NunoR
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« Responder #9 em: 20 Jun 2006, 10:43 » |
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No número 10 da Revista "Campismo & Montanhismo" da FCMP, existe uma referência sobre o estudo da DECO aos parques de campismo. Por ser uma reacção tão enigmática (!?), em vez de transcrever o seu conteúdo decidi fazer um scan da notícia. Numa revista com 42 páginas (na esmagadora maioria sobre pedestrianismo e montanhismo) dedicar 2 parágrafos numa rúbrica intitulada Breves a este assunto é no mínimo estranho. Ou será que qualquer dia teremos outra mudança de nome para Federação de Pedestrianismo e Montanhismo de Portugal??
Um abraço Nuno
PS: E qual terá sido a reacção da ACAP??
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Raul Lopes
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« Responder #8 em: 15 Jun 2006, 16:46 » |
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Esta avaliação da DECO terá certamente vários pontos fracos, um deles, pelos vistos, é ter ignorado as condições de acolhimento das autocaravanas.
Independentemente das críticas que possam fazer-se-lhe, eu não fico nada surpreendido com as conclusões. E isto mesmo sem terem sido incluidas muitas urbanizações de lona a que chamam Parques.
É este o resultado de termos uma Federação que gasta mais energias a demarcar quintais para dizer que Montanhismo e Autocaravanismo só podem existir debaixo da sua alçada do que a fazer o que devia: promover, regulamentar e fiscalizar a prática do campismo.
Se a FCMP fizesse isto estaria a prestar um bom serviço aos autocaravanistas, que são turistas itinerantes (e não campistas!) mas que certamente usariam mais os parques de campismo se neles encontrassem outras condições.
Volto a este assunto porque fiquei surpreendido com a informação que o Nuno aqui nos trouxe. O problema já não é só a Federação de Campismo se arvorar em dona do autocaravanismo sem nada fazer por ele. O problema é que eu imaginava que a Federação tinha sido criada para defender os campistas (que eu também sou, inclusivé com carta de Campista!), daí não perceber o seu comportamento, mais preocupada com a defesa dos interesses das entidades gestoras de parques de campismo (mesmo que associativas) do que dos campistas. Entretanto, a Federação até se tornou em proprietária de parques de campismo, pelo que não surpreende que tenha sido ultrapassada no seu papel regulador do campismo pelos seus parceiros privados de negócio. A prova, e também a consequência deste erro de orientação estratégica da FCMP, é que a fiscalização das condições de segurança oferecidas aos campistas nos parques de campismo passou a ser assegurada pela ... Associação dos proprietários dos parques: AECAMP. Sem dúvida que a FCMP tudo tem feito para merecer isto. A questão é: neste estado das coisas, quem defende os campistas?
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NunoR
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« Responder #7 em: 14 Jun 2006, 11:52 » |
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Poucas têm sido as reacções ao estudo da DECO. Da FCMP esperava-se uma tomada de posição sobre este assunto, mas estranhamente há mais preocupação com os seguros do que propriamente com os locais onde se pratica o principal objecto desta federação.....uma questão de prioridades?!? Entretanto a AECAMP – Associação Portuguesa de Empresários de Camping e Hotelaria de Ar Livre, reagiu ao estudo deste modo: " A AECAMP – Associação Portuguesa de Empresários de Camping e Hotelaria de Ar Livre veio a público lamentar uma inspecção levada a cabo a 20 parques de campismo portugueses entre Julho e Agosto do ano passado, por equipas anónimas e cujo resultado viria a ser divulgado pela edição nº 268 da Revista Proteste, editada pela DECO. Segundo esta associação, constituída por pessoas singulares ou colectivas, de natureza privada, que se dedicam à exploração dos parques de campismo em Portugal, “as inspecções terão sido realizadas mediante uma lista de critérios organizada com base na legislação nacional e em regras que vigoram noutros países europeus”, com