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Autor Tópico: Areas de Serviço Actualizadas!!!  (Lida 6069 vezes)
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FSNunes
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« Responder #12 em: 30 Abr 2011, 22:25 »

Boa noite

Tudo o que o companheiro Ameneses escreveu, eu subsescrevo, a 100%, foi isso que tentei transmitir  na prática e não em pensamento.
Reamente, o que me levou a postar não foi a capacidade das "cassetes", mas sim , as ditas "caixas de despejo" (40x40)a implantar, nas Areas de servciço, especificamente para estas, cassetes náuticas, ou outros depositos equivalentes.
Espero que todos, os companheiros, sigam o seu bom exemplo, não á descriminação da utilização/manutenção das "cassetes", para bem do ambiente.

Saudações autocaravanistas.
Fernando Nunes

« Última modificação: 30 Abr 2011, 22:26 por FSNunes » Registado
Ameneses
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« Responder #11 em: 30 Abr 2011, 14:34 »

Realmente o Sr. Nunes é demais!

A capacidade de uma fossa náutica e muito superior a uma simples cassete.

Manutenção? Menos gasto de água. Menos trabalho. Basta uma simples adaptação ao tubo de descarga (com os metros que lhe aprouver) e faz o esvaziamento onde despeja a cassete ou ainda nas caixas de saneamento básico sem deixar qualquer resíduo fora do local próprio. Esta última hipótese é muito utilizada em Espanha sem cometer qualquer ilegalidade. Em termos de preservação do ambiente as fossas náuticas são o melhor, por isso os fabricantes que continuem!
Ou meus cumprimentos ao Companheiro Ricardo.
Ameneses.

Autocaravanista "Etinerante"
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Adérito Meneses
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RICARDO
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« Responder #10 em: 25 Abr 2011, 11:49 »

Caro Sr. Nunes
Não percebi nada!!!
Pelos vistos o Sr. também não!
Estive eu a perder o meu tempo para tentar explicar aquilo que o Sr não quer entender e complicou tudo!
Que interpretação retorcida, a sua!!!
O Sr quer, a todo o custo, "limpar-se" da frustração de ter informado mal a CM da Sertâ. Descanse que ninguém lhe quer tirar o mérito!
As contas que faz são demasiado complicadas para a minha capacidade de entendimento.
Pode ficar descansado quanto à pontaria que não costumo errar o alvo! Com uma caixa de 50x50, como é recomendado, é dificil não acertar!
Quanto à lavagem do local acredite que não gasto mais água do que aquela que o Sr gasta para lavar a sua cassete.
A dificuldade de operar o sistema é igual àquela que o Sr tem quando despeja as águas sujas e eu, para ter menos trabalho, também montei uma válvula electrica, com alternativa manual, para despejar essas águas. As alternativas são para garantir os despejos em caso de falha electrica.
Essa dos fabricantes deixarem de apresentar este sistema, que normalmente só aparece em viaturas topo de gama, vai depender da procura. É a lei do mercado!!!
Mas, como se costuma dizer: gostos não se discutem!
Deixo de estar disponível para alongar este assunto. Já cheira menos bem (deve ser do tema!!!).
Se quiser ser esclarecido fica para quando nos encontrarmos. Se quiser continuar na sua (cassete amovível), tudo bem, eu fico na minha (náutica).
Amigos como dantes!
Saudações
Ricardo

« Última modificação: 25 Abr 2011, 12:18 por Ricardo » Registado
FSNunes
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« Responder #9 em: 25 Abr 2011, 00:49 »

Boa noite a todos e principalmente ao companheiro Ricardo.

Desde já os meus agradecimentos, em me elucidar sobre o equipamento em causa-cassete náutica.
   Pelo que foi exposto, o equipamento fica montado na parte posterior da viatura, carca de 50cm acima  do piso de rodagem, e tem uma boca/valvula com o diâmetro de 10cm a sua capac. é 75 aprox.
Denoto que o acesso e mautenção, não é nada fácil, assim os fabricantes/importadores, deveriam ter em conta estas dificuldades, ou simplesmente, não montar mais estes equipamentos em novas unidades itenerantes-AC/Av, etc..

