ALBERTO BROCHADO
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« Responder #30 em: 23 Mar 2007, 17:19 » |
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Para informação dos Companheiros a Federação de Montanhismo e Escalada, foi incunbida pela UIAA ( Union Intaranational de Alpinisme et Escalade de organisar a Assembçleia Geral MUNDIAL NO porto. uM aBRAÇÃO A TODOS ALBERTO bROCHADO PORTO
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Alberto Brochado Porto
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Raul Lopes
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« Responder #29 em: 28 Jan 2007, 21:28 » |
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Como mover-se num tópico com mais de 25 mensagens?É simples. Sempre que haja mensagens que você não tenha lido num determinado quadro, o "quadradinho" azul que surge do lado esquerdo desse quadro aparecerá com uma cor mais clara. Carregando no título desse quadro os tópicos que têm mensagens novas são anunciados com a palavra "novo" em destaque. Se carregar em "novo" será conduzido directamente à última mensagem desse tópico que ainda não leu. Claro que isto só funciona para quem esteja registado no fórum e de cada vez que cá vem faça o "login". Tenha em atenção que se o tópico que está a ler tiver mais do que 25 mensagens, então precisa de mudar de página para ler as mensagens mais antigas. Como? No canto superior e inferior esquerdo do ecrã de leitura surge o seguinte texto: Página [1] 2, 3 Isto significa que está a ler a página 1 (a última) de um tópico com 3 páginas. Para ler as outras mensagens precisa de carregar no número da página seguinte.
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Raul Lopes
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« Responder #28 em: 09 Out 2006, 23:41 » |
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Companheiro Jorge Agostinho, obrigado pela gentileza da sua resposta. Há nela algumas passagens que me suscitam dúvidas mas, face ao estado das coisas, creio que não se justifica voltar ao assunto. Afinal não posso esquecer que você é sub-director da Revista da FCMP Companheiro RDuarte, eu quando escrevo não o faço com a intenção de agradar ou desagradar. Faço-o em obediência ao que a consciência me dita dever ser a minha opinião. Neste caso nem sequer é uma questão de opinião. Limitei-me a tentar esclarecê-lo com a matéria factual que conheço. Se as coisas estão correctas ou não, isso é outra coisa. Tem todo o direito a discordar. Mas também convém ter presente que da mesma maneira que não queremos que o CPA seja refém da FCMP, o inverso também é verdade: não somos, nem queremos ser, donos da Federação. Logo há regras do jogo instituidas pelos Estatutos da FCMP que estamos obrigados a respeitar. O que não quer dizer que tenhamos que concordar com esses Estatutos. Por exemplo, se um sócio do CPA for eleito dirigente mas tiver Carta de Campista por outro Clube, ele passará a figurar nos corpos sociais da Federação como representante do outro Clube. Isto não é ficção, já aconteceu. O inverso também é verdade. Se o que questiona é o facto do CPA ser filado na FCMP, o que posso dizer-lhe é que tal não resultou de decisão desta Direcção. Se continuaremos ou não a estar filiados, isso não depende da decisão da Direcção mas dos sócios em AG. Porém, enquanto integrarmos a FCMP e houver sócios a pretender adquirir a Carta de Campista, naturalmente cabe à Direcção facilitar a vida aos seus sócios servindo de intermediário. Parece-me que é bom fazermos um esforço por separar as coisas, elas já são suficientemente complicadas como são. Espero que independentemente de ter ou não gostado da minha resposta, possa ter ficado mais esclarecido.
