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Autor Tópico: Campismo: notícias breves  (Lida 8967 vezes)
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Raul Lopes
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« Responder #22 em: 11 Set 2006, 22:38 »

Na memsagem anterior cometi uma imprecisão.
Aqui fica o meu registo de desculpas e a mensagem que recebi a corrigir a informação:

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Caro Companheiro Raul Lopes,

grato pela disponibilidade e rapidez.
Ainda assim, informo que o ACAMPAR já está on-line desde o início de 2005.
As edições anteriores podem ser lidas no site do CCP em: http://www.ccporto.pt

Saudações Montanheiras
Jorge Agostinho
http://pedestrianismo.no.sapo.pt/
 
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Raul Lopes
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« Responder #21 em: 11 Set 2006, 20:22 »

O CCPorto acaba de editar mais um número da sua revista, agora também disponível em formato digital.
consulte-a aqui: http://www.ccporto.pt/media/revista/pdf/30.pdf
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« Responder #20 em: 04 Set 2006, 17:21 »

Junto à Barragem do Maranhão, em Avis, reabriu o parque de campismo.
Foram criadas zonas específicas para autocaravanas, mas parece que se esqueceram de uma área de serviço.


EM AVIS, PARQUE DE CAMPISMO DE QUALIDADE COMPLETA PÓLO TURÍSTICO          


Entrou já em funcionamento o novíssimo Parque de Campismo da Albufeira do Maranhão, em Avis, junto ao Clube Náutico, completando assim toda uma área de excelência que se traduz num pólo turístico de grande qualidade.

No parque nem faltam os apartamentos que assim vêm aumentar a oferta de alojamento no concelho.

Trata-se de uma reabertura mas a obra de qualidade realizada caracteriza-se por uma total renovação do equipamento e criação de novas infraestruturas e, consequentemente, estamos perante um parque de campismo de nível superior, com uma oferta de qualidade, segurança e bem-estar a todos os seus utentes.

A infraestrutura reabriu no dia 8, mas foi há cerca de dois anos que a Câmara Municipal de Avis lançou o projecto de recuperação e renovação do Parque de Campismo, implantado desde a década de 80 do século passado na margem da Albufeira do Maranhão.

Foi uma grande projecto de reabilitação deste importante equipamento que agora ficou concluído que veio devolver a Avis o seu Parque de Campismo, infraestrutura de turismo e lazer, agora enriquecida na sua capacidade de alojamento, no conforto e segurança das instalações e no alargamento substancial das suas estruturas e serviços.

Envolvendo um investimento superior a 1,5 milhões de euros, a renovação foi executada ao longo de dois anos de trabalho e resultou do esforço da Câmara Municipal de Avis que cumpre, assim, o seu objectivo de reabrir o espaço no Verão de 2006, devidamente recuperado e modernizado.

As novas infraestruturas englobam a construção de 114 "alvéolos" para a instalação de auto-caravanas e tendas e a disponibilização de três zonas de acampamento livre com capacidade para 137 lugares, prevendo-se que a lotação deste parque de campismo seja de 529 campistas.

Ainda no capítulo das inovações de equipamentos assinale-se a renovação e ampliação da rede de águas, esgotos e electricidade, assim como a construção da central e conduta elevatória de esgotos, o melhoramento e pavimentação de arruamentos de acesso ao Parque, a construção de dois blocos de cinco apartamentos cada, T0 e T1, totalmente equipados, novas instalações sanitárias e balneários, polidesportivo, casa de recolha de resíduos sólidos, mini-mercado, bar e self-service, sala de convívio com TV e sala de jogos.

Para além destes, são de destacar ainda outros serviços e provimentos necessários ao Parque, nomeadamente o posto de primeiros socorros, a casa do guarda, o receptáculo postal e o telefone público.

Mas a recuperação das estruturas já existentes também foi acautelada. É o caso da área comercial, de um bloco de instalações sanitárias e de várias outras que fazem do Parque de Campismo da Albufeira do Maranhão um equipamento moderno, sofisticado, capaz de responder cabalmente às necessidades de todos os seus utentes, e um dos melhores da região e mesmo do País, pelo menos ao nível dos que são geridos por Municípios.

Fica o convite para um passeio até Avis e a Feira Franca agora em Setembro, pode ser mesmo a altura escolhida, isto apesar de todos os momentos serem bons para estar em Avis e no Clube Náutico.