Mas para mim o mais relevante, neste dispositivo é sua posição instável sob o pavimento da célula da AC, relativamente á manobra da abertura, o compamheiro. até resolveu o problema , a montagem de uma electroválvula, implica que a AC , quando "estacionada" dentro da plataforma (6x3m) a queda dos fluidos, correm o risco de não "acertarem" na dita cx., tornando o seu manuseamento extremamente difícil.
A não concretização desta tarefa, como deve "ser" implicará no pavimento a dispersáo, de alguns fluidos desse "mau" despejo, que em nada ajuda a poupança de água, aquando da lavagem dessa zona em causa.

A razão de ser implantadas caixas lateralmente ao piso da As, á rectaguarda e á frente, evitam á partida o menor consumo de água, ao realizarem os despejos e se forem executados, através de uma mangueira, pois cota de 50cm aprox. chega e sobra para a queda graviticados mesmos, na caixa/buraco, apesar da soleira dos mesmos estar a 15cm de cota.
A posição lateral destas cx(s), não servirão apenas para AC/AV, etc..como ainda para os autocarros de longo curso/turísticos, que qeiram utilizar os serviços dessas AS.
Em quase todas as AS já construidas, nota-se que a posição do dito "pimenteiro" encontra-se localizado  na posição média da AS, este além de ter as válvulas/torneiras, tem ainda, uma pia com grelha, ao nível do solo (cota 15cm aprox.) para o despejo das cassetes quimicas, alterada a sua implantação á rectaguarda, desempenharia a mesma função das ditas cx. que alguns companh. acham ser necessárias.
Com este procedimento, poupava-se muita água, o ambiente e alguns euros.

Concerteza que o companheiro , não estará inteiramente de acordo com o que acabo de opinar, mas de momentos não encontrei ainda argumentos para mudar de ideias, acerca das cx. no pavimento  da As com desvantagens na  higiene, manuseamento, e nas parte economica.

Nota: não tenho nada contra aos que têm este tipo de equipamento, pois terei de respeitar todas as suas opiniões, sobre este assunto bem como os outros,  mas mantenho aquilo que escrevi, até prova em contrário.

Penso ter terminado sobre este assunto,  simplesmente a minha opinião..  e é neste "dialogo " cordial e em demoncracia que muitas das vezes se chega a um bom concenso.

Viva liberdade de expressão e de pensamento...

Saudações Autocaravanistas

Fernando Nunes
« Última modificação: 25 Abr 2011, 00:54 por FSNunes » Registado
RICARDO
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« Responder #8 em: 24 Abr 2011, 11:59 »

Caro Sr Fernando Nunes,

Satisfazendo o seu pedido mando-lhe uma cópia da carta que foi escrita para a CM da Sertã, que me parece esclarecedora já que deu origem à devida correcção da obra.
Acrescento que a saida que se vê em esquema pode situar-se à esquerda ou à direita da viatura, pouco à frente ou pouco atrás da roda trazeira e tem um bocal de aproximadamente 10 cm. Fica situado a uma distância do piso de rodagem de aproximadamente 50 cm, ou seja pouco saliente em relação à parte inferior da carroceria.
Já foram ensaiadas mangas descartáveis para despejar em sítios não preparados para receber este tipo de viaturas mas o resultado não foi satisfatório já que desapareceram do mercado.
 
Para mim é um sistema muito conveniente já que, com os 77 litros de capacidade que o meu tem, dá autonomia para 10 a 12 dias sem restrições de utilização. O meu está equipado, para facilitar o despejo, com uma válvula eléctrica e com alternativa manual para garantir a possibilidade de operação em caso das avaria.
Este sistema, pelas suas características, só pode ser despejado em locais próprios o que evita despejos pelas diversas casas de banho deste mundo, procedimento que também poderá ser objecto de contestação pelos utentes normais daquelas.
Felizmente já vão aparecendo muitas AS equipadas e, em alternativa pode ser usada uma tampa de esgoto. Desde há pelo menos 10 anos que tenho este sistema que não tenho tido problema, mesmo fora do país.

