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Autor Tópico: BLOGosfera  (Lida 1570 vezes)
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Decarvalho
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« Responder #13 em: 10 Nov 2008, 23:35 »

Viva

acabo de reverificar..tudo normal com o OK...
so posso sugerir ligar e  desligar o PC...(ou a net)
e depois ligar outravez o
www.camping-caravanismo-e-autocaravanismo.blogspot.com

( se não acreditarmos mos fantasmas eles vão-se embora....)
« Última modificação: 11 Nov 2008, 07:16 por Decarvalho » Registado
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« Responder #12 em: 10 Nov 2008, 23:11 »

Obrigado companheiro Decarvalho. Carregar no Ok solucionou o problema até hoje. Agora carrego no OK, desaparece a página e aparece nova página que diz "site not found"
Parece-me que este virus é evolutivo.
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Decarvalho
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« Responder #11 em: 10 Nov 2008, 22:37 »

Viva....

Ha um "bug" fantasma.....
dá essa mensagem. mas carrega-se em OK, na janela que aparece, e...
o fantasma desaparece e fica tudo normal...
só que não consigo eliminar essa mensagem...errónea.
sorry
Se mantiver a dificuldade em abrir diga!

boas voltas e reviravoltas
« Última modificação: 11 Nov 2008, 07:14 por Decarvalho » Registado
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« Responder #10 em: 10 Nov 2008, 22:15 »

Sou leitor assíduo do blog do companheiro Decarvalho. Acontece que de há poucas semanas para cá deixei de poder abrir a página http://camping-caravanismo- e-autocaravanismo.blogspot.com.  Melhor: Consigo abrir a página mas logo de seguida bloqueia e aparece uma janela com a informação"Internet explorer cannot open the internet site http://..................  Operation aborted
Gostaria saber se algum dos companheiros constata esta anomalia e qual poderá ser a causa.
Tavez o companheiro Decarvalho  me saiba responder. Fico grato.
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« Responder #9 em: 03 Ago 2007, 11:27 »

Muito interessante esta dissertação sobre a quantidade e a qualidade do turismo. A abordagem é feita tendo como pano de fundo o Festival do Sudoeste, mas pode-se bem aplicar sobre outra coisa qualquer. É um texto longo mas bastante pertinente e finaliza com a resposta adequada à pergunta inicial.....

O turismo que temos aquele que queremos?
 
Agora que a romaria começou, todos os caminhos vão dar a São Teotónio. Desde o ano de 1997 os primeiros dias de Agosto são marcados pela realização de um dos maiores festivais do país. Inicialmente, todos concordavam que o festival traria turistas, veraneantes, visitantes e poria a região no mapa. Nessa época já a Zambujeira do Mar e os campos e praias de São Teotónio eram regularmente referenciados pela comunicação social como lugares aprazíveis, de belezas naturais bem preservadas e clima ameno, com uma cultura popular rica e uma gastronomia ímpar, que conjuga as tradições alentejanas com as maresias do atlântico.

Logo no início dos anos 90, essa divulgação nos media trouxe um novo tipo de turistas, gente que fugia dos lugares habitualmente referenciados como trendies na estação quente – gente cor-de-rosa, figuras públicas, gente que buscava isolamento, gente cosmopolita que procurava guetos reservados, exclusivos e alternativos, gente urbana que desejava individualizar-se e exaltar o ego nas noites do clube da praia, do fresco e outros bares; e na pacatez e simplicidade das nossas ruas com exaltações feéricas de théâtre et mise-en-scène, recorrendo a cuidadas produções estilísticas do guarda-roupa, gestos e atitudes esfuziantes.

A chegada destes novos turistas não passou despercebida e em pouco tempo a comunicação social começou a mencionar a Zambujeira do Mar como uma das praias mais IN do verão lusitano. A mediatização abastardou o ambiente que se vivia neste recôndito refúgio e na época seguinte os cosmopolitas e urbanos não voltaram, sendo a região ocupada por um novo tipo de turistas – os suburbanos.