Fonte: http://www.jornalfontenova.com/
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« Responder #19 em: 28 Ago 2006, 16:07 »

Com a crescente utilização de blogs, podemos encontrar cada vez mais opiniões sobre todo o géneros de assuntos. Desta vez é sobre a federação de campismo e o regulamento de circulação de bicicletas:

http://enresinados.weblog.com.pt/arquivo/2006/08/federacao_de_ca.html

Nuno
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« Responder #18 em: 10 Ago 2006, 15:25 »

Boa Tarde

De acordo com Jornal Fonte Nova edição 1370-2 de Junho 2006, mais um Parque de campismo promovido a condominio fechado(parque de campismo de Avis existente no perimetro do clube Naútico, requalificação do mesmo, de entre outras obras destaca-se a construção de cinco T0 e cinco T1 Cheesy Cheesy Cheesy

Um dia destes o campistada tenda vai ter que voltar a acampar na Praia.
E continua sem se saber o que os Hoteleiros do nosso pais acham disto?

Boa viagem
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« Responder #17 em: 02 Ago 2006, 09:37 »

Notícia no Diário de Coimbra sobre o parque de campismo de Coimbra. Destaca-se a informação que o parque é para os que visitam Coimbra "(...)com caravanas, tendas ou iglus(...)" !!! E com autocaravanas? Continua-se a utilizar o Parque da Canção??

Entre um mergulho e uma partida de mini-golfe
A cidade ainda desconhece as ofertas, mas os turistas estrangeiros começam a aprender o caminho para o Parque de Campismo de Coimbra. Todos elogiam a qualidade das condições e o prazer de um mergulho na piscina. Se houvesse mais sombra… seria o cenário perfeito

«A dança do tubarão, tubarão, tubarão. É a nova onda que chegou este Verão». A música da rádio é animada, mas a verdadeira animação está na piscina onde a Inês, de sete anos, dá umas braçadas com uma amiga, sob o olhar atento da avó. Na água juntam-se outros “nadadores”… Até porque o calor é muito e a água, com certeza fresquinha, convida a uns mergulhos.
A mesma vontade tem a Ana Carolina. Esta menina de cinco anos bem queria divertir-se na água azul da piscina do Parque de Campismo, mas a mãe e a avó, que estão com ela, não podiam imaginar que aquela nova infra-estrutura, pensada para campistas e turistas, estaria a funcionar para o público em geral. Resultado: a Ana Carolina não tem fato de banho e não pode mergulhar.
O ar triste da menina obriga mãe e avó a justificarem-se. «Muito provavelmente grande parte das pessoas não sabe o que há aqui», desabafa Susana Romão. «Vínhamos só para ver e não fazia a mínima ideia que este lugar era tão agradável», acrescenta Ângela Romão, a mãe da Ana Carolina, prometendo voltar no dia seguinte com a pequenita, mas desta vez com direito a mergulho, braçadas e muita animação.
Instalado no Alto do Areeiro há quase um ano, o Parque de Campismo parece só agora estar a ser descoberto pelo povo da cidade. Criado para dar resposta às necessidades dos que nos visitam com caravanas, tendas ou iglus e não têm onde ficar, esta infra-estrutura é também, assumidamente, virada para os que aqui vivem.

“Portas abertas”
a turistas e a Coimbra

É por isso que tem “portas abertas” para quem queira apanhar sol ou dar umas braçadas na piscina (por três euros para crianças e cinco euros para adultos) ou até praticar (gratuitamente) hidroginástica, mas também para quem queira levar os pequenitos a brincar no parque infantil ou até aproveitar uma tarde para jogar no campo de mini-golfe que ali está a funcionar.
«Há ainda a visão de um parque como um recinto com vedação, uma recepção, onde as pessoas põem tendas. Nós queremos ir mais longe e abrir as portas ao público da cidade», explica Carlos Catarino, responsável pelo parque de campismo, satisfeito pela receptividade de turistas e conimbricenses à infra-estrutura, apesar de estar consciente de que «este nunca pode ser um grande negócio em Coimbra».
Seja como for, só em Julho, a ocupação média é de 150 a 200 pessoas por dia, o que significa «uma pequena surpresa», para quem não tinha colocado a fasquia tão alta para este Verão. Italianos, holandeses, alemães, franceses e espanhóis são as nacionalidades que mais procuram o Parque de Campismo que é, confirma Carlos Catarino, maioritariamente ocupado por estrangeiros. «Cerca de 90% são de fora de Portugal», confirma.
No máximo, a estadia é de quatro dias, até porque muitos dos que se instalam no Parque de Campismo chegam a Coimbra vindos de outras cidades e com o objectivo de visitarem outros destinos durante o período de férias. Nada disto impede, no entanto, quem conhece as instalações de fazer um balanço positivo da hospitalidade e, até, de voltar depois.
“Sensação de liberdade”

