Carlos Nuno
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« Responder #72 em: 15 Out 2007, 19:38 » |
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Caros Companheiros Lamento o que se está a passar com o Pião. Participei lá em inumeros acampamentos desde há muitos, muitos anos. No entanto congratulo-me, não por essa triste notícia, mas por ver aqui abordado o tema " campismo ". Há sócios do Clube que, tal como eu, são originários do campismo, com todo o sentido de amizade, lealdade e companheirismo que se verificava. Mesmo autocaravanista nunca deixarei de ser campista, enquanto há autocaravanistas que, infelizmente, nunca souberam o que isso era. Bom campismo
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Carlos Nuno Amadora
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NunoR
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« Responder #71 em: 15 Out 2007, 12:11 » |
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Mais um parque de campismo pode encerrar por falta de condições. ASAE quer fechar o parque mais concorrido da região, porque este não tem alvará. A direcção diz que já está a tratar do caso A Autoridade da Segurança Alimentar e Económica (ASAE) fez recentemente uma fiscalização no parque de campismo do Pião, onde constatou que este não tem alvará para estar aberto. A falta dessa licença levou a que a ASAE pretendesse encerrar o espaço, um dos mais procurados e frequentados de toda a região Centro. As autoridades deram um prazo de 60 dias para o Clube de Campismo e Caravanismo da Covilhã (CCCC), entidade que gere o parque, regularizar a situação. Esta visita da ASAE pode acabar mal, já que o parque de campismo corre o risco de ver fechar as suas portas se não for licenciado. António Rebordão, presidente da assembleia-geral do CCCC, explicou que “como o parque não tem o alvará, a ASAE queria, de facto, fechá-lo”. Na sequência da visita da ASAE, em Setembro, “encetaram-se todas as diligências possíveis, junto da Câmara e, neste momento, estão reunidas as condições para que a autarquia possa emitir um alvará provisório até à conclusão, definitiva, do processo”, acrescentou. A Câmara da Covilhã, que desde sempre tem apoiado o desenvolvimento do parque do Pião, o maior da cidade, “está solidária com o clube” neste processo. “A Câmara está a desenvolver todos os esforços para que o processo de legalização esteja concluído o mais depressa possível”, sublinhou António Rebordão. De resto, a Câmara já enviou à ASAE uma exposição dando conta das diligências que estão a ser tomadas para a regularização do parque e, ao mesmo tempo, salientando a importância daquela estrutura de lazer, única na cidade. António Rebordão está convencido que o “problema vai ser solucionado” e o parque devidamente licenciado. “Se não tivesse condições não era tão procurado pelos campistas da região, do país e também por muitos estrangeiros. No Verão, então, está sempre cheio”, acentua o responsável. Ainda segundo o dirigente, que é, também, presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria, o licenciamento do parque passa pela realização de diversas obras nas instalações, nomeadamente na “recepção, refeitório, arruamentos com melhores condições e mais balneários”. A actual legislação determina, por exemplo, a existência, no mínimo, de três balneários e o “Pião” tem apenas dois. A estimativa dos custos ainda não está avaliada, mas António Rebordão admite que “as obras são caras”. O CCCC está “à espera que a Câmara entregue todo o dossiê para saber em quanto ficam”. O Conselho Geral do CCCC, também presidido por António Rebordão, reúne-se hoje, pelas 21H00, para discutir o caso do licenciamento, questão agora levantada pela fiscalização da ASAE. “Temos de informar o que se passa e o Conselho Geral tem uma palavra a dizer, até no apoio que tem de dar”, sublinhou António Rebordão, para quem “não deve ser apenas a direcção” do clube a assumir todas as responsabilidades. “Temos todos de dar as mãos para que nada de mau aconteça”, apela o responsável pela instituição.link: http://www.asbeiras.pt/index2.php?area=cbranco&numero=50377&ed=12102007
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Ricardo
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« Responder #70 em: 07 Ago 2007, 23:40 » |
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Creio que este assunto não terá interesse para os autocaravanistas. Tanto quanto julgo saber este parque não tem capacidade para nos receber. Será que estou enganado?