Neste período a praia começou definitivamente a mudar… Na época estival a Zambujeira recebia veraneantes fidelíssimos, gentes do concelho ou provenientes de outras zonas, particularmente do baixo e do alto Alentejo e da região de Lisboa. Eram grupos familiares, pessoas que se conheciam desde há gerações e que ali se reuniam anualmente “a banhos”. Com a chegada dos indivíduos suburbanos inicia-se a descaracterização da pacatez e serenidade, dos hábitos e tradições do verão na Zambujeira. Nos primeiros anos a maioria dos habitués fez finca-pé e manteve-se incólume julgando que a invasão seria passageira, todavia o lançamento do Festival do Sudoeste foi o pronuncio do fim da Zambujeira perfeitamente esquecida e maravilhosamente perdida num dos últimos paraísos do continente lusitano.

A implementação do festival não dividiu opiniões, era quase consensual que “seria bom para a terra” traria visitantes, turistas, viajantes, veraneantes, consumidores, oportunidades de negócio, publicidade para a região, desenvolvimento e progresso!
Quando os veraneantes habituais começaram a abandonar a praia, embora desgostosas a maioria das pessoas permaneceu firme julgando que as novas multidões trazidas pelo festival compensariam (e de que maneira!) a ausência e desistência dos antigos. Havia até quem julgasse que a seguir à primeira semana de Agosto, se iniciaria a pacatez que todos ansiavam e os habitués retornariam para desfrutar o verão na sua plenitude.

Com o passar do tempo a lucidez apoderou-se das opiniões, e as pessoas começaram a ver com clareza todas as implicações do festival. Houve contudo uma época, em que se falou que a empresa organizadora do sudoeste não entrava em acordo com o proprietário do terreno onde se realiza o festival – a Herdade da Casa Branca e estava aberta a hipótese do festival ser realizado noutra zona. Nessa altura as opiniões vacilaram! Perder o festival para outra zona??? Não pode ser! Certo é, que o festival se manteve por cá, para alegria e contentamento de alguns, mas hoje fala-se novamente no seu fim, agora de uma forma definitiva.

O Festival do Sudoeste tem sempre sido o palco de controvérsias e acesas discussões. A freguesia, as praias, os campos, as ruas, as estradas, o comércio, as hospedarias, o parque de campismo, os restaurantes e cafés são invadidos por multidões ávidas de consumo – consumo barato mas intensivo. Acomodam-se como podem, escolhem os alojamentos mais económicos ou se possível gratuitos (campismo selvagem, dormidas na praia, no campo ou no carro). A limpeza corporal é feita nos banhos públicos, no canal, nas ribeiras, nas fontes e na praia. A alimentação é parca (tem de sobrar dinheiro para a bebida y otras cositas más), comem o que podem e não como devem, e escolhem a ementa em função do preço! Quem são??? Caracterizá-los seria um exercício digno de um sociólogo, antropólogo ou psicólogo muito paciente, desocupado e sem outras tarefas mais interessantes com que se ocupar. São uma fauna miscigenada, gente estranha, bizarra e tétrica, aspecto terrífico, aromatizada por intensos odores corporais, trajes e adereços reveladores de pertenças ou simpatias por movimentos e tendências lúgubres tipo góticos, transes, rastas & afins. Grupos fabricados pela suburbanidade e pela iliteracia reinante no país, pessoas que procuram sair da indigência social e cultural buscando referências em imagens, códigos, dialécticas e manifestos miseráveis e vazios de conteúdo, que incitam a estilos de vida marginais e pouco consentâneos com os modelos organizativos da sociedade produtiva, geradora de desenvolvimento e de riqueza.

Começam a chegar nos últimos dias de Julho e ficam até onde é possível esticar o dinheiro, certo é que alguns conseguem ficar o resto do verão. As praias e os campos são totalmente assolados por estas pessoas, porém com o passar dos dias começam a esvaziar-se, mas o resultado deste impacte mantém-se! O lixo, os despojos, as sobras, as consequências e os danos ficam e aqueles que prezam esta terra lamentam! O festival fez disparar os preços dos alojamentos e dos bens de consumo, aliciou para o lucro fácil e incrementou a especulação imobiliária na sua pior vertente.