É caso de Valentÿn. O calor convida a uns momentos de descanso e puro relaxe na espreguiçadeira que tem estrategicamente colocada em frente à caravana, de modo a que possa chegar à Holanda, a sua terra natal, com uma “corzinha”. O livro e um charuto servem de companhia, até porque o marido, que a acompanha nestas viagens anda pela «cidade, às compras».
É a segunda vez que a holandesa visita Coimbra e se instala no parque de campismo. Primeiro porque gosta da «sensação de liberdade» que as instalações lhe dão. E depois porque se confessa «apaixonada pela parte velha da cidade», de tal maneira que não conseguiu resistir e voltou novamente este ano a escolher Coimbra para ficar «mais quatro dias». Quanto às condições do parque, «nada a apontar». «É um sítio amoroso que ainda não está concluído, mas que tem condições muito boas», opina, desdramatizando a falta de sombra e dando como resposta o ar mais do que agradado com que desfruta dos raios quentes de sol.
O mesmo já não se pode dizer de Alfredo e Eloísa que, acompanhados pela filha, acabam de chegar a Coimbra vindos de Málaga. Ainda a conhecer o parque, os três não poupam elogios às condições de lavabos, casas de banho e outras infra-estruturas de apoio. O que faz este casal “engelhar o nariz” é a falta de sombra, especialmente porque, como explicam, «temos uma tenda e o sol é muito incómodo». «Falta-lhe árvores e sombras, precisava de ser mais cuidado», desabafa Alfredo.
Depois de uma volta pelo parque, lá decidem instalar-se. Até porque é grande a curiosidade de conhecerem os atractivos de Coimbra, descobertos ao navegar pela Internet. «Este é o parque mais perto da cidade e é o que nos permite conhecer o Portugal dos Pequenitos, a Universidade ou o Jardim Botânico que nos chamou a atenção durante uma pesquisa sobre a cidade», explica Eloísa, pronta a permanecer em Coimbra por, pelo menos, «um par de dias», para depois visitarem outras localidades da Região Centro, como é o caso da Batalha, Alcobaça ou Nazaré.

Fonte: http://www.diariocoimbra.pt/13101.htm
« Última modificação: 02 Ago 2006, 09:44 por NunoR » Registado

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« Responder #16 em: 31 Jul 2006, 09:35 »

O balanço da ocupação dos parques de campismo na zona centro até ao momento, revelou uma menor utilização destes. Será só a crise a responsável por esta diminuição ou as (más) condições dos parques também são responsáveis pela diminuição das taxas de ocupação??

Parques de campismo não ganham com a crise 
 
 A maioria dos parques de campismo da região Centro (sobretudo os que se encontram junto às praias) têm taxas de ocupação inferiores às registadas em 2005. Mas para além de haver menos gente, os campistas vêm por menores períodos, sendo que grande parte só passa o fim-de-semana. Em tempo de crise, e sendo o campismo uma alternativa mais barata de gozar férias, os dados hoje apresentados pelo JN são surpreendentes. Agosto, dizem os empresários do ramo, pode salvar o ano.

No parque de Campismo da Barra, Ílhavo, a lotação ao fim-de-semana chega a rondar os 90%, mas durante a semana não ultrapassa os 70%. "Este ano as pessoas estão a optar por passar apenas o fim-de-semana", diz Margarida Neves, funcionária do parque. Comparativamente ao ano passado, o parque da Barra tem menos gente.

O mesmo acontece com o da Vagueira, Gafanha da Nazaré. S. Jacinto e Costa Nova. Este último registou, em Julho, uma taxa de ocupação que não passou dos 10%. "Estamos numa fase muito irregular, temos menos gente durante a semana. A esperança é o mês de Agosto", refere Sabina Almeida, funcionária do parque de campismo da Costa Nova.

Vítor Camelo, director do parque de campismo da Torreira, reconhece que há menos turistas. "Está abaixo do normal. Em Julho de 2005 já estava com taxas de 60%. Este ano não passam dos 40. Em Agosto vai aumentar, já no ano passado foi assim. Mas a verdade é que cada vez há menos turistas", realça.

Na Figueira da Foz, o parque de campismo municipal regista um decréscimo de 10% em relação a 2005. Mesmo assim, as taxas de ocupação variam entre os 60 e os 65%. "Em Agosto deve aumentar e esperamos chegar quase aos 100%", sublinha Andreia Seco.