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NunoR
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« Responder #69 em: 03 Ago 2007, 10:38 » |
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Para quem viajar para Trás-os-Montes: Câmara de Bragança “exige” abertura imediata de parque de campismo de rio de Onor A Câmara de Bragança ameaça avançar com a rescisão do contrato de concessão com a empresa que ganhou a exploração do parque de campismo de rio de Onor se a infra-estrutura não abri de imediato. Chegou o mês de Agosto e o parque de campismo rural, uma das referências da rota da terra fria, continua de portas fechadas. O empresário que ganhou a concessão da exploração do parque assegura que não tem condições para poder abrir. “Não vou arriscar a abertura, ficar sujeito a uma fiscalização e pagar por razões que não são da nossa responsabilidade”, argumenta.
António Martins já tinha denunciado estes problemas há cerca de dois meses, nesta altura já foram realizadas algumas obras mas segundo diz, não as suficientes. “Já existe electricidade no edifício, mas ainda há muitas falhas nos balneários e na própria área do parque que não tem iluminação nem pontos de luz para os campistas podem requisitar energia”, aponta.
O empresário diz que está a ter grandes prejuízos, primeiro porque a procura é grande e não está aceitar clientes, depois porque continua a pagar à autarquia o aluguer pela exploração do espaço. Um entendimento bem diferente tem a autarquia.
O presidente da Câmara, Jorge Nunes, não ceita esta argumentação e diz que a partir de hoje a junta de freguesia de Rio de Onor, vai notificar formalmente o empresário para a abertura imediata do espaço,”se não o fizer a própria câmara vai assumir a gestão do parque”, sustenta. link: http://www.brigantia.net/index.php?option=com_content&task=view&id=3160&Itemid=1
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Ameneses
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« Responder #67 em: 06 Jun 2007, 12:19 » |
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Ora Viva Companheiro Urbino.
Congratula-me saber que em Moncorvo está tudo bem encaminhado. Quanto a Freixo já sabia que se lhe fosse possível "alinharia".
A minha visita aí a Bragança está a tardar! Agora estou pendente de uma possível viagem a terras de Sua Magestade (Londres e Escócia) visto que a minha filhota (13 anos) num curso que frequentou em Cambridge foi premiada com 8 dias com tudo pago (só para ela!). A ver vamos como correm as coisas. Já tenho saudades de ir a Miranda ao restaurante da Balbina comer a posta e matar saudades!
Um grande abraço.
Ameneses
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urbino
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« Responder #66 em: 06 Jun 2007, 12:01 » |
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Companheiro Ameneses É sempre com prazer que faço tudo o que estiver ao meu alcance para ajudar a criar as melhores condições para todos os companheiros autocaravanistas, sobretudo na "nossa" terra. Aceito, por isso, o desafio e dentro de dias espero dar boas notícias. Para já, posso adiantar que os contactos com a Câmara de Moncorvo estão a produzir bons frutos e o companheiro Raul tem-nos dado todo o apoio técnico necessário. Cordiais saudações nordestinas
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César Urbino Rodrigues Bragança
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Ameneses
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« Responder #65 em: 06 Jun 2007, 11:29 » |
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Já estive várias vezes na Congida. É lindo «de morrer»! O acesso faz-se por uma estrada com uma inclinação muito a acentuada mas com bom piso. A ultima tempestade na zona deixou tudo bastante danificado.
O espaço para uma área de autocaravanas, com movimentação de terras até não seria difícil.
Acho que o CPA deveria contactar a Câmara nesse sentido. Quem, eventualmente, poderia dar uma «mãozinha» é o Companheiro Urbino que reside em Bragança, tem conhecimentos e está ligado a um orgão de comunicação local (desculpe lá Urbino chamá-lo novamente à liça).
Pela minha parte, numa próxima deslocação ao Nordeste poderei dirigir-me à Câmara Municipal e tentar saber mais sobre o projecto que tenham para aquela zona.
Saudações Autocaravanistas.
