Companheiros,
O CPA foi pioneiro no estabelecimento de Protocolos do género do agora anunciado pelos nossos companheiros andaluzes. No mandato desta Direcção estabeleceram-se contactos com entidades muito diferentes. Entre elas com empresas de combustíveis. A área de serviço que acabo de anunciar é disso prova cabal:
http://cpa-autocaravanas.com/forum/index.php?topic=969.msg5923#newDe resto, a Andaluzia tem sensivelmente a mesma área e a mesma população do que Portugal. No mandato desta Direcção, fizeram-se sócios do CPA mais autocaravanistas do que a totalidade dos sócios actuais da Associação Andaluza de Autocaravanas.
Então porquê a diferença entre o que se passa no autocaravanismo nos dois países?
O Problema estará na consciência dos autarcas e empresários cujos negócios podem estar ligados ao autocaravanismo? Talvez. Mas, do meu ponto de vista, o problema essencial está no grau de consciência dos autocaravanistas portugueses. Ora vejam.
Em Espanha não tenho conhecimento de sócios de nenhum clube a andar na praça pública a dizer mal dos clubes, a organizar encontros públicos de "autocaravanistas independentes" contra os Clubes, a fazer contactos institucionais em nome pessoal, a vender máquinas para áreas de serviço às Câmaras, a dirigirem-se à Comunicação Social como representantes do autocaravanismo, ... enfim, a tudo fazer para retirar visibilidade publica ao CPA. Como se alguma instituição estivesse disponível para fazer um acordo com um clube que não goze da melhor credibilidade institucional.
Como se isso não bastasse para marcar a diferença, quando em Espanha se assinala a inauguração de uma área de serviço comparecem centenas de autocaravanistas. Em Portugal os dirigentes associativos não podem empenhar a sua palavra, porque no dia da inauguração não comparecem mais do que um (as?) dezena de autocaravanas.
É essa a diferença, eu chamo-lhe sentido de gratidão. À quem o tenha e aqueles que o não têm, que são frequentemente os que mais exigem.