Os próprios campistas admitem que há menos gente e que "as férias tendem a ser mais curtas". "Há uns anos vínhamos por 15 dias, no mínimo. Agora só dá para uma semana e porque já não temos miúdos", diz António Calado, campista há mais de 20 anos.

Carlos Trindade veio de Mangualde para passar quatro dias na praia da Barra. "Não há dinheiro para mais", justifica. "Por isso é que os parques têm menos gente este ano", conclui.


A maioria dos turistas que se encontravam, ontem, instalados no Parque Municipal de Campismo de Coimbra, eram estrangeiros. Actualmente, segundo nos afirmaram, o número de visitantes que está instalado naquele espaço, com uma área total de nove hectares, ronda uma centena. No entanto, a taxa de ocupação tem vindo a aumentar progressivamente, notando-se uma evolução nestes últimos meses. Inaugurado em Setembro do ano passado, o Parque Municipal de Campismo de Coimbra está equipado com mini-golfe, piscinas, circuito de manutenção, bar, campos de basquetebol, ténis e voleibol de praia, permitindo ainda a organização de festas para crianças e actividades de desporto aventura.

Fonte: http://jn.sapo.pt
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« Responder #15 em: 29 Jul 2006, 00:26 »

Futuro parque de campismo de Cabanas de TAVIRA:

Já que ainda não está concluído, sugiro aos colegas da Direcção que se envie uma carta à autarquia a pedir cópia da planta para que, na qualidade de único clube autocaravanista a nível nacional, nos pronunciemos de modo a que essa estrutura possa efectivamente também servir o interesse dos AC's (nomeadamente com a excistência de uma área de serviço próxima da entrada, de modo a que quem queira esvaziar águas e abastecer o possa fazer por uma quantia razoável mas sem penetrar na zona de acampamento).

E informar que se o "produto final" tiver interesse para os AC's, o CPA poderá organizar um encontro de sócios quando da inauguração, para publicitação do mesmo junto dos mil e tal sócios.
« Última modificação: 29 Jul 2006, 00:28 por Mário Caxias » Registado

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« Responder #14 em: 28 Jul 2006, 17:40 »

Olá Companheiros

Cabanas de Tavira vai ter Parque de Campismo com capacidade para 1000 pessoas e 330 autocaravanas, anunciou a C .M.Tavira, construção com inicio Setembro 2006, conclusão Outubro 2007

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« Responder #13 em: 28 Jul 2006, 10:27 »

Olá Raul

Bem me parecia que o parque de campismo de Castelo de Bode não estava fechado para obras apenas há 3 semanas. Acho que este parque está há muito tempo fechado e a justificação deve-se ao tratamento de esgotos:

SEM TRATAMENTO DE ESGOTOS PARQUE DE CAMPISMO NÃO ABRE - 
"O parque de campismo do Castelo de Bode não está encerrado, está com a actividade suspensa". A garantia é do Presidente da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal, Fernando de Oliveira Cipriano.

Aquele parque, situado ao lado da Barragem na margem do concelho de Abrantes, encontra-se fechado e não admite campistas até ao fim da época. "Estamos com um problema de ligação e esperamos que a Câmara de Abrantes financie o transporte dos esgotos do parque para a ETAR de Martinchel", explicou Fernando de Oliveira Cipriano. "

Fonte: http://www.otemplario.pt
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« Responder #12 em: 26 Jul 2006, 19:50 »

Junto à Barragem do Castelo do Bode: Parque de campismo fechado para obras

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Quem quiser pernoitar ou passar férias no parque de campismo junto à Barragem do Castelo do Bode depara com o portão encerrado. O equipamento pertence à Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal e foi fechado há três semanas para obras.

“É no mínimo estranho um parque de campismo fechar no Verão”, critica João Bartolomeu, que pensava passar ali uns dias. Restou ao residente em Paços de Ferreira pegar na mochila e seguir caminho, à procura de outro local na zona. Um sítio onde não tenha de gastar muito dinheiro, diz.
fonte: http://www.omirante.pt/index.asp?idEdicao=51&id=10384&idSeccao=479&Action=noticia

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Raul Lopes
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« Responder #11 em: 26 Jul 2006, 19:43 »

Com exemplos como os que aqui se denunciam (na pessoa de um autarca e não de um qualquer autocaravanista maldoso), bem pode haver quem proclame que o lugar das autocaravanas é nos parques de campismo.
De cada vez que me cruzo com uma notícia deste tipo dou comigo a perguntar: que terá a FCMP andado a fazer todos estes anos?