Ameneses
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NunoR
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« Responder #64 em: 06 Jun 2007, 09:20 » |
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Será que está prevista uma área para autocaravanas?  " Acampar sobre as águas do Douro Internacional é a proposta, para o Verão de 2008, da Câmara de Freixo de Espada à Cinta que aposta na originalidade para levar mais turistas à praia fluvial da Congida. Este local junto ao rio Douro é há vários anos o espaço de lazer mais emblemático do concelho, procurado por portugueses e espanhóis, atraídos sobretudo pelas excelentes condições naturais. A autarquia já criou algumas infra-estruturas no local, e propõe-se agora investir 1,5 milhões de euros para oferecer melhores condições e atrair ainda mais turistas. A "originalidade" é a principal aposta do município que pretende construir um parque de campismo flutuante sobre as águas do Douro Internacional. As tendas serão suportadas por plataformas em madeira com capacidade para albergar cerca de 200 campistas. Aqueles que preferirem terra firme terão também um espaço, na margem do Douro, onde actualmente já se faz campismo de forma gratuita e sem regras. O projecto, contempla a requalificação de toda a zona, substituindo os actuais edifícios de apoio por infra-estruturas à base de materiais da região, que não choquem com a paisagem natural. Está prevista a construção de um bar em madeira e de uma esplanada, suspensa sobre o rio. O projecto tem já o parecer favorável do Parque Natural do Douro Internacional e aguarda apenas o parecer final do Instituto de Turismo para ser candidatado a fundos comunitários para comparticipação financeira. " Fonte: http://www.opcaoturismo.com/noticia.php?id=6496
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josé vieira
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« Responder #63 em: 01 Abr 2007, 19:18 » |
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Boa tarde companheiro Nuno Ribeiro: Acabadinho de chegar de um fim de semana "autocaravanista" em terras de Espanha, mais concretamente numa incursão gastronómica nas "bodegas de El Perdigon", não perdi tempo em saber novidades no forum. Como calcula, li atentamente a sua resposta à minha ùltima opinião sobre o parque de campismo do CCL na Costa, e conclui que eventualmente não me expressei de forma clara, e por isso aqui vão algumas achegas. Na verdade, as BARRACAS não são os alveolos, mas sim aquelas estruturas todas feitas em ferro galvanizado com, com lona por cima..... Que acha que lhe devemos chamar???.......Tendas   .............. Creia companheiro, que a minha indignação resulta apenas porque, adoro CAMPISMO, participei até hoje em muitos acampamentos desportivos tais como os Velha Guarda, acampamentos dos nossos companheiros Sentinelas de VFXira e muitos outros....alguns inclusive organizados pelo CCL tal como o acampamento de inauguração de Melides e outros...... e por isso para mim aquilo são na verdade BARRACAS...... Quanto à catastrofe este receio não é assim tão infundável e a Costa Caparica já teve muito perto de uma situação dessas com um incêndio salvo erro no parque do Inatel, há já alguns anos, e em que as chamas devoraram variadíssimas instalações...... E sabe o que aconteceu  .... As viaturas de bombeiros não conseguiram entrar porque as ruas (  ) não tinham largura suficiente........... Felizmente não houve vitímas humanas............... O companheiro considera semelhante o risco ali existente aquele que temos nas nossas habitações........ Muito sinceramente não me parece que tal assim seja. Permita-me apenas que lhe diga, que quem gosta na verdade de CAMPISMO, dificilmente poderá olhar tudo aquilo com indiferença....... Cumprimentos José Vieira
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Mcas
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« Responder #62 em: 29 Mar 2007, 23:48 » |
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Vivam! Que me lembre fiquei apenas uma vez no Parque da Caparica e foi em estação baixa. Fiquei, como todos na altura, admirado de tanta tenda-avançado-toldo-caravana, mais sofás, sebes, pedrinhas, alcatifas, antenas tv. etc. "No comments". Vou tentar dar uma achega à questão do NunoR "...o avanço do mar e o que o originou...) Pois é...o mar avança, recua; é"dinâmico", como dizem os técnicos e nós sabemos. E é mais dinâmico em zonas arenosas baixas e próximas da embocadura dos rios. Assim acontece a sul do Minho, a sul do Douro (Esmoriz), a sul do Vouga (Barra/Costa Nova/Vagueira/Areão); a sul do Mondego (Lavos e por aí abaixo); a sul do Tejo (Caparica); etc. Como exemplo deste dinamismo costeiro posso informar (porque sou de Aveiro) que em nove séculos a barra de Aveiro teve 16 aberturas diferentes!! num espaço entre Mira e Ovar. A ctual barra é artificial e foi obra do engº Luís Gomes de Carvalho no início do séc. XIX (1808). As causas da erosão costeira e dos avanços e recuos do mar deve-se à dinâmica das correntes e marés, ao regime dos ventos e outros fenómenos naturais ao longo dos tempos. A isto, e para ser breve, acresce-se a intervenção humana, essa sim, potenciadora destes fenómenos: a construção das barragens, que retêm as areias que deveriam fazer a reposição das praias (motivo principal); o contínuo desassoreamento das barras e a venda das areias para a construção civil em vez de serem depositadas nas praias; a construção de molhes que embora resolvam alguns problemas localmente, criam outros geralmente a sul; a pressão turística (e habitacional) da orla costeira, modificando relevos, criando barreiras; as modificações climáticas; a subida do nível das águas do mar... São casos e fenómenos a que teremos que nos habituar se insistirmos no mesmos erros. É verdade...todos os erros somados... e os resultados estão à vista um pouco por todo o lado e deles pagaremos todos. Se o governo já gastou 28 milhões na Caparica, significa que cada português já "deu" 2,8€. Quanto mais vamos "dar"? Há uma pergunta que gostaria de fazer: em face do perigo iminente porque não foi evacuado o parque ou as pessoas não recuaram de livre vontade?
