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Autor Tópico: ACREDITE SE QUISER - O "booster"  (Lida 21135 vezes)
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S√≥cio N¬ļ 798


« Responder #10 em: 25 Mai 2015, 16:59 »

Companheiro Jo√£o Ferraz,

Mandei-lhe uma mensagem privada.

Este trabalho obriga a um pequeno projeto e tem obrigatoriamente que ser executado por um competente eletricista de automóveis, que hoje em dia não abundam, muito menos em empresas de autocaravanas. No entanto ainda existem.

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« Responder #9 em: 25 Mai 2015, 11:50 »

Ol√°,

Sendo insuficientemente dotado para montar um equipamento destes sozinho gostaria de saber se é possivel encomendar a montagen a alguma oficina que recomendem?

Obrigado
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S√≥cio N¬ļ 798


« Responder #8 em: 18 Abr 2014, 23:19 »

INSTALAÇÃO DE BOOSTER EM AUTOCARAVANA
EQUIPADA COM QUADRO DE COMANDO E DISTRIBUIÇÃO
CBE-DS300

 
Passando da teoria à prática, complementei o painel solar de 100W que tenho no tejadilho da autocaravana, com um carregador de baterias DC/DC de 25 A.

Este carregador de baterias, habitual e incorretamente designado por booster, foi integrado num ambiente elétrico do fabricante CBE que equipa, entre outras marcas de autocaravanas, a AIE, Benimar, Carthago, Challenger, Chausson, Concord, Elnagh, Eura Mobil, Explorer, Hobby, knaus, Koning, La Strada, Miriad, Niesman+Bischoff, Rapido, Weinsberg, Wingamm, Winnebago.

O booster de carga de baterias, assim como o painel solar, são equipamentos que cativam a nossa atenção por não terem mais custos do que os que advém da sua instalação: - Nem o painel solar tem que pagar o sol que recebe, nem o booster provoca aumento do consumo de combustível da autocaravana.
 
N√£o confundir um booster de carga de baterias com um booster de motor de arranque, pois s√£o equipamentos muito distintos e para finalidades diferentes.

A instalação deste equipamento visa, no meu caso, melhorar a autonomia de energia elétrica nos dias cinzentos de inverno, altura em que os painéis solares de pouco ou nada servem e em que as exigências de energia aumentam substancialmente, principalmente, como é o meu caso, com uma chauffage a gasóleo que é grande consumidora de energia elétrica.

Para poder fazer face √†s exig√™ncias do consumo noturno sem grandes restri√ß√Ķes, √© imprescind√≠vel que, quando terminada uma etapa di√°ria, mesmo que curta, as baterias auxiliares estejam carregadas a 100%. O alternador carrega a bateria de arranque rapidamente e na totalidade mas, por mais longa que tenha sido a etapa, o m√°ximo que se consegue para as baterias auxiliares √© uma carga da ordem de 70 a 80%. A carga completa s√≥ se consegue com um carregador DC/DC, vulgarmente designado por booster, que indo buscar a energia ao alternador, eleva a voltagem para os valores adequados √† carga de baterias de descarga lenta e com essa adequa√ß√£o carrega as baterias auxiliares a 100%, com a curva de carga IUoU preconizada pelos fabricantes de baterias, num tempo relativamente curto.

 O fabricante do booster Votronic, recomenda que se retire o rel√© separador de baterias e que em seu lugar seja colocado eletricamente o booster. Alternativamente prop√Ķe, caso n√£o seja poss√≠vel retirar o rel√©, intercalar o booster entre o rel√© e as baterias auxiliares.

Qualquer uma destas duas solu√ß√Ķes aniquila a possibilidade de:

a)- Carregar a bateria de arranque a partir do carregador de 220V ou a partir do painel solar.

b)- Poder extrair a máxima corrente do alternador para que, através de um conversor 220V, possa alimentar equipamentos de grande consumo, embora de curta duração, tais como micro-ondas, máquina de café espresso, etc.