 
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Campismo da Gafanha da Nazaré preocupa PS
2006/07/23

O presidente da concelhia de Ílhavo do PS defendeu, ontem, a definição urgente de um projecto de renovação do parque de campismo da Gafanha da Nazaré, noticia o JN.

«" É um 'barril de pólvora'", afirmou José Vaz, depois de ter visitado as instalações da infra-estrutura, propriedade da Junta de Freguesia, e concessionada ao Grupo Desportivo da Gafanha.

O desordenamento da área de campismo, a existência de garrafas de gás sem condições de segurança, as ligações de energia eléctrica sem cobertura legal e a falta de limpeza são alguns dos defeitos apontados pelo dirigente socialista. "Este parque necessita de uma intervenção de fundo que não se conseguirá fazer sem o seu encerramento temporário", considerou José Vaz, que apelou à conjugação de esforços entre Câmara, Junta e Grupo Desportivo da Gafanha, para ultrapassar este problema.

O presidente da Junta garantiu, ao JN, que o processo está a ser acompanhado por todas as entidades envolvidas. "O parque precisa de uma intervenção, que está a ser pensada e será concretizada logo que estejam reunidas as condições", adiantou Manuel Serra.

Na Barra, Vaz voltou a contestar a construção de apartamentos no parque de campismo, aprovada recentemente pela Assembleia Municipal de Ílhavo.

Os elogios desta ronda pelos parques de campismo concelhios ficaram reservados para a infra-estrutura da Costa Nova.» (JN)
 

Transcrito de: http://www.oln.pt/noticias.asp?id=9853&secc=1
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« Responder #10 em: 15 Jul 2006, 11:00 »

Bom dia

Companheiro NunoR, agora percebo porque andam a fazer obras de melhoramento no parque outros valor se levantam.

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« Responder #9 em: 14 Jul 2006, 10:27 »

Mais um parque de campismo que pode encerrar. É interessante verificar que todos os casos aqui relatados dizem respeito a parques de campismo junto à costa, onde a especulação imobiliária deve ser "pequena".....


"Parque de Campismo de São Martinho do Porto

A maioria PSD apresentou um projecto de arquitectura para o Parque de Campismo de São Martinho do Porto cuja continuidade não está prevista no Plano de Pormenor da Marginal da Baía.
A CDU, que considera o Parque actual o resultado da “falta de autoridade” da Câmara, acusa a maioria PSD de não ter aproveitado os oito anos de mandato para encontrar soluções definitivas.
O PS também votou contra a proposta temporária. Daniel Adrião, que defende a deslocalização prevista no Plano de Pormenor da Marginal, considera que a Câmara está a tentar “branquear” uma ilegalidade em vez de resolver de vez o caso.
Antunes Pereira, um dos principais opositores ao encerramento do Parque de Campismo, foi também um dos possibilitou a aprovação do Plano de Pormenor da Marginal que agora extingue a infraestrutura do local. O Presidente da Junta diz que aprovou o Plano depois de ter tido garantias de alterações no documento.
Antunes Pereira, que propôs o Projecto de Arquitectura à Câmara, diz-se disponível para discutir a deslocalização do Parque mas avisa que as alternativas de locais na vila deixaram de existir.
O Plano de Pormenor da Marginal prevê o fim do Parque de Campismo. A Junta tenta aprovar uma solução provisória, admite debater deslocalizações mas também diz que, além de não existirem alternativas, após 30 anos, foram adquiridos direitos de uso do espaço.
"

Fonte: http://radiocister.blogspot.com
« Última modificação: 14 Jul 2006, 11:59 por NunoR » Registado

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« Responder #8 em: 13 Jul 2006, 14:29 »

A questão do parque de campismo da Praia Grande continua na ordem do dia:
Destaca-se a afirmação do deputado do PSD Mendes Bota, que preside à sub-comissão de Turismo da AR, onde está à espera de resolução a legislação sobre o AC.


Carlos Albuquerque: Terreno do "camping" da Praia Grande é só para acampar

O director do Parque Natural Sintra- Cascais (PNSC), Carlos Albuquerque, reafirmou hoje, no Parlamento, que no terreno do antigo parque de campismo da Praia Grande apenas pode ser construída uma estrutura idêntica de quatro estrelas.

O parque foi encerrado porque estava ilegal e os mecanismos de ordenamento do território apenas prevêem que naquele espaço seja construído outro, com a categoria de quatro estrelas, disse o responsável do PNSC aos deputados na Comissão de Poder Local, Ambiente e Ordenamento do Território.