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« Última modificação: 09 Out 2006, 23:52 por Raul Lopes »
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Jorge Agostinho
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« Responder #27 em: 09 Out 2006, 23:15 » |
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Companheiro Jorge Agostinho,
É óbvio que não vamos manter eternamente este tema em aberto, mas o respeito que me merece leva-me a voltar ao assunto para lhe dizer três coisas:
Companheiro Raul Lopes, O mesmo respeito me leva a responder-lhe à “interpelação” que me coloca. Quanto à forma, não. Não concordo com os termos, pois são susceptíveis de induzir em erro quem possa ou queira pensar que ali se toma a parte pelo todo. Quanto à terminologia também acho que peca por excesso, pois dá azo a que seja considerada ofensiva. Como já referi algures neste Fórum, sou o responsável pela revista ACAMPAR, do CCP, e sou por vezes confrontado com artigos de opinião, com os quais não concordo minimamente. Porém não me abstenho de os publicar, se entender não existirem ofensas expressas. Claro que uma coisa é um artigo de opinião outra é um editorial… E concretamente esta é a minha resposta à sua “interpelação”. Quanto ao mais, ficar-me-ei por aqui; primeiro, porque não pretendo entrar numa “guerra” que não é minha ( sou montanheiro e as “lutas” em que me envolvo, e são algumas, têem que ver com a montanha ); segundo, por não entender a razão pela qual insistem em misturar as pretensões e anseios dos autocaravanistas com as de alguns montanheiros. Creia Companheiro que neste caso concreto, a união não faz a força. A conta em que são tidos pela “comunidade escaladora dissidente” e que utiliza o vosso Fórum é exactamente a mesma com que tratam o restante Movimento, quer sejam campistas, autocaravanistas ou montanheiros. Com desdém! Claro que lhes reconheço o direito de lutarem pelos seus objectivos. Mas na minha opinião, acho que pouco têem a ver com os vossos. Saudações Jorge Agostinho
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RDuarte
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« Responder #26 em: 09 Out 2006, 22:34 » |
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Boa noite
Companheiro Raul, desde ja agradeço a sua resposta mas não gostei do que me foi dito. Creio que já declarei por aqui que deixei de ser portador de carta de campista, como forma de expressar o meu dessagrado pela FCMP, contudo não consigo compreender a postura do CPA, em relação a este tema, existem pessoas a ocuparem lugares em nome do CPA, sem serem designados pelo mesmo, pelo simples motivo de serem portadores da carta campistas atraves do CPA, e ninguem faz questão de impugnar está situação, pior continua-se a tratar da renovação das cartas de campista e solicitar novas para se continuar a dar força e lucros a FCMP. Será este o caminho a seguir? Espero dentro de pouco tempo dar os meus parabens ao CPA, por ter tomado a posição correcta tal como fez com o presidente da CM Coimbra.
Boa Viagem
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Ricardo Duarte Cascais
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J.Teixeira
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« Responder #25 em: 09 Out 2006, 20:33 » |
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Afinal o Sr. Jorge Agostinho responde ou não à pergunta: Companheiro Jorge, será que se revê na forma insultuosa como o seu presidente se dirigiu aos montanhistas e autocaravanistas no último editorial e na página 33? E já agora se poder responder a alguma das perguntas que coloquei agradecia...
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Raul Lopes
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« Responder #24 em: 06 Out 2006, 12:32 » |
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Companheiro Jorge Agostinho, É óbvio que não vamos manter eternamente este tema em aberto, mas o respeito que me merece leva-me a voltar ao assunto para lhe dizer três coisas: -- a primeira é para o cumprimentar pela forma elevada com que tem sabido apresentar os seus pontos de vista. Soubessem outras pessoas da Federação comportar-se assim e não estariamos agora aqui a trocar estas mensagens. -- a segunda sobre a questão central em discussão. Sobre isto apenas lhe direi que o problema não é o CPA é a forma como a Federação trata o autocaravansimo que diz defender. Ora isto não se resolve em AG onde uma pequena parte do CPA (a dos sócios que têm Carta de Campista) está representada ao lado dos proprietários/gestores de Parques de Campismo. Numa assembleia com esta composição faz sentido que se discuta "campismo", mas o "autocaravanismo" não é a mesma