 Estes equipamentos, que consomem na ordem dos 100 A, tamb√©m podem ser alimentados atrav√©s do booster mas, como este limita a corrente a 25 A, as baterias auxiliares ter√£o que fornecer os restantes 75 A em falta, o que representa um esfor√ßo muito pouco saud√°vel para as baterias. Atrav√©s do rel√© separador de baterias o limite de corrente do alternador √© a sua pr√≥pria capacidade, pelo que este fornecer√° a parte de le√£o, sendo √≠nfima a parte das baterias
.
Queremos o booster para carregar bem e rapidamente as baterias auxiliares e não queremos o booster quando precisamos do contributo do alternador para alimentar o micro-ondas, ou a máquina de café, ou ainda quando queremos carregar a bateria de arranque a partir do alternador de 220V ou a partir do Painel Solar.

Para dar cabal resposta a estas exig√™ncias, n√£o implementei nenhuma das sugest√Ķes apresentadas pela Votronic e optei por manter inalterado o circuito do rel√© separador de baterias e por conceber uma pequena caixa de comando cujas funcionalidades s√£o:

1)- Sempre que o motor √© posto em funcionamento √© acionado automaticamente o rel√© separador de baterias, que p√Ķe em paralelo o conjunto alternador + bateria de arranque com as baterias auxiliares.

2)- Estando o motor em funcionamento, as baterias auxiliares podem ser carregadas via booster premindo o botão ON na caixa de comando. Atraca então o relé auxiliar (RL)que desvia o sinal D+ do relé separador de baterias para o booster, através dos contactos (RLa).
 
3)- Ao ser premido o botão OFF, a carga de baterias auxiliares via booster é de imediato desativada e a carga passa a ser feita novamente via circuito de origem, ou seja, pelo relé separador de baterias.
 
Em resumo: -Por defeito, a carga das baterias auxiliares pelo alternador, √© feita automaticamente via circuito rel√© separador de baterias e s√≥ √© feita pelo booster mediante comando manual. A ordem de funcionamento do booster √© desfeita automaticamente sempre que o motor √© parado ou manualmente quando o bot√£o OFF √© premido. O booster e o rel√© de separa√ß√£o de baterias funcionam sempre em altern√Ęncia e nunca em simult√Ęneo.

Os primeiros testes, muito sum√°rios, corresponderam a todas as expectativas e as primeiras medi√ß√Ķes feitas com o motor ao relanti, deram um valor de amperagem de carga das baterias auxiliares de 3,5 A via rel√© separador de baterias e de 16 A alguns segundos depois de ser ter pressionado o bot√£o ON na caixa de comando. √Č animador.

Seguem-se os testes de endurance no decorrer do próximo passeio do CPA ao Minho Litoral.

Apresento abaixo o esquema de princípio, foto de montagem em curso, foto de montagem terminada e uma foto da caixa de comando ainda inacabada.



ESQUEMA DE PRINC√ćPIO



MONTAGEM EM CURSO




MONTAGEM TERMINADA




CAIXA DE COMANDO (inacabada)




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« Responder #7 em: 29 Jan 2014, 23:28 »

Viva,
Obrigado pela ideia, que é interessante, mas já me decidi por montar painel na AC. O armazém tem luminosidade suficiente e assim tiro também proveito quando a utilizo.