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Ameneses
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« Responder #61 em: 29 Mar 2007, 19:08 » |
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Olá Companheiros: Navegando pela net procurando notícias frescas sobre áreas de serviço, "entrei" numa página já velhinha, mas que é do presente. Diz assim: Ministério da Economia Decreto Regulamentar nº 33/97 (17 de Setembro) «Ao abrigo do disposto no nº 3 do artigo 1º do Decreto-Lei nº 167/97, de 4 de Julho, e nos termos da alínea c) do artigo 202º da Constituição, o Governo decreta o seguinte:» Seguem-se vários artigos sobre localização, delimitação, vias de circulação interna «artigo 4º alínea 2) - As vias de circulação interna devem ter a largura mínima de 3 metros ou 5 metros, conforme sejam sejam de sentido único ou duplo». Mas o que a mim me chamou a atenção foi a artigo 12º: Instalações de serviço para caravanas e autocaravanas
«1 - Nos parques de campismo em que sejam admitidas caravanas ou autocaravanas devem existir instalações de serviço na proporção de uma instalação para cada 50 unidades. 2 - As instalações referidas no nº anterior destinam-se ao abastecimento de água às caravanas e autocaravanas e aos respectivos despejos e devem ser dotadas do equipamento necessário para o efeito. 3 - Os locais das instalações referidas no nº 1 devem estar revestidos com materiais impermeabilizados e assegurar a drenagem das águas residuais.»
Foi este diploma promulgado em 25 Agosto de 1997, pelo P.R. Jorge Sampaio, sendo P.Ministro António Guterres.
Entretanto, até esta data, outros diplomas foram aprovados, mas nenhum deles modificou o Artigo 12º.
Como já repararam este Decreto refere-se á construção de parques de campismo. Como eu só entrei em dois ou três parques, desconheço se todos estão equipados como manda a lei. Se não estão, quem os fiscaliza e os obriga a fazer obras? 
Saudações Autocaravanistas.
Ameneses
Isto escrevi eu no dia 03 de Dezembro de 2006. Entretanto mantenho a pergunta: Quem fiscaliza? Ou só se lembram de «Sta. Bárbara quando troveja»? Saudações. Ameneses
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NunoR
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« Responder #60 em: 29 Mar 2007, 17:40 » |
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Companheiro Vieria, eu tb não gosto de unanimismos, longe de mim querer que todos pensemos da mesma forma. E até como já deve ter visto neste forum estamos todos muitas vezes em desacordo com qualquer coisa...heeee
O que eu queria referir (e não criticar) é que se fale de determinadas situações quando não se conhece a realidade das mesmas. Por exemplo, todos nós aqui criticamos as autarquias, as autoridades e até a FCMP porque não sabem o que é o autocaravanismo, confundindo-o com o campismo e depois criticamos os parques da Costa sem nunca lá (presumo eu) terem estado. E chamar barracas aos alveolos é uma expressão infeliz.