coisa do que "campismo". Só assim se compreende que o CPA "nomeie o responsável pela escalada"! Caro amigo, quem quiser discutir honesta e construtivamente esta questão terá que perceber que a Federação não pode ser uma entidade com a tutela de múltiplas actividades quando mantém uma orgânica e uns Estatutos construidos por referência exclusivamente ao campismo. Dizer que é tudo campismo serve para tapar o sol com a peneira, mas não resolve nada. A forma como alguns dirigentes federativos têm vindo a actuar fora das AG relativamente ao CPA ainda menos ajuda a que se possa manter um diálogo elevado. Sobre isto porém, permita-me que nada mais adiante. --a terceira coisa que quero dizer-lhe é interpelá-lo. Nas suas mensagens anteriores fez-nos legítimas críticas relativamente à "animosidade" com que vimos tratando a Federação de Campismo. Habilmente sempre fingiu ignorar os argumentos que atribuem ao Presidente da FCMP a responsabilidade pela situação criada. Companheiro Jorge, será que se revê na forma insultuosa como o seu presidente se dirigiu aos montanhistas e autocaravanistas no último editorial e na página 33?Sinceramente não acredito nisso, pois se até eu me sinto envergonhado de possuir uma Carta de Campista de uma entidade cujo presidente assim se comporta ...! PS. O Editorial em referência já foi colocado aqui: http://cpa-autocaravanas.com/forum/index.php/topic,533.msg2348.html#msg2348
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« Última modificação: 06 Out 2006, 13:04 por Raul Lopes »
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Raul Lopes
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« Responder #23 em: 06 Out 2006, 12:05 » |
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Companheiro RDuarte,
O CPA não recebe qualquer subsídio da FCMP, apenas recebe uma comissão comercial sobre o valor das Cartas de Campista da Federação que o clube vende (valor irrisório posso dizer-lhe). Quanto aos sócios do CPA que constam da lista de dirigentes da FCMP, reitero o já disse: actuam a título individual e não em representação do CLube. Essas pessoas surgem como sendo do CPA porque são sócios e porque têm carta de campista através do CPA, só isso. É aliás fácil de ver quando o dito representante do CPA é o reponsável pela escalada. Se fosse representante do CPA deveria ser responsável pelo autocaravanismo. O CPA não tem nenhumas indicações a dar sobre escalada.
Quanto ao CPA aceitar a situação, é óbvio que não aceita, daí o que tem vindo a público.
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Jorge Agostinho
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« Responder #22 em: 06 Out 2006, 02:05 » |
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Ainda sobre o diferendo FCMP e FPME é interessante ler este "desabafo". É pena é que as pessoas não assumam as suas discordâncias, dando a cara por elas. Mas realmente o presidente da FCMP também gosta muito de enviar recados, sem nomear os destinatários.....
A PALHAÇADA DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE CAMPISMO! [/url]
Companheiros, posso estar enganado, mas não me parece que a inclusão de textos ou opiniões anónimas, possam dar alguma credibilidade aos objectivos que por aqui se parecem propõr... Mas sim senhor, os Companheiros é que administram o Forum, e como tal, têem toda a legitimidade para incluir o que vos aprouver (mesmo textos anónimos com inverdades e insultos). Na minha opinião, não vos fica bem... Dá a idéia de que é o "vale tudo"... Mas enfim, isto sou eu a pensar com os "meus botões" e a sanha que se sente no ar, é só fruto da minha imaginação. Saudações Jorge Agostinho
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J.Teixeira
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« Responder #21 em: 04 Out 2006, 17:48 » |
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Existe de facto nesta história uma razão de fundo… Uma razão VIL mas nada mesquinha… Estou a falar de €€€ muitos €€€ de dinheiros públicos que têm vindo a ser desbaratados pela Federação de Campismo. Só para dar um exemplo entre os anos 2000 e 2003 a FPCC candidatou-se a fundos públicos do PROGRAMA PORTUGAL ACTIVO E SAUDÁVEL. Através desse programa o Instituto do Desporto atribui à FPCC uma verba de muito mas muitos milhares de contos… Muitos clubes de Montanhismo à época membros de pleno direito da FPCC entenderam exigir (em carta registada ao PRESIDENTE) contas sobre essa história. Queriam acesso aos documentos de contas pois constava que essas verbas haviam sido atribuídas a uma restrita “panelinha” de clubes, pessoas e empresas privadas. Sabem o que o ACTUAL PRESIDENTE DA FPC FEZ  ?? Respondeu a dizer que não respondia e recusou-se a apresentar os documentos das contas que haviam sido legalmente solicitados pelos clubes com a desculpa que só o faria numa AG. Seguidamente expulsou esses clubes da FPCC. (não fosse aparecerem mesmo numa AG a exigir os documentos...) O homem deve ser um daqueles que ainda acham que “A COREIA DO NORTE É QUE É BOM !”  ------------------------------------------------- E já agora meus amigos Campistas e Autocaravanistas durante uma longa recolha de documentos que foi feita pelos clubes de montanhismo sobre o uso de dinheiros públicos por parte da FPCC descobriu-se algo de muito curioso… O PROGRAMA OPERACIONAL DA ECONOMIA A FPCC, (e os clubes que a dominam) receberam centenas de milhares de €€€€€€ de DINHEIROS PÚBLICOS com o objectivo entre outros de resolverem as gritantes situações de ilegalidade (ainda recentemente referidas no Jornal PUBLICO) em que se encontram os muitos dos seus Parques de Campismo: Na altura verificamos que, entre outras coisas “INTERESSANTES”. Os contemplados foram EXCLUSIVAMENTE clubes com pessoas nos Órgãos sociais da FPCC. Pelo que seria um exercício interessante saber coisas como: - Quanto recebeu cada instituição e para que fim? - Qual o teor dos contractos celebrados? - Em que foi gasto o dinheiro? - Os parques contemplados passaram a cumprir com todos os requisitos legais? - Os fins previstos no POE foram de facto atingidos?  Mas isso são assuntos que só a vós campistas diz respeito pois que relativamente ao acima exposto os clubes de Montanhismo recorreram aos tribunais e o processo está a correr e conta já com algumas saborosas vitórias nossas… 
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« Última modificação: 10 Out 2006, 00:16 por J.Teixeira »
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NunoR
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« Responder #20 em: 04 Out 2006, 16:59 » |
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Ainda sobre o diferendo FCMP e FPME é interessante ler este "desabafo". É pena é que as pessoas não assumam as suas discordâncias, dando a cara por elas. Mas realmente o presidente da FCMP também gosta muito de enviar recados, sem nomear os destinatários..... A PALHAÇADA DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE CAMPISMO! Sou, desde há já longa data, um assíduo praticante de pedestrianismo e de montanhismo e, como muitos outros companheiros, tenho vindo a assistir à verdadeira palhaçada de uma federação que NUNCA fez nada de nada pelas modalidades desportivas de montanha. Sim, ESTOU A BRADAR DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE CAMPISMO. Para quem não sabe, o pedestrianismo é a denominação da actividade de andar a pé em infraestruturas previamente marcadas e sinalizadas. É a modalidade menor do vasto leque dos designados Desportos de Montanha. Praticamente, todos aqueles que praticam hoje, montanhismo, alpinismo, tiveram um primeiro contacto com a montanha, através de um passeio guiado ou de percurso pedestre. Eis aqui uma grande diferença, mas nitidamente esclarecedora: A diferença entre um passeio a pé, uma marcha, treking ou hiking e um percurso pedestre, está em que nos primeiros não se percorrem itinerários previamente marcados ou sinalizados, enquanto que um percurso pedestre tem que estar previamente marcado no terreno e devidamente infraestruturado. Desde que nasceu, em 2001, uma nova federação em Portugal vocacionada para os Desportos de montanha - a Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada (ver www.fpme.org), a Federação Portuguesa de Campismo que até então, nunca fez nada pelos praticantes desses desportos e o não fazer nada é Mesmo Nada (nem promoção, nem formação, nem actividades), viu-se, de um momento para o outro, ameaçada pela grande dinâmica da FPME, a qual mobilizou 99% dos clubes de montanha de Portugal e seus praticantes. Esta ameaça até levou à mudança de direcção da FPCampismo e até à mudança do nome, pois para quem não sabe, agora designa-se por Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal, mas para mim será sempre Federação de Campismo, pois só uns quantos "idiotas" ou aqueles que se encontram a beneficiar de alguma forma é que continuam a trabalhar sob a égide dessa pseudo-federação desportiva (veja em www.fcmportugal.com quantos clubes ou empresas camufladas estão a trabalhar para FPCampismo). Bom! Voltando aos percursos pedestres, a FPC pretende homologar ou diz que homologa estas infraestruturas. Sendo assim, teria que se encontrar em pé de igualdade com as entidades estatais que licenciam obras, pois um percurso pedestre constitui uma obra de carácter público sobre território público e privado, com fins desportivos, recreativos, educacionais, formativos