Sauda√ß√Ķes,
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« Responder #6 em: 28 Jan 2014, 13:38 »

Caríssimo,
Haverá alguma possibilidade de solicitar ao proprietário do armazém onde guarda a autocaravana de ter acesso a telhado para colocar um pequeno painel? Sabemos que mesmo que isso seja possível pode não ser practico no entanto aconteceu o mesmo com a nossa empresa e conseguimos ter autorização do senhorio para o fazer com algum sucesso.
Sauda√ß√Ķes cordiais
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« Responder #5 em: 06 Jan 2014, 19:18 »

Caro Viajante,

Agradeço a atenção e os conselhos, mas apesar dos méritos dos corta corrente, não é a solução para mim.
Eu necessito de ter sempre corrente para manter ligado o sistema Cartrack, que me dá muita segurança.
Como disse, no mínimo de 15 em 15 dias, saio com ela e normalmente não tenho problema. Digamos que desta vez estiquei
demais a corda ao ficar 20 dias com ela parada.
Vou ponderar e investigar mais na tentativa de encontrar algo novo ou ent√£o o tal "arrancador" para "aquelas ocasi√Ķes".
Um abraço,

Viegas
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« Responder #4 em: 06 Jan 2014, 11:50 »

Bom dia companheiro Viegas,

Lamento dizer-lhe que o local onde guarda a autocaravana n√£o tem as condi√ß√Ķes de luz natural que permitam a carga das baterias com pain√©is solares.

Quando a autocaravana fica guardada no armazém, a bateria de arranque, assim como a bateria da célula, sofrem uma auto-descarga que é mais intensa quando as baterias se aproximam do fim de vida. A par disso, há sempre um consumo resultante de equipamentos que permanecem ligados ou em" standby" tais como alarme, auto-radio ou a central eletrónica da própria viatura.

Partindo do pressuposto que a sua bateria não está em fim de vida, a maneira mais eficaz de resolver o problema da descarga devido ao consumo permanente é instalar um corta corrente. Se o fizer, as baterias vão continuar a descarregar por auto descarga, mas muito mais lentamente. Tenha também em conta de que no inverno a auto descarga das baterias é substancialmente maior do que no tempo quente.
 
O corta corrente é a solução que eu próprio adotei em todas as autocaravanas que tive e na que tenho presentemente, quer para a bateria da célula, quer para a bateria de arranque. Quando arrumo a autocaravana desligo tudo, absolutamente tudo, pois também já fui confrontado com esse problema.

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« Responder #3 em: 06 Jan 2014, 00:41 »

Caro Viajante,

O problema é que guardo a AC a 10 Km de casa num armazém.
Pelo menos de 15 em 15 dias, saio com ela. J√° estou reformado e h√° que aproveitar!!!!!!
Acontece que em Dezembro, ficou sem sair 20 dias e quando l√° cheguei estava a 11,5 V e j√° n√£o virou.
Será que conseguia resolver o problema com um ou dois painéis solares? O armazém tem um pé direito alto e boa
luz natural através de telha translucida.
N√£o sei se ser√£o as condi√ß√Ķes ideais, que acham?

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« Responder #2 em: 05 Jan 2014, 12:00 »

Companheiro Viegas,

Há muitos dispositivos eletrónicos denominados booster.
O booster a que me referi anteriormente não é o booster destinado a auxiliar a bateria de arranque.
Na minha opini√£o, o uso do booster de arranque s√≥ deve ser usado como √ļltimo recurso e n√£o por sistema. √Č conveniente manter as baterias sempre carregadas, seja a partir da rede el√©trica ou com pain√©is solares ou ainda pondo periodicamente o motor a trabalhar.

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« Responder #1 em: 05 Jan 2014, 01:23 »

Viva,
Estou a ponderar a compra de um "booster" de arranque de bateria, como solução para poder por a AC a funcionar.
Gostaria de saber opini√Ķes sobre este assunto.
1¬ļ - Se existe melhor solu√ß√£o para quando vamos pegar na AC e a bateria n√£o tem carga suficiente para a por a trabalhar.
2¬ļ - Se o "booster" √© a melhor solu√ß√£o, algu√©m pode ajudar com a sua experi√™ncia e indicar qual a melhor aquisi√ß√£o para por a funcionar uma bateria de 95A (julgo que √© esse o valor) ?