Não queremos um segundo Algarve, mas isto é pior do que as piores zonas do Algarve (Quarteira tem ou não melhores inquilinos nesta época?). Reclamamos um turismo de qualidade, direccionado para segmentos de mercado heterogéneos, mas com elevados níveis de exigência, onde a quantidade e a ocupação massiva seja preterida em função da qualidade, unicidade e singularidade de empreendimentos planeados de modo equilibrado e sustentado, e que se harmonizem com as características naturais, culturais e sociais da região.

Fala-se de resorts, golfes e empreendimentos destinados a clientelas selectas e endinheiradas, mas será essa a solução para a qualificação da oferta turística na região? Tantas autarquias que já licenciaram esse tipo de projectos e hoje opõem-se veementemente a esses investimentos megalómanos que estagnam a economia local pela sua natureza de autênticos colunatos onde tudo existe para satisfazer o turista, sem que se verifique uma relação de reciprocidade entre esses guetos de luxo e o território onde se implantam. Muitos desses golfes e resorts, são também formas disfarçadas de fazer loteamentos e condomínios fechados. Desta forma, esses pseudo-loteamentos são aprovados em muitas zonas do país sob a capa de empreendimentos turísticos contornando algumas brechas da legislação. Seguramente não desejamos a ocupação massiva da nossa região, todavia esse turismo de luxo que tanto se fala… será a melhor solução? E se for essa a derradeira solução será que os mamarrachos que hoje vimos construir; o mau planeamento urbano; as multidões do festival de sudoeste; as carências em infra-estruturas básicas e cuidados de saúde e a fraca qualidade das poucas vias de comunicação, se compatibilizam com esses édenes fabricados pelo dinheiro? Ou será que vai acontecer o mesmo que no Algarve? Resorts, hotéis e aldeamentos turísticos de luxo onde o turista tem de vendar os olhos sempre que sai desses paraísos idílicos, porque tudo o resto é muito mau – mau urbanismo, mau ordenamento, mau paisagismo e má arquitectura.

O que acontece aqui, é que esses grandes empreendimentos turísticos ainda estão na fase de projecto e aquilo que é construído actualmente pelos pequenos promotores é nefasto e compromete seriamente o sucesso dos investimentos vindouros. A descaracterização urbana e arquitectónica começa a acentuar-se e na Zambujeira do Mar chega a ser calamitosa!

Há quem diga que o resultado das imprudências cometidas ao longo dos anos no ordenamento do território deste país tem a ver não só com a iliteracia do povo, com a gula e avidez dos promotores e construtores mas também com a ignorância, pelintrice e pedantismo dos indivíduos que se colocam em certos cargos políticos, muito particularmente nas autarquias. São pessoas com pouca visão, pouco letradas, sem cultura, sem gosto, quando detentoras de algum diploma universitário pertencem na maioria das vezes à primeira geração que estudou na família, e não se fazem rogados… exigem tratamento diferenciado! Ainda que muitos tenham obtido classificações medíocres ou sem brilhantismo, concluindo bacharelatos e licenciaturas de qualidade duvidosa, frequentemente em universidades privadas ou públicas de 5.ª categoria e não tenham sequer feito mestrado ou doutoramento, são todos doutores e quando o não são pertencem à Ordem dos Arquitectos ou dos Engenheiros ou à ANET (só o nome assusta! Associação Nacional de Engenheiros Técnicos).

Com o tempo o cargo ofusca-os, excedem-se (“nunca sirvas quem serviu, nunca peças a quem pediu”) gente proveniente do povo começa a ser idolatrada e bajulada pelo povo e muito particularmente por investidores que não se importam de pagar uns cobres a mais para licenciar aquilo que mais dinheiro render. No princípio há alguns resistentes que procuram respeitar integralmente os regulamentos e as premissas que inicialmente propuseram no programa do mandato, com o nobre propósito de melhorar a qualidade urbanística dos concelhos. Todavia, "quanto mais se tem, mais se quer", e se antes auferiam um salário de miséria, com conquista do cargo público ou político dão pulos de contentamento nos primeiros meses de vencimento, mas com o passar do tempo aquele dinheiro ao fim do mês torna-se insuficiente e as propostas dos construtores e investidores tornam-se tentadoras. No final todos vergam! Cada um ganha o que pode, de forma discreta e imaginativa. Organizam jantares em recantos muito esconsos de restaurantes dos arredores, planeiam contornar os PDM’s e demais regulamentos (fazendo tudo dentro da lei! como é vulgar dizerem).