e turísticos. Sinceramente, gostaria de saber se o Estado agora também vai entregar o licenciamento dos campos de futebol à Federação Portuguesa de Futebol e as piscinas à Federação Portuguesa de Natação. Pois quando falamos de homologação/certificação/licenciamento estamos a falar de algo muito sério, principalmente quando se usa a propriedade pública e privada para fins alheios aos seus proprietários. Toda a gente sabe que a FP Campismo, editou um guia de percursos, denominado Passo-a-Passo, onde caracteriza os seus percursos pedestres homologados, os quais, maioritariamente, encontram-se em imcumprimento legal por invasão de propriedade e por publicidade enganosa, uma vez que alguns nem existem. A isto chamo de fraude e aproveitamento de dinheiros públicos e privados. QUANDO SERÁ QUE O ESTADO TEM MÃO SOBRE ISTO!!!? Os percursos pedestres como infraestruturas deverão ser exclusivamente homologados por uma entidade estatal, no âmbito do Ordenamento do Território, através das CCR's ou das Comunidades Urbanas, Inter-municipais, etc. A FPC apenas pretende vir no futuro a tirar partido financeiro pela homologação, pois a sua natureza é economicista e não desportiva, basta ver que Acampar em Parques de Campismo Nunca Foi Desporto. O facto da FPCampismo tentar monopolizar tudo o que é desporto de montanha deve-se a poder continuar com o Estatuto de Utilidade Pública Desportiva e poder assim continuar a usufruir dos benefícios fiscais e económicos, concorrendo falsamente com as dignas empresas que lutam por se manterem no mercado e vêem os seus dinheiros a serem canalizados para esta Federação proprietária de um vasto conjunto de infraestruturas turísticas. SERÁ QUE O ESTADO PORTUGUÊS VAI PERMITIR QUE SE MANTENHA ESTA IRREGULARIDADE POR MUITO MAIS TEMPO!? QUEM TENHA OUVIDOS OUÇA!!! Link: http://brado2006.blogspot.com/2006/10/palhaada-da-federao-portuguesa-de.html
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« Última modificação: 04 Out 2006, 17:03 por NunoR »
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RDuarte
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« Responder #19 em: 04 Out 2006, 12:19 » |
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Bom Dia
Realmente esta minha simpatia para com a FCMP, aumenta de dia para dia. Se é que precebi o que se passa. O CPA, não nomeia, mas consta na lista da FCMP como se tive-se nomeado. Não têm voz na direcção, e o suposto representante do clube actua a nivel individual, está ultima deixa-me perplexo. O CPA aceita isto em troca de alguns € de subsidio será?
Boa Viagem
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Ricardo Duarte Cascais
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NunoR
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« Responder #18 em: 04 Out 2006, 10:02 » |
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Companheiro Jorge De facto parece deveras estranho que não sejam os clubes a indicar os elementos para a direcção da federação quando depois eles são apresentados como do clube x. O CPA não pertence aos clubes grandes, como o CCP, pois temos poucas cartas campistas e portanto estamos muito limitados naquilo que podemos fazer, já que os votos são contabilizados em função das cartas de campista emitidas. O processo de nomeação correcto é sem dúvida o que indica que se passa no seu clube. Quando o companheiro Raul afirma que não conhece os representantes do CPA, quer dizer, que nunca a federação solicitou que nomeassemos ou indicassemos alguém para determinado cargo (a não ser agora por demissão do companheiro que referiu). A única solicitação por parte da Federação é se autorizamos que determinado companheiro faça parte da direcção para o cargo Y. Ou seja, no nosso caso "apenas" temos direito a veto.... Até ao presente (e pelo que sei) nunca indeferimos qualquer nomeação, mas também não "ganhamos" voz na direcção porque os companheiros que lá estão actuam a nível individual. Por exemplo o actual presidente da Federação, se não estou enganado, trocou o CCCA pelo CCL para ser indigitado como presidente. Por ventura seria isto que aconteceria se vetassemos alguns dos compaheiros que tem a carta campista pelo CPA.... Um abraço Nuno PS: Parte deste assunto foi já abordando noutro tópico: http://cpa-autocaravanas.com/forum/index.php/topic,418.0.html
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« Última modificação: 04 Out 2006, 10:03 por NunoR »
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Jorge Agostinho
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« Responder #17 em: 04 Out 2006, 00:24 » |