A audição dos responsáveis do PNSC e do Instituto de Conservação da Natureza, que se fez representar por uma técnica, foi pedida pelo Bloco de Esquerda e pelo Partido Ecologista "Os Verdes", na sequência de denúncias de especulação imobiliária na zona.

Carlos Albuquerque considerou que tem havido "algum empolamento do que são as competências do PNSC e do Instituto de Conservação da Natureza", argumentando que os regulamentos para aquela área seguem os planos de ordenamento aprovados em Conselho de Ministros.

"Qualquer projecto que seja apresentado tem de ser um parque de campismo de quatro estrelas, nada mais pode acontecer", garantiu, acrescentando que, a haver mais campismo, só pode ser neste espaço.

Carlos Albuquerque admitiu que existem divergências entre o proprietário do terreno e a entidade exploradora daquele espaço, mas ressalvou: "ideias megalómanas de fazer ali um empreendimento turístico ou um hotel conheço-as mais da comunicação social".

Sobre a responsabilidade de fiscalização, partilhada pelo Parque Natural com outras entidades, Carlos Albuquerque afirmou que são feitas acções de fiscalização e levantados muitos autos de contra- ordenação numa zona onde todos os dias se assistem a violações da lei, conforme admitiu, embora não tivesse presente os registos dessas actuações.

Além das declarações que prestou hoje, Carlos Albuquerque comprometeu-se a responder por escrito às questões dos deputados de forma mais pormenorizada.

A deputada do BE Alda Macedo confrontou o responsável do PNSC com fotos de construções ilegais na zona.

Segundo Carlos Albuquerque algumas situações eram já do seu conhecimento e será reposta a legalidade, enquanto noutros casos disse não dispor de elementos que indiciem ilegalidade.

A deputada lembrou que o director do Parque Natural tem uma grande responsabilidade no que possa ser construído naquela zona protegida porque o seu parecer é vinculativo para uma câmara poder emitir uma licença de construção.

O presidente da Comissão Directiva do Parque foi também questionado sobre a situação da Praia do Abano, tendo afirmado que o caso está no Ministério Público e que foi informado de que existe a possibilidade de um acordo extra-judicial entre o promotor do empreendimento e a Câmara Municipal de Cascais, pelo que não emite qualquer parecer.

"Não vou estar a aprovar situações no Abano, se existem são à revelia do PNSC, tudo aquilo que possa estar a ser feito ao arrepio tem sido comunicado à Câmara de Cascais", sublinhou.

Tanto Alda Macedo como o deputado do PSD Mendes Bota lamentaram a ineficácia de fiscalização que permite violações à lei no âmbito da construção.

O social-democrata questionou o presidente do PNSC se estava a utilizar um mecanismo previsto na lei que permite o registo em conservatória das infracções detectadas e punidas por forma a constar no cadastro dos terrenos que futuramente possam vir a ser adquiridos por outros proprietários, ao que Carlos Albuquerque respondeu afirmativamente.

"O que se passa dentro deste parque passa-se, infelizmente, no país inteiro. Há abusadores que constroem em cima de tudo e ninguém tem coragem de demolir nada neste país", acusou Mendes Bota.

 
Fonte: http://www.alvordesintra.com/noticias/templates/Mod_politica.asp?articleid=4166
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« Responder #7 em: 12 Jul 2006, 14:15 »

Pelos vistos a substituição de parques de campismo por empreendimentos de luxo está na moda....

Também na Praia Grande (Sintra) há essa possibilidade:


Futuro do parque de campismo da Praia Grande terça-feira no Parlamento  

Responsáveis do Instituto de Conservação da Natureza e do Parque Natural Sintra-Cascais deslocam-se terça-feira ao Parlamento para prestar esclarecimentos sobre o futuro do Parque de Campismo da Praia Grande e alegados atentados ambientais naquela zona.

Em Fevereiro, o BE pediu a presença na Assembleia da República do presidente do Instituto de Conservação (ICN) da Natureza e do Parque Natural (PNSC) para esclarecerem os deputados sobre alegados "atentados ambientais graves" naquela área protegida.
A Comissão de Poder Local, Ambiente e Ordenamento do Território, presidida pelo socialista Jorge Coelho, aprovou por maioria a presença dos responsáveis das duas entidades, que serão ouvidas terça-feira, disse hoje à agência Lusa fonte do Bloco.
No requerimento, a deputada Alda Macedo afirmava que o BE tinha sido alertado para "ilegalidades consentidas na zona do Cabo Raso (concelho de Cascais) e para a polémica em torno do Parque de Campismo da Praia Grande", no concelho de Sintra.