Inicialmente, nos primeiros contactos disfarçam a ansiedade pelas comissões, resistem, dificultam, opõem-se às ideias do promotor, pedem para reduzir aqui e ali no projecto. O investidor compra o terreno a pensar que pode construir 100, mas o presidente, o vereador ou os arquitectos e engenheiros dizem que só dá 50… Assim, conseguem aumentar o valor do prémio, dificultam e dificultam, mas depois de uns jantares, de uns telefonemas fora de horas, de uns cheques, umas viagens, uns carros, uns terrenos, umas casas ou apartamentos, aquilo que dava para construir 100 já permite 120, estica-se a área, o número de pisos, o promotor faz também umas cedências e oferece-as ao concelho para ficar bem na fotografia e tranquilizar a consciência dos corruptos e tudo se resolve à custa daquilo que todos nós sabemos! Do balanço, fica tudo o que nós conhecemos… os senhores que trabalham nas autarquias ganham, os donos dos bancos ganham com os financiamentos, os promotores dos investimentos ganham e Portugal continua a perder!

As pessoas erradas continuam a ocupar lugares chave, desconhecendo a dualidade intrínseca de dois conceitos muitas vezes opostos – crescimento e desenvolvimento, para haver desenvolvimento tem sempre de haver crescimento sustentado e estruturado. Aquilo que ambicionamos e merecemos é uma região salvaguardada e protegida do crescimento rápido e destrutivo – que enriquece rapidamente alguns e compromete o desenvolvimento futuro de todos e do país. Desejamos investimentos que não tragam apenas riqueza para os promotores, mas também para a região, que fomentem o desenvolvimento equilibrado, que potenciem a qualidade de vida, que se compatibilizem com o património edificado, natural e cultural, que se projectem na modernidade respeitando a morfologia urbana das vilas, os modelos vernaculares de ocupação do território e os valores padrão da arquitectura tradicional. Ambicionamos o retorno dos antigos veraneantes e a chegada de novos turistas, exigentes e com gostos sofisticados que incitem o desenvolvimento e qualificação do sector terciário e de toda a economia da região. "Cada um tem aquilo que merece" e... o turismo que temos poderá ser aquele que merecemos, mas não será seguramente aquele que queremos!

Hipnos


Link: http://sao-teotonio.blogspot.com/2007/08/o-turismo-que-temos-aquele-que-queremos.html
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Um abraço
Nuno Ribeiro
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« Responder #8 em: 17 Jun 2007, 21:22 »

Companheiro DeCarvalho,

Agradeço a mensagem, e o estímulo que tem dado, mas por favor até me deixa envergonhada Embarrassed, eu só dei duas dicas e o aluno é excepcional. Wink
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Saudações Autocaravanistas
Odete Cabral
Lisboa
http://viajaremliberdade.blogspot.com
Decarvalho
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« Responder #7 em: 17 Jun 2007, 05:04 »

alo amigos, companheiros e autocaravanistas

este post é para dar noticia de algumas recentes melhorias introduzidas no  Blog  que assino.

elas só foram posiveis pela excelente ajuda dada pela Triganinha que por sua vez é a autora do melhor blog da net sobre autocaravanismo como já temos vindo a divulgar.

Fica aqui o meu publico agradecimento e parabens a triganinha!