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Companheiros, perplexo, é de facto a palavra certa... Sempre julguei que os elementos integrantes de qualquer órgão da FCMP, tivessem que ser "indicados" ou "propostos" pelos seus Clubes. Pelo menos no meu Clube (Clube Campismo do Porto) foi sempre assim que se passou... Quando o Companheiro afirma que não conhece os representantes do seu Clube na FCMP, eu não me permito duvidar, mas acredite que me dá vontade de sorrir... como é possível??? No site da FCMP (em Órgãos Sociais) estão lá os nomes... Na Revista "Campismo" Jan/Mar 2005 foi publicada a lista dos órgãos eleitos para o quadriénio 2005-2008... O CPA, nas Assembleias Gerais tem direito a votos, ou não? Como pode não saber? Desculpem lá, Companheiros, mas há aqui qualquer "coisa" que não dá para perceber. Como diria a do anúncio, por favor, expliquem-me como se eu fosse muito burro. Saudações Jorge Agostinho
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Raul Lopes
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« Responder #16 em: 03 Out 2006, 23:30 » |
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Caro Jorge Agostinho,
É verdade que por aqui vão transparecendo algumas opiniões muito desfavoráveis à FCMP. Mas tal animosidade, como lhe chama, não tem qualquer comparação com a agressividade que repetidamente temos sentido do lado dos dirigentes da dita Federação. Lá por discordar da linha de rumo e das afirmações dos dirigentes da FCMP não somos criminosos, mas para o presidente da FCMP assim parece. Basta ver a última Revista da Federação. As pessoas mudam em função do conhecimento que têm das coisas. Eu não sou excepção. No passado já aqui fui criticado por defender que a FCMP deveria fazer parte da solução e não do problema. É óbvio que mudei, e pelos vistos não sou o único autocaravanista a quem isso aconteceu.
Mas eu compreendo a sua perplexidade. O que lhe posso dizer é muito simples. Sou vice-presidente do CPA (mas não o dono do CPA) e não conheço nenhuma das pessoas que diz representarem o CPA na orgânica da FCMP. Acabo de saber por si que o responsável pela escalada era "indicado" pelo CPA, aliás não percebo com que razoabilidade. O CPA é um clube de autocaravanistas, não de montanhistas. De resto deixo à sua reflexão uma questão muito simples: como pode a FCMP querer o empenhamento dos dirigentes do CPA quando o seu presidente acusa indiscriminadamente os autocaravanistas de serem criminosos? Ele que se retrate, é o mínimo que posso reclamar.
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Jorge Agostinho
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« Responder #15 em: 03 Out 2006, 22:30 » |
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Companheiros, se estiver equivocado, peço-vos me perdoem... Julgo saber que o CPA estava representado na Direcção da FCMP com um elemento, que teve que ser indicado pelo Clube. A sua função era a de responsável pela área da Escalada. Certo? Agora que esse elemento se demitiu, o CPA por direito, indicará um substituto. Correcto? Também num outro "orgão" da FCMP, o Conselho Regional do Centro Sul, o CPA tem um elemento que no caso é o Coordenador desse Conselho. Acreditando não ser, necessáriamente, este Forum a voz da Direcção do CPA, estranho por vezes a animosidade com que são tratados tópicos relativos à FCMP. E maior é a estranheza por nunca (nunca, seria presunção; diria, nos últimos três ou quatro anos, pelo menos...) ter ouvido uma intervenção do CPA nas Assembleias Gerais da FCMP. Decerto haverá razões para que assim aconteça. Grato ficaria pelos esclarecimentos que, eventualmente, entendam por bem prestar. Saudações Jorge Agostinho
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Raul Lopes
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« Responder #14 em: 03 Out 2006, 16:33 » |
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O mesmo presidente também advertia que andam por aí uns perigosos montanhistas e uns autocaravanistas incendiários que ameaçam destruir o país.
Não menciona nomes nem razões para tais acusações, mas depois da mensagem anterior recomendo-lhe companheiro Teixera o máximo cuidado: corre o risco de ir parar à fogueira! Por mim já tenho como certo ser esse o meu destino.
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J.Teixeira
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« Responder #13 em: 03 Out 2006, 16:16 » |
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Raul Lopes
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« Responder #12 em: 02 Out 2006, 17:49 » |
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Hei companheiros montanhistas!
No último número da Revista da FCMP o seu presidente afirma que o campeonato nacional de escalada foi um êxito. Que têm vocês a dizer-nos sobre isso?