Não lhe direi a minha opinião sobre Almornos e Torres Vedras, pois não conheço os parques, mas posso-lhe adiantar que a sua preocupação sobre uma hipotética catástrofe parece-me infundável, ou melhor, será igual à probabilidade de existência de qualquer catástrofe noutro lugar, por exemplo nas nossas casas, num centro comercial, etc..... Na Costa os parques estão lá há mais de 30 anos e até agora as "barracas" têm-se aguentado. A questão fundamental aqui não é o parque mas é o avanço do mar e o que originou este avanço e as medidas que se devem tomar. Sobre isto, não tenho escutado grande coisa... Um abraço Nuno
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josé vieira
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« Responder #59 em: 29 Mar 2007, 16:18 » |
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Boa tarde: O companheiro NunoR, tem todo o direito de discordar das opiniões aqui expressas relativamente ao parque de campismo do CCl na Costa de Caparica. Mal seria se todos tivessemos as mesmas ideias........... No entanto, quando afirma que possivelmente muitos nunca frequentaram os parques da costa, e por isso não entendem a sua problemática, permita-me que lhe diga, que essa presunção em nada invalida o que tem sido aqui escrito. Já fui sócio do CCL, faço CAMPISMO há muitos anos (só há 3 anos tenho AC), e conheço infelizmente bem o que se passa noutros parques do CCL, como é o caso de Almornos. Por muitos argumentos que se procurem, nenhum poderá servir para justificar aquele espectáculo que tem vindo a ser visto por todo o País. Nada me move contra o CCL, mas não aceito que o maior clube de campismo deste País, permita a existência daquele amontoado de BARRACAS, chamando-lhe Parque de Campismo. Infelizmente o nosso País, tem mais exemplos negativos como este, e não entendo como SNB, Protecção Civil e Autarquias, aceitam esta realidade. Companheiro NunoR certamente que também já entrou no parque de campismo de Santa Cruz, propriedade do CC de Torres Vedras. Que comentários faz  ??....... No dia em que houver uma catástrofe, cá estaremos todos a carpir as vitimas e os prejuízos, mas......... tardiamente Cumprimentos José Vieira
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NunoR
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« Responder #58 em: 29 Mar 2007, 12:24 » |
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Um exemplo: Noutro local do fórum temos protestado contra o pseudo-jornalismo da Gazeta da Lagoa na forma como abordou o autocaravanismo na Lagoa. Neste caso trata-se de um jornal Regional que terá (penso eu) uma pequena tiragem e chegará a um reduzido público. E o que dizer de um Correio da Manhã e de um Chefe de Redacção??? Foi publicado ontem este artigo de opinião da autoria de Carlos Catarino: " 2007-03-27 - 00:00:00
Opinião A tragédia da Costa
Os autarcas andam há 30 anos a construir alegremente onde o bom-senso e a prudência proíbem. O caso da Costa de Caparica é apenas um entre centenas. Agora – que o mar avança e ameaça o alcatrão, as rotundas, os fontanários e todas as obras, enfim, em que os eleitos locais são mestres – exigem muralhas de pedra e betão contra as ondas, gritam por um milagre que afaste o oceano.
O parque que o Clube de Campismo de Lisboa explora na Caparica, a dois passos da baixa-mar, está em risco – e também está onde não devia estar.
Para o salvar, contas feitas à areia e pedras que o Instituto da Água ali tem despejado, o Estado já gastou 28 milhões de euros – o que faz daquele pardieiro, repleto de tendas e rulotes de segunda habitação, no mais caro parque de campismo do Mundo.