O movimento autocaravanista, a cultura do autocaravanismo, e em geral a dignificaçao deste sector de actividade passa pelos próprios, todos nós que gostamos e nos interessamos pelas autocaravanas. Que ajudemos a dar uma imagem positiva, objectiva  e pertinente e a formar uma opinião pública, que ajude os jornalistas, autarcas e decisores politicos, e ainda e naturalmente, os comerciantes e industriais do sector, bem como os particantes de autocaravanismo actuais e futuros. Só assim teremos uma win win situation...isto é uma soma cujos ganhos são  a partilhar por todos.

ou não será assim?
« Última modificação: 17 Jun 2007, 05:19 por Decarvalho » Registado
Decarvalho
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« Responder #6 em: 23 Mai 2007, 19:58 »

alo ACs


Vale a pena verem e divulgarem o BLOG da Triganinha, companheira Ac de AV, sob o mote on the road again, e sob o titulo viajar em liberdade

http://camping-caravanismo-e-autocaravanismo.blogspot.com/2007/05/o-melhor-post-dos-outros-blogs-sobre.html
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fernando_vilarinho
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« Responder #5 em: 29 Mar 2007, 00:16 »

Pois estes são do companheiro Carvalho mas merecem mais uma referência:

http://sol.sapo.pt/blogs/autocaravanismo/default.aspx

http://camping-caravanismo-e-autocaravanismo.blogspot.com/index.html
« Última modificação: 29 Mar 2007, 00:19 por fernando_vilarinho » Registado
NunoR
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« Responder #4 em: 12 Mar 2007, 12:48 »

Aqui vão uns blogs sobre o Concelho de Almada:

Generalistas:

http://casariodoginjal.blogspot.com/

http://oladocerto.blogspot.com/

http://emalmada.blogspot.com/

Sobre o ambiente:

http://caparicafuturista.blogspot.com/

http://www.a-sul.blogspot.com/ (neste caso sobre a margem sul)

Sobre Metro Sul do Tejo

http://triangulodaramalha.blogspot.com/

Nuno
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Um abraço
Nuno Ribeiro
Charneca da Caparica-Almada
Decarvalho
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« Responder #3 em: 11 Mar 2007, 13:25 »

boas...

nao sugiro propriamente um blog, mas varios, neste momento três:

http://escutas.blogs.sapo.pt
http://jii2007.blogspot.com
http://ipuel.blogspot.com

e deixo aqui (poderia ser tambem nos links interessantes) dois links
para interesse geral

http://www.tampinhas.org
http://maps.google.com/ ( o melhor (para mim) site de mapas para planear viajens
« Última modificação: 29 Mar 2007, 07:38 por Decarvalho » Registado
NunoR
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« Responder #2 em: 09 Mar 2007, 18:26 »

Para quem gosta de animais:

http://blogdosbichos.blog.simplesnet.pt/

e de ciência:

http://www.contanatura.net/

Nuno
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Um abraço
Nuno Ribeiro
Charneca da Caparica-Almada
Raul Lopes
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« Responder #1 em: 09 Mar 2007, 16:14 »


Para quem tiver tempo de enriquecer o espírito com algumas blogadas literárias, começo por sugerir o Estranho Estrangeiro: http://blogs.publico.pt/estrangeiro/




Se a Arte da fotografia lhe interessa, então não perca este Blog: http://blogs.publico.pt/artephotographica/


Se está mais virado para os prazeres da mesa e para as viagens sem autocaravana, blogue por aqui: http://blogs.publico.pt/fugas/
Registado
Raul Lopes
Visitante
« em: 09 Mar 2007, 14:50 »

Cada dia que passa aumenta o número de Blogs no ciberespaço. Daí o desafio e o convite que aqui deixo:

1- aos autores dos Blogs que visitam este fórum convido a que nesta secção criem um novo tópico com o título do V/ Blog e que o vão actualizando com a informação relativa às iniciativas e/ou novos conteúdos do Blog que sintam ter relevância para os autocaravanistas. Não façam cerimónia!

2- aos membros do fórum que viajam pela Blogosfera convido a que neste mesmo tópico vão dando conta da informação relevante que foram encontrando nas suas viagens virtuais.

Informações úteis, ideias, opiniões ou simples curiosidades que por aí circulem, divulguem-nas no nosso fórum. Todos ficaremos a ganhar!
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