incidência específica nos meios de evacuação, segurança contra incêndios, riscos de ferimentos e riscos externos. “Sem pormos em causa a legitimidade do trabalho, que a todos os consumidores poderá interessar, e a boa fé com que o mesmo terá sido feito, no sentido de ajudar o sector a modernizar-se, não podemos estar de acordo com as conclusões generalizadas e com o alarmismo e subjectividade com que foi dada publicação desta informação, generalizando a todo o sector a ideia de que fazer campismo em Portugal é perigoso”, refere ainda a AECAMP em comunicado. A associação relembra ainda que a “Confederação do Turismo Português nos delegou a representação do sector nas comissões de fiscalização e inspecção que as Câmaras Municipais têm levado a efeito, no âmbito das competências que a legislação em vigor lhe confere”, acrescentando que “sempre que solicitada, a AECAMP tem vindo a contribuir para que o cumprimento da legislação seja uma realidade e para que os parques de campismo sejam verdadeiros empreendimentos turísticos”. No mesmo comunicado a AECAMP afirma aguardar que lhe seja dado “conhecimento completo do trabalho desenvolvido pela DECO” para poder ajuizar melhor das conclusões e poder colaborar com aquele organismo de forma adequada e justa, na defesa dos interesses de todos os empresários do sector, com vista ao bem-estar e plena satisfação de todos os consumidores deste serviço turístico." Fonte: http://www.turisver.com/article.php?id=19427
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NunoR
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« Responder #6 em: 31 Mar 2006, 11:41 » |
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Olá companheiros Realmente como se costuma dizer a montanha pariu um rato....  O estudo é no mínimo muito discutível. Fazer dele capa e com o texto "Vinte parques explosivos" é mais uma prova que o jornalismo em Portugal anda mesmo pela mó de baixo. A ficha técnica do estudo é pobrissíma e os critérios de escolha dos parques são contraditórios. Senão vejamos, a escolha recaíu em " locais próximos de zonas turísticas com uma lotação superior a 700 pessoas e sempre que possível com uma baixa taxa de campistas permanentes." Dos 20 parques analisados (cerca de 10-12% dos parques em Portugal) escolheram 8 que têm uma taxa elevadissíma de campistas permanentes, ou seja, 40% do estudo foi baseado em parques que à partida não deveriam ter sido escolhidos segundo o critério da Deco. É claro que o critério era " sempre que possível", mas só para entendermos que esse critério não foi totalmente seguido basta um exemplo. Um dos parques escolhidos foi o parque de Melides do CCL. Porque não o da FCMP na lagoa de Sto. André a escassos 5 -10km mais a sul??? Outros exemplo se arranjariam. E não existem parques com estes critérios a norte da Figueira das Foz??? Quanto às questões analisadas estas foram divididas em 4 grupos: Evacuação, Segurança contra incêndios, risco de ferimentos e riscos externos. Aqui é também muito subjectivo, pois outras questões igualmente ou mais importantes ficaram por analisar e se as duas primeiras questões são importantíssimas, as outras duas são banais se virmos as explicações da Deco. Por exemplo, nos riscos externos analisaram se " o parque estava localizado numa zona livre da influências de avalanches ( ), rios, auto-estradas, e postes de alta tensão, entre outros que pudessem pôr em causa a segurança." Todos os parques neste critério levaram um rotundo MAU, excepto o Parque de Campismo do Serrão, que fica num "deserto". Por exemplo uma estrada com muito tráfego junto aos parques é suficiente para ter um resultado MAU!!!! Por esta amostra, parece-me que os resultados à partida estavam condenados a serem os que foram. É claro que nem tudo é mau e a análise do item evacuação está bastante bem feita e quanto a mim é o aspecto mais bem elaborado deste estudo ao contrário por exemplo da segurança contra incêndios. Para finalizar a apreciação ao estudo, nem uma vez se referiram a autocaravanas nem sequer à FCMP!!!!! Um abraço Nuno PS: RDuarte, achas que as autoridades competentes (quem são???) sabem o que é o AC? 