Os nossos autarcas, homens e mulheres de rara visão e apurado sentido de responsabilidade, detestam planos. A Câmara de Almada instalou a estação de bombagem das águas residuais da Caparica em terreno que pertence ao mar: uma onda terá o efeito de um tsunami " link: http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=236208&idselect=93&idCanal=93&p=200 Profundamente demagógico dizer que " Para o salvar, contas feitas à areia e pedras que o Instituto da Água ali tem despejado, o Estado já gastou 28 milhões de euros" e totalmente descabido chamar-se "– o que faz daquele pardieiro". Pela minha interpretação este indíviduo, que deve ter andado na mesma escola que o seu colega da Gazeta de Lagoa, acha que se não fosse o parque ali estar, estas obras não estariam a ser realizadas. O problema vai muito mais além da visão curta que transparece neste texto e na comunicação socuial em geral. Não é o parque que está ser salvo. É a Costa da Caparica que está a ser salva, o parque é apenas o primeiro a sofrer as consequências, mas inevitavelmente é a Costa que está em perigo. Seriamente, o que se devia discutir é a forma como se está a proceder à reconstrução do paredão, se é a mais correcta ou não e o porquê desta situação. Mas isso daria muito mais trabalho, já que exigiria tempo e pesquisa. Sinceramente não me parece que sejam apenas os autarcas que têm visão curta!!!! Nuno
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NunoR
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« Responder #57 em: 29 Mar 2007, 09:53 » |
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Bons dias
Infelizmente o tempo tem sido pouco nos últimos dias e não tinha tido a oportunidade de ler o que aqui foi escrito no fórum sobre o parque de campismo da Costa Velha do CCL na Costa da Caparica. Desta vez estou em total desacordo com o que aqui foi dito. Parece-me que os companheiros que manifestaram aqui a sua opinião, nunca devem ter frequentado os parques da Costa e portanto falta-lhes algumas (importantes) informações para perceberem toda esta problemática. Isto faz-me lembrar um pouco as pessoas que falam do autocaravanismo sem nunca terem entrado numa autocaravana e que tanto crititicamos por confundir o autocaravanismo com o campismo..... Quando tiver um pouco mais de disponibilidade prometo concretizar mais algumas ideais para perceberem minimamente o que se passa nestes parques que nem de perto merecem os "mimos" que na blogesfera (incluindo este fórum) têm tido. Um abraço Nuno
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« Última modificação: 29 Mar 2007, 09:55 por NunoR »
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msilva
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« Responder #56 em: 27 Mar 2007, 22:38 » |
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Caros Companheiros: Quantos de vos já experimentaram a entrada num parque de campismo da costa da Caparica com ACs??? A verdade é que não se passa quase da área da recepção pois as ruelas são tão estreitas e o favo de tendas, relotes, avançados tão fechado que não é possível circular pelo parque facilmente. Deixaram de ser parques para serem bairros de caravanas e tendas, ou como diz o companheiro José Vieira campos de refugiados. NÃO NOS QUEIRAM É METER NESSE ROL, antes out-sider indesejado que campista nesta situação. Só espero agora que o dinheiro dos nossos impostos não sirvam para indemnizar quem deliberadamente deixou o material de campismo à mercê do mar para poder dizer mal do estado e governantes que mandam ondas destruidoras para aqueles lados. Um abraço MSilva
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viktor
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« Responder #55 em: 27 Mar 2007, 21:38 » |
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pois...o ideal era mesmo informar os autarcas das diferenças entre autocaravanismo,caravanismo e campismo...
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RDuarte
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« Responder #54 em: 27 Mar 2007, 20:09 » |
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Boa Tarde
Companheiros a questão a equacionar e se está não será a realidade de grande parte dos parques de campismo existentes em Portugal? A segunda e pensar se não será para locais assim que alguns autarcas deste pais resolvem enviar as autocaravanas.
Por isso e sempre que possível out-sider
Boa Viagem
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Ricardo Duarte Cascais
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viktor
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« Responder #53 em: 27 Mar 2007, 19:57 » |
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Não estara (estaremos) na hora do grito de Ipiranga do CPA em relação á FCMP??
A direcção do CPA devia demarcar-se *já*(julgo eu) de toda aquela marmelada que está a acontecer na Caparica e que á boa maneira portuguesa vai acabar por ser o estado português a resolver.Como?dando alojamento (quem sabe uns belos apartamentos com vista para o mar) aos bacanos que lá vivem o ano todo e deixaram as coisas apesar de atempadamente avisados...
Cumps.
Viktor
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« Responder #52 em: 27 Mar 2007, 19:19 » |
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Alo AC
De facto um assunto do dia que se arrasta é a agonia da caparica... a questao do parque de campismo é uma falsa questao...de residentes numa zona onde nao devia haver residentes.
Apesar de se estar perante um dito parque de campismo particular ( e não publico) impressiona que a DG de Turismo não intervenha...como admira que a propria CM como autoridade de Protecçao Civil não tenha ordenado a desocupação do parque, como mais ainda causa estranheza que o CC se mantenha a falar de milhares de euros de prejuizo, sem arredar pé...e a espera de mais prejuizos para fundamentar novas reclamaçoes...