Também o partido ecologista "Os Verdes" tinha pedido na mesma altura a presença da direcção do parque na sétima comissão parlamentar para esclarecimentos sobre a possível construção de um condomínio privado nos terrenos do Parque de Campismo da Praia Grande.
O parque de campismo foi encerrado em Setembro último por falta de condições sanitárias.
A comissão de utentes do parque de campismo receia que o espaço dê lugar a um empreendimento imobiliário, o que, frisa, contraria o regulamento do Parque Natural Sintra-Cascais, o Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) e o Plano Director Municipal (PDM), que classifica o terreno de Reserva Ecológica Nacional (REN).
Fonte oficial do Instituto de Conservação da Natureza, que tutela o PNSC, garantiu na ocasião que o Plano de Ordenamento daquela área protegida estipula a zona do parque de campismo como "espaço turístico de ambiente rural", o que significa que naquele local não poderá ser instalada qualquer estrutura que não seja "um parque de campismo de quatro estrelas".
Fonte do município de Sintra afirmou igualmente a "total impossibilidade de se construir no local" por o Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) definir que a zona apenas pode ser usada como parque de campismo.


Fonte: http://www.rtp.pt/index.php?article=248552&visual=16
« Última modificação: 12 Jul 2006, 14:47 por Raul Lopes » Registado

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« Responder #6 em: 12 Jul 2006, 13:45 »

Parque de campismo de segunda dá lugar a hotéis de primeira , é este o titulo de um artigo publicado no DN de hoje.
O Parque em causa é o de Monte Gordo, aquele para onde deveriam ir os autocaravanistas na versão do artigo usado como referência no Relatório da AR.
Eu próprio já lá estive instalado. Instaldo é uma força de expressão, pois o Parque não tem quaisquer condições para receber autocaravanas, pelo que (com mais uma dezena de outros autocaravanistas) fui remetido para o parque de estacionamento partilhando o espalço com os cadáveres de caravanas e outro equipamento resgatado do parque.


Citar
Paula Martinheira     
 
A Câmara de Vila Real de Santo António quer avançar com o Plano de Pormenor da Zona Nascente da localidade, que prevê a criação de uma zona turística de qualidade no local onde está implantado o actual parque de campismo.

Construído há cerca de 40 anos, com capacidade para 2100 utentes, o Parque de Campismo de Monte Gordo está a rebentar pelas costuras, tendo sido um dos chumbados recentemente pela Deco.

A autarquia pretende relocalizar o equipamento, no âmbito do Plano de Pormenor da Zona Nascente de Monte Gordo, mas o processo não avança por alegada falta de resposta do Instituto de Conservação da Natureza (ICN).
 
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Raul Lopes
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« Responder #5 em: 09 Jul 2006, 23:12 »

 O JN de hoje noticia a construção de vários apartamentos no parque de campismo da Barra, em Ilhavo.
Para quem conhece os parques portugueses não há na notícia nada de extraordinário, isto é habitual. Porém, quando os proprietários de Parques (como o de Monte Gordo) vêm fazer campanha contra as autocaravanas estacionadas na via pública, alegando que lhe fazem concorrência desleal, então o caso muda de figura.

Como será que os mesmos proprietários (nomeadamente as Autarquias) irão reagir quando as Associações de Hoteleiros vierem para a praça pública exigir o seu encerramento por estarem a fazer concorrência desleal à hotelaria convencional devidamente licenciada?


Deixo aqui a transcrição da notícia: (http://jn.sapo.pt/2006/07/09/centro/apartamentos_parque_campismo_barra.html)

Citar
Apartamentos no parque de campismo da Barra

 
A Assembleia Municipal de Ílhavo autorizou, anteontem à noite, o concessionário do parque de campismo da Barra a construir alojamentos complementares e a remodelar os balneários daquele equipamento municipal. Como contrapartida, a autarquia assume o compromisso de, em 2008, prorrogar o prazo de concessão por mais cinco anos como prevê o concurso público fechado em 2003.

A proposta, apresentada à autarquia em finais do ano passado, contempla a construção de um T2, dois T1, cinco T0 e um bungalow, adaptando vários edifícios existentes no parque de campismo da praia da Barra que se encontram desactivados. Entre esses imóveis estão a casa do guarda e o antigo supermercado.

"Não se perspectiva que haja novas construções", garantiu o presidente da Câmara, Ribau Esteves, considerando que se trata de "uma boa oportunidade de qualificação, valorizando um património que é municipal". O objectivo é que os projectos estejam concluídos até ao Verão de 2007.