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J.Teixeira
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« Responder #11 em: 22 Set 2006, 18:56 » |
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Só para se poder comparar directamente o trabalho das duas instituições Sem esbanjar dinheiors publicos a FPME - Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada realizou esta competição ( e ainda este ano ainda vão fazer mais 4 ou 5) I Prova do Circuito Nacional de Escalada de Dificuldade Decorreu no passado domingo dia 17, a I Prova do Circuito Nacional de Escalada Desportiva da FPME em Marco de Canavezes, organizada pelo Grupo de Montanhismo de Vila Real. A prova correu bastante bem, a organização e o equipador Carlos Suarez estão sem dúvidas de parabéns, pela eficiência e rapidez com que decorreram todas as fases da prova. Do escalão sénior masculino destacou-se o Ricardo Belchior depois de uma dura super-final, seguido do Leo e do André. No escalão Sénior feminino, a Kimie ficou em 1º lugar seguida da Isabel e de mim. Foi uma prova divertida, bem organizada e de alto nível... O pessoal anda a aplicar-se nos treinos! Em termos de equipa (Econauta) tivemos um boa prestação tendo o Ricardo Belchior ficado em 1º lugar, o Macau em 4º e o Fred em 5º e eu fiquei em 3º. Teve muitas pessoas a assistir o que deu uma dinâmica bastante grande à prova e contou com a presença do Presidente da Câmara muito motivado para continuar a apoiar a escalada... E porque as imagens valem mais que muitas palavras...   
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« Última modificação: 22 Set 2006, 19:06 por J.Teixeira »
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J.Teixeira
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« Responder #10 em: 22 Set 2006, 18:47 » |
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Competição dos campistas Há muito pouca coisa que me tire do sério, até porque a muito pouca coisa dou importância, mas hoje ao assistir a uma competição de escalada organizada pela federação de campismo, ao ver a palhaçada que foi, realmente tirou-me do sério... A federação de campismo como está à beira de perder o estatuto que indevidamente ainda lhe é concedido pelo estado, lá teve que organizar uma competição, onde participaram 10 “elementos” ou por falta de informação ou por quererem ficar bem colocados no ranking do campeonato nacional de dificuldade “de vias acessíveis”. Participaram 3 raparigas e 7 rapazes vindos do clube de campismo do porto, de um clube da madeira e mais um elemento filho de um dos asseguradores da prova que é da Associação Desnível mas que se inscreveu como individual... a federação teve que trazer elementos de fora porque sabia que nós escaladores iríamos boicotar a competição. Éramos 7 mas causámos tanto incomodo que fomos “censurados” e convidados a acalmarmo-nos e a não perturbar os elementos que estavam a participar... coitados... Curiosamente o elemento que se dirigiu a nós agressivamente (veio direito a nós como se nos viesse bater.. uiui que medo...) e nos censurou é um elemento conhecido. Deve ser chato perder o lobby se a federação de campismo perder o estatuto de utilidade pública, que ainda lhe está atribuído porque realizam competições e aliciam os participantes com prémios avultados em dinheiro , viagens pagas, inscrições baratas e “vias acessíveis”. Poupem-me... Enquanto víamos figuras tristes, até nos divertimos... Mandámos vir umas pizzas, fartamo-nos de rir quando a mota da tele-pizza foi seguida pela guarda-florestal porque não podia ir até ali... Aplaudimos quando os elementos caíam na 2ª ou 3ª protecção, isto até termos sido censurados, depois não deixámos mais ninguém que estava a assistir (eram mais uma dúzia...) fazer barulho para não perturbar os elementos que estavam a competir... Pois... foi a rizada geral... Uma competição em que não se pode incentivar só mesmo numa competição campista... Foi um espectáculo deprimente que assistimos no Anfiteatro Keil do Amaral no monsanto! É a única coisa que me ocorre dizer, com as condições que havia, com as facilidades que a Câmara de Municipal de Lisboa concedeu (e que já as negou às nossas competições), tanto no espaço como nas infra-estruturas montadas, como no equipador das vias, o escalador espanhol Carlos Suarez que veio propositadamente para abrir as vias e equipou finais de 6a +... e mesmo assim nenhum dos 10 “elementos” chegou ao top da via.... O Suarez ficou deprimido e nós também... Como é que é possível que ao fim de tantos protestos, esta palhaçada não tem um fim? Não tenho nada contra os elementos (desculpem lá tratar-vos assim, mas se fossem escaladores não tinham competido), que participaram, até porque não os conheço, mas espero que tenham a noção que o vosso campeonatozinho de vias de dificuldade “acessível” fez com que a escalada em Portugal desse mais um passo atrás. Vamos longe assim... O que é que nós escaladores temos que fazer mais para que as entidades competentes tenham finalmente consciência que a federação de campismo É UMA FARSA e que a Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada onde se encontram 99% dos escaladores e clubes Portugueses, precisa de apoios para fazer com que a Escalada em Portugal de uma vez por todas desenvolva ..??  ( Como veêm estava muita gente..) Bahhhhh.... Estou chateada concerteza que estou chateada... * Transcrito do Blog da Marisa (uma das melhores escaladoras portuguesas)
