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Decarvalho
Visitante
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« Responder #3 em: 24 Mar 2009, 22:29 » |
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Viva Teresa
Efectivamente o TURISMO DE PORTUGAL está agora mais atento ao autocaravanismo, como se sabe do resultado das duas reuniões de trabalho havidas com o MIDAP, que transparentemente as tem trazido ao conhecimento da opinião pública numa louvável atitude de responsabilidade social, e de prestação de contas correcta , sem protagonismo mediáticos.
Espera-se ainda para breve que o site VISIT PORTUGAL (site oficial do TURISMO DEPORTUGAL) destinado ao estrangeiro, va incluir ainda antes do verao uma lista de locais de estacionamento com estaçoes de serviço de autocaravanas em Portugal e respectivas coordenadas de GPS, bem como um extracto das regras de ética do sector aprovadas peloCPA, peloCCP e pelo CAB e ainda se possivel uma listagem das principais regras legais em aplicaçao e sua interpretaçao, como é o caso da GNR, seja atraves da carta publicada na pagina web do CPA, seja dos esclarecimentos ulteriores que ja abrangem a clarificaçao unanime de que a portaria do campismo nao se aplica ao autocaravanismo itinerante.
Situaçao similar sera adoptada no site destinado ao turismo português DESCUBRA PORTUGAL, onde a expressao do autocaravanismo itinerante, qualificada tecnicamente como touring, representa uma elevação da nossa paixão à categoria de um segmento da oferta turistica de relevo e de interesse nacional, correctora de assimetrais regionais e de distorsões sazonais.
O movimento dos autocaravanistas que inclui o CPA e todas as demais entidades, clubes, grupos e movimentos de pessoas de boa vontade esta pois no bom caminho e todos os dias ganha acrescida audição, respeito e condição de parceiro social, pois não se pratica entre nós, a politica do bota abaixo, de terra queimada e do populismo reinvindicativo.
Com serenidade, tranquilidade e persistencia vamos todos levar a carta a Garcia, esperar que continuem a ser lidas as nossas propostas objectivas, e que lhes seja dado seguimento dentro dos condicionalismo de um País em forte crise financeira , institucional e ainda em vespera de elieções triplas.
Na realidade todo o autocaravanista sério, altruista, e com preocupações funcionais, e não meramente egoistas e pessoais, tem em si uma quota parte de representavidade inegavel,que ninguém de boa fé e com sentido público, ou de Estado, põe em causa. Esteja a desempenhar cargos em Orgãos de Soberania, em departamentos ou Institutos do Estado, em empresas publicas e municipais,ou em Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia.
Esperemos pois que todos juntos façamos com que o ano de 2009 seja ainda melhor para o autocaravanismo do que o ano de 2008!
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