Sauda√ß√Ķes,
Victor Viegas
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S√≥cio N¬ļ 798


« em: 20 Nov 2011, 13:27 »



ACREDITE E SE QUISER ‚Äď ‚ÄúO booster‚ÄĚ

Para os autocaravanistas que habitualmente ficam vários dias imobilizados fora dos parques de campismo, ou ainda para aqueles cujo local de recolha da autocaravana é a descoberto e não disponham de energia da rede, os painéis solares são altamente recomendados.

Mas, um painel solar de pouco ou nada serve a quem pratica um tipo de autocaravanismo predominantemente itinerante, isto é, se tiver o hábito de não permanecer mais que uma ou duas noites no mesmo local.

O que o autocaravanista itinerante necessita, em termos de energia eléctrica, é que, uma vez concluída a etapa diária, seja ela longa ou curta, tenha a bateria auxiliar plenamente carregada, para que possa usufruir de todas as mordomias a que tem direito (iluminação, exaustão, ventilação, televisão, home cinema, bombagem e não só).
 
Desgra√ßadamente, o alternador nunca carrega a bateria auxiliar a 100% e dependendo do tipo de bateria, poder√° nem chegar aos 70% da sua capacidade nominal, dure a etapa o tempo que durar. Um painel solar de nada serve para quem tem o h√°bito de terminar as etapas ao fim do dia, ao p√īr-do-sol. Se terminar a meio do dia, a bateria ainda estar√° muito longe da carga completa e n√£o ser√° um painel solar que completar√° a carga se o tempo estiver encoberto, ou se os dias forem curtos, ou se for ver√£o e n√£o resistir a uma boa sombra para estacionar a princesa.

Para que tenha uma melhor noção do que falamos, retenha que, se tiver 2 baterias de 80Ah cada e, numa noite, gastar 50% da capacidade, necessita percorrer no dia seguinte mais de 400Km, fora de auto-estrada, para atingir 90% da carga.

Sem recurso a pain√©is solares dependentes dos caprichos meteorol√≥gicos e da esta√ß√£o do ano, sem ter que se p√īr a torrar ao sol no ver√£o, sem ter que recorrer a geradores a gasolina dispendiosos, ruidosos e poluentes e sem ser for√ßado a ir para parques de campismo, existe uma pequena maravilha chamada ‚ÄĚbooster‚ÄĚ, que se adequa perfeitamente aos autocaravanistas praticantes do toca e foge.

O termo‚ÄĚ booster‚ÄĚ √© utilizado por tudo e mais alguma coisa que potencie o que quer que seja. √Č banal encontrar-se um ‚Äúbooster‚ÄĚ na sec√ß√£o de baterias das casas de acess√≥rios de autom√≥veis, cuja finalidade √©, entre outras, a de ajudar uma bateria de arranque descarregada a p√īr o motor a trabalhar. H√° tamb√©m o‚ÄĚ booster‚ÄĚ duma antena, o ‚Äúbooster‚ÄĚ dum altifalante, etc., etc.

O nosso ‚ÄĚbooster‚ÄĚ √© algo de completamente diferente.
O princ√≠pio de funcionamento assenta na mais refinada arte de enganar e vamos recorrer √† analogia com a banda g√°strica para melhor entendimento. A banda g√°strica destina-se a enganar os sentidos de uma pessoa obesa, dando-lhe a sensa√ß√£o falsa do seu est√īmago estar cheio com a ingest√£o de pouca comida, levando-a assim a comer menos.

O que o nosso ‚Äúbooster‚ÄĚ faz, √© exactamente o contr√°rio. Estando o est√īmago cheio, ele d√° a indica√ß√£o falsa de que s√≥ est√° meio, para que ponham mais comida na mesa. Em termos el√©ctricos, o ‚Äúbooster‚ÄĚ informa o alternador de que a bateria de arranque ainda n√£o est√° cheia (mentira) e por isso, deve continue a produzir energia em pleno. Como o alternador reduz a produ√ß√£o de energia quando a bateria de arranque est√° carregada e porque esta carrega numa frac√ß√£o do tempo da bateria auxiliar, recorre-se a este ardil de dizer que ainda n√£o est√° carregada, para que o alternador continue a produzir energia e com fartura, para que se processe a carga r√°pida da bateria (s) auxiliar (s).
 