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« Última modificação: 31 Mar 2006, 11:42 por NunoR »
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RDuarte
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« Responder #5 em: 31 Mar 2006, 10:13 » |
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Olá companheiros Após leitura do relatório da Deco, confirma-se o que o campanheiro Raul disse nem uma palavra sobre Autocaravanas  Quando eu referia a força que este resultado pode dar ao movimento autocaravanista, é porque após estes, pode ser que as entidades competentes compreendam o porque de cada vez mais AC fora dos parques. Quanto ao resultado é explicado pelo estatutos da FCMP, que de entre outras competencias e deveres lhe confere a representação nacional e internacional das modalidades: campismo, caravanismo, autocaravanismo, etc.., é verdade que a federação não têm poderes de fiscalização, mas também é verdade que este estudo já a seis anos tinha sido realizado, e nada foi alterado desde então porque? Da trabalho??, não é negócio??, existem lobis?? Quando se compra a carta de campista, é para usar nos parques e esta é passada pela federação, logo estão a vender um mau produto. Ou vão ser as camaras a passar a carta de campista para serem chamados a responsabilidade? Ainda em relação ao valor dos terrenos, penso que já não existe nada barato no Litoral  A questão que deixo no ar é esta se a federação, nem com os parques se preocupa, quando é que se ira preocupar, com o Autocaravanismo?
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Ricardo Duarte Cascais
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NunoR
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« Responder #4 em: 29 Mar 2006, 12:18 » |
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Olá Ricardo
Eu pessoalmente não acho que este resultado dê força ao autocaravanismo. Muito antes pelo contrário.
Concordo que para cima da Figueira da Foz os resultados sejam os mesmo, mas a minha dúvida é porque não o fizeram? Será porque os terrenos junto ao litoral são mais apetecidos a sul do que a norte???
Já agora explica-me lá essa dos 20-0?? Não percebi?
E outra coisa, a FCMP não tem poderes fiscalizadores e regulamentares sobre os parques....
Um abraço Nuno
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« Última modificação: 29 Mar 2006, 12:31 por NunoR »
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RDuarte
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« Responder #3 em: 29 Mar 2006, 11:31 » |
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Bom dia Companheiros
Este assunto já a muito que devia ter sido revisto, penso que isto só vêm dar força ao autocaravanismo, e aqueles que não frequentam os parques. Companheiro Nuno R, não se preocupe porque da Figueira da Foz para cima o resultado, vai ser o mesmo. Desde já dou os meus parabenspelo resultado FCMP-parques campismo(0-20), cada vez gosto mais do Benfica. Companheiros isto têm consequencias no associativismo, muitos não se revêm nesta Federação. Já agora sempre que saio sou acima de tudo um autocaravanista.
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Ricardo Duarte Cascais
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NunoR
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« Responder #2 em: 28 Mar 2006, 16:47 » |
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Vamos esperar pela ficha técnica do estudo. Quem sabe se não tomaram também em consideração a questão das autocaravanas e respectivas áreas de serviço. Aqui está um assunto que tem muito que se lhe diga, uma vez que não é só construir-se a área de serviço. É preciso ter muita atenção com os locais para onde vão as águas residuais. No caso das cassetes de wc, que possuem quimicos, será necessário um tratamento especial. Estou igualmente curioso para saber porque fizeram apenas o estudo entre a Figueira da Foz e o Algarve Raul, concordo contudo o que dizes no teu comentário menos esta passagem: Se a FCMP fizesse isto estaria a prestar um bom serviço aos autocaravanistas, que são turistas itinerantes (e não campistas!) mas que certamente usariam mais os parques de campismo se neles encontrassem outras condições.
Sempre que saio com a AC considero-me sempre em primeiro lugar um campista e só depois um turista...  Depois desta provocação, boa sorte para o teu Benfica hombre......  Um abraço Nuno
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Raul Lopes
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« Responder #1 em: 28 Mar 2006, 16:17 » |
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Esta avaliação da DECO terá certamente vários pontos fracos, um deles, pelos vistos, é ter ignorado as condições de acolhimento das autocaravanas.
Independentemente das críticas que possam fazer-se-lhe, eu não fico nada surpreendido com as conclusões. E isto mesmo sem terem sido incluidas muitas urbanizações de lona a que chamam Parques.