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« Última modificação: 10 Out 2006, 00:18 por J.Teixeira »
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Raul Lopes
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« Responder #8 em: 16 Set 2006, 13:37 » |
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Do "Mais futebol" retirei este extracto que é mais um testemunho sobre a problemática institucional do montanhismo: Portugal é um país sem tradição no alpinismo, a que falta também uma federação condigna. João Garcia reitera esta realidade. «Tem de se fazer a transição de uma federação de campismo para uma de montanhismo», acredita, constatando que ele próprio não é reconhecido como atleta de alta competição, embora tenha recebido uma medalha de mérito desportivo depois da sua ascensão ao Evereste.
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Raul Lopes
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« Responder #7 em: 05 Set 2006, 11:56 » |
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O editorial da DESNIVEL que o Fred refere na mensagem dele contém informação que me parece da maior relevância para nós autocaravanistas, daí que tenha decidido reproduzi-lo aqui: "quando vires as barbas do vizinho a arder, põe as tuas de molho!" Editorial 2/02/2006 Federação de Campismo - Para que servem anéis sem dedos? A Federação de Campismo (FPC) continua a ser reconhecida pelo Estado como a Federação que tutela o Montanhismo e a Escalada, embora actualmente isso já não seja justificável, por diversas razões. Porque a esmagadora maioria dos seus quadros e clubes ligados a essas modalidades desportivas, deixaram de reconhecer essa federação e se juntaram, constituindo a Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada (FPME), e porque, embora com apoios do estado, a Federação de Campismo faça muito menos que a FPME pelo Montanhismo e escalada. Mas porque é que o IDP continua a dar a tutela destes desportos à Federação de Campismo? O surgimento da FPME até poderia ter sido salutar para a Federação de Campismo, pois esta ganhou a oportunidade de passar a gastar a sua energia e dinheiro nas modalidades que realmente tem vindo a promover, que para além do Campismo e afins, poderei acrescentar o Pedestrianismo. Mas infelizmente a resposta da Federação de Campismo à sangria de clubes e quadros e ao aparecimento da FPME foi, por um lado, continuar a fazer pouco e mal pelas modalidades associadas ao Montanhismo, e por outro, agir agressivamente e tentar boicotar o trabalho desenvolvido pelos outros. No entanto a reacção mais curiosa foi a alteração da designação desta federação. Enquanto os montanheiros estiveram nesta Federação nunca aceitaram incluir a designação de montanhismo, mas quando estes saíram fizeram essa alteração, passando a designar-se por Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (FCMP). Curioso! Costuma-se dizer "foram-se os anéis mas ficaram os dedos", mas neste caso poderemos afirmar: "foram-se os dedos mas compraram os anéis". A Associação Desnível passou a estar com a FPME desde a sua fundação em 2002, mas isso não nos levou a hostilizar a Federação de Campismo. Infelizmente o contrário não se passou, tendo a Federação de Campismo agido de forma inadmissível em relação a muitos clubes, entre os quais a Associação Desnível. (...)
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« Última modificação: 05 Set 2006, 11:57 por Raul Lopes »
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NunoR
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« Responder #6 em: 05 Set 2006, 09:22 » |
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Obrigado Fred pelos seus esclarecimentos sobre o diferendo entre a FCMP e a FPME. Infelizmente quem sai perdedor é a modalidade e os seus praticantes. Pedia-lhe que nos mantivesse a par deste diferendo.
Um abraço e cumprimentos Nuno Ribeiro
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Um abraço Nuno Ribeiro Charneca da Caparica-Almada
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