O assunto não e pois de campismo nem de autocaravanismo. Penso que o CPA não se deve meter neste tema, mas deve levar a reflexão aos seus associados...se estamos bem na Federação que pactua com esta situação?
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« Última modificação: 29 Mar 2007, 16:29 por Decarvalho »
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Ameneses
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Sócio, Nº 394
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« Responder #51 em: 27 Mar 2007, 19:16 » |
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Lamento realmente que o mar destrua o parque de campismo. Lamento muito mais o «campismo» que se faz nesse parque e muitos outros por aí fora. Ainda lamento mais, que responsáveis associativos e federativos chamem Campismo a "residências permanentes".
Em prol do Autocaravanismo,
Ameneses
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Adérito Meneses Aveiro
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josé vieira
Sócio do CPA
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Sócio Nº 1228
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« Responder #50 em: 27 Mar 2007, 18:20 » |
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Boa tarde companheiro Raúl Lopes: Acabo de ler a sua intervenção, relativamente ao que se está a passar na Costa de Caparica, e mais concretamente com o parque de campismo(  ?) do CCL. É na verdade inacreditável, que se possa chamar aquele espaço, parque de campismo, já que entendo ser uma péssima imagem a que está a passar, para a opinião pública, relativamente ao CAMPISMO e aos CAMPISTAS. Ao olhar as imagens, apenas me faz lembrar os campos de refugiados, para fazer face às catastrofes que acontecem. Já tive a oportunidade de enviar um mail para o CCL, manifestando preocupação pela situação e em simultâneo criticando vivamente o conceito de campismo que o maior clube de campismo do país defende. O presidente do INAG, pode não ter razão em muita coisa, mas nas afirmações que faz quanto ao parque, tem TODA a razão....... José Vieira
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Raul Lopes
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« Responder #49 em: 27 Mar 2007, 13:21 » |
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A vice-presidente do Clube de Campismo de Lisboa acusou o presidente do Instituto da Água de desconhecer o que é «ser campista» ao afirmar que o parque devia estar desocupado para evitar prejuízos decorrentes do avanço do mar.
O presidente do Instituto da Água, Orlando Borges, disse hoje à agência Lusa que o parque de campismo da Costa da Caparica devia estar desocupado de tendas e roulottes.
«Porque é que as tendas não foram desmontadas ou não recuaram as roulottes, que era o mínimo que se podia fazer para que as pessoas não tenham danos», questionou o presidente do Instituto da Água (INAG).
Confrontada com as acusações de Orlando Borges, a vice-presidente do Clube de Campismo de Lisboa, Clotilde Morais, acusou o presidente do INAG de «não saber o que é ser-se campista».
«Fazer campismo não é só andar com a tenda às costas e colocá-la em qualquer lugar. O que nós temos aqui são caravanas que não são fáceis de se retirar de um dia para o outro», declarou Clotilde Morais. Por razões que só podemos lamentar, o parque de campismo do CCL na Costa da Caparica tem sido notícia nos media. Ontem o texto anterior foi amplamente difundido. Ao ler a afirmação que destaco da Vice-presidente do CCL (clube fundador da FCMP) fiquei confundido: afinal o que é isso de ser campista?Então nem as caravanas dão para mudar? Nesse caso não deviamos antes estar a falar de um espaço de alojamento residencial precário em vez de lhe chamar um parque de campismo? O meu problema não é sequer distinguir entre campistas e parquistas. O meu problema começa quando a Federação (presidida por um sócio do CCL) insiste em afirmar que o autocaravanismo não passa de campismo. Se o raciocínio lógico não servir apenas para termos filósofos, então forçoso é concluir-se que quem assim pensa acha que também as autocaravanas deviam estar estacionadas no parque de campismo em circunstâncias tais que não seja fácil mudá-las "de um dia para o outro". É simplesmente absurdo. Será que nas Faculdades de Direito se não ensina lógica?
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Raul Lopes
Visitante
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« Responder #48 em: 07 Mar 2007, 00:16 » |
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Caro urbino,
Todas as mensagens são assinaladas com o mesmo número, precisamente o da última mensagem. De cada vez que acrescentamos uma mensagem, é actualizado o número em todas as mensagens.
Se verificar que o número da mensagem não é incrementado, então é mesmo uma anomalia (que pensei não ser possível).
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