Funcionalmente o ‚Äúbooster‚ÄĚ √© um conversor de carga DC/DC (1). √Č um carregador inteligente IU (3) ou IUOU (4), que recebe energia directamente do alternador e a entrega √† bateria auxiliar com uma tens√£o >14V, via Electroblok (2) , se existir, proporcionando uma carga muito r√°pida mas com peso conta e medida, isto √©, num regime de carga adequado aos diferentes tipos de baterias (√Ācido, Gel ou Agm).
 
Se vier a decidir-se pela instala√ß√£o de um ‚Äúbooster‚ÄĚ, equipamento que n√£o √© nada barato, tenha em conta que ter√° que mandar substituir o cabo existente entre o alternador e a bateria auxiliar por um cabo mais grosso (16 ou 25 mm2), devido ao forte incremento da corrente de carga.

A maravilha √©, dependendo do tipo de bateria, que baste circular durante uma hora ou pouco mais, para repor a energia consumida na noite anterior. Sem o ‚Äúbooster‚ÄĚ s√£o necess√°rias pelo menos 8 horas de viagem para repor esse consumo, al√©m de que a carga nunca ser√° completa e isso encurta a vida da bateria devido √† sulfata√ß√£o. Se alguma vez resolver ficar uns dias no mesmo s√≠tio, basta dar uma pequena volta de vez em quando para recarregar as baterias.

 √Č r√°pido e barato. ACREDITE SE QUISER

Viajante

Links para alguns fabricantes:

 http://www.waeco.com/en/3410_1158.php
 http://www.sterling-power.com             
 www.buettner-elektronik.de           
 www.votronic.de

NOTAS T√ČCNICAS:

(1) DC é uma abreviatura universalmente aceite do anglicismo Direct Current, que em bom português significa Corrente Contínua.

(2) ElectrobloK  √© a designa√ß√£o alem√£ de Bloco El√©ctrico e, aos mais completos, cabe fazer:

     - A distribui√ß√£o da corrente cont√≠nua
     - A protec√ß√£o dos diversos circuitos por meio de fus√≠veis e de disjuntores
      -A monitoriza√ß√£o da voltagem (V) e da corrente (A) de todas as baterias e de todas as fontes de energia (alternador, painel solar e
        220V da rede.         
     - A regula√ß√£o da carga da (s) bateria (s) auxiliar (s) de acordo com a curva IUoU (regime de carga em 3 fases), quando a         
        a autocaravana est√° ligada a 220V.
     - A gest√£o da energia, dos alarmes e dos diversos sensores.

(3) IU ‚Äď Curva de carga com 1 fase de carga.

(4) IUOU ‚Äď Curva de carga de acordo com norma DIN, com 3 fases:
    
Fase I - Fase de carga principal (bulK) em corrente constante e subida progressiva da voltagem até atingir 14,3V.
Fase U ‚Äď Fase de absor√ß√£o (absorption), com a dura√ß√£o de 1 a 8 horas conforme o tipo de bateria, sobre tens√£o constante (14,3V) e decr√©scimo progressivo da corrente.
       O ‚Äď Ponto de comuta√ß√£o autom√°tica, temporizada, da fase de absor√ß√£o para a fase de manuten√ß√£o.
Fase U ‚Äď Fase de manuten√ß√£o (Float) com tens√£o constante (13,8V) e corrente constante (valor residual).

Nota: O alternador faz uma carga meramente linear (curva de carga W), adequada às baterias de arranque mas desadequada às baterias auxiliares.
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