A proposta passou com os votos favoráveis do PSD e do CDS-PP. PS e CDU votaram contra. O líder da bancada socialista, Humberto Rocha, lembrou que "as alterações que se pretendem fazer vão contra o estabelecido no contrato inicial que não previa quaisquer construções". Rocha considerou ainda ser "muito cedo para prorrogar o prazo de concessão" daquele equipamento. José Carlos Sá

"Parques de campismo não são hotéis"

José Alberto Loureiro, da CDU, votou contra por entender que os parques de campismo são parques ao ar livre e não hotéis. "Apenas vem aumentar o cimento onde deveria existir o verde", concluiu.
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Raul Lopes
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« Responder #4 em: 27 Jun 2006, 23:20 »

Estou absolutamente de acordo consigo, companheiro Tapada.

É por isso que estou "nesta guerra": é preciso dignificar o autocaravanismo e para isso, entre outras coisas, temos que mover uma guerra sem quartel aos prevaricadores que só servem para dar razão aos que nos complicam a vida.
Na minha maneira de ver, só um movimento associativo forte dos autocaravanistas pode lutar eficazmente contra as restrições legais que nos colocam e contra os autocaravanistas que são campistas selvagens.
Obviamente que isto não desresponsabiliza as autoridades, a começar pela FCMP, das deploráveis condições existentes em Portugal para fazer campismo.
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tapada
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« Responder #3 em: 27 Jun 2006, 22:36 »

Boas

Há cinco ou seis anos atrás, falou-se de alterações radicais nas condições de utilização dos parques de campismo e nas condições de funcionamento dos mesmos. Lembro-me de alguns parques terem começado a destruir os alvéolos de modo a torná-los maiores e a estabelecer distâncias mínimas entre os equipamentos. Lembro-me de ver "campista" (de móveis de sala e sofás no avançado) a terem de retirar coberturas de toldo plastificado, montadas em estruras tubulares rígidas, que encostavam umas com as outras entre alvéolos. Isto quando ainda se estava à espera de saída de legislação sobre os parques. O que se vê hoje. As estruturas voltaram a ser montadas, estabelecem-se verdadeiras "casas de campo" (às vezes até piscina têm) encostadas umas às outras (às vezes há janelas que não podem ser abertas porque a do vizinho do lado não dá espaço). Ou seja. Voltou tudo ao mesmo. Por isso vendi a caravana e passei a autocaravanista. Mas também aí vejo muita coisa que não gosto. Muitos desrespeitos. Desrespeitos esses que muitas vezes resultam na má impressão que alguns têm de nós e de todos os problemas que nos vão sendo levantados. E como é normal "generaliza-se". Se um é mau, todos são iguais a ele. Como motociclista que sou, sinto o mesmo. Se uns fazem das estradas pistas de corridas, são todos irresponsáveis.
« Última modificação: 28 Jun 2006, 21:31 por tapada » Registado

Luís Tapada
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Raul Lopes
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« Responder #2 em: 26 Jun 2006, 23:29 »

Viva Decas,

Com algumas pequenas excepções, eu subcrevo a opinião desse teu interlocutor Basco.

Por cá parece que os Parques deixaram de ser locais para fazer campismo para se tornarem exclusivamente em locais de acantonamento de virtuais urbanizadores clandestinos.

Bjs
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« Responder #1 em: 26 Jun 2006, 23:11 »

Olá Raul,

Em Cáceres estive com um Ac de Vitória, país basco penso, e o que ele referiu logo do nosso país foi que os Campings eram todos muito velhos e sem manutenção. Há 6 anos que vem a Potugal e está farto, pois não vê melhoramentos, apenas lhe agrada o facto de poder estacionar, na orla costeira, já não é mau Cheesy, tem mais sorte que alguns de nós, deve ser por não ser nacional...
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Saudações Autocaravanistas
Odete Cabral
Lisboa
http://viajaremliberdade.blogspot.com
Raul Lopes
Visitante
« em: 25 Jun 2006, 16:30 »

Abro este tópico com a intenção de aqui recolher opiniões e informações sobre campismo em geral, actividade próxima do autocaravanismo.

Para começar deixo aqui esta notícia que deveria fazer pensar os nossos responsáveis, a começar pela FCMP: em Espanha acabam de ser proibidas as instalações permanentes nos parques situados em reservas e parques naturais. Na minha opinião, uma boa decisão!

http://www.canalcamping.com/noticias/defaultampliarnoticia.aspx?id=202
« Última modificação: 22 Out 2006, 16:09 por Raul Lopes » Registado
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