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Autor Tópico: "MAS, QUE MAL FIZ EU?"  (Lida 410 vezes)
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jgomes
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Sócio Nº 1238


« Responder #2 em: 20 Jan 2011, 14:18 »

Boa tarde

Caro companheiro Paulo Barbosa, aguardemos pelo dia 23 e de certeza que o que escreveu no parágrafo 3º se vai refletir aí.
Um abraço e boas viagens.
JGomes
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João Gomes
Odivelas
Paulo Moz Barbosa
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Sócio 1882


« Responder #1 em: 20 Jan 2011, 01:05 »

Caro Lucas DaSilva,

O seu texto - desabafo - é, e infelizmente continuará a ser, actual.
Muitos dos que se queixam andam isolados do movimento autocaravanista e não compreendem que não podem ser sempre os outros a trabalhar para eles.
Mas, não se passa o mesmo em tudo o que nos rodeia? Somos um povo que gosta de protestar nos cafés, mas que se alheia de participar na vida cívica.
É o nosso fado!
Um abraço,
Registado

Paulo Moz Barbosa
Porto
(viajo numa Hymer Camp 622)
Lucas DaSilva
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Sócio Nº 1897


« em: 19 Jan 2011, 23:50 »

Olá!

Este fim de semana que passou (14, 15 e 16/01/2011), quando me encontrava em Peniche, não pude deixar de ouvir, por parte de um companheiro autocaravanista, várias expressões de verdadeiro mal estar, entre outras esta que dizia o seguinte: MAS, QUE MAL FIZ EU? E repetia, repetia esta frase vezes sem conta. Ele referia-se, segundo percebi, a uma «coima» que apanhou por parte das autoridades quando na companhia de outros companheiros gozava um fim de semana em Fonte da Telha.

Imediatamente sobreveio-me um turbilhão de pensamentos acerca do desespero, dos aborrecimentos, dos lamentos, das dúvidas e de muitos desabafos semelhantes... vividos por muitos autocaravanistas por este país fora.

E realmente ouço por vezes  outros companheiros a lamentarem o facto  das entidades ligadas ao autocaravanismo, em particular o CPA, por ser o mais representativo e mais conhecido, a remeterem-se ao silêncio em face das medidas discriminatórias de que somos alvo por parte de  algumas autarquias. Sendo certo que uma queixa enquanto tal pode ser ou não legítima, digo eu, a verdade é que  quando lhes é feita a pergunta sobre as actividades, sobre o Programa de Acção, e o que já foi realizado pela Direcção desde a sua eleição; e também se são sócios do Clube os mesmos respondem negativamente, que ignoram e  que não são nem pretendem filiarem-se no CPA.

É pena que as pessoas que mais se lamentam, que mais contrariam e mais antipáticos são com o associativismo, sejam os primeiros a dinigrirem a imagem de um Clube.

É sabido que um clube sem sócios não tem qualquer expressão nem capacidade reivindicativa junto das entidades oficiais.

Sei por experiência que, por mais que se lute, há sempre um sentimento de insatisfação e de incompletude que fica, especialmente quando existem situações que carecem de rápida resolução, o que significa dizer que a actual Direcção do CPA, no caso presente,  precisa como nunca da boa vontade, do apoio, da compreensão e da solidariedade de todos os sócios.
 
Por isso, quando se ouvem expressõs como a que deu o mote a este pequeno texto - MAS, QUE MAL FIZ EU? - penso que, talvez, o problema não resida no facto do CPA estar ou não longe... dos autocaravanistas, mas sim daqueles que nem sempre estão de mãos dadas com o Clube.

Com amizade, sou
Registado

L. Lucas DaSilva
Alenquer
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