições até 31 de Dezembro de 2010 tendo por base os princípios definidos nos documentos “Regulamento e Caderno Eleitoral” e “Regulamento do Direito de Votar”;

b)   Promover a descentralização do CPA, por Distritos ou outras divisões tipificadas, onde existirem 50 ou mais sócios, sem por em causa a unidade orgânica do Clube;

c)   Promover activamente o conceito de Autocaravanismo, entendido como modalidade de turismo itinerante, através de todos os meios ao seu alcance, nomeadamente do elemento nomeado para ocupar funções na Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal, a que se refere a alínea f) do Artigo 11º dos Estatutos do CPA.

Fátima, 30 de Janeiro de 2010

*************************
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Parar. Parar não paro.
Se a coerência custa caro,
Eu pago o preço.

(Citação livre de Sidónio Muralha)
*************
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« Responder #80 em: 20 Jan 2010, 23:00 »

É preciso autocaravanistas

É o que diz o companheiro Errante!

E eu que já tinha notado a falta não tive o descernimento de o declarar. Onde estão? Sim, onde estão os sócios do Clube? Será que não se aperceberam de que estamos num momento histórico? Será que não sentem que pode acontecer o indesejável: o Clube entrar em colapso porque não há candidaturas ou porque o putativo candidato se torne candidato "à medida" - Teresa Paiva avançou o mote -, na hora, e tome conta do Clube; e como foi só ele a apresentar o "seu" "programa" ficará com o Clube? Será que os sócios não se interessam? Morderam a língua? É que só um, até agora, subscreveu, sem papas... na língua, a ideia de que a Assembleia Geral está convocada, a Ordem de Trabalhos definida e não há possibilidade de reverter esta situação.
Esse um é o companheiro Errante, que saudo vivamente. Já me estava a sentir a mais e com vontade de fugir. Podem dizer que o putativo candidato tem razão, desde que o pensem e exponham argumentos. Mas PENSEM.
Armindo Santos
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« Responder #79 em: 20 Jan 2010, 19:42 »

A quem interessar:
A Assembleia Geral Ordinária
- O acto mais nobre do calendário do CPA, em 30/1/2010

Estamos a uma semana da AG. Conhecemos apenas a ambição de um putativo candidato.
Estamos todos preocupados, acho eu – eu estou -, por não ter aparecido uma personalidade, com curriculum, e espírito de missão, a anunciar uma candidatura, como mandam os Estatutos.
O putativo candidato a candidato, no essencial, o que propõe – apesar de não ter formulado candidatura, encabeçado lista de candidatos, nem apresentado nenhum programa de acção; apesar de o ter nos capítulos do “seu” “programa  – começa por fixar o objectivo de erradicar dos Estatutos qualquer alusão a campismo e por arrasto, o afastamento da FCMP.
Há um número de sócios que são autocaravanistas itinerantes e outro que é autocaravanista campista. O CPA é um clube de autocaravanistas. Querer impor a um colectivo institucionalizado, com as características do CPA, uma divisa parece-me um atrevimento, neste momento: o Clube é o que é. Não pode, melhor dizendo, não deve entrar-se em discursos discriminatórios, neste momento. O mal estar do Clube não se prende com ter sócios autocaravanistas itinerantes e autocaravanistas campistas (que raio de classificação!). Quem introduziu esta dicotomia há-de estar a rebolar-se no inferno por todo o sempre. O autocaravanismo é a utilização de autocaravana. A liberdade também é: cada um usa o que é seu como quer. Evidentemente que uma autocaravana-bar, a vender cerveja e bifanas, não é uma autocaravana, é um bar. E o autocaravanista que usa a autocaravana a seu bel-prazer, sem respeito pelos demais, é um “safado”.
Poderá, com certeza, vir a discutir-se se os objectivos poderão reger-se por: É um Clube de Autocaravanismo e outras actividades culturais, desportivas e afins. Ou outra designação a escolher das que vierem a ser propostas. E nesse caso deverá assumir-se desvinculação da FCMP para promover a criação de uma Federação Autocaravanista. Este assunto terá de fazer o seu percurso até ser oportuno tratá-lo em Assembleia Geral.
Nesta altura não se pode discutir a questão. A “Regionalização” vai ser introduzida no CPA! Será criada uma máquina administrativa com regras estabelecidas no “Regulamento interno de funcionamento da direcção”. Não está lá mas supõe-se que numa instituição como a que propõe, cada director passará a ter secretária particular, carro com condutor, gabinete próprio… Isto é o que terá de resultar da primeira deliberação da próxima Direcção, que também vai deliberar sobre a constituição de Delegações Distritais (Regionalização), em todos os locais com mais de 50 sócios. Naturalmente haverá uma delegação em Faro, outra em Évora, em Coimbra e por aí fora. Todas com escritórios pagos pelo CPA (as quotas dos sócios suportam as despesas!).
A definição dos objectivos do Clube e a Estruturação serão questões a discutir, evidentemente a seguir. Mas isso contará.
O putativo candidato vai conseguir o objectivo de se tornar o que quiser no Clube. Teresa Paiva já deu uma ajudinha e, por via disso, já mudou de estratégia. A nova proposta, parte do pressuposto que vai haver candidatos e que serão eleitos, mas… na condição de se comprometerem a abandonar as suas funções quando as Eleições a sério se realizarem, quando der jeito, até 31/12/2010! Esta não percebi mesmo! Haja quem explique.
Apresentar um programa tão detalhado sem apresentar uma lista com subscritores é qualquer coisa que não percebo, porque não é crível que gente livre embarque em “programa” tão detalhado de um indivíduo, sem participarem. Mas, como tudo é possível, acho que o putativo candidato deve apresentar uma lista de candidatos que subscrevam o seu “programa” e formalize a sua apresentação e candidatura. A não fazer isso dá-me a oportunidade de continuar a intervir nesse sentido.
Porque ser já eleito ou ser depois só não é a mesma coisa porque nos obriga ao incómodo de duas viagens! Àqueles que as fizerem.

Armindo Santos
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errante
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« Responder #78 em: 20 Jan 2010, 19:41 »

Tretas, Companheiro(s)

Se me permitem, reclamo pelo meu minuto de tretas pedagógicas!

Bastas vezes, temos lido por aí,enfim...Gostava de saber com quem falo!

Quem não gostava? - Mas,...(há sempre um..., mas) subjacente ao nickname e avatar há a opção na valorização das ideias. AS IDEIAS,...livres de preconceitos que sempre nos condicionam quando estamos perante as pessoas.

As ideias podem assim ser mais informais, livres, aguerridas e combativas, ...no limite podemos estar a conversar e a valorizar ideias, de alguém que é nosso inimigo,fazendo de conta que não se conhece,...alguém que não vai em excursões connosco, que não põe o nosso blogue no dele,ou que  põe e tira, e coise e tal,... ao sabor vá-se lá saber de quê...,inimizades virtuais,(tb há )coisa de pouca monta,,... mas que és sócio de pleno direito,és, e até podes ter umas ideias-clip porreiras para a comunidade e ajudar a discuti-las.

AS ideias são uma coisa, as pessoas são outra coisa!

Algumas pessoas, por vezes maiores que as próprias ideias, outras menor, muitíssimo menores...meu Deus! Bom, não interessa,... para conhecer pessoas é preciso ir ao encontro delas, ao vivo pois claro!Dizemos isso aos filhos, não é? Cuidado com a internet!!!

Num fórum, procuram-se IDEIAS, e só!( apoios, palpites,ajudas,...)

E quem através das ideias, achar que deve ir ao encontro de pessoas, dirigi-lhes mensagens privadas, é para isso que existem!

Portanto ofensa, se a houver,quando a houver, é às ideias,...nunca às pessoas.

Ovalhamedeus,... ninguém que se chame Errante, Papa-Léguas, Ameneses,ULISSES, Haddock e coisas do género,pode levar a sério uma ofensa virtual!!!

Levar a sério uma ofensa a um Nickname é o mesmo que perder o Avatar!

Ir a uma excursão,a uma AG, pode ser equivalente a perder o Avatar! Tem alguma graça isso? Não está correcto,...o que se ganha em socialização, perde-se em ideologia!

Deveria ser possível, mudar de Avatar e Nickname, sempre que um sócio quisesse! No minimo devia-se poder azucrinar, um bocadinho, aquele companheiráço chato que aturámos durante todo o ultimo encontro do aniversário do clube.

Ter dois, ou três perfis possíveis, era o ideal,...assim um tipo podia fazer o seu próprio contraditório,sem ter que aturar desaforos. Podia mudar de opinião sem que ninguém percebesse! Autoapoiar-se, fazer claque, ter uma equipe de fãs até,...não andar a mudar de opinião, como os burros!

Bolas!

Um tipo tem agora que ser errante toda a vida? Carregar  aquele avatar de ET, para todo o sempre,...tem algum jeito?

Claro que também há quem, para defender as suas ideiazitas,  entenda que um Nickname,Simplesmente, não seja suficiente...sim, isto aqui tb tem níveis,... é como aquelas batalhas da Playstation...vai-se subindo progressivamente no patamar..até sabe Deus,.. Além! Acaba-se a assinar por baixo ou a dar a cara,... seja lá pelo que fôr! É a exaltação da paixão, tipo Saloio!

Existe em todas as modalidades!

Deixem-me então meter uma axa, não para o fogo, mas para a luz que procuramos... problema velho como a humanidade, ...não havia luz sem fogo,  fosse  inverno fosse  verão..... fogo  amigo ou inimigo, era preciso Luz!

Estamos na era da electricidade, bem sei,...mas a génese não vai lá com algoritmos. Continuaremos a ter que fazer a barba, por muitas gerações mais...( desfazer, dirão outros, em versão mais erudito-popular)(nunca percebi bem a pertinência mas, tá bem..)

Sabem, fui ler os Estatutos do CPA,...faz lembrar a Constituição Americana,..ainda assim,parabéns  ao CPA, consegue ter mais artigos!

E também quero dar a minha versão da Constituição,pois claro,fez-se para e a pensar no povo, então é assim:

No parágrafo 3 do Artº 14 quando se diz "divulgada com pelo menos 30 dias de antecedência" - (para mim), pretendeu o articulista aludir ao Edital,...aqueles que se colam à porta da sede, se publicam nos jornais, etc...isso é divulgação!

No mesmo artigo o articulista diz, que apesar disso "a Assembleia deve ser convocada nos termos dos parágrafos 1. e 2. do mesmo Artº14" - portanto, pretendeu o articulista aludir à obrigatoriedade da convocatória ser feita e dirigida individualmente a todos os sócios ( isso é convocatória).
 
Resumindo, o edital de publicidade com trinta dias e a convocatória com 15 dias de antecedência! É o normal e o correcto nestas coisas.

Então, o que é que da Mesa da Assembleia, está em falta? Nada! Porquê?

Porque estamparam o Edital na revista e mandaram-na a todos os sócios com os 30 dias de antecedência,como se fosse uma convocatória e ainda que fosse nos 15 dias não importa, porque  a convocatória não diria coisa diferente do edital.Não pode!

O mais importante, fundamental mesmo!  Garantiu-se  que todos os sócios estão avisados para aquela ordem de trabalhos!Mandaram-nos o Edital, tudo bem pouparam umas coroas.

Ora a ordem de trabalhos, releva muito, muitíssimo para a motivação dos associados marcarem ou não presença, como todos sabemos !


E amiúde, bastas vezes, já aqui lemos neste fórum, dito por simpáticos  responsáveis, que a revista é para muitos senão para a maioria dos sócios o único elo de comunicação/informação ! Pois é!
E ainda que não fosse, as pessoas, que não os avatares, programam a sua vida com antecedência ,...vão priorizando os seus afazeres.Há que respeitar isso tb.

Por tudo isso e muito mais,não menos importante, mas que não vale a pena agora trazer ao fogo,... a Constituição sentencia (e muito bem) no   parágrafo 9 do mesmo Artigo 14 do capítulo "Da Assembleia Geral" que:

"É nula qualquer deliberação tomada  sobre assuntos estranhos à ordem de trabalhos para a qual haja sido convocada."

Ponto!Ponto....

Uma notabilíssima diferença  com organizações Haddock! Diga-se.

Voltamos aqui, às IDEIAS!Sem tretas.

PODE DISCUTIR (QUALQUER ASSUNTO) NÃO PODE DELIBERAR!

(Pode-se e na minha opinião,...deve-se começar a discutir este assunto,...ontem jé era tarde)

Muito do que expõe  Papa-Léguas, é proválvelmente o caminho a fazer,..mas é forçosamente um caminho muito mais longo.

Se pensar com mais calma ou em boa companhia, verá  que o que propõe extravasa as competências de qualquer Direcção!

Atrever-me-ia até a dizer, divergindo aqui um pouco de ULISSES, que penso ser até duvidosa a aceitação de uma candidatura com um programa desses! O que propõe é da restrita competência da Assembleia Geral.

Direi (sem sentença) que terá que  ser primeiro eleita uma Direcção digamos Ordinária.Essa direcção durante o mandato poderá propôr/requerer, ao presidente da AG através de subscrição com o minimo estatutário de associados, uma AG Extraordinária para alteração dos estatutos e desígnios e então, finalmente...o presidente da Assembleia, noutra Assembleia promover a eleição de nova direcção, com novos desígnios.

Parece-me que assim é que vai ter que ser! Se fôr.

Ovalhamedeus,... é preciso autocaravanistas, não esquecer!!!
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« Responder #77 em: 20 Jan 2010, 01:01 »

Questões pertinentes – Proposta Alternativa

ASSUNTO ADICIONAL: A forma como a associada Teresa Paiva equacionou a situação (mensagem 66 do tópico) permite-me, numa atitude dialogante com quem se abre ao diálogo, poder vir amanhã a colocar aqui uma proposta alternativa que pode vir a contemplar uma solução mais aceitável para o aparentemente irreconciliável (?)” (Mensagem 69 de 19 de Janeiro de 2010)

É o que venho tentar fazer.

Aquando da elaboração da Proposta que vou apresentar na Assembleia Geral de 30 de Janeiro reflecti muito sobre o CPA e sobre as formas que poderiam produzir alterações através de processos democráticos transparentes, com a possibilidade real de todos os sócios poderem participar e, não menos, importante, que a eleição fosse também uma atitude referendária.

Tendo em consideração que os Estatutos do CPA se regulam pela doutrina estabelecida na orgânica da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (FCMP), em tudo o que os não contrariem, qualquer Direcção eleita nos moldes em que as anteriores têm sido eleitas não tem campo de manobra democrática para inflectir a prevalência campista dos estatutos para uma prioridade ao autocaravanismo, entendido como uma modalidade de turismo itinerante.

E, senão, vejamos o que dizem os Estatutos do CPA no que respeita à FCMP:

Art.º 2º, a) (consequência do objecto do Clube) – Filiar-se na federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (…);

Art.º 6º, b) (dos direitos dos sócios) – Requerer a Carta Campista Nacional, a Carta Juvenil, a carta de Montanheiro, e o Carnet-Camping Internacional, nas condições estatutárias da federação de Campismo e Montanhismo de Portugal;

Art.º 7º, c) (dos deveres dos sócios) – Cumprir estes Estatutos e outros regulamentos, bem como os da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (…);

Art.º 8º, §1º, f) (das penalidades) – Proposta à Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal da sua (dos sócios) irradiação do movimento campista;

Art.º 11º, e) (da competência da Direcção) – Nomear um elemento para ocupar funções em prol do desenvolvimento do autocaravanismo na Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (…);

Art.º 16º, § único (da dissolução) – Aprovada a dissolução os bens representados por material ou instalações campistas deverão ser entregues à Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal. (…);

Art.º 17º (dos casos omissos) – Os casos omissos nestes estatutos poderão ser objecto de regulamentos especiais (eleições, por exemplo) desde que não contrariem o seu espírito ou regular-se-ão pela doutrina estabelecida na orgânica da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal, (…).

Alguém duvida que os Estatutos do CPA estão virados para uma filosofia campista em autocaravana?

Uma Direcção que se candidate com um Programa de Acção no qual desenvolva as linhas de força em que assentará a sua gestão, se vier a ser eleita, tem legitimidade democrática para dar início às mudanças que se impõem. E se essa mesma Direcção for votada por um número expressivo de sócios (voto por correspondência) a representatividade dessa Direcção não pode ser posta em causa de ânimo leve. Porém, se a estes dois princípios se vier a juntar uma pré definição de regras que permitam a qualquer outros sócios, poderem candidatar-se, a estabilidade e a firmeza de uma Direcção eleita será quase incontestável.

Disse Teresa Paiva:

(…) manifesto apenas o receio de que o adiamento de eleições no CPA seja o adiar de soluções para o mesmo.

Todos sabíamos que haveria eleições no CPA para o próximo biénio e não houve candidatos dispostos a assumir os destinos do Clube, haverá em Abril?


Este receio (?) de que em Abril (se as eleições fossem adiadas) pudesse não haver candidatos e, consequentemente, seria um adiar de soluções para o CPA, foi também uma preocupação minha.

Não é por acaso que no ponto da propositura da Proposta avanço com o seguinte:

4 – Que seja votada por proposta da Mesa da Assembleia Geral uma Comissão constituída por um mínimo de 3 e um máximo de 9 sócios, dos quais fará parte o Presidente da Mesa da Assembleia Geral que coordenará, com o objectivo de promover a constituição de uma Lista Candidata aos Corpos Gerentes do CPA, que até pode vir a ser validada pela actual Direcção, sem prejuízo de outras se poderem constituir e apresentar;

Esta medida procura criar condições mínimas para de alguma forma se garanta o aparecimento de uma Lista Candidata.

Quando se tem um Projecto para uma Instituição, se dá a cara por ele, tem que se reflectir em todos os aspectos. Tem, também, que se ter convicções, embora, certezas… nem sempre.

Esta era (e é) a única preocupação que tenho no que à Proposta se refere. È gratificante (talvez não seja o termo exacto) constatar que a única pessoa que levantou uma dúvida séria sobre a exequibilidade da Proposta com vista aos objectivos imediatos pretendidos viesse ao encontro das minhas dúvidas.

Se a Proposta for aprovada e em Abril não se candidatar uma Lista, embora a responsabilidade legal seja da Assembleia-geral que a aprovou, a responsabilidade ética é minha. E, meus Caros Consócios, acreditem ou não, para mim, isso seria uma “barra muito pesada”.

Portanto, para que os objectivos que tenho vindo a por à consideração dos sócios se possam vir a concretizar e, simultaneamente, poder colmatar a dúvida levantada, vou apresentar uma Proposta Alternativa para ser votada na Assembleia-geral.

Essa Proposta Alternativa dirá basicamente o seguinte:

Os candidatos eleitos na Assembleia-geral de 30 de Janeiro comprometem-se a:

a)   Promover eleições até 31 de Dezembro de 2010 tendo por base os princípios definidos nos documentos “Regulamento e Caderno Eleitoral” e “Regulamento do Direito de Votar”;

b)   Promover alterações aos documentos referidos em a), adaptando-os às necessidades da altura em que se processarem as eleições, sem prejuízo dos princípios democráticos e da maior participação dos associados no acto eleitoral, com respeito pela obrigatoriedade de cada Lista ter que apresentar e divulgar um Programa de Acção;

c)   Promover a descentralização do CPA, por Distritos ou outras divisões tipificadas, onde existirem 50 ou mais sócios, sem por em causa a unidade orgânica do Clube;

d)   Para que estatutariamente as eleições possam ter lugar em 31 de Dezembro de 2010 os Candidatos eleitos devem apresentar a sua demissão atempada, mantendo-se em funções até à sua completa substituição.

A Assembleia-geral não vê impedimento a que os candidatos eleitos se possam recandidatar nas novas condições previstas para os futuros actos eleitorais.


Esta Proposta Alternativa, que irei formalizar e, se for a mais votada, permitirá a eleição dos Corpos Gerentes do CPA que aceitem, ao ser eleitos, assumir o compromisso público que a Assembleia aprovou.

E o assunto fica á discussão.
Registado

Parar. Parar não paro.
Se a coerência custa caro,
Eu pago o preço.

(Citação livre de Sidónio Muralha)
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