É este o resultado de termos uma Federação que gasta mais energias a demarcar quintais para dizer que Montanhismo e Autocaravanismo só podem existir debaixo da sua alçada do que a fazer o que devia: promover, regulamentar e fiscalizar a prática do campismo.
Se a FCMP fizesse isto estaria a prestar um bom serviço aos autocaravanistas, que são turistas itinerantes (e não campistas!) mas que certamente usariam mais os parques de campismo se neles encontrassem outras condições.
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NunoR
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« em: 28 Mar 2006, 14:41 » |
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A Deco vai publicar na edição de Abril da sua revista Proteste, um estudo sobre 20 parques de campismo. Como seria fácil de perceber todos eles chumbam. Enquanto esperamos pelo estudo completo e pelas falhas apontadas podemos ler o comunicado da DECO:
"Parques de Campismo: 20 inspeccionados, 20 chumbados
A DECO PROTESTE inspeccionou 20 parques e todos chumbaram por apresentarem falhas de segurança graves. Destes, os da Figueira da Foz, Praia do Pedrógão, Orbitur Valverde, Monte Gordo e Camping Albufeira deveriam fechar para obras.
Após uma visita anónima, entre Julho e Agosto de 2005, aquela associação de consumidores verificou que a segurança não é a palavra de ordem nos parques de campismo. Muitas vezes, a única saída de emergência que existe é a entrada do recinto que, para piorar, é fechada durante a noite. As restantes “saídas” estão fechadas a cadeado ou só são abertas durante algumas horas do dia. Além disso, a maioria dos locais inspeccionados tem vedações em arame ou muros altos em todo o perímetro, por vezes com arame farpado no topo.
Outras falhas são a pouca distância entre tendas ou caravanas, os grandes aglomerados com estreitos caminhos labirínticos, os grelhadores individuais nos parques integrados em florestas e as garrafas de gás junto às tendas. Ou seja, todos os locais analisados apresentavam um elevado risco de incêndio.
A legislação que regulamenta os parques de campismo públicos tem nove anos.
Em 2002 foi publicada nova lei cuja diferença essencial é abranger os parques privados, que estavam excluídos da mais antiga. Infelizmente, continua omissa em muitos aspectos importantes.
É o caso da quantidade de saídas de emergência em função da dimensão do parque e a sua distribuição, os metros máximos a percorrer pelos campistas até chegar a uma saída e o tipo de fecho das portas, bem como o sentido de abertura das mesmas, entre outros aspectos.
Este estudo foi feito com o apoio da Comissão Europeia. Logo, a DECO PROTESTE espera que o mesmo dê origem a uma directiva que obrigue os parques europeus a ter o mesmo elevado nível de segurança.
Aquela associação pede, ainda, que o Ministério da Economia e da Inovação complete e melhore a lei aplicável a estes espaços. De facto, considera inadmissível que alguns possam ficar dispensados, pela câmara municipal, de realizar as devidas alterações se as mesmas “forem materialmente impossíveis ou comprometerem bastante a rentabilidade do parque”. Quanto às câmaras, devem ser mais eficazes na fiscalização e terem a coragem de melhorar o estado dos parques.
A DECO defende, também, que os proprietários dos parques ajam sem esperar pela fiscalização. São bem vindas medidas como proibir carros dentro dos recintos, instalar portões com barras antipânico, implementar uma distância mínima de dois metros entre tendas e caravanas e construir mais caminhos. Quanto às instalações eléctricas, deve haver apenas duas ou três tomadas por disjuntor e um diferencial de 30 miliamperes para cada seis tomadas, além de cabos com menos de 20 metros. Para completar estas medidas, convém criar panfletos em, pelo menos, duas línguas, com a planta do parque e as recomendações de segurança, e distribuí-los a todos os campistas, à chegada.
Por fim, os próprios campistas podem ter alguns cuidados. Por exemplo, evitar grelhadores a carvão junto das tendas ou árvores, preferir as garrafas de gás para campismo em vez das de tamanho doméstico e, se houver um parque de estacionamento, deixar lá o seu carro. Acima de tudo, estas medidas servem para aumentar a sua segurança."
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