Como vê existem argumentos favoráveis e desfavoráveis para ambos os lados!

Quanto ao argumento de higiene pública usado por alguns, a existência de gente porca e pouco civilizada não depende do tipo de cassete que tem na sua viatura mas do grau de civismo de cada um e isso, como costumo dizer, começa a aprender-se com o leite materno!

Espero ter satisfeito a sua curiosidade. Se um dia passar por mim faça o favor de se dar a conhecer que eu mostro-lhe melhor o meu sistema.

Desejo-lhe uma Santa Páscoa

Saudações
Ricardo

* Carta CM SERT (376.3 Kb - transferido 259 vezes.)
« Última modificação: 24 Abr 2011, 12:01 por Ricardo » Registado
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« Responder #7 em: 22 Abr 2011, 23:02 »

Boa noite companheiro Ricardo

Mais uma vez, e não querendo abusar da sua amabilidade, daquilo que escreveu, fico á espera, que me descreva o equipamento em causa , a sanita náutica quando montada numa AC; relativamente, á sua posição em planta, saída do despejo, e a sua altura ao chão, com medidas aproximadas.
Com a sua promenorização, acerca desse equipam.,concerteza não irei ter dúvidas em perceber, afinal como funciona, aquando, da sua manutenção.
Desde já o meu obrigado pelos seus futuros esclarecimentos técnicos, fico á espera, com todo o gosto, poderá eventualmente, que mais alguém possa dissipar algumas dúvidas, ainda não esclarecidas, digo eu..
Saudações autocaravanistas
Bons raios de sol, para esta Páscoa, serão bem vindos, para todos os companheiros!
Fernando Nunes

« Última modificação: 22 Abr 2011, 23:03 por FSNunes » Registado
RICARDO
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« Responder #6 em: 22 Abr 2011, 20:45 »

Caro Sr. Fernando Nunes,

Creio que ja percebi a sua dificuldade. Julgo que ela só será resolvida (esclarecida) quando um dia lhe puder mostrar o que é uma sanita náutica. Até lá ficará tudo assim!
Terei todo o prazer em aprender consigo essa da mangueira para despejar a náutica mas já lhe vou dizendo que não creio que seja de fácil aplicação; é que a boca de saída tem pelo menos uns 10 cms de diâmetro.

Também não entendi o preâmbulo da sua mensagem em que refere as autarquias e às suas insuficiências quanto às redes nem o que é que isso possa interessar para as sanitas náuticas já que, as caixas onde estas despejam, deverão ser ligadas ao mesmo sistema de esgoto que serve o despejo das cassetes portáteis. Em termos de saneamento, o que não for bom para umas também não é para as outras!

Julgo que já se falou demasiado disto e que quem quiser perceber já tem elementos suficientes portanto aqui ficam os meus votos de melhor tempo, com muito Sol que ilumine os nossos espíritos.

Saudações
Ricardo
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FSNunes
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« Responder #5 em: 22 Abr 2011, 20:01 »

caro companheiro!

Muitas das vezes, não se quer ver, o está bem visível á nossa frente, depende sempre, da optica  de que se está vendo.. ( e o povo tem razão..)
Raras são as C.Municipais deste País, que nos seus concelhos primam pela qualidade ambiental, assunto muitas vezes dispendioso, nos seus orçamentos camarários , isto é de terem redes de águas pluviais e de esgotos separadas.
A não separação das redes leva muitas das vezes que as Etar(s), tenham dificuldade em tratar todo o volume que lhe chega a montante.
 Mas, por ser uma obrigação da CEE, mais tarde ou mais cedo, será possivel, estabelecer, essa prioridade, a nível da preservação ambiental e recursos hidricos.
Voltando ao assunto que me atrás aqui, mais uma vez, o posicionam. das cx. de despejo das cassetes naúticas, não se justifica, nas AS, quando ao lado temos uma grelha, também amovivel, ao mesmo nível (cota) e sob o deposito da Ac.
O acesso, á cx, ou á grelha transversal, para o respectivo despezo, devido a sua colocacão na plataforma, apresentam a mesma dificuldade tanto de manutenção com na higiene/segurança, por isso, mais uma vez não vejo a necessidade de mais "buracos " ao nivel dos despejos da agua(s).
Espero, que os serviços camarários de Mondim de Bastos, ponderem em mais uma abertura, no pavimento, quando uma simples mangueira para o devido efeito resolve muitos transtornos.

Uma feliz Páscoa, para todos, e que o S.Pedro faça tréguas até domingo, neste tempo primaveril!!!

Saudações autocaravanistas.

Fernando Nunes
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RICARDO
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« Responder #4 em: 22 Abr 2011, 16:28 »

Caro Sr. Fernando Nunes,

De facto não é fácil ler o “português” que utiliza mas, com algum esforço dá para entender que ainda não digeriu que alguém tivesse corrigido aquilo que não foi capaz de transmitir à CM da Sertã.

Qual a razão de chamar "actualizada" uma AS que não serve (por ser incompleta) a todos os tipos da autocaravanas que ainda se encontram em circulação?

Para terminar a polémica da queda em desuso da sanita náutica aqui lhe lanço o desafio de nos mostrar a legislação que apregoa, referente à proibição daquele modelo de sanita.
Será que existe ou é apenas produto da sua imaginação e de algum despeito?

Quanto à AS de Mondim e de acordo com aquilo que o Sr. Presidente da Câmara me declarou no dia da inauguração, as caixas ainda não foram colocadas por uma questão de acelerar a obra e por atraso na entrega do material, mas temos a promessa da sua colocação em breve prazo.

Quanto à deficiente informação, concordo que a culpa não será só sua. O “projecto CPA” patente no site do clube está desactualizado e, no que respeita às náuticas, bastante confuso.
Enviei para o CPA, uma versão corrigida e actualizada no passado dia 17 de Março que, segundo fui informado pela Direcção, se encontra em análise. Todos desejamos que saia em breve para que não se continue a induzir em erro todos aqueles que consultam o projecto que ainda está na página do CPA.

Saudações
Ricardo
« Última modificação: 22 Abr 2011, 16:34 por Ricardo » Registado
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« Responder #3 em: 21 Abr 2011, 23:18 »

boa noite a todos os companheiros!

Relativamente ao companheiro Ameneses, eu não estou, totalmente disponivel, em tempo real para lhe tentar responder, de imediato, apesar suas mensagens, quase seguidas, apenas com sete minutos de intervalo.
Mas, como, ninguém é perfeito, e apesar de alguns erros de ortografia, lá me vou expremindo, na nossa língua mãe, para relatar o que se passa na prática, isto é na construção de algumas AS , em território Português.
 
O tópico, não é certamente a lista de AS actualizadas, mas sim AS (em contrução/a construir), actualizadas, relativamente aos seus projectos no terreno.
Como autocaravanista, o companheiro, soma nas suas "andanças" pelos vários continentes, mais saber e mais experiência, relativamente ao apoio do autocaravanismo.
e a sua intervençã/parecer, aquando da AS da Sertâ,  acerca das caixas e das plataformas (6.00mx3.00m) no pavimento, ficou-se apenas por uma simples caixa de esgoto, com a ajuda de um tubo amovível para a drenagem das águas/cinzentas, o que eu apoio inteiramente a 110%!!, poupando muitas centenas de euros a todos os promotores.

Mas, para melhor esclarecimento, concerteza, já releu os post(s)  aquando do tópico da AS da Sertâ, pois eu não concordei, opinião pessoal, com as ditas cx(s) no pavimento, devido ao mau acesso e seu posicionamento,  relativamente a AC, e perigo que oferce ao rodado, porque existindo uma 2xgrelha transversal(s), não vejo necessidade de mais cxs, em pleno pavimento.

O que é lamentável, é que "alguns" mudem de atitudes, quando em certas alturas, alteraram um projecto que em nada contribuiram, apenas venderem o equipamento, e que foi activado por mim e com todo o prestigio que cabe aos serviços da cms após três anos esquecido no armazens da camara municipal, foi possÍvel a realização desta pequena/grande obra-AS-

saudações autovaravanistas
Fernando Nunes
« Última modificação: 21 Abr 2011, 23:25 por FSNunes » Registado
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« Responder #2 em: 21 Abr 2011, 20:39 »

Caro Companheiro.
Dou o dito por não dito. Porquê? Simplesmente porque a minha mensagem escrta em bom portugues, só ulitizando a ferreamenta traduzir, aparece conforme aquilo que escrevi, ou seja português.

Saudações.

Ameneses
« Última modificação: 21 Abr 2011, 20:40 por Ameneses » Registado

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« Responder #1 em: 21 Abr 2011, 20:32 »

O que está a tentar dizer este Companheiro?

Será o acordo ortográfico que não está correto?

Por favor escreva novamente a mensagem, mais que não seja para perceber o que lhe vai na cabeça.

Ameneses

Autocaravanista "Etinerante"
« Última modificação: 21 Abr 2011, 20:40 por Ameneses » Registado

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« em: 21 Abr 2011, 02:30 »

Boa a todos !

Após visionamento das fotos relativas á inauguração da nova AS de Mondim de Bastos, que a câmara municipal muito contribui, os meus sinceros agradecimentos, por mais uma benfeitoria em prol do autocaravanismo; denoto, que na implatação, não foi seguido, o "plano" que alguns companheiros, com o devido respeito, se debateram, em sede própria, a alterar o projecto aquando da feitura da AS da SERTÂ.

 ...e foi escrito na altura..

São de elogiar todas as boas vontades que levaram à construção desta AS. De lamentar que, por deficiente informação, esta infraestrutura estava a ser construída sem atender às necessidades das autocaravanas com sanita náutica já que, as caixas construídas sobre o passeio não servem. Alertado para o facto e por ter uma sanita náutica escrevi à CM da Sertã e foi possível corrigir a construção. As caixas para despejo das sanitas nauticas devem situar-se no piso de rodagem normalmente nas extremidades da grelha das águas sabonetadas como, aliás, se poderá constatar nas A/S que foram "orientadas" pelo Sr Boaventura. Penso que o defeito se deverá ao projecto CPA que não toma em consideração as características deste tipo de sanitas e que deveria ser corrigido.
Saudações
Ricardo




Afinal  o quê mudou as pessoas, os projectos ou  simplesmenente as autocaravanas com cassete naútica foram banidas do planeta?

Parece-me que quem dirige o gabinete de projectos e obras da câmara de Mondim de Bastos anda muito á frente e não cedeu a pormenores que em nada contribuiem para satisfazer meia dúzia de acs, pois como se sabe a tendência é de serem erradicadas na Europa.
Mas também não consegui ver no pórtico/pimenteiro, que equipa a referida as o fabricante francês, se preocupasse, com a referida contemplação para a questão em causa.
Também aí os proprios projectistas franceses, conhecendo o mercado das autocaravanas, se preocupem mais com as questôes de saúde publica, não criando cxs dispersas na plataforma da AS.
Tudo leva o seu tempo, em perceber qual a melhor solução; a não proliferação de caixas no piso inclinado, apenas as grelhas, será no meu ver, a solução encontrada para as próximas construçãoes a implantar , aliás já praticado  no nosso País e não só.

Saudações Autocaravanistas
